Os livros da semana: Morris, Ferreira Dias, Bregman e Tati
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O valor do século XIX, um socialista revolucionário que destacou como poeta, como crítico
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contundente da civilização, como tipógrafo também, já havia um outro livro deste autor
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A minorza agora é a extensão oferece-nos um conjunto de conferências de discurso e dançaíos
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Eu esqueci de me trazer o livro "Volera daqui do meu aparelhinho" para este ter sido
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inscrito a esta manhã, esta passagem, tal como outras eras são chamadas, por exemplo,
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a era do conhecimento da cavalaria da fé e por aí fora, jual que a nossa pode ser chamada
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Quando em outras épocas, da história mundial, as pessoas não podiam desportar de uma coisa,
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Contudo, hoje em dia, a informação é tão abundante que aos nossos servidos chegar a
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a notícia de muitas e inumerava as coisas que deveríamos ter e não possuímos e como
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Esta é a existência nos "Succedáneos" e receio bem a satisfação que este produzem
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É uma bela tradução ódio à civilização moderna de William Morris, seleção tradição
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Mas é que é o tipo da auto-ajuda que eu aprecio porque dizem-me um tecnotanimento.
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Mas com base, neste caso, em exemplos de vida, e em boa análise filosófica e política.
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E com o objetivo, tem uma ideia muito simples que é olhar para aquelas pessoas que realmente
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fizeram a diferença enquanto a gente dá mudança e perceber quase que foram as qualidades
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Portanto, é para idealistas, mas para idealistas ambiciosos e que querem mesmo fazer a diferença
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Eu trouxe este livro em parte também porque esta semana, na semana passada, foi detido a
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chegar a Inglaterra Comovianza, o argumentista, a ator da série Father Ted, por que, por
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caso, eu tenho um "stwitch" sobre a comunidade trans e não tenho comparação com outros
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"stwitch" realmente, ofensivos do discurso dodo, que eram para todos os efeitos, fara
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espiada, etc., podem ser malgosto, que eram chamadas, mas estão dentro do limite da liberdade
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E este livro, que eu trago chamas "guerras esculturais", justamente, João Ferreira-Dias, que é
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investigador do Isk-T e que faz um historial breve, mas muito informado das guerras esculturais
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das dubismo-araca até a Jodit Butler, e diz duas coisas, passando pelas questões da escravatura
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e o uso de arrepequilismo, identidade sexual, concepto de esmuníquia e tal, e diz duas
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coisas muito importantes, que é as guerras esculturais, a esquerda de a direitação orientadas
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pela Junção do radicalismo e das redes sociais, e pelo choque entre o recentemente e a purificação.
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E, no fim, propõe estranhamento, mas, acho que, com alguma lucidez, uma relativização
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das guerras esculturais, muitas vezes, traz assuntos sérios, mas que reivincer, como ele
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Amiguismo, exatamente, a boba é assim de caldo, não se entendem que ela também pertence
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Se chama essa boba da Corte, claro que a palavra boba em Porto-Ejo do Brasil tem até mais
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do que um significado, o que é propositar, ela é um livro sobre, digamos, é um livro que
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sim é sério, talvez sim, sim, sira nesta ideia de autoficção, nesta gênero da autoficção,
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e parte, logo nas primeiras linhas, a gente percebe sobre o que é, ou seja, ela mora,
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ela nasceu, não vai, digamos, prefere, e com menos considerado, vamos dizer assim, no
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Largo do Maranhão, e ela agora mora numa chlente zona de São Paulo, na rua Maranhão, deu
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uma festa lá, e uma das amigas dela, foi ter por engano ao Largo do Maranhão, em mandolho
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umas mensagens, era dizer, estou num sítio medúneo, que eu tenho receio pela própria vida,
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Isso foi um, é, a partir desse, desse nó que o Lívor se desenrola, ele é sobre classe