Coisas que nós estamos a esperar, que também tem a ver com estes temas, que o Ricardo falou, não vimos, não vimos, por exemplo, nos debates presidenciais,
A ver, também, aquela frase de uma jornalista que na altura todos nós achamos muito bem casada, que dizia que os apoios antes de Trump levavam no seguimento,
Agora, esta história é, eu acho que é especialmente o chocante, numa semana, em que, segundo consta, a tensão, parece que o chega andou a fazer malar e mais índice na sua própria sede.
- O que pede por razão, como nós somos ilegalidades, parece que, como estamos, é a legalidade, porque parece que é um novo gato, não é, na sede de chega e, de repente, ficou sem a sua caixinha da joia, esta semana, mas ficou a senhora de caixinha da joia, no sitio errado, porque parece que para te ganhar ganha a joia,
que seria no hospital de vida, ou momento, qualificado, coisa que parece que é sede do chega, ainda não é, portanto, se agra para assim, de ir na arco com animais malar, para ter começado ali pela sua própria casa.
- O quintal, a América, os Estados Unidos, a América sempre trataram, pelo menos há muitas décadas, pelo menos, não, mas do que isso, os países, visinhos, como seu quintal?
- Mas, na hora de nos últimos dias, quer voltar a este telecerejo-monia norte-americana na América Latina? Quer falar das amigas de Trump à Venezuela com o combate ao narcotráfico?
- Sim, mas são duas coisas diferentes, ou seja, a questão militar contra a Venezuela, que parece ser essencialmente uma tentativa de roubar uma regime,
visto que sabemos que a fronteira mexicana é uma fronteira muito mais problemática do ponto vista da entrada do droga dos Estados Unidos, e portanto, a intenção de roubar o regime com uma...
- Isso afeta o princípio da proporcionalidade, ou seja, que é possível e que se devajire sobre pessoas que estão a entrar num país a transportar droga, mas matá-las não é...
não costumas ser aquilo, ou seja, há maneiras de fazer-me, ou seja, não é muito buscada em que eles sacam das armas, eles estão aí para lá e devem ser interessetados,
e se resistirem, evidentemente, que se pode usar as armas, mas não se pode usar aquilo que fosse um campo de batalha e matar pessoas que estão a transportar droga, não há proporcionalidade,
e, evidentemente, da gravidade que tem o ato... - Serão antigamente? - Não, não é, porque as regras não mudaram, e mais alguém notava no New York Times uma coisa que eu não tinha visto que é...
- Ouva-me uma das lanças em que duas pessoas... - Não fragaram? - Não, porque... - Pronto, porque eles viveram o ato? - Supreveram o ato e que foram mortas.
- E, evidentemente, os Estados Unidos têm lanchas e helicópteros submarinos no Diaba 4, muitas maneiras de notando que reggaemente os droga entrar no país, intercetar a minha sara e dizer, ou se entregam, ou nós... - Agora, de repente eles virem ali, e nós vemos aquilo, parece que estamos a ver a cenas do Irak, ou nós sequimos, não faz sentido nenhum.
- Então, se entregassem, tenham sempre a esperança de onde ia mais tarde, poderiam ser perturbados. Estamos num... - Estamos só... - Estamos... - Estamos... - Estamos num uma situação em que o combate ao narcotráfico é o protesto principal, mas simultaneamente... - É mais importante... - A gente trampa, produit, esta semana não é o ex-presidente das onduras, quando o Nado não é justiça-abricana, é correta a cinco anos de prisão, por narcotráfico.
- Mas mesmo que preocupação com o narcotráfico fosse, digamos, a principal razão, isso não justificaria mesmo o que eu fiz, não. - É certo, não justificaria... - E a questão do prédão? - Sim, que é importante.
- Vamos lá ver. - Vamos lá ver. - Vamos lá ver. - Vamos lá ver, os cetados arestes... - Estas dois facto. - Vou tentar dizer isso sem ser ofensivo, mas há muitos governantes de países que os Estados Unidos consideram como seu quintal.
- Que têm algum envolvimento com o narcotráfico. - Alguns dos quais eram amigos dos Estados Unidos, por exemplo. - Na Oriega, por exemplo. - É... - Até deixar em de ser, né? - Sim.
- É oferta que Trump trafei o Maduro de um exército narguciado e o facto de Maduro ter admitido que teve uma conversa telefônica cordial da expressão com Trump,
- O Carlos, eu estava habituado a política do Bixetic, né, do Estados Unidos terem tratar em América Latina como seu quintal e nem pondo e dispondo os dirigentes dos países à medida das suas das suas aspirações e das suas necessidades.
- Normalmente isso era através do apoio, em um general qualquer que depois dava um golpe de tratos sangrento e tomava a poder que seja agora através de um telefonema em que se sugeram, um exílio pago na Rússia. Por meio que a Rússia já teve uma Rússia. Não é...
- Mas este, por centesto, não, este novo modelo em que não há a posição sangrenta do líder, mas sim, em uma proposta para ele e de férias prolongadas para um cítio, digamos que tem outra sua vida.
- O catar, não ninguém recebeu a premio da paz no catar, especialmente os operários que foram sendo cairindo que nem tordes, porque estariam a trabalhar em condições de humanos, mas agora sim, um premio da paz e a que a paz terá ver com isto.
- Eu estava rima porque, enfim, Portugal é o mais al nível, porque os Estados Unidos estão pagados com a Venezuela. Vamos intervir. Força, como é que somos subunidos? Vai tridente, vai, arpanho, como é que chamou-la?
- Mas há uma coisa que não é cómica que existe, realmente, uma grande comunidade. - Não há dúvida. - Nós não podemos. Nós não podemos olhar para este caso como se não houvesse-me, já se pertencamos de café.
- Então, até este é o daqueles situações em que nós tínhamos consentimento misto, porque o Maras pode ser um líder que vai ficar nos anais da história da voz. - E o que eu considero o "parrarito" de tiquitito?
- Isso é uma coisa, você já disse, mas isso também mostra que o segundo... Esta segunda vida de Donald Trump com presidente americano é realmente muito diferente da primeira.
- A gente já disse, é um homem que não intervenha, que é o grande qualidade dele, não está a cair... - E portanto a violência com o que ele está a fazer, o pedingxia já descreveu agora.
- Não, você faz uma ponteia, porque não é a exclusão do espaço-ério. - Entra-se, não sei se houve notícias desenvolvimentos desde que essa notícia se saiu.
Mas eles se cerem quem é que a tasse essa exclusão do espaço-ério entre as quais estava a tapa, entre as companhias da viação, que seria a privilha da...
- É pra ver a demente para comunitar por isso. - O pedromixia fica então ministro do quintal, se também entrega das pastas ministriais por esta semana, altura para saber-mos porque é que o pedromixia de novo ele e com isso chegamos aos debatos presidenciais,
- É o papel, são os papers que você assim não quando se faz parte de uma organização internacional. - O que eu posto, António Flipa, Govei e Melo, vou parte del dominado pelas questões internacionais.
- Comprir as cláusulas que obrigam toda a gente e se que não faz sentido. António Flipa diz assim, eu não sou placer da nato, o princípio é na placer da nato.
Nós temos que fazer ouvir a nossa voz até aqui tudo bem, ouvir a voz, a metadeira é fazer ouvir a voz. E quando é perguntado, então, e se houver um caso do artigo 5, que é o artigo fundamental, que é o trâmpio de paz em causa, que é como isto é uma associação de países baseada na defesa de um,
- Não, é, isso seria de loucos. Mas dizer, estou de acordo com, fazemos parte desta instituição, deste tratado, menos naquilo que conta, é como eu dizer.
É uma opção plídeca como qualquer outra. Não dói, aieis, é uma coisa, por exemplo, quando eu acusaram e eu respondeu, e é verdade o que ele diz, quando falaram, já não sei com quem foi, foi com o cotrinho,
de falar da ditadura do frotariado, e ele diz, isso já não está no Instituto de Dupter do PCP há muitos anos, isso é verdade, isso é factual, isso é factual.
E, portanto, porque que ela não diz uma coisa de que eu te escordo, mas que é normalíssimo, não devíamos fazer parte da nato, ou então, devíamos fazer ouvia, mas depois, sem ir as nossas responsabilidades, agora eu dizer,
fazemos parte da nato, mas não comprimos aquilo que justifica a nato, parece, no tempo do do gol, a França tinha uma opção de tira na nato, que era um membro de não militar da nato, que eu acho uma coisa,
só fazia de trabalho secretaria, porque não criou para ser os Estados Unidos, e o do gol era mudante americano, e a pretensa não militar, a malência militar é muito,
e por exemplo, eu faria bem a parte explotiva de um clube em que não tivesse que jogar, por exemplo, eu ficaria no banca, ver, e tal, isso foi no debate da nato, no flip com o gol,
mel, nos outros mais grandes meses, na semana tivemos um derby menos seguro, qual dos dois ele perceou, não sei ir mais presidenciar, não faz uma ligada, vamos ver.
- É muito alto, a gente tem uma qualidade de vida, é que a Canada de Nixon, é que a Canada de Nixon, na raave na televisão, é que o seu estanda é, mas isso é, os teus tais são muito altos, pago a campeonato nisso, não sei o meu voto nos pretenças guais, meus tais na rega do debate, mas acho que o campeonato nisso não, acho que ele tem estado mal.
- Unica, a Unica de Canada foi o seu governo, de um governo que marcou menos de não potencia. - Eu não vou votar marcou menos, mas... - Não sou um lepso, foi um lepso... - Foi um lepso partido, foi um lepso partido.
- Que tem mais experiência também. - O que tem mais... - Que às vezes sim, mas está bem, mas a gente com mais sangue negélreir, com mais vontade, por que se ia dizer...
O ministério público alertou ou sugeriu, pedragar, perigo se fuga, o que que impedirá o ex-premim Ministro por alfejo que você se lhe apesar de dar hoje para ela?
Fácto pelos vistos, é tecnicamente nada. O que eu acho é que é inútil. Porque nós estamos ainda tão longe do fim do processo e do meio eventual e potética, com a inclinação.
é editora "Lívoros de Bordo" para além de fazer livros muito bonitos, muito cuidados, tratas de uma editora com um catalgo incomum dedicado exclusivamente à cultura oriental e em grande medida as relações culturas de Portugal com Ásia e com os tremo orientas, relações históricas, ancestrais.
E o mais poderoso símbolo litrário moderno desse relacionamento, talvez seja o escritor Vences de Laudmoraes, foi o primeiro autor publicado pela Livre de Bordo e é também de Vences de Laudmoraes.
respondem às duas mulheres japonesas com quem Vences de Laudmoraes foi casado no início do século 20, depois de envioar pela segunda vez em 1916, Moraes começam a escrever este livro como expressão daquilo que chamava sua religião da saudade, um conjunto de econômicas de forte pendora autobiográfico,
que José Bartel, no processo, chama "Um livro túmulo", a obra foi publicada originalmente em 1923 e tem agora esta bela reedição para quem tiver dificuldade a descobrir os livros de editora,
O "Tavar de B" foi editado pela iguana e é uma autora española que tanto usa técnicas de caneta este féltero como de repente no seu livro faz bordados com este tipo de perfeição, em que de repente a banda desenhada transforma-se em páginas bordadas.
Não é só um exercício de virtuosismo gráfico que existe também, mas é uma história muito tocante e muito impressionante sobre a mãe da própria autora que se debatia com problemas de graves de saúde mental e comissa fator a sua própria família.
A que mostra é que realmente a narrativa autobiográfica parece que a banda desenhada foi inventada para agredir dar corpo, porque já são innumos os livros extraordinários que utilizam a narrativa da BBD para transmitir estas histórias autobiográficas.
Sim, foi canónica, mas que foi tardiamente canónica e hoje em dia uma das autoras mais conhecidas do mundo, mas não era muito evidente há umas décadas, há um século que se tornasse tão canónica como Edgen Austin.
E o livro tem que é um daquelas livros que conseguem duas coisas que eu acho admiráveis, que ela conseguiu imensa informação numialemente sobre coisas muito específicas sobre o aspecto físico da JNOC e etc.
Depois o livro é relativamente curto entre as vezes de alpazza, não precisa de mil e quatrocentas páginas para testilar tudo aquilo que aprendeu e que estudou.
A JNOC tinha muito mais conhecimento do mundo, conhecia muito mais escândalos amoras, questões de dinheiro e tal do que, ou seja, havia uma espécie de ideias de inje, no idade, que ela era tudo menos ingénoa, porque mesmo que as coisas não se passavam com ela, passavam só lá dela e ela estava muito atenta.
E já tenho destes condições. É um livro de uma vez que a gente chama "salgurismo" e no título, a gente percebe de que está a falar, o livro ajuda a perceber o que é o algoritmo, como é que funciona, como é que condiciona a processão que o utilizador das redes sociais, por exemplo, tem de realidade, como é que isso visia a nossa vida em sociedade, que as relações aqui isso têm depois com a verdade, com a ideia de verdade.
E o modo como nós nos relacionamos com ela, e ela nota-se que é professor, na nova, não é professor na nova, é se nota-se que é professor, porque é tudo tão bem explicadinho que não há muito acessível ali.
Algoritmo, o crescido dos músicos que tem não desafixado, está concluído a mais uma reunião humanal, dois hoje a dia, a mesma hora, os mesmos de sempre também pode ficar, de peda-mexer, a João Miguel Tavares e Ricardo Arospreira.