Os livros da semana: ficção distópica, nazis, Freud e mitologia
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Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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Está na altura dos livros e esta semana eu trago um livro que, sendo uma obra de ficção,
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é sobretudo um rumaste de ideias, digamos, uma distopia de ficção científica publicada
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há quase um século, uma obra originalmente de 1930, entitulada Últimos e Primeiros Homens,
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A travessa por isso duas guerras mundiais, durante a primeira foi o objeto de consciência
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e na segunda abando noas ideias pacifistas para apoiar os fórs de guerra de desoleados.
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a um ser humano da atualidade por um homem do fim dos tempos, um representante da humanidade,
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a viver daqui por 2 mil milhões de anos, um dos últimos homens, a partir desse futuro longe,
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O João Miguel Tavás levou de viagem e trouxe para aqui um livro de um autor centenário.
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Estamos um maldeio no de C. Gras e Edgel Leoboy, e ela de facto está arregro aos nazis,
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porque ela ainda não há muito a um pag de antes, sei o livro que até foi muito falado
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Que tem a ver com um olhar sobre o nazismo, mas não a partir das estruturas nazis
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as pessoas que estavam viajaram para a Alemanha e o que é que escrevegam nessa altura.
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do Soul da Bavieri, junto aos Alps, e porque essa aldeia tem excelentes arquivos,
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também uma ou até a senhora que é qual a torga do livro que andou estudar esses arquivos,
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e depois de um tamanho de coentra-vistas, com cartas, com diários, foram encontrados,
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ela consegue um retrato muito minucioso do que foi viver naquela aldeia desde a década 30,
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até minhas dos décadas de coentra, e é absolutamente fascinante, porque, de facto,
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há tudo, e o post-itlo diz como é que vidas vulgaros foram afetadas pela ascensão do nazismo,
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e é precisamente isso que aqui está, em que os questões complexos, como aqui, há nazis bons,
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ou seja, há nazis que, dentro daquilo que é algumas limitações, conseguiram ajudar-me-te a gente
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É gradiva que se chama assim por causa deste livro, de um senhor chamado William Jensen,
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William Jensen, que é uma novela sobre um homem que se apaixona por um baixo relevo,
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coisa que nos aconteceu hoje, apaixonas por um baixo relevo romano, uma jovem romana,
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E depois lembre-se de um amor, de juventude que pode ser a gradiva, que é o realmente conheceu.
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-O senhor, o senhor, o doutor, segundo Freud, este senhor, o professor, o professor, segundo Freud,
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escreveu este livro chamado "Delírios e Sonhos Negativa de Jensen", porque é, quer dizer,
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é quase plágio, foi um plágio antecipado. O Jensen escreveu este livro sobre temas que dizem muito a Freud,
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-Exatamente, a metodogia grega de Aze, o exátamento que diz no título, porque é mais que importante.
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antes mais vezes, jofrem essa porta, e eu digo, "Pra mor, Deus, lágrim os gregas!"
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-E é um bom sentido para começar, porque é um dos inícios, e é uma maneira excelente
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de percebermos o que é que estas histórias dizem sobre a humanidade, não apenas hoje,
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e não refira apenas há as coisas que perdura não linguagem, como os pressões de calcanhar daqui,
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eles, o pomo da descora e tal, "Nã, não, o que é que elas, o que é que o significado destas histórias,