asophérias Matas com férias mortas. - Acho que é melhor o segundo. Nós ainda não sabemos sospeto. Se, de facto, há algum sospeto. E é, dice-lhe ele de pau.
É natural que essas notícias apresam. É bom, não é bom, mas é natural. Como é natural que as pessoas façam perguntas aos candidatos, como é natural que as pessoas não...
O que não é normal é que alguém que se apresenta como, estando fora da política, da política esteve, portanto, no certo sentido do sistema, não do sistema democrático, naturalmente,
Fiz uma... um... um... um... um... um... um... um debate que foi só feito de insinuções, só feito de insinuções, num brumo. E é segundo lugar, feito também de...
Eu acho que como vem fazer estes distinções entre os dois casos, não é? E ser como gosta de dizer o Ricardo um pesquenção, porque isto realmente não é tudo igual.
E depois de repente parece que é tudo igual, ah, ele levantou umas peitas sobre Marx-Mendes e agora aparece uma espetas sobre o Almigante, não é a mesma coisa.
A única parte com qual eu concordo com o Cúpedo de Enchear que eu vou dizer foi que aquela cartada do Ministério Público de um caso que realmente tinha sido arquivado, uma... uma espetta que foi lançada, sob Marx-Mendes e que não deu em nada, transiga isso para um debate, é, de facto, um golpe baixo.
- Nesse particular eu concordo, mas de resto, aquilo que o Almigante fez em relação ao Marx-Mendes, eu fico muito feliz que tenho feito, ainda por cima, porque eu acho que ele tem tido uma péssima campanha eleitoral, o Almigante.
- E pelo menos chegueviu para isso, porque a questão não é o fato de Marx-Mendes ter andado a praticar iligalidades, das quais não há as espetas, é como disse mil vezes, nunca foi espetnada.
- É que o que está em cima da mesa é a questão do facilitador de negócios e de saber por que que Marx-Mendes é consultor externo, não dá, mas é um jogo.
- Mas analisar é a notícia desta semana. - Porque a gente já disse que a gente já disse que a gente já disse que a gente já tinha dito, porque a gente se enximde antes de ir lá.
- E aquilo revela, é meu ver, mais um problema daquilo que é a contratação pública em Portugal, do qualquer coisa que se possa apontar direto também ao Almigante.
- E o importante não tem a ver com o caso do Almigante, o marketing, não ser naquele aspecto em que se fala do Ministério Péubli dos Dois Láticos, mas aqui o que interessa no caso do marketing, é saber mais ou menos.
- Esta manhã realizou-se o penúltimo debate, e ia dizer o último, mas não, ainda mais um depois, o penúltimo candidato entre os últimos debates entre os candidatos presenciais, desta vez o debate nas rádios, ouviu algo de novo dentro do que o que foi dito, o João Miguel Tabáras.
- E, portanto, não ouve o popamento magia dinâmico, é um momento mais entusiasmante, foi quando a André Ventura jura que já conheceu António Gésego, e falou com ele sobre política, e António Gésego jura que não falou.
Durante 2 horas e meia, os 11 candidatos validos na corrida eleitoral, não são todos os tão noblutinhos de voto, mas são os validos, numa emissão, digamos, tudo ao molho.
- Digamos que está muito visto, por exemplo, nas rádios, André Ventura retomou os seus grandes éíritos, e portanto a gente já ouviu, aquela coisa do "Iyapá, ganda boca",
como é de repente a terceira vez, que a mesma boca é lançada, já não impressiona tanto, e portanto tenho a impressão que eu preciso de um reportório novo.
- Os três candidatos excluídos de debate das rádios vão ter além do lugar à mesa NERTE, pela compensação rádio fônica, na próxima segunda-feira, um berto Correia, André Pestana e Manuel João Vieira terão direito a um momento a 3, na tena 1, a partir das 10 da manhã, em alguma expectativa, para este...
- E talvez, com respeito pelas rádios locais, mas, pelas vezes, estamos a organizar a coisa assim, na televisão os principais, depois na rádio, esses três, se calhar numa rádio local,
- Todos os candidatos vão estar nos diferentes debates, sete os três que estão no bolteiro de voto e foram os nomados, parece que compreência de ver a pedra-mecia que tenhamos na pa-pleta
- Os nomes de Joana Amaraldias, Ricardo Sosa e José Cardoso, mesmo sabendo que estas três candidaturas não compriram os requisitos necessários para ser nele de vez.
- Prendo porque o processo de fazer um novos bolteiros de voto é muito trabalhoso, por exemplo, a primeira composição e a impressão a chumbo, depois tem as pessoas que sentem um coche e distribuir os governadores civis, as várias provícias.
- Bom, outra polêmica com a campanha é presencial, com o Pan de Fundo, com a marcação pro presidente, a República de uma reunião do Conselho de Estado,
pro final de próxima semana, no dia 9, sexta-feira, em plena campanha natural, vendo 2 candidatos que são Conselho de Estado, Marcos Mendes e André Ventura.
- Dá-me de que é um desintenimento ali. - É, por que o Parlamento não se entendeu de forma a renovar e escolher os 9 representantes no Conselho de Estado?
- Sim, nunca mais já ele já representou-se no Conselho de Estado e o que está mais desticional, também não sei se sentem deu com a data esculpa pelo Lisbon de Provedor de Estista.
- E ao mesmo tempo, o Lisbon de Provedor de Estista, às vezes eu tomamos o Penho e a Chobar Guerra da Ocrania, em que a ideia que isto devia ter consertado como a Marcelo Rebello de Sosa
- Sim, é, agora o momento, mas ao mesmo tempo, cá em cima da campanheira do Galil e tem as duas Conselho de Estado que também são candidatos presidenciais.
Enfim, mas também não acho que isso... - Não ouvi que este tal... - Sim, sim, sim, dizem... - Quer dizer, o José estava... Dicei, são só 3 horas de campanha, não é?
- Não, não, mas eu disse, salguem por indicado, digamos, não assim. Mas quer dizer, mas não acho que vão ser por indicados, acho que vão ser beneficiados,
- Eu acho que ele teve bem. - Que materiais de campanha normal, que este marcado é tudo bem, com ele ou ele não faz, não é assim uma coisa, provavelmente...
- O venturante Santos tem uns cartazes que deixou de utilizar, pode ser que eu tenha enrolado no alunado, mas eu acho que quer dizer esta história do Conselho de Estado, talvez não seja assim tão importante, né?
- É porque imagino que vai ser rápido, é só uma coisa rápida, eu acho que é o fim de mandato, Marcelo já está com espírito de fim de mandato, eu vi a mensagem da novo, é comida casa de uma tia velha, não é?
- Bem, vamos lá então à antevisão do ano que está a começar, neste emissão especial, uma vez mais só como ministro sem pasta e desta vez cada um tem direito a formular um desejo, a aventar um palpite e a fazer um pedido, começamos pelos desejos e temos pra já dois que parecem a partir de relativamente contraditórios, vamos ver se são, não?
- O Pedro Mexia deseja que se mantenham os testes de vidro e leituraios do radicalismo, aqui em França e por outro lado, ou seja, tanto quanto percebi que não haja mais potenciais autocratas a chegar ao poder ser a isso?
- O que se o que havia até agora, é o mesmo já depois de terem surgido partidos neste caso, sobretudo, da direta radical, mas também, ou havamos partidos da esquerda radical, alguns que chegaram ao governo ou apoiaram governos,
Mas nos últimos anos tem sido, na última década, tem sido partidos da direta radical e havia a ideia de as ideias, a ideia do teto de vidro que era, ó, que é, as podem ter 15% a 6% mais do que o vinte não tem,
dizia-se isso sobre uma série de coisas, hoje em dia, já vários têm e melone ganhou embora melone seja quase, enfim, uma flor de estufa, pede dos seus congêneros, e, na segunda volta, perde-se certeza, que aliás, o que se dizem em relação também é Portugal, e disse-se, em relação, jamar elepéne, e jamar elepéne, e a marguinha elepéne nas presidenciais, e verificou-se.
- O seu desejo aqui se mantém. - É uma desejo aqui se mantém, e porque embora sejam partidos, a partir do momento em que são partidos, legais, têm, podirei tudo de, verificamento concorrer e lutar pelo resultado melhor, mas eu acho que seria muito mal para a Europa, que, no momento com tantos desafios, incluindo o desafio da rússia da qual esses políticos são quase todos amigos, e até porque estão delas de pagamentos, muitos delas.
- Vamos lá ver, então, se há aqui desejos contraditórios ou não, o João Miguel Tavares deseja autocratas, já vamos tentar perceber o conceito, mas, antes temos de perceber se significa que a seita com tranquilidade, que seja furado o tal tete de vidro que se referiu a permexia.
- Mas isso é para regular desejos? - Sim, é para regular desejos, mas isso também é um desejo. Eu sei que tu tá com muita vontade, que este seja contagi de toga em relação ao que peda-me a se está a dizer, mas não é verdade.
- Mesmo na era como tu explica-se agora, ficou claro que a diferença é que tu fazes entre aquilo que te escreves com uma inevitabilidade e o desejo que te dizes não ter...
- Tem a ver com o que eu venho aqui a dizer há longos anos e que eu espero que se comprove, ou seja, que eu acho que as democracias estão conformatadas com aquilo que podemos chamar uma espécie de testes de stress no adulto vida.
- E que, como esses testes de stress nem sempre são agradáveis, mas se estes autocratas chegarem ao poder e forem removidos do poder, então, a democracia continua a funcionar.
- Com o desejo que eu lhe aguem ao poder de estabilidade. - E não, deseja que na eventualidade chegarem ao poder de... - Não, alguns já elas estão certo.
- Não, também não é bem isso. Não, é simplesmente que eles compram as regras democráticas ao ponto de quando forgam devidamente pulso pelo povo, o que se empoque acontece, se vão pacificamente embora.
- Este conceito de autocrata, tem um gratas a faz sentido para serem recardados para o que era. - Que é, se é? - Como a libertina castra. - Exatamente.
- Acho difícil, até porque... Quer dizer, seria muito esquisito, normalmente o que se diz do poder. Eu nunca experimentei, nem drogas nem poder, no possível.
- E, precisamente, por causa do que isso, dos seus perigos, e para um autocrata, a pessoa... O que é a gente confiar o poder, a pessoa em quem confia e tal?
Quando se dá autocrata, aquilo não tem uma dimensão civilisadora ou contrário, depois há pessoas que dizem assim, "Ah, mas a realidade vai encargar-se de os mudrar, só que a realidade não existe para eles. É tudo um conjunto de fantasias, aquilo que é o facto de um ponto de...
Mas candidatos com certos particularidades e capazes de confrontar em os pretendentes autocratas, tem um retrato roubou, um retrato roubou desse tipo de candidato.
Eu já não peço um Churchill nem um Obama, não preciso de uma habilidade retórica tão elevada. E das coisas certas, eu também contendo com o simples com a habitação, a saúde, o salário.
Eu gostava disso, até porque para não acontecer outra vez, o mesmo as pessoas viram ainda se lembram, não é do que aconteceu nos últimos anos, foi 4 anos de Biden.
É para todos os cítios em que uns artistas estão a explorar as dificuldades que o sistema democrático e uma espécie de consenso social democrata que nós tivemos na Europa durante o mesmo tempo.
- Cada um tem as suas 20 anos. Normalmente a gente sabe que o presidente que é eleito com produeis mandatos e portanto serão 30, ainda assim, quatro candidaturas.
- De ver forma de conseguir dar a área este desejo do rizhado com o seu maior tabas. Entre autocratas democratas e candidatos que confrontem a estrama e direita, o seu desejo manteste nos autocratas democratas.
- O meu desejo... O meu desejo... O muderador está me perforcar... - Eu... - Eu... - Eu... - Eu... - Eu devo explicar muito mais. - Então, parece isso, é um amirento para...
- E quando se for... - Não, é um bora do poder. - Desse segmento programa é desejo para dois mil e vinte e seis. - Existe o tempo. - Quando nós é alvés.
- O desejo de um pado em 1926, os autocratas que já estão no poder, que se foram de vir também de corritos como vocês ocasião em uma gria que se vão pacificamente e deixem-me ver os próximos.
- E se assim for a democracia quanto é o seu desejo? - Entre os seus desejos não é difícil. - Entre os seus desejos. - Existe o desejo do Ricardo Auspreira? - Sim. - Em qual?
E o que eu quero é que os moderados tenham um títico de cada um dos lados e realmente consigam revolucionar ao centro que é de uma trecia e consigam estimular as pessoas e consigam...
- E agora, de agradecermos por ter dado oportunidade de limpar esse label que há na fregria da Roja no Pedro Moisés. - Segundo Pedro Xíra, é uma cansaia, é uma cansaia. - Muito obrigado.
- Na política americana, entre os opositores de Trump surgiram no ano passado, as figuras que destacaram, o novo maior de Nova Iorque, Zora de Mamudani, que foi... - Não posso.
- Após esta semana, este fim de semana, e o governador da California Gavin Newsome, algum delos de parece pedirmos que ele ter o perfil necessário para cumprir o desejo do Ricardo?
- Mas o caso do Gavin Newsome é diferente, embora ele tenha a partir da ideia de ser um democrata da California, que é, supostamente, uma coisa particularmente testável, após que é publicante, e ele, por um lado, tornou-se um pouco até trampista nos metros, nos inalinguagens, nos tweets,
- Tem uma história, um bocado chate que foi, fez uma festância no restaurante durante o Covid, isso foi uma coisa que, mas também, como muitos que republicans achavam que eram resfriados, também não serão as minhas pessoas,
- Estão formulados os desejos de que a pagada se mantenha os textos de vidro, que surjam autocratas democratas, e que haja candidatos que, a fase de defrontar direita e estrama direita,
avançamos depois dos desejos para os palpites e cada um trago a hora de prever algo que se concretizará neste novo ano, e para 2016 o Ricardo Raúr Espreira está convencido que a Jardéira começará a cansar, isso é um palpite, ou como se tem bom pídeo.
- O "isful thinking". - Pode ser as duas coisas, é uma visão muito arriscada, por isso, mas é cautelosa, porque começa a cansar, por isso pode ser, podemos ter mais um ano,
- Ah, e eu acho, por exemplo, esta, em desta semana tivemos o... Foi agora recentemente. - O Estado Unidos é um bom exemplo, porque um dos candidatos, que não se fosse a candidato, mas a esquerda que eles tiveram, mas radical nesse sentido, que é o Bernie Sanders, é um tipo completamente civilizado, não insultas pessoas, etc.
- Ah, por exemplo, esta, há uma expressidade de se espere, em que as coisas começam a ser demasiado fantasiaoso, para mesmas pessoas mais credolos, ou que tenham muito vontade de acreditar, conseguem perceber, quer dizer, aquilo não faz sentido.
Quando o Tribunal decidiu que os cartazes, nesta primeira instância, que os cartazes dos cheguem deviam sair, o cartaz que dizia os ciganos tendo a compreir a lei,
o André Ventura disse, o Tribunal decidentão que os ciganos não têm de compreir a lei, toda a gente percebe que não foi isso que o Tribunal decidiu, que o Tribunal, objetivamente, o Tribunal não disse,
é falso dos ciganos, não tem de compreir a lei, não é isso, não é verdade. - Também está convencido que o Tribunal, o Tribunal, hoje é verdadeira como isso recardo, seguida em Portugal, por Ventura, vai acabar por cansar e perder a capacidade de traçar um pedraço.
- Isso para um lado, para outro lado, dá a minha ideia que, pensando, por exemplo, num caso como do Estados Unidos, vamos porque o trempe é imperavável, mas não se recandida, e ele quer, ele quer que quer que candidatar, sem bora, enfim, isso tem e o obstáculos, mas, por exemplo, o Ventura, que é um tipo de dado todo, não tem aquele comportamento, mas também diz coisas,
né substância, não é tão ofensivo, agressivo, não é unático, aliás, o flip flop que ele fez, político, de criticar o trempe pra adorar o trempe, mostra que assabe muito bem o que está a fazer, mas não sei se isso não é pior, porque temos termos radicais, espertos, é pior do que termos radicais, estras locais, não é que é importante, também não sei se isso será, em si mesmo, um grande avanço.
- Acredita que os autocrátas democratas vão ser mais sofisticados, ou é que ela dá várias? - Não, então se que esta expressão vai pegar na banda, acho que vai ser assim, toda mais vezes, em futuras programas.
- Assim, as pessoas têm este talento para conhar fórmulas, para conhar moeda, você sabe o que é que o que é, o que é, o que é, o que é, é conhesto, é conhê, um oxímo, um oxímo, muito bem.
- Uma frase, que só são catas democratas, vão se sofisticar? - Eu acho que eles têm que se sofisticar, no caso do autocrata democrata português, eu já disse isto aqui várias vezes, eu tenho que se sofisticar.
É verdade que o vento que continua a crescer, mas eu penso que se realmente, algo que quiser chegar lá, ele tem que dar mais do que estar já sofisticado.
- Segundo palpite, o Dupedra-Mixia, d'ambito nacional, convencido de que atual, geometria variável, não vai durar. Não parece possível manter um mená já toá no Parlamento do Dupedra-Mixia.
- Vamos comprar uma cama maior. Agora, aqui não é, ou um ou outro, qual Deus é que quer. E o que não, e o que ele, ele Governo, não quer, vai sempre ficar.
E depois o Governo que está a fazer é dizer, bom, nas coisas de regime, e nós sei que é mais, fazemos aproximá-me de Dupedra-Mixia e outras aproximá-me de chega.
- Acho que não. Pelo menos, não em 2026. Porque, por um lado... - Ah, mas eu não dosia 26, eu dizia... - Ok, eu acho que por um lado... - Eu dizia terminar a legislatura, tanto o meu e ela em 26.
- Por um lado, por aquilo que eu estava dizendo a da gaventura, porque a da gaventura, como não quer ser apenas, acho que eu tenda ambições de Governo, e ela, ao mesmo tempo, tem que dar uma de responsável.
- Não pode estar de nem me estar todos iniciativas do Governo. Porto lado, acho que o PS ainda está muito fraco, paga de repente, taga da morros na mesa que podem conduzir novas eleições.
- Eu acho que este palpito vai continuar em 2020. - Aconcrevisar seu vaticinho no Pedro Messias para que, por ver, que acaba por que ir a escolha da maioria parlamentária.
- A maioria de sempre. Mas as pessoas continuam a caixar-se que este está com o pé da esquerda. - Que a esquerda não é a esquerda estar prejudicada, não anda por causa da esquerda.
Mas os seus criadores, ou até os seus detratores, não era assim que olhavam para ela, mas é de qualquer coisa miraculoso, em que a humanidade vai passar a ser uma outra coisa.
E depois, e a gente pensa, a seguir a estourar uma bolha, a gente diz assim, se calhar a melhor, apostarmos aqui numa regulação especial para este tipo de bolha, não volta em sufrar.
- E depois assim? - Parece hoje o curso de volta? - Também não. - É. - Depois há outra bolha, e a gente se chega em, depois há outra bolha, depois salar as bolhas.
- Tem de fio de várias bolhas, das bolhas de fase falta, também. - De 2001, 2018. - Desajar que a bolha é repente, peda-me-se, ou... - Que aderem minhar a minhar. - Espero que ela se desenvolva.
- É que a bolha costuma rebenitar na cara, de quem não tem nada a ver com a bolha, de quem não investiu num cento, não investiu num cento e minha inteligência.
O Pedro Mistia diz que o equilibrismo de Monte Negro não vai durar, e o João Miguel Tavares está convencido que o investimento na inteligência artificial vai levar muita gente à falência.
Arromados os desejos para fechar três palpites, aliás, depois dos palpites, a altura de nos concentrarmos nos três pedidos para este novo ano, e começamos com o João Miguel Tavares a pedir a Marcelo Ravel Sosa que depois de terminar uma andar tem blém, não abandona sua veia do comentador, já entrou na fase em que está com saudades de Marcelo.
- Do Marcelo comentador tem saudades de ficar assim, nós nunca verdadegamente ficamos chamando Marcelo comentador, porque ele comentou durante dez anos, e portanto foi, de facto, o comentador morre da República.
E ele diz que se vai empolgar se se for por uma espécie de silêncio, e eu espero, genuinamente, que eu não comprei, eu acho que não vai ser capaz de comprir.
E portanto, é uma promessa de Marcelo que eu espero realmente que vá para o cano, porque o gosto de ouvir os seus comentários, ele se endubida, que é um de uma... então, na televisão, é o mais brilhante comentador de provavelmente sempre.
E seria uma pena ficarmos sem ele, porque em ultimanal, acho que daqui a quarenta, cinquenta, sessenta anos, pode já não haver uma grande memória de Marcelo presidente, embora, quando eles forem embora as pessoas vão ter fosalado deles, por polada fável, de polada de selfies.
Acho que eu falo de da história, se calhada aqui a setenta, o Marcelo presidente já se foi, mas para compreender este o tempo que vivemos, o Marcelo comentador é uma figura importante, e portanto, eu espero que ele não desapareça.
Eu não tenho objeções a isso, por mais virulentas que sejam, mas é esta coisa de dizer, como dizem em da aventura, eu falo assim, porque os portugueses falam assim.
A chacha, a treta, os bandidos, quer dizer, é tão ofrecido que você gostou. A ideia de que, mesmo que as pessoas falem assim, há uma diferença grande entre o público privado e os políticos têm...
Há uma cena muito gira no White Lotus, é que elas vão para um pareio, uma ilha, uma paredezia, que é desligar tudo e eles estão dentro dos nossos telemóveis.
E há um psiono que, quando que há mais de um psiono, não está acontecendo já no papel, as vezes em revistas não tais a ver uma coisa e começam a esconder os díns a fazer assim, a vez que lá o mente surfefablemente.
Outro dia viu uma estatística de acordo com a qual, uma percentage elevadíssima de jovens rapazes até hoje, sei lá, 25 ou 28 anos, nunca convidaram uma mulher para sair.