talvez por ser em Portugal, e por ser no interior, e por ser em cites onde nós temos, ou podemos ter ligações, não sentia-se lá dos pedacos, nem cheços.
E é um momento de um impacto brutal pela dimensão, pelas imagens, pela forma também como algumas de aquelas imagens, já começavam a ser captadas através de tela móvel,
a aflição das coisas que acontecem e aconteceu em muitas outras tragérias, criou-nos uma forma de viver as imagens, que não é do plano, a reenjeidinho do cinema,
o João Miguel Taváres, ele é especificamente a guerra na Ukraine, e vamos começar por este caso, em concreto, é para si o acontecimento internacional mais relevante,
Nos últimos 25 anos em termos assolutos, não em termos televisivos, nós, aliás, pelo contrário há um paradoxo que, a mim, sempre fez muita impressão na guerra da Ukraine,
e quer dizer de repente aconteceu há quase 70 anos, e os americanos aprenderam com isso e não voltaram a repetir tal coisa, e hoje em dia existe uma enorme sensual de imagens,
ao ponto de nós não vemos os soldados a filmar a nada do que se passa na frente batalha. A guerra do Ukraine, para mim, é muito marcante, porque verdadeiramente,
Esse mundo sempre foi muito atribulado, mas eu acho que o agarra da Ukraine nos perdemos essa esperança, e o mundo voltou a ser uma outra coisa, até regressar uma ideia quase imperial,
que nós achávamos que tinha acabado. O Ricardo não fala de uma guerra em particular, escolha as guerras em geral, o senso tônico, no trabalho dos repórteres que vão para lá, riscar a vida, conseguimos imaginar-se uma situação idêntica?
Não, não, em pensar, as repórteres que vão para a guerra riscam mais ainda do que Luís que reiata, e dizem-me que sim, a Irina agora está no Ukraine, e a AXI se admiravel,
e a guerra da Ukrainia, nem é que fazer, faz com que a nossa... Acho que se routa também a nossa solidaridade pelo povo o Kranian, no último, no último competição de clube de seleções, não sei se era o europeu, a mundialas estava num hotel na Turquia, estava dar um jogo da Ukrainia lá, e estavam uns meninos o Kranianos a ver o jogo,
eu já estava no avi, havia venha a ver a gente, e eu estava a ver, acho que o Kranian ganhou, e todos estiveavam os gos do Kranianos, e por causa disso, por causa deste sentimento, eu achei que quando eu levantei para me ir embora,
olha para a mesa onde estavam os pais daquelas crianças, e disse "Slavou o Kraniani", e o pai deles disse "nó, eu me racha, não, eu lavaracha", e eu andei a esconder-me desse tipo durante o resto das ferias.
Eu, dizendo, bom, nós temos refugios anti-airos, pedimos-o, não são usados, há umas décadas, pedimos-os altos, portanto, há sitios do mundo onde dizia desgrace, e nós pensemos com o nosso programa, por exemplo, o vivo de coisas patéticas, ou patétas, e há pessoas que vivem com a memória das tragedias muito presente, e que podem ter perdido a família, que vão de um depoimento tranquilo,
Acabam aqui recordado um episódio que se passou com o nosso governo sombra, se estávamos a fazer programa na altura que os elenços que foi eleito, presidente, e nós fizemos umas piadas sobre o facto de haver um humorista, um comediante que tinha tornado, presidente.
Um palhaço, que a gente se chama, um palhaço, como se chama, e chegamos ao fim da emissão, fomos limpar o pozinho da cara e a maquiladora era o crâniana, e disse-nos, vocês não percebem nada do que tiveram, disse-o.
O acontecimento para o internacional do ano, para, destróltermos 25 anos, para o Pedro Messia, foi a pandemia? Viu mais televisão da que habitualmente nesses períodos de confinamento?
Mas foi interessante, porque ficamos, foi muito estranho aquele momento, em que, por exemplo, curiosamente arradio, e este programa começou a arradio, eram um bem-tem-bém, também, percioso,
E, portanto, a pandemia foi muito estranho, porque eu sou natural, para mim, a distancia social vem naturalmente. É uma coisa que não é preciso ir em mente.
Não é preciso se poderem, mas ser imposto, não é uma grada, claro, que ficou um pretudo, não é uma ramaia aí, agora sei o cara dos gaminharias pinto, posso dizer.
Já estou forte, a gente está aqui na minha penteauso, mas havia aquela ideia de que a pandemia era um acontecimento transformador, que havia uma espécie de refundação da humanidade, e a gente se achou de todos mais amigues e perificos.
Então, em síntices dos acontecimentos intransionais, neste último 25 anos, a pandemia, as reportagens de guerra, e, em particular, a guerra da Ucrania,
nos mantar os acontecimentos nacionais, a gente está aqui, neste 25 anos de cicnotícias, as escolhas recais sobre assuntos mais recentes, o processo marquês e a ascensão dos chegas.
Já lavamos este dois, porque o Ricardo Rauspreira preferir chamar a atenção para o trabalho dos reporters atrás dos candidatos, nas campanhas e atorais, adomir eles mais paciência ou persistência.
Tudo é difícil, eu curro-me com vários... o sitio que nós fazemos o nosso programa aqui à direita, passo muitas vezes na relação, converso com os reporters que andam atrás dos candidatos, lá está, fazer-los perguntas.
Ajudam muito, sim, ajudam porque nós há coisas que nos interessam e também interessam aos jornalistas, as coisas proiminantes, interessam-nos tanto como eles.
O deporte, este momento, é entido muito trabalho nos acontecimentos, a gente está que propieda uma energia e para o João Miguel Tavar, o João Miguel, e leja como acontecimento nacional destes 25 anos, a ascensão do chega, por que, João Miguel?
Olha, não é muito diferente da guerra da Ucrania, é porque é um acontecimento que reconfigura aquilo que é o mundo que nós conhecíamos, não só nos últimos 25 anos, mas neste caso se cadar nos últimos 50.
Foram batidos recores de Manobras e Latóra, das expedientes de Latórias, foram batidos recores de advogados, esta situação de advogados e de surteios, até uma senhora do chega, ele saiu no surteio,
portanto, tem sido divertido, mas muito gostiente, porque quer dizer se esta é uma questão que essa altura esteve, posta como dependendo de rivalidade entre dois joizes, que é uma coisa de uma cidadezinha, de um esterno e não de um estado do primeiro, mas a mente de primeiro mundo como nós somos.
Escolhidos dos acontecimentos mais relevantes, não é de espantar que as figuras nacionales e leitas, porque cada um destes ministros sombra, tem alguma coisa a ver com esses mesmos acontecimentos, por isso,
José Socrath tinha de reventura, estão nesta lista de personalidades, marcantes, embora João Miguel Tavares e o Pedro Mexia cruzem a escolha, José João Miguel, que escolheu a extensão do chega, escolhe elejas como figura nacional destes 25 anos, José Socrath será pelo tempo que lhes de dicônios últimos anos, para o livro que escreveu.
É um excelente livro que soube disso ainda nas livrarias, já passou na tal, mas é sempre uma boa oportunidade, mas há uma verdade que me parece intestível, de certa maneira, é a extensão dos José Socrath, coincidiu com a extensão dos circunstícios, não todos acocou pré-voltação, mas coincidiu temporalmente, e ao mesmo tempo, ao longo destes anos, ele tem sido um extraordinário teste de stress a Portugal, nós não verdadeis, antes de virmos estar a pagar melhor,
porque os bancos pagam, muitas vezes não é para ter testes de stress, as empresas para tentar enviar de diante, em certas condições, especialmente difíceis, como é que elas reagem, e só que a extensão dos testes de stress de Portugal entende os políticos, enquanto ele foi o primeiro ministro, e Portugal me for acassou, na extensão, e agora, sei mais um espantoso test de stress a distância portuguesa, e a distância portuguesa também não se está a sair bem.
Portanto, ele não só é uma personagem fascinante, como anda há muitos anos a mostrar os problemas do país apontando o dedo, e me entendo o dedo, e tanto se se afarque, sem verdade, mas, na verdade, apontando o dedo, aquilo que são as nossas gigantescas, que as férias de lidades institucionais, portanto, no fim disso, se carámos ainda devíamos agradecer-nos a Socrath.
Já agora, Carlos, acerto a altura deste programa do Governo Sombra, o João Miguel, e eu estava nos ambos a ser processados por grandes vultros da cidade portuguesa, o João Miguel entrava-nos em estudos, estava sendo processado por José Socrath, entrava-nos em estudos, e tudo é importante, e eu entrava a seguir cabir-se mais, porque estava sendo processado por José Camarinha.
- O João Miguel tinha escrito uma gránica sobre o Socrath, e eu tinha escrito uma gránica sobre o livro de José Camarinha, que era um livro que eu li com risco para minha saúde, e escrevi um teste chamado "A Apologia da Homossexualidade" em José Camarinha, e alguém foi dizer José Camarinha, porque eu ia falar "A Apologia Queria dizer-se".
Foi um teste, foi um chato, ele foi por Jornais, fazer um barulho, e disse que ele proposa a esquina de proposta, juro, eu não disse nada sobre esse processo, mas ele disse, ele foi por correda a manhã, e disse "vamos os dois ao hospital para nos examinar em o Enos".
- O que é uma proposta? - O hospital é tão contanto tempo livre, né? Eu gostava de se caro, eu e José, e eu era lá, ou havia 3 anos, lá oitar, só e José era para... era então para...
Mas, para mim, o ventura, o aparecimento de ele o sucesso deve ser uma coisa que foi identificada por uma pessoa retropolada, por que o PNR, e o líder do PNR, quando o ventura apareceu, disse-se sim.
- E ele tinha razão, porque a razão pela qual o PNR falhou, é porque eram os celosaristas que acreditavam naquilo, o ventura encontrou um misto de mercado, é uma coisa completamente diferente.
- Para o Ricardo Aoros Pereira, a figura marcante a nível nacional desde o aparecimento da circunotícias é, acho que ele pensou que, em da castaria, o presidente é Marcelo Rebel de Souza?
- Mas eu acho a figura mais marcante, ainda por cima do Universário da 25 anos da circunotícias, por que Marcelo protagoniza notícias, fornece notícias e comenta notícias.
- O Marcelo, se uma estação polvísiva quiser te pensar todos os funcionários e pagar só Marcelo, em princípio tem 24 horas de missão, que é o concego, produzir material sociante, comenta algo, etc.
- Estão despachadas por assim dizer as figuras nascinais e talvez esta seja uma igualtura para mais uma gaf com uma espécie de figura nacional que, afinal, não era escolhida João Miguel Taváres,
provavelmente o nome já não dirá a maior parte das pessoas grande coisa, mas o João Miguel Taváres faz questão de recordar a returba à tista da Silva e é preciso explicar quem ele é.
- Mas eu não quero colocar demasiado o dedo nisso, que o New York Times, CNN, Fox News, praticamente o ABC, todos os canais e todos os jones espetáveis têm gafes dessa no corrigo.
- Eu acho que o que me interessa no caso, a returba à tista da Silva, que foi, era um senhor que dizia trabalhar para as nações unidas e que vinha para Portugal criar um observatório do sul na altura do ajustamento e na altura em que os países de Mediterrâneis estavam sendo intervencionados.
- E é o basicamente engano toda a gente, para que o cloco no gremio litrário, e depois na altura aconteceu o Nicholas Santos, se eu me ento o visto antes, parece que eu venho aos preços da manhã noite.
- E claro que isso é imbaracioso, mas aquilo que me interessa realçar aqui é uma coisa que, como já tenho de 50 ou 20 anos, já estou naquela idade quase começa a dar conselhos.
Mas o jornalista tendem a achar mais convicentes, muitas vezes as pessoas que pensam como eles. E esse viés da configuração, sobretudo em tempos de radicalismo que queram os tempos da toaica e que também são os tempos atuais, é um acho que é um período muitas vezes depois jornalismo.
Agora em 3 fenadas, tal de um coronom do grande velocidade, as figuras internacionais destes últimos 25 anos, com um predomino evidente de memória recente, o único que recuou um pouco mais no tempo.
- Eu sou Miguel Tavarres, que lêge baraco Obama, ainda resta alguma coisa do consulado Obama? - Não parece que não resta nada, mas eu gosto de recordar Obama, porque foi um presidente absolutamente marcante desde logo primeiro.
- Alguém que se assumia o próprio, que se assumia, eu tinha membranca e o pai era negro, mas ela assumia-se como um Afro-americano e, portanto, é marcante por esse lado, mas também por alguém que terpente caivinho dos céus e que, em vez de trazer um discurso dodo, traz um discurso de esperança.
- É que, parece que hoje em dia, nós achamos que a única maneira que os políticos têm de se safar é com um discurso destutivo e muito negativo, e eu continuo achado que isso não é verdade. Acho que o discurso de esperança e positivo também funcionam apesar do mudador que tem feito mais um dos seus gás habituais para a discurdares desta minha magnifique opinião.
- Sim, porque embora eu não seja muito adepto de fazer psiquatrias, mas, de facto, temos um caso muito caro na política, porque realmente os políticos têm um lado fictício, falso.
- E ainda ontem começou dizendo, não vou dizer isto, depois começou a fazer várias piadas, a emitar uma acrombia e uma alterofilista trans e não sei o que é mais.
- Eu não acho que ainda não, mas eu acho que não falta muito. Mas não é por causa disso, é porque... Eu quero dizer, ele é este tipo de personalidade, este tipo de...
- Criam as coisas mais de as humanas que eu já vi. E este tipo dá uma sensação que é uma coisa que, por exemplo, nasce e contíncias, já é raro o comentador que acima-lhe isso.
- Uma vez que estamos na festa dos 25 anos de agitência, vamos agora a prata da casa para fechar os programas e os comentadores preferidos de cada um destes três membros do Pioneer.
- E é um... gosto muito das apresentações, pode começar, acho que funciona bem. E é um jornalismo extraordinário que nós temos acesso através de circunstícios, eu quero se lembrar.
- O Pedro Michel Contraredes, João Miguel Tavares, elege como programa favorito, uma produção própria da casa, embora já tenha passado, por outras casas.
- Acho que, a significatícias tem a responsabilidade de ter um programa de livros como este era, em que era apresentado por uma figura como franceses de viagas,
- Eu acho que é que ele que estava de fazer esse programa. - Não, não. - Não, não. - Se eu sonhos há nós... - Tinha de ser uma figura como franceses que devia que os por exemplo.
de descomentadores, de comentadores de as secretícias. Mas antes ainda vamos terminar com o resumo visual de todas estas escolhas preparado pelo Diogamador entre os curtos vídeos.
- Por uma razão. Por uma razão, por uma razão, por razões diferentes. Claro que há macumentadores que o cinco com mais fervor no sentido das suas opiniões políticas, ou seja, o que for.
Mas o Nuno Roger, os Amelhazes tem coisas muito, muito singulares, por exemplo, quando a certa altura é atacada a uma central nuclear, o Kraniana, o Nuno Roger, e assim.
- Que me diz que está tudo tranquilo, lembre-lhe. - E os Amelhazes, particularmente, teve aquele momento, magnífico, até na redação aí uns prindos a celebrar esse momento, em que ele traduz frases d'orven em o Kraniano.
- Podes de os movimentos históricos da renda de mente. - Mas já agora, um facto de trivia, interessante, que podem experimentar em dizer em festas e vão ver essas pessoas, entre os países que há gente interessante.
- Mas dois ileitos, mas não são uma dofla. É uma comentadora política e um político comentador. - Eu tinha antes de saber que há uma longa lista de comentadores aqui presente.
- A Marijó Marx, Henrique Campos, Henrique J. E depois desses, é que eles... - É que o Miguel Morgado e Angela Silva foram as escolhas... - Eles chegaram.
- E portanto, para quem acha que às vezes o português é mole, ainda precisa de uma sua doolentejo. Aquelas críticas que nós ouvimos... - Alineu a involucência.
- E aí, está feito o resumo de 25 anos de televisão, marcamos em contruo para dia 7 de janeiro de 2050, para o 5º na área, para voltarmos a fostizar até lá, alegria todos os dias.