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  • Os livros da semana: Lynch, colonialismo, Zizek e Ernaux

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    Vivemos no mundo polaral de opiniões, rutinas, estilhos de vida, e para cada um de nós, a Toyota
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    tem um parceiro à altura. A Gama sovi-letre-fecada Toyota é polaral nas soluções, com opções
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    híbridas ilédiicas, afirmar sua posição e responda aos desafios, os do dia a dia, e os que
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    o mundo enfrenta. Encontrou sovi-letre-fecado à altura da sua vida e aproveita as ofertas que
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    temos para si. Em Toyota.pt. - A chegamos a altura dos livros e eu trago desta vez um livro que, embora não explique
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    todo, alguns dos filmes mais inquietantes das últimas décadas, servem-nos assim para nos aproximar
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    do universo do seu autor. Lintes sobre lintes, este é o título do livro, é um conjunto de entrevistas
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    a David Lintes, o cineasta sempre desconcertante que morreu no princípio deste ano, entrevistas feitas
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    por um outro cineasta, o realizador independento Chris Rodley, trata-se de um documento valioso,
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    sobretudo para quem já conhece os filmes do Lintes, a obra que realizou até Mulo Land Drive,
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    porque estas entrevistas só vão até 2002, é um documento raro e importante, também pelo
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    facto de se saber que Lintes estava falar do significado dos seus filmes. Chris Rodley explica
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    o alíaz de forma sintética, escreva a sacatatura David Lintes, sempre foi o sonyador que considera
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    a análise intelectual do sonho na melhor das hipótesas, terrívelmente resultora e na pior
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    destrutiva. Alíaz era tal dificuldade David Lintes a explicar ou comentar o seu trabalho,
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    porque com o seu desconcertante sentido do humor, tofnou a Chris Rodley para ele dizer assim
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    que acabaram o trabalho para ele dizer que a internaxe de imediato estava precisar de ser
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    a internação de um centro de recuperação de casos de violação. Lintes sobre Lintes e
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    dissam o senhor teste e quando a João Miguel ta vars, temos um estudo sobre o império colonial
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    português por uma esturiedora Polac. Exatamente, é mesmo isso. Esta senhora é chamada
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    Agatha Block. Eu espero que se leia Block, não sei muito bem, porque é que eles eles
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    têm os tracinhos lá no meio e não têm a certeza que se leiam o le faltarmos estudos em
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    Polaco. Mas felizmente, esta senhora é nome de faltarmos estudos em português e ela
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    tem realmente de cato a estudar o império colonial português. E este marginalizado
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    parte de uma investigação muito interessante é ela foi analisar as petições que foram
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    enviadas por gente de comunidades africanas ou comunidades indígenas ou seja esses
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    marginalizados, que enviavam essas petições ao rei, na autororreio de Don João Quinto,
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    portanto isto é na primeira ametada do século XVIII e eram pessoas que pediam as coisas
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    mais variadas desde argumentarem que não eram escravas, que deviam ser libertadas,
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    até outras questões que têm a ver com a organização das suas próprias vidas e dos seus
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    próprios pequenos negócios naquilo que é o império colonial português. E o que nós
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    retigamos daí é que não há dúvida que estas pessoas, é um gestais marginalizados,
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    tinham vidas de sofrimento, tinham que lutar realmente contra a desigualdade, mas ao mesmo
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    tempo e é por isso que isto fica interessante, não é? É que introduz uma complexidade em que
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    não eram apenas vítimas que não tinham nas suas mãos nenhuma espécie de poder ou
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    de qualquer forma de lutar em por condições melhores para as suas vidas, tinham. E essas
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    condições é que muitas vezes ficavam acortes e muitas vezes ficavam desfavoráveis.
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    E portanto, não são sujeitos passivos apenas, não são apenas pessoas que foram alve de
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    curvatura, sofreradores, simples bentatos de posição dos seus senhores, mas são pessoas que
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    contribuíram ativamente para a construção desse império colonial português. E é algo
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    complexificar estas histórias e livros como isto que nós realmente aprendemos mais.
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    E isto é realmente muito interessante, tanto chama-se marginalizados da Gada Block e foi
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    editado pela participal.
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    O Pé da Mexia propõe uma recusa do progresso. Não, não, a Fremularia acima,
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    o filósofos Laveno, o Slave G.J. que tem a ter sido muitos livros traduzidos em português
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    e o que ele diz, ele define-se como um comunista moderadamente conservador, também assim
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    mais ou menos parecido com o Ricardo, mas um carinho mais à esquerda. E ele diz que evidentemente
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    que como progresista não recuso o progresso, mas é preciso que a esquerda aprenda e você
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    só dizer cinco coisas que o progresso não é linear, que o progresso pode ser utilizado de forma
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    do bia e prejudicial, como por exemplo os prigos de entrolegia artificial, que o progresso
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    não elimina a extensia de catástrofos e, portanto, sobreviver a que é progresso. E finalmente
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    é que, num tema que temos aqui muitas vezes falado e o Ricardo em particular que o progresso
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    pode estar a levar a uma culturalização da política em que os estilos de vida têm mais
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    importância que as desigualdades sociais e, diz ele, isso não é progresista.
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    Então, em todo caso o livro chama-se contra o progresso. O Ricardo Raúse Pereira traz
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    um autor anóvel a contar o seu método de trabalho litrário e tralo com o seu espírito
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    de síntese já conhecido.
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    Pois, assim, se você só tem um telegram, é isto, a Nier Nô, é um escritor a falar do
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    seu ofício, coisa que quem costuma ver isto já sabe que eu aprecio. Desta vez, em forma
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    de uma entrevista, a sleita através de cartas é uma coisa impestular e a isop.
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    E pronto. Assisto, conclui mais de uma regina em um semanal com a Nier Nô, neste caso
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    suzenida pelo Ricardo Raúse Pereira de hoje a 8 dias, há mesmo horas a todos juntos os
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    mesmos de sempre também em porto caso. Pedro Mugia, João Miguel Tavares e Ricardo Raúse
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    Pereira.
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    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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