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  • Livros da semana: Thoreau, Zmigrod, Wharton e Galindo

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    Embora experiência, a experiência de audiência civil nunca seja usada no texto, o autor
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    escreveu na sequência de uma passagem pela prisão em 1946, em 1946, se é que o Luzanova
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    ainda, por ser recusado a pagar uma taxa que não aceitava como válida.
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    Desobdiência civil influência ao movimentos anarquistas, movimentos ecologistas e a determinação
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    pacifista de figuras como um rat magandi ou Martin Luther King.
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    Em certo sentido, como explica no postfácio o tradutor e antigo jornalista João Carlos
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    Silva, estamos esperando um brevíssimo ensaio que estabelece os princípios da ideia
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    que a submission a uma lei injusta pode ser em si mesma criminosa, como se lê no
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    postfácio torna-se então um de ver, desobedecer e mostrar aos outros que isso é um de ver.
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    Desobdiência civil de Anne Ray David Toru tradução inótas de João Carlos Silva edição
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    Lua de papel. O João Miguel Tavarges sugera... o que que ele tu sugera?
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    Ah, não, cruza. Cruza, neurociência, consciência política.
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    Exatamente. Não sei o cruzo, é esta autora chamada "Lior" de "Migrod", acho que
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    seja assim, que se leia, ela é a americana e estudou... coisa pouca, estudou Harvard,
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    Stanford, Cambridge, já passou para Paris, por um barulhinho e é considerado uma das
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    grandes cabezas, ela, acho que tem tantos, na sua área, que é essa área realmente que
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    usa as neurociências e depois vai ver. Pega esta coisa da ideologia. Será que tem um reflexe
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    biológico que ela diz que sim, ou seja, diz que aquilo em que que agitamos reflexe
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    na nossa biologia? E portanto, é essa análise, com bases, também em
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    espensas científicas, que é essa testa que ela desenvolve neste livro que não pode ser
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    mais adequado, aos tempos que nós vivemos e a sua tentativa é que nós, nos apreciem
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    mos aqui, o que ela chama "sebre antideológico". Eu, o António da Más, eu diz aqui na capa
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    que o liveau brigatório, portanto, deve ser verdade. O Pedro Messia traz feminismo
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    do 7 de nozenove. Sim, é um feminismo curioso, é um livro de, é um começo de editor,
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    que é um recado de que ir. Que é a autora de um livro, que as pessoas, acho que não
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    conhecem o livro, conhecem certamente o filme "Mai da Inducência". Com esse livro ela
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    ganhou, foi a primeira mulher a ganhar um prêmio Pulitzer em 1913. E também tem outro
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    livro chamado "A Casa da Felicidade", também é bastante conhecido em Manovela, o
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    Atima-Semar de Ethan From. E esse livro chama os costumos do país, é um livro. De facto,
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    é um livro feminista no sentido em que mostra como, numeadamente, o casamento e outras
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    convenções são de certa forma operativas, interseiras, vivendo cultas, aparências, etc.
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    Só que a vítima desse mundo, a protagonista, que se chama "Un díne de Sprague", não é
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    grande espingarda. Ou seja, uma personagem bastante arrivista e bastante negativa, e ela faz
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    este paradoxo interessante de denunciar um mundo, que é o mundo da alta burguesia e da
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    aristocracia que ela conhecia bastante bem, através de uma personagem com quem
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    nós não simpatizamos todo isso, é umaição chago. O Ricardo Rousspreira propõe um
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    graças a origem dos jovens da língua num livro contínuto bastante curioso.
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    O exáduo, se ela tinha em pó, é de Caetano Galindo, um linguista brasileiro e tratutor,
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    também traduziu o joice, o Lices, para português do Brasil, o David Foster Wallace também.
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    Este livro é isso, é uma viagem às origens da língua a saber de que latim somos herdeiros,
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    porque é diferente de ser colonizado pelos romanos num século ou no outro, e por isso
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    latim que eles falam é diferente, de algumas altrações, também de que outras influências
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    tivemos, e por exemplo coisas fascinantes, como por exemplo o facto de "A certa altura,
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    o latim", este latim de que nós somos herdeiros, estava começávamos, e como sabemos, a
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    lina aquela zona aqui hoje chamamos Galiza, e de repente, ao que parece, há uma influência,
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    isto é uma musbuixe, há uma influência dos suévos, e ao que parece os suévos são um
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    povo que tem horror, a palavras em que duas vigais iguais, como a consoante no meio, eles
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    não gostam disso, por exemplo, e é por isso que não gostam, que é a barba, que é da
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    cada um, tem uns seus gostos, e bastante...
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    A barba é muito pequinha, por provavelmente, é por causa desses barbares, que os espaniais
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    dizem color e dolor, e os italianos dizem color e dolor e os franceses dizem do lar e colar,
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    e nós dizemos color, tiramos aquela, tiramos, dizemos color e dizemos dor, embora digamos
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    doloroso e colorido, e provavelmente é por causa desses barbas que disseram, não faz sentido
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    dolor, tira, tira, fica só dor, acabou, e isso permite fazer ótimo estrocanilo, deixa
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    que tira inador, depois com certeza, tira, tira inado, agora, agora, de si, e xquenta, e xquenta
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    dor.
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    É frente, se muito este programa, está concluído mais de uma rinha, o semanal, dois
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    oito dias, a mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcast, pedemos cia João
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    Miguel Tavarze e Ricardo Rouscleira.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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