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  • Os livros da semana: ficção distópica, nazis, Freud e mitologia

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou iniciativa um Toyota na missão que apoia instituições de solidariedade social
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Está na altura dos livros e esta semana eu trago um livro que, sendo uma obra de ficção,
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    é sobretudo um rumaste de ideias, digamos, uma distopia de ficção científica publicada
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    há quase um século, uma obra originalmente de 1930, entitulada Últimos e Primeiros Homens,
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    o autor é o britânico Olaf Stapleton, que viveu entre 1886 e 1950.
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    A travessa por isso duas guerras mundiais, durante a primeira foi o objeto de consciência
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    e na segunda abando noas ideias pacifistas para apoiar os fórs de guerra de desoleados.
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    E este último de primeiros homens é uma narrativa comunicada, tlopáticamente,
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    a um ser humano da atualidade por um homem do fim dos tempos, um representante da humanidade,
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    a viver daqui por 2 mil milhões de anos, um dos últimos homens, a partir desse futuro longe,
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    e fazendo a história de como atravessando sucessivas catástrofes e recomessos,
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    mutações biológicas, reorganizações sociais, sucebem 18 peces de humanidade
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    até ao momento da catástrofes definitiva.
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    Uma saga sem final feliz, portanto Últimos e Primeiros Homens de Olaf Stapleton,
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    da introdução de Diogo Pava, edição VES.
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    O João Miguel Tavás levou de viagem e trouxe para aqui um livro de um autor centenário.
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    Não, não, não, não, é centenário.
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    Essa era o André Orga.
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    Ah, eu que...
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    Pois foi o que quando estava em Nova Iorque.
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    Era. É verdade, não, mas eu evi esta.
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    Vamos aos nazis.
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    Voltamos aos nazis, exatamente.
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    Estamos um maldeio no de C. Gras e Edgel Leoboy, e ela de facto está arregro aos nazis,
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    porque ela ainda não há muito a um pag de antes, sei o livro que até foi muito falado
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    de chamada Travelers in the Soul of Drys via gente no de que sei raja.
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    Esse livro ainda não está traduzido em português e também pode via ser.
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    Que tem a ver com um olhar sobre o nazismo, mas não a partir das estruturas nazis
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    que todos nós conhecemos, mas no caso dos viajantes do de que sei raja,
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    as pessoas que estavam viajaram para a Alemanha e o que é que escrevegam nessa altura.
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    E neste caso, numa aldeia no de que sei raja, ela centra-se no pequeno aldeia
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    do Soul da Bavieri, junto aos Alps, e porque essa aldeia tem excelentes arquivos,
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    também uma ou até a senhora que é qual a torga do livro que andou estudar esses arquivos,
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    escreveu uma história dessa aldeia durante o período da ascensão do nazismo,
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    e depois de um tamanho de coentra-vistas, com cartas, com diários, foram encontrados,
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    ela consegue um retrato muito minucioso do que foi viver naquela aldeia desde a década 30,
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    até minhas dos décadas de coentra, e é absolutamente fascinante, porque, de facto,
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    há tudo, e o post-itlo diz como é que vidas vulgaros foram afetadas pela ascensão do nazismo,
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    e é precisamente isso que aqui está, em que os questões complexos, como aqui, há nazis bons,
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    ou seja, há nazis que, dentro daquilo que é algumas limitações, conseguiram ajudar-me-te a gente
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    até porque desjuíse-se, e tudo isso mostra bem a complexidade daquela situação.
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    -Era gradiva. -A gradiva, que é, é editora. -É editora.
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    É gradiva que se chama assim por causa deste livro, de um senhor chamado William Jensen,
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    William Jensen, que é uma novela sobre um homem que se apaixona por um baixo relevo,
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    coisa que nos aconteceu hoje, apaixonas por um baixo relevo romano, uma jovem romana,
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    e começa a ter ações idolírios, em que, de repente, regressa a sua antiguidade,
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    encontra a gradiva em Pompeia, em Tata-Salval, etc.
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    E depois lembre-se de um amor, de juventude que pode ser a gradiva, que é o realmente conheceu.
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    E então, quem é que se interessou para esta história?
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    -O senhor, o senhor, o doutor, segundo Freud, este senhor, o professor, o professor, segundo Freud,
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    escreveu este livro chamado "Delírios e Sonhos Negativa de Jensen", porque é, quer dizer,
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    é quase plágio, foi um plágio antecipado. O Jensen escreveu este livro sobre temas que dizem muito a Freud,
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    sobre coisas recalcadas e sobre coisas delirantes.
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    -O Ricardo Raúl Esperer atrás de metodogia grega, por um autor financeiro.
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    -Eu gosto muito de ter um livro de guerra repaz, do Luc Ferri.
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    -Que foi ministro da Crona da educação? -É, a defrança.
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    -Exatamente, a metodogia grega de Aze, o exátamento que diz no título, porque é mais que importante.
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    Porque, quem quer, às vezes há jovens que me abordam na rua,
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    antes mais vezes, jofrem essa porta, e eu digo, "Pra mor, Deus, lágrim os gregas!"
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    -E é um bom sentido para começar, porque é um dos inícios, e é uma maneira excelente
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    de percebermos o que é que estas histórias dizem sobre a humanidade, não apenas hoje,
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    ou melhor, não apenas a altura em que foram escritas ou fixadas, mas hoje,
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    e não refira apenas há as coisas que perdura não linguagem, como os pressões de calcanhar daqui,
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    eles, o pomo da descora e tal, "Nã, não, o que é que elas, o que é que o significado destas histórias,
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    como é que eles relacionam aquilo que nós enquanto serem somos?"
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    -Curiam, tem mais jofrem, que me abordam na rua, mas é para ti.
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    -A minha ilogia da Zé de Lucre Ferri é fechar mais uma reunião semanal de hoje,
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    de hoje, de dia, a hora do costume, os mesmos de sempre, também em podcast,
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    pedrem-se-se um Miguel da Vares e Ricardo Orojo, cara.
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    [música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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