Livros da semana: Thoreau, Zmigrod, Wharton e Galindo
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Embora experiência, a experiência de audiência civil nunca seja usada no texto, o autor
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escreveu na sequência de uma passagem pela prisão em 1946, em 1946, se é que o Luzanova
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Desobdiência civil influência ao movimentos anarquistas, movimentos ecologistas e a determinação
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Em certo sentido, como explica no postfácio o tradutor e antigo jornalista João Carlos
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Silva, estamos esperando um brevíssimo ensaio que estabelece os princípios da ideia
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postfácio torna-se então um de ver, desobedecer e mostrar aos outros que isso é um de ver.
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Desobdiência civil de Anne Ray David Toru tradução inótas de João Carlos Silva edição
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seja assim, que se leia, ela é a americana e estudou... coisa pouca, estudou Harvard,
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Stanford, Cambridge, já passou para Paris, por um barulhinho e é considerado uma das
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grandes cabezas, ela, acho que tem tantos, na sua área, que é essa área realmente que
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usa as neurociências e depois vai ver. Pega esta coisa da ideologia. Será que tem um reflexe
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biológico que ela diz que sim, ou seja, diz que aquilo em que que agitamos reflexe
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espensas científicas, que é essa testa que ela desenvolve neste livro que não pode ser
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mais adequado, aos tempos que nós vivemos e a sua tentativa é que nós, nos apreciem
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mos aqui, o que ela chama "sebre antideológico". Eu, o António da Más, eu diz aqui na capa
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que o liveau brigatório, portanto, deve ser verdade. O Pedro Messia traz feminismo
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do 7 de nozenove. Sim, é um feminismo curioso, é um livro de, é um começo de editor,
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que é um recado de que ir. Que é a autora de um livro, que as pessoas, acho que não
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conhecem o livro, conhecem certamente o filme "Mai da Inducência". Com esse livro ela
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ganhou, foi a primeira mulher a ganhar um prêmio Pulitzer em 1913. E também tem outro
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Atima-Semar de Ethan From. E esse livro chama os costumos do país, é um livro. De facto,
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é um livro feminista no sentido em que mostra como, numeadamente, o casamento e outras
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convenções são de certa forma operativas, interseiras, vivendo cultas, aparências, etc.
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Só que a vítima desse mundo, a protagonista, que se chama "Un díne de Sprague", não é
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grande espingarda. Ou seja, uma personagem bastante arrivista e bastante negativa, e ela faz
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este paradoxo interessante de denunciar um mundo, que é o mundo da alta burguesia e da
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O exáduo, se ela tinha em pó, é de Caetano Galindo, um linguista brasileiro e tratutor,
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também traduziu o joice, o Lices, para português do Brasil, o David Foster Wallace também.
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Este livro é isso, é uma viagem às origens da língua a saber de que latim somos herdeiros,
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porque é diferente de ser colonizado pelos romanos num século ou no outro, e por isso
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latim que eles falam é diferente, de algumas altrações, também de que outras influências
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tivemos, e por exemplo coisas fascinantes, como por exemplo o facto de "A certa altura,
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o latim", este latim de que nós somos herdeiros, estava começávamos, e como sabemos, a
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lina aquela zona aqui hoje chamamos Galiza, e de repente, ao que parece, há uma influência,
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isto é uma musbuixe, há uma influência dos suévos, e ao que parece os suévos são um
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povo que tem horror, a palavras em que duas vigais iguais, como a consoante no meio, eles
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não gostam disso, por exemplo, e é por isso que não gostam, que é a barba, que é da
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A barba é muito pequinha, por provavelmente, é por causa desses barbares, que os espaniais
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dizem color e dolor, e os italianos dizem color e dolor e os franceses dizem do lar e colar,
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e nós dizemos color, tiramos aquela, tiramos, dizemos color e dizemos dor, embora digamos
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doloroso e colorido, e provavelmente é por causa desses barbas que disseram, não faz sentido
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dolor, tira, tira, fica só dor, acabou, e isso permite fazer ótimo estrocanilo, deixa
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que tira inador, depois com certeza, tira, tira inado, agora, agora, de si, e xquenta, e xquenta
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É frente, se muito este programa, está concluído mais de uma rinha, o semanal, dois
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oito dias, a mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcast, pedemos cia João