Para a vida vocês vão bem-vindos no final de uma semana, em que se cumpriu com a abstenção já esperada dos filistas à aprovação do orçamento para o ano que vem.
Sim, e meneste caso, acho que marcou um ponto no fim com a história do Beste, que é a essa é o problema de marques mentes de ser que aumenta a douga há muitos anos,
Há muita atenção, se eu ele é uma pessoa que dizem que é impossível ganhar um debate à aventura, só nos sentirem que às vezes é impossível falar quando a aventura falam.
Também viu diferenças recargaram-os para a era, na postura de aventura, neste frente com marques mentes, por conta de ponto com o debate em que fronto o Antónios da Segura.
e ele optou por conversar de 30, neste debate com o marques mentes. Acabar de ser uma coisa estratégica, uma tática qualquer, é melhor xacha contra seguro e 30 contra o marques mentes.
E o ventura conforme essa caricatura, quando pretende falar com o povo, resta aquela iconoclastia, fanfarrona dele, que se eles tivésse lá, como presente a República, quem angola, não admitia,
Se é isso, o plano, ou seja, é essa, é aquela iconoclastia fanfarrona, faz falta dar um passe em frente e dizer que se eu estivesse em angola, teria de ficar de na mão,
O gênero é um bom método, porque é um supondo que, em portanto, o presidente da República é mar Portugal, podíamos fazer, em vez de eleições, análeses, os comunidades aluniavam,
se era medida, a tensão, enquanto passavam, a imagem da batalha d'Oric, que não sei o quê mais, e quem é massa mais Portugal, era eleito, mas pece de poliígrafo patriótese.
Isso foi aí como só esta conversa, e é bom não esquecer porque é obviamente riridículo andar a fazer sabrações de 50 anos, e nos 50 anos de 25 de novembro não se celebrar condignamento à data,
É sob centratante que o aviado do Rau de Trampe esteve a consular os russo sobre a melhor maneira de lidar em condo ao Rau de Trampe para obtener o que desejam.
é que o nome agrega a Estados Unidos e o Reussi, tanto como é que nós que nós queremos ter com o Clânia, que acho que tem uma palavra e dizer que sou mutante.
só para repetir um pedido que tem feito muitas vezes, que é agora que estamos a celebrar finalmente o caráter profundamente transformador do 25 de novembro,
que reorientou politicamente o país no sentido certo. Então eu peste que paremos de dizer que a Constituição, quer de 76, afinal, me enchevo o país no caminho errado, são coisas incompatíveis,
desde o 1.25 de novembro, que foi uma data transformadora que realmente nos retirou de uma determinada orientação, ou não me fez, e depois em 76 ainda estávamos a regredir e a fazer constitões.
- O Ricardo não quer falar da okrea, né? Você está sobre o refáforo isso. Está escalativo, porque é que o Pedro Messias, se calhar está na algum sítio, não pode falar a vontade.
- Sim, é uma e acupa, que não é verdade, é uma e acupa, não é? - É acupa toda. O artigo foi que era que o barato da Alterma, da Marante, praja, que não era...
- Eu acho que é, graça estar nessa mistura, por um lado é uma ateslobração, e Pedro Núens Santos quer lembrar o país, que o ovo ali o momento muito bonito ali entre 2015 e 2019,
coisas que eu tenho altas dúvidas, mas ao mesmo tempo, ele coloca-se numa mistura independente em relação a aquilo que foi parte desse percurso, e deixa mais uma vez críticas aos erros que foram com o títulos pelo Governo António Costa.
E eu achei que graça isso, significa que embora nós hoje em de pouco a gente já dava uma coisa pelo Pedro Núens Santos, mas ele continuou a dar alguma coisa, por si próprio, para bem a gente, pela Alterma confiança.
Já sabemos por que João Miguel Tavaas se considera meio acolpado, agora vamos tentar perceber, porque o Ricardo Raús Pereira, se declara mais mágulo, está a fazer dieta ou conseguiu ganhar o brevê de diabético?
- Bom, digamos que não é o nome mais delicado. - É, pode se saber, garineite, sim, pelo gabinete de relações públicas da polícia, não sei, já bem visto, mas delicado, talvez não seja.
- Com o Belix, é uma melagona, na cafetaria. - Bom, deixa-me falar. - A gabinete de imprensa da polícia, mas assim, eu tenho acompanhado com o interesse, porque na verdade é uma burla, não é?
- O Estado é o Estado a participar no medicamento, os para pessoas que, em que a participação não faz e feito, e, portanto, é no daqui a esses casos, em que, em vez de cortar nas gorduras num Estado, em vez de cortar nas gorduras do Estado, que é a nossa ambição de sempre, se corta nas gorduras do cidadão, a custa do Estado. Não é a mesma coisa, e talvez seja desaconselhável.
O Governo Mio esta semana, o juiz Carzol Sander, já que estamos a falar de gorduras, para uma nova estrutura de combata à corrupção no SNS, o ministério Judiciário, o ministério e o público não estavam a dar conta do recalto da media.
- Tem que se esquecer os termos, eu estou me perguntando. - Sim, porque, os termos da pergunta, tem a ver com o objetivo desta estrutura de Carzol Sander que cortaram 800 milhões de alugadas fraudes e corrupção no SNS.
- O Sócrates lembra aquela anota do Zé, que era tão famoso, tão famoso, que um dia foi avaticânia e as pessoas perguntavam que é o senhor de branca ao lado do Zé.
E eles já fecham comparações, não é? Da mente que você é José Jumorgo, que é uma comparação, enfim, como tal, como você é José Jumorgo, prendeu Lula e depois foi recompensado no ministério deste estado.
- Ah, agocalza, a gente... - Fui ministro, é uma comparação absurda, mas ele vive naquele mundo e o problema é que aquele mundo insiste entre uma conta do nosso, para que a gente já é sócrates.
- Bom, já vamos à altura dos livros e eu trago esta semana um texto curto, cru, e que nos transporta para um tempo, que aqueles que leram a estrangeira de triologia da cidade de capa experimentaram de forma impressiva.
A altura da triologia é também a altura deste livrinho, em titulado Nalfabetta, a unga Agota Christophe, a secura da linguagem é mesmo, a força evocativa também, embora este livro ao contrário da triologia não seja um romance,
mas um relato autobiográfico. Aliás, com o subtítulo, a indicar o expressamento logo na capa, trata-se de um relato autobiográfico, é assim, o subtítulo.
Tata-se uma narrativa de como a autora, depois da infância, no período da II Guerra Mundial, de obrigada no pós-guerrada, portar salem-o a Rousse, acabou por fugir aos 31 anos para a Suíça, e aí, no país onde ficaria até a Amorte,
Sente de novo, a Nalfabetta, mas percebe que ler e escrever ele são essenciais e escreva certa altura do que estou, interamente segura, é que teria escrito em qualquer lugar, em qualquer língua, e assim, fez uma obra em língua francesa.
Tora-se uma escritora de língua francesa na Suíça, e conclui, não escolhi esta língua, foi a minha imposta pelo destino, pelo acaso, pelo circunstância, escrever em francesa é uma obrigação, é um desafio, o desafio de uma...
- A Nalfabetta, além de dezenas livre polisciais, Agota Christophe, mas vai se convidir ao se ter, a expectadorista da vida. Essa é a outra, essa é uma garota.
Agota Christophe, a Nalfabetta, tradução de ripeiva e edição, dois dias. O João Miguel Tavar, seus era um livro, também souber a necessidade de contar histórias.
- Sim, e a casa muito bem com o que tu acabaste de dizer. Eu em tempos já tinha falado deste livro, eu acho que fizemos um governo de sombra especial em que levamos livros em estrangeiro.
- Quando chamava assim. Já não sei se foi em qual das encregações foi. E um dos livros que eu tinha levado como sustão para ser traduzida é este story telling do Jonathan Gotschall.
E é realmente um precurso extraordinário e, em casa, muito bem com o que tu tivesse de dizer, que é que contar e escrever histórias não é entretenimento.
É mesmo uma atividade tão essencial para o seu humano como comer e beber. E, portanto, o Gotschall conta muito bem essa história, que usando a neurociência, a psicologia, a biologia evolutiva.
Tão bocadinho datado em algumas das exames porque o livro já tem uns 1814 anos e ainda é pra é era das polisões das redes sociais, mas vale imensa pena ler o Jonathan Gotschall,
Os católicos eram, isso é uma mindoia ínfima no Japão, ele é o autor do silêncio, que o Escorceza já daputou, que é justamente sobre as extremas dificuldades da cristianização do Japão,
Eu conheço esta história, ele ressuscita no fim, havia spoiler de logo, mas, provavelmente, um japonês, ler isto, é uma forma de contar a bibliotea que nunca vi falar da bibliotea.
Tras este livro, Carlos, que se chama "Gambitos da Imaginação", o subtítulo "Ah, é do professor de Nis, Caioola Ribeiro", que é a profissão da Bala Zártos do Porto, o subtítulo diz o chadrês como ferramenta para pensar,
mas é mais do que isso, são 64 téticos, que é o número das casas no tabular de chadrês, e abordam vários aspectos não só das histórias dos chadrês, mas as atenções, fascinantes mesmo para leitos em chadrês, como por exemplo eu, mas as relações dos chadrês, que é a criatividade, com a arte, como por exemplo tem aqui, como é evidente, tem um capítulo dedicado a chadrês e humor, que começa da sequente forma.
No sketch do gato durante o titulado "Partida de Chadrês", o jogo serve para o demundo para um exercício de humor, e o baragre-fosquente começa, apesar de não considerar este sketch particularmente conseguido, mas é bem observado, é bem observado pelo autor, porque realmente não é dos melhores, mas é o protexto para iniciar um capítulo sobre, por exemplo, o uso do chadrês,
Está concluído mais de uma regina ao Semanão, hoje é hoje, de exames, mais de mesmos, sempre também, em podcast, peda-mecia João Miguel Tavares e Ricardo Rojo-Pereira.