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  • Livros da semana: filosofia, história, antropologia e bonitos cadernos

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores a florestas portuguesas,
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    ou a iniciativa, um Toyota uma missão que apoia instituições de solidariedade social
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    São autoros dos livros e eu trago esta semana um livro curioso, um divertendimento,
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    na verdade, foi um dos primeiros livros publicados por umberto eco, o intelectual italiano,
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    que sempre teve queda para brincar com coisas sérias.
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    Neste caso estamos para um livro publicado originalmente em 1958,
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    só agora rejeitado ao esquecimento, tem portítelo filósofo, sem liberdade,
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    e como explica logo na capa, trata-se de uma divertida história da filosofia
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    com 15 anos originais do autor. Podíamos mostrar aqui os 10 anos, mas se calhar dá muito trabalho,
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    portanto vamos passar a frente, talvez mostrando assim.
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    É assim um chale de trabalho, um boneço.
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    Um boneço.
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    Um boneço.
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    Foi o próprio autor que fez esse boneço.
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    Foi o próprio autor que fez a mentaque de pessoas.
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    E umberto eco, neste livro, compõe em verso uma descrição,
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    um ligeira de alguns dos capítulos fundamentais da filosofia,
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    dos preços cráticos ao essencialismo, da Aristóteles a Carlo Marx,
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    e com os autores literários à mistura, por isso, de joisa ou tomas de mano.
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    São exercícios curiosos, como já disse, mais do que ensinamentos,
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    para quem quer aprender mais sobre a história da filosofia,
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    mas o autor garante que se esforçou por ser integralmente fiel a verdade dos facto.
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    O ato ideal ético escreve umberto eco,
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    que dominou cada uma destas exercitações com viviais,
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    foi sempre o de uma absoluta corressão científica,
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    e servei-se de aviso para as gerações futuras brincar-se-messariamente.
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    Filosso José Líbrida, umberto eco, tradução de Alessandro Abálsa,
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    a edição gradiva.
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    O João Miguel Taváres sugera histórias de apide?
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    Sim, histórias de apide é o primeiro volume, porque temente vão ser dois,
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    de José Pedro Castanhara, uma edição sempre muito bonita da tinta da China.
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    Estos são histórias reportagens e investigações que o Jepé de Castanhara
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    foi publicado nos preços desde 1998, até a pouco tempo,
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    algumas são de 2025.
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    E são seis, no total, e essas seis têm reportagens deliciosas e reticos deliciosos.
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    Só por exemplo, a vez em que Carlos Colbenquian foi preso pela PVDA,
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    e portanto a antida pide, e também...
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    E não vou mal.
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    E não vou mal, estrandenais.
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    E também uma investigação especialmente famosa de Jepé de Castanhara,
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    que foi quando conseguiu entrevistar Rosa Casaco, o famoso inspector de apide,
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    e também o chefe de abrigada que acessicina o oberto delegado.
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    E depois, mais tarde, Luis Carvalho conseguiu fotografá-lo em frente a Torre de Blaine,
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    e Calzona, a Tura Grande de Candol Nacional.
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    E eu se lembro muito, não só estas histórias que erram aqui,
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    mas também a forma como elas conseguiram ser paginadas neste livro,
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    porque às vezes isso está a dificuldade de passar reportagens de revista para o livro.
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    Foi muito bem passadas com caixas e com fotografias,
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    e tal uma edição muito boa, e que eu espero que se veja,
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    para outras editorias, podem fazer o mesmo,
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    porque há imences trabalhos incríveis que estão desperços por grandes organais,
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    ao longo dos anos 80, 90, e que me ciam ser recuperados e publicados em livro.
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    O Pedro Mexíade traz ricos e pobres noantes uma redição.
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    Sim, é um clássico da antropologia do executivo,
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    foi diplomata, magnífico e cronista, e também antropólogo.
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    Esta é a tese dele que ele publicou em Guterre em Oxfag,
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    quando ele estutou em Oxford em 1971, chamasse ricos e pobres noelenteges,
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    e é sobre, e ela era o entenso, de uma família das classes altas,
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    mas com, em parte, a família com a tradição oposicionista.
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    E, portanto, com conhecimento, digamos, dos dois lados,
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    e fez um estudo a partir de uma localidade de ver uma velha sobre a estrutura fundiária
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    e as reglações de classes seguintes, como aliás,
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    explicado na esta veia edição, um livro do Jorge Dias,
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    que era um antropólogo, mais de um norte, que tinha uma visão pernigna,
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    sobre o latifúndio e esta visão não é brinigna,
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    e é muito interessante explicar do homem que não era, para ter sido,
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    na sua jovem de comunista, mas que não foi na sua vida da adulto,
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    a maioria do teriamente dessa esquerda, e não,
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    no fim da vida, carregando a indesquerda,
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    mas é um clássico que, sobre este tema, antecipado de coxão,
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    as reformas agrares, e tudo isso que viriam logo,
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    e é um livro respeitar da esquerda à direita na esta área.
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    Um bricardo para trás um Nobel profusamente ilustrado.
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    Exatamente, trata-se de Orã em Pamuk, o escritor Turco,
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    Nobel da Literatura, é um livro de, chama-se, memórias das montanhas distantes,
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    é um livro difícil de arremar na pretelaira, não só por que o gênero é muito invulgar,
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    mas também, fisicamente, difícil de arremar, porque o formato é de...
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    Não, faz dar a trabalho de mostrado de necros?
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    Vos há, é verdade, não dá muito trabalho, não, não dá muito. Isso faz isso.
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    A questão é, o subtítulos são cavernos ilustrados, e portanto,
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    isto é um misto de cavernos com diário,
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    no sentido em que têm entradas, a dizer, este é ficado afelando,
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    e que vemos uma sopa de lentilhas, mas também tem reflexões,
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    acompanhadas de desenhos, há palavras sobre os desenhos,
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    essas palavras às vezes são meramente escritivas.
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    Outras vezes são, digamos, poéticas, e portanto, eu não sabia,
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    mas durante a infância e joventulho, o arampamo que queria ser pintor,
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    era o que ele queria, e é por isso que os cavernos barradiários dele
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    são tão melhores do que os nossos, porque ele se sabe, de senhora e nós,
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    isto é o escrito ser um estes polorais, são abusivos, mas...
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    Não, mas realmente eu não.
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    Mórias das montanhas distantes, assim se concluí, mais uma reunião semana,
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    hoje, hoje, dias, há mais ou menos, mas sempre também pode casse.
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    Pedro Messia, João Miguel Tavares e Ricardo Rúges Pereira.
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    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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