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  • Livros da semana: analfabetismo, histórias, Jesus e o xadrez

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã.
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    Porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou a iniciativa, um Toyota La Missão, que apoia instituições de solidariedade social,
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos.
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    Mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Bom, estamos à altura dos livros e eu trago esta semana um texto curto, cru,
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    e que nos transporta para um tempo, que aqueles que leraam a estrautinária,
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    a trilogia da cidade de capa, experimentaram de forma imperciva.
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    A autora da trilogia é também a autora deste livrinho, em titulado Nalfabeta,
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    a Ungara Agota Christophe, a secura da linguagem é a mesma, força evocativa também.
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    Embora este livro ao contrário da trilogia não sejam romance, mas um relato autobiográfico,
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    aliás com o subtítulo, a indica-os pressamente logo na capa,
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    trata-se de um relato autobiográfico, é assim o subtítulo.
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    Tata-se uma narrativa de como a autora depois da infância no período da II Guerra Mundial
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    e obrigada no pós-guerrado a petar sal de Ingoa Rússia, acabou por fugir aos 31 anos para a Suíça,
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    aí no país onde ficaria até a morte, Agota Christophe viu-se confrontada com a necessidade de voltar a começar tudo do zero
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    até a sua própria afabilização, não sabia francês.
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    Sente de novo, a Nalfabeta, mas percebe que ler e escrever ele são essenciais
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    e escreva a certa altura do que estou, interamente, segura,
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    é que teria escrito em qualquer lugar, em qualquer língua, e assim fez uma obra em língua francesa.
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    Tora-se uma escritora de língua francesa na Suíça e conclui, não escolhi esta língua,
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    foi a minha imposta pelo destino, pelo acaso, pelo circunstância, escrever em francês é uma obrigação,
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    é um desafio, o desafio de uma... a Nalfabeta.
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    Além de desenas, livre polisciais.
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    Agota Christophe, mas vai-se como puder o sistema de espectadores de sua vida.
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    Essa é outra.
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    Essa é uma garota. Agota Christophe, a Nalfabeta, tradução de ripeiva e edição, dois dias.
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    O João Miguel Tavar, sugero o livro, também sobre a necessidade de contar histórias.
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    Sim, e casa muito bem com o que tu acabaste de dizer.
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    Eu em tempo já tinha falado deste livro.
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    Eu acho que fizemos um governo de sombra especial em que levamos livros em estrangeiro.
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    Pente ser. Faltava um segreditado em estudar.
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    Bem, se chamava assim.
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    Quando chamava assim.
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    Eu já não sei se foi em qual das encregações foi.
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    E um dos livros que eu tinha levado como sugestão para ser traduzida é este Storytelling 2, Jonathan Gottschall.
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    E na verdade, agora foi traduzida em português, descobriu nas livreguês.
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    O subit leia com umas histórias nos torna humanos.
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    E é realmente um precurso extraordinário.
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    E casa muito bem com o que tu tivesse de dizer.
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    Que é que contar e escrever histórias não é entretenimento.
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    É mesmo uma atividade tão essencial para o seu humano como comer e beber.
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    E portanto, o Gottschall conta muito bem essa história, cruzando a neurociência, a psicologia, a biologia evolutiva.
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    E esta é uma área em frente a espação e é uma área que me faxina profundamente.
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    E aqui está um livro que é uma blísima introdução a este tema.
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    Tão bocadinho de estado de algumas das doze exemplos porque o livro já tem uns treinos e 14 anos.
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    E ainda é pré-era das polisões das redes sociais.
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    Mas vale imensa a pena ler.
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    Jonathan Gottschall, Storytelling, com umas histórias nos torna humanos, deitou-vos-guais.
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    Um pedro me cria de trás, um cristianismo nipólico.
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    É um livro muito suégêneo, sobretudo, lido por um orpeu.
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    Porque o Endo, os escritores japoneses, a ficção em seja-poneses, que era católico.
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    Os católicos eram, e são uma medoria ínfima no Japão.
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    Ele é o autor do silêncio, que o Escorceza é da petó, que é justamente sobre as extremas dificuldades da cristinização do Japão.
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    Porque eu fãs facilidade a enconverter as pessoas, mas uma recusa total das autoridades, por as as políticas e tal lógicas que lives aplica.
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    E este livro é como se eles estivesse, e estava, provavelmente, para a maioria dos leitores, a contar os ivangelhos, pela primeira vez.
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    É, por exemplo, havia um homem na Galilei, e se isso fosse escrito em Portugal, mesmo hoje em que os países já estão bastante cristianizados.
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    Eu conheço esta história, e ela ressuscita no fim, né?
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    Mas provavelmente, um Japones, ler isto, é uma forma de contar a bibliote, e a quem nunca ouvi falar da bibliote.
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    Isso é muito fascinante, e claro que ele conta de forma diferente, com refletções pessoais, mas é, a gente vai perceber um romance em saio sobre isso.
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    E o Ricardo Arsperer, o que é que levou na mala?
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    Trosseste livro Carlos, que se chama "Gampitos da Imaginação", o subtítulo "Ah, é do professor, dinís, caiola, ribeiro, que é professor, na facelada, da lojas artes do bordo".
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    O subtítulo diz "O chadrês como ferramenta para pensar", mas é mais do que isso, são 64 TED, que é o número das casas no tablar de chadrês, e abordam vários aspectos, não só das histórias dos chadrês,
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    coisas à tensão, de fascinantes mesmo para leitos em chadrês, como por exemplo eu, mas as relações do chadrês, que o acreditado, com a arte, como por exemplo tem aqui, como é evidente, tem um capítulo dedicado a "chadrês e humor", que começa da sequente forma.
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    No "Squedes do gato durante o titulado partida de chadrês", o jogo serve de pano de fundo para um exercício de humor, e o baragre fosquente começa.
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    Apesar de não considerar este "Squedes" particularmente conseguido, mas é bem observado, é bem observado pelo autor, porque realmente não é dos melhores, mas é o portês para iniciar um capítulo sobre, por exemplo, o uso dos chadrês em textos humorísticos.
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    E mostraste assim, mostraste assim, admiração e ferropeleio. E o meu dado, e o meu dado. E um chequebato, o gato de turiente.
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    Está concluído mais uma regilha ao Semanal, hoje é hoje, de exames mora aos mesmos, sempre também em podcast, peda-mecia João Miguel Tavares e Ricardo Rojo Pereira.
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    Se você quiser ver a sua pergunta, você pode ver a sua pergunta, mas se você quiser ver a sua pergunta, você pode ver a sua pergunta.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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