• lista de episodios - sobre
  • A globalização do disparate e etc.

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    Chegamos a altura dos livros e esta semana eu trago poesia a geração de poeta-jebite.
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    O termo foi usado inicialmente pelo escritor Jack Kerwick e passou a designar um movimento literário
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    incomformista em altura rebelde, a seguirá a segunda guerra mundial nos anos 50 do século passado,
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    entre as figuras que mais destacaram na poesia e e bítida.
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    Então, nós vamos como Laurence Farlinghetic, o dinamizador do grupo, também como editor,
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    não só como poeta e também como liberaero na famosa libraria City Light, de São Francisco.
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    Outro nome importante é o de Ferangão Hara.
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    Talvez o mais emblemático seja Allan Gindzberg que chegou ali há a ter problemas judiciais,
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    por causa de um problema publicado pela editora de Farlinghetic.
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    Estes e outras poetas são me desenautouro, estão reunidos nesta entologia breve, é uma pequena seleção
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    de poemas com tradução e apresentação de Adolfo Luchuria-Canibal, que é também o responsável
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    pelas introduções valiosas a cada um dos autores aqui representados.
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    Vale a pena para quem quiser ter uma panurámica desta geração de poetas norte-americanos.
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    Bite é uma edição do lado esquerdo.
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    O João Miguel Tavárez propõe um livro sobre a pesca da sardinha.
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    Sim, eu gosto de trazer, de vez em quando, de livros improváveis que eu encontro pela inas
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    livreguês, e este é o caso, sardinha, sem fim da pesca do cerco, de Elder Lewis, o Elder
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    Lewis fotografa, escreve, também desenhou o próprio livro, e este livra é uma consequência
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    de uma residencia artística que foi apoiada pela Câmara da Póvua de Verzinha, e é, de
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    um livro muito completo e fascinante sobre aquilo que o Alvar Garrido, no prefácio, chama
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    a pesca das pescas do Marco Portugueso.
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    Há uma tradição muito noble e antiga de livro sobre a pesca na literatura portuguesa,
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    e há até um clássico do estrangeiro Alam Vileja, chamada a campanha do Arcos.
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    E é, em Tessente, perceber que em bora hoje em dia a pesca, esteja muito fora dos nossos
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    radarques, ela continua a acontecer e que as agentes de caíla e que documenta o brinantismo
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    do que o Elder Lewis faz neste livro.
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    O Pedro Xí atrás, no suficção científica de pendor filosófico?
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    Esse independor muito filosófico mesmo é um livro do Stanislav Lame, que é autor do
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    meu comércio muito conhecido, chamado Solares, que é também sobre este tema, o Solares
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    é de 61 e este livro é de 68, a voz do dono, e de estado plantígena, e que é, sobre o
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    mesmo tema do Solares, que é sobre a inteligência alienígena, é um grupo de cientistas que
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    está a tentar descudificar uma mensagem vinda do espaço.
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    E é um comércio filosófico, há mais muito danço em que este grupo de acadêmicos, de
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    intelectuais, ao tentar descudificar o que é que pessoas doutro planeta ou doutra dimensão
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    do cosmos, nos querem dizer, faz as perguntas que nós fazemos sobre nós próprios, o que
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    é que isto quer dizer, o que é que isto significa, pronté é que isto vai, e portanto
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    há desde filosofia, biologia, física, meta física, todas as perguntas que nós fazemos na
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    história do pensamento acidental, estão neste livro de ficção científica.
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    O Ricardo Rausperer recomenda um ensai de Jorge Sennah publicado agora, pela primeira
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    vez, de forma autônoma.
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    Exato, ó cá, se chamou-lhe ensai, e é, na verdade, mas isto que estamos aqui, haverá
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    um verbete de um dicionário, o que o espaço é, o Jorge Sennah escreveu um verbete, amor
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    para um grande dicionário de alitratura, de proteza e de utilidade, a questão é que
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    o verbete tem 100 páginas, o Sennah entre os diasmos e ainda vai para nós, por que o que
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    se passa aqui é que é uma reflexão sobre a ideia da morna, a litratura, de proteza,
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    mas é também uma espécie de história da sexualidade humana, porque o verbete do amor foi
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    possexo, e a seguida, o ossexo foi também para o opo Sennah, por isso também há aqui uma
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    espécie de panoremica do opo Sennah, a litratura, de proteza.
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    Tudo coisa que me entra, a litratura, a mora, o opo Sennah e sexo, talvez aqui eu gosto
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    menos, sei que o amor vai já bem, mas estou aqui todas, aqui tudo.
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    A morna de Jorge Sennah é a edição da Guerra e Pás, e se concluiu mais de uma regina
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    em um semanal, regina em um pascal, dois ou oito dias, a mesma hora, ou qualquer hora, como
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    sempre, em podcaso, pedrem-me de dia João Miguel Tavar e Ricardo Araúges Pereira, boa
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    com Páscoa.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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