• lista de episodios - livros - sobre
  • Especial 25 anos da SIC Notícias: transformações, gafes e episódios patuscos

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    - Vai embotar...
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    Agora já estamos mais afontados, né? Já podem.
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    O peda-mexia já pode falar sem a presença do seu chefe.
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    É um prazer estarmos aqui para celebrar os 25 anos de existência de secretícias,
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    da informação continua em Portugal, uma ideia que sim pós e que já há muitos
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    sucedáneos, aliás era boa a ideia como se vê pelos sucedáneos que,
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    entretanto, criou, embora as secretícias continuam a ser indiscutível pionera
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    neste desafio da informação em permanência.
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    Há 25 anos tudo, era muito diferente aliás, o senhor presidente de República
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    acaba também de tocar esse aspecto, era tudo muito diferente,
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    e neste 25 anos um mundo transformou-se extraordinariamente,
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    uma aceladação que é também resultado das transformações que foram
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    impostas pela paisagem mediática.
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    Transformações essas para as quais as secretícias contribuiu de forma muito significativa,
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    tanto no plano nacional, como no plano internacional, tudo é hoje muito distinto.
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    Nós neste governo sombra, aqui podemos dar-nos ao luxo de chamar assim,
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    vamos fazer uma espécie de apanhado,
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    do que foram este 25 anos, entendemos que levisivos e entermos naquilo que nos
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    interessa normalmente no comentário neste programa,
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    desta vez como ministros sem pasta, os avituais Pedro Messias,
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    João Miguel Tavar e Ricardo Raúges Pereira, numa espécie de viagem no tempo.
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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação a la manhã,
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    porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores
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    afelores das portuguesas, ou iniciativa um Toyota na missão,
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    que apoia instituições de solidariedade social, que nos mantenha em movimento
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    para chegarmos onde queremos, mais alaí.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Vamos ao Bauta Moria, em busca, não só dos grandes momentos
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    e dos grandes protagonistas, mas também dá alguns instantes insólitos,
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    como por exemplo as gafes, não atlvisão sem gafes, sem episódios patúscitos,
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    episódios caricatos, muitas vezes, qual é o seu momento insólito favorito
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    neste 25 anos da Cicnotícias, Ricardo Raúges Pereira?
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    Que viva, Bautar, eu acho que é o meu momento favorito de sempre
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    da Cicnotícias, que é um momento em que o jornalista da Cicnotícias
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    Luís Garriapa está em direto, no estrior e um pássaro do treiro de um tribunal.
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    No tribunal e um pássaro de feca na testa da Luís Garriá.
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    E parece uma coisa menor, mas há um filme do Mel Brooks, que chama High,
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    Exite, que é um conjunto de pastichos sobre filmes do beat-coc,
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    e no pastichos dos pássaros, o Mel Brooks aborda o único ameaça que os pássaros causam
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    a ser humano que o beat-coc não abordou, que é essa capacidade de nos cagarem em cima.
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    E Luís Garriapa, reparem que aquilo passa, tenho planeta à sua disposição.
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    Mas pensou, não vai na testa de Luís Garriapa.
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    E Luís Garriapa, com todo o sentido de uma capacidade de jornalista
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    e com o sentido de profissional extraordinário, a fasta da Cémera,
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    o limpa à testa e por sério.
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    Eu acho que vamos te ver esse momento mais fácil.
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    É, mais tarde, daqui a pouco fazemos um apanhado dos vários momentos
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    e das várias ações que vamos falar aqui, aliás, acho que posso dizer isso,
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    ou seja, o Adácia de Junio, que é o reporter de imagem, ao lado de reportagem cagada.
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    É um grande momento de televisão.
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    Daqui a pouco, acordamos outros instantes insólitos,
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    mas, por agora, deixamos os insólitos para nos concentrarmos nos momentos
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    grande impacto televisivo neste 25 anos da Cicnotícia,
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    a escolha do Pedrmer-Cia recai sobre um acontecimento de impacto global.
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    O 11 de setembro viu a indireteta do Pedrmer-Cia, o espanto do palca macho
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    ao ver o avião que vai contra a Torre Gémia.
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    Acho que é a primeira Torre Gémia que é transmitida em direto, não sei se viram as duas.
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    É a segunda.
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    É a segunda indireteta.
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    E é o palca macho que está no Jolada Dardo?
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    Não vi, eu, como sempre, perdimos grandes momentos, estava no único restaurante chinês
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    que não tem televisão.
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    O hotel é móvel, sem som.
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    Portanto, almocei tranquilamente, foi das até as lixias,
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    lá o que era, só que o ensaí é que sobre, depois fui ver a televisão,
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    e na altura teve diversificação, não só ter visto,
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    e evidentemente, um dos momentos não é indiretos.
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    O que é verdade, mas também, da pior coisa que é acontecer à América na minha vida,
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    ou que acabou por não ser verdade.
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    Acabou a perder outra coisa, igualmente, da linha.
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    E portanto, mas é uma de aquelas imagens que todos nós temos,
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    como é a imagem do Mordi Brilhinho, como é a imagem da época,
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    é ficam mais imagens, algumas imagens.
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    É, está a 56 anos, eu não tinha feito um ano, acabava de completar oito meses,
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    já era um ácido consumidor de informação, João Miguel Tavares.
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    Lembra-se de ver esse momento em direto, também não?
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    Também estava no restaurante chinês.
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    Estava na redação do Diago de Meticias e vi realmente em direto o avião em Baté,
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    na segunda torre. E claro, para a nossa geração,
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    é um momento absolutamente marcante.
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    É o égrafo jornalista há dois anos, eu me saio em 1998, os 56 anos 2000,
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    portanto, são nos contempo ganhos nessa atividade.
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    E, sempre que é o mais de um tempo, o lance de setembro marca também,
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    o pere que não falou nisso, mas marca também muito politicamente a nossa geração.
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    Porque eu acho que é a partir daí que se dá uma politização e que nasce até uma nova de agueita,
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    nessa altura mesmo.
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    Onde está lá e nos blogs e tudo isso?
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    Onde está o no ombro de setembro?
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    Ricardo Aospreira.
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    Estava na empresa para onde foi trabalhar quando acabei a Focalávia,
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    que se me abrutações fictícias, onde eu escrevi até estes molísticos para atores da série,
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    Powerman e Powerman e Powerman e R.F.
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    E por uma razão, qualquer, estava lá o critic de cinemas ouam lápis nesse dia.
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    Estava lá o critic de cinemas ouam lápis, então estamos os dois a assistir aquilo.
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    Porém, as lovisões começam a mostrar aquelas imagens, não é?
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    E vê-se em direto, o segundo avião na salta não sabia ainda bem se tinha sido o que é que aquilo era.
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    E quando o segundo avião em batem a torre, alguém disse, e agora o outro acidente?
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    E depois fez uma pausa para pondrar, é capaz de ser improvável.
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    O que é que a torre, os dois pilotos, se tenham enganado na rota, e prontio tive a perguntar
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    a João Lóper, se tinha gostado mais do primeiro ou do Rimaig da Escuela.
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    Para o Ricardo, os momentos de maior impacto visivo têm sido os grandes incêndios anuais,
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    em particular, imagino as tragédias de pedrógeno e de la Levera do Hospital.
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    Em 2017 foi assim o impacto que o visivo Ricardo levou a fazer, que ele despedá-los,
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    os solidários pelas anacêntro, depois, poucos meses depois dos incêndios?
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    Foi mesmo. Eu estava em casa a ver as circunitícias, e os incêndios liguei a na bela de aventura,
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    que é a pessoa que faz isso, que me organiza os petáculos.
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    Ela tinha visto aquilo na altura depois, ouve um petáculo solidário no mais tarde,
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    ouve um petáculo solidário no máximo.
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    A gente saiu de sarena, não.
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    A gente saiu de sarena, e lembro de ter visto pessoas das donas afetadas, a dizer,
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    "não, isso é ótimo". Nós também gostaríamos de contribuir,
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    para os nossos vizinhos, para os nossos familiares, que foram afetados e tal.
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    E foi isso simpático, porque eu já tinha essa torneia marcada,
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    e as pessoas se eram não preíste, não queriam, mas ainda não.
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    Mas já estava marcada. Foi o último, porque sempre que se vai,
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    as cítios como esses, que são relativamente esquecidos.
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    As pessoas, daquelas localidades, eu fui a tabua, tomo dela, certanha.
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    E essas pessoas têm uma vontade de nos enfiar produtos regionais pelas Google as avais.
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    Dei realmente... Eu sei que o presidente, exá-lo, tem um rei, sabe, de que a gente...
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    Sei que a perciaça, sei que a perciaça.
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    Há uma controversia sobre os efeitos de mostrar o fogo na televisão,
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    vamos ter tempo de desenvolver o tema, mas tem uma opinião a esse respeito, Pedro e João Miguel.
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    É apenas informação, pode tornar-se a ser da altura também uns pedacos e uns pedacos perigosos.
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    Sim, eu gostava que isso disse mais à autorbulação nesse respeito.
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    Acho que há uma cobertura que esticiva dos fogos, mas não tenham, assim, grandes explicações que isso aconteça.
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    Para o caso que se sendo... Os ensílios do exemplo Portugal, eu acho que nós tenhamos uma outra sensação que não era uma outra espetáculo,
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    porque eram pessoas de tecas, que nós conhecíamos, de tecas, de que nós temos de família, etc.
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    É muito diferente de ver aquelas coisas, enfim.
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    A aquela famosa exemplo apocalipsinal do Cher do Nau Palme pela manhã, de facto as gerenes catástrofes têm um lado estética.
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    Eu vou ver as um compositor de stocados, ano que tinha de crise que achou o ano de dezembro muito bonito esteticamente.
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    Ele não cria o bem, porque a casão, ele vai levar a linha mal a esse comentário, mas naquele caso,
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    talvez por ser em Portugal, e por ser no interior, e por ser em cites onde nós temos, ou podemos ter ligações, não sentia-se lá dos pedacos, nem cheços.
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    Ainda neste capítulo, na escolha do momento, de maior impacto televisivo destacado, pelo João Miguel Tavardes,
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    é o tsunami no océano índico em 2004, onde morreram mais de 200 mil pessoas, 200 mil e 28 mil pessoas,
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    ainda se pode dizer que uma imagem é mais de mil palavras, tanto que as imagens foram, de facto, um momento poderoso de televisão.
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    Sim, então hoje, pense que é o tsunami mais destrutivo da história, pelo menos que se conheça.
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    E é um momento de um impacto brutal pela dimensão, pelas imagens, pela forma também como algumas de aquelas imagens, já começavam a ser captadas através de tela móvel,
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    pelo facto de as televisões terrem, enviado a reportas por local, e também como é uma zona de muito gismo,
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    então dentro dessas 200 e tal mil pessoas, eu acho que havia população de todo mundo, e com ainda alguns portugueses,
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    e foi um momento brutalmente mais quente, que é muito difícil.
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    Qual a imagem mais forte guarda esse momento, Ricardo tem algum?
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    Do tsunami, eu não sei se havia a imagem, ou até se essa imagem existiu, mas eu fico lembro-me da ideia de 220 mil pessoas,
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    que nós temos rios, mas um bebê ter aparecido a boiar em colo até a dormir, por tanto tranquilamente, era uma menina.
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    O bebê de 22 dias apareceu a boiar num colchão, uma segunda-vonda trouxe, e o bebê ficou salvo a ser pessoas se eram milagres, e não é.
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    Deus matou 200 e 20 mil pessoas, que esmataram 200 e 20 mil e uma, e não conseguiu matar a essa.
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    É um humor de Deus.
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    É o impio.
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    Isso que o João Miguel disse para mim foi porque nós toda a gente que vê cinema já viu tsunami e coisa de gênero,
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    e uma imagem clínica, uma imagem real, que é real, gênero não todas, mas a imagem talvez iria ver uma coisa e podia parecer já muito visto,
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    embora nós já vai semos que fossem verdadeira.
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    O estela é móveis introduziram patas adicional, ou seja, precisamente por ser mal filmado, por ser, com as sacões,
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    a aflição das coisas que acontecem e aconteceu em muitas outras tragérias, criou-nos uma forma de viver as imagens, que não é do plano, a reenjeidinho do cinema,
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    que depois nos pode tornar insensível para a realidade.
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    Estás queridos os momentos de grande impacto por visivo o 11 de setembro de tsunami no índico e os encendidos em Portugal,
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    desta imagem inesqueciva, as itrágicas destes três grandes momentos, mas há outros, acontecimentos que não se resumem a um momento,
    [23:41:40 - 23:56:40] |
    e com o João Impacto de Lubao é duradou o próximo segmento, a escolha do acontecimento internacional mais marcante destes 25 anos,
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    com uma sobreprodução na escolha, o Ricardo Raúze Prea identifica as várias guerras, com os reporters arriscarem lá sua vida,
    [24:13:20 - 24:31:40] |
    o João Miguel Taváres, ele é especificamente a guerra na Ukraine, e vamos começar por este caso, em concreto, é para si o acontecimento internacional mais relevante,
    [24:31:40 - 24:43:20] |
    João Miguel, em termos especificamente televisivos, ou em termos assolutos, digamos assim.
    [24:43:20 - 25:00:00] |
    Nos últimos 25 anos em termos assolutos, não em termos televisivos, nós, aliás, pelo contrário há um paradoxo que, a mim, sempre fez muita impressão na guerra da Ukraine,
    [25:00:00 - 25:13:20] |
    que é este ideia de nós vivemos no mundo das redes de toda a gente ter um tela móvel e de praticamente não estiga em imagens daquela guerra.
    [25:13:20 - 25:30:00] |
    Isso é muito impressionante, nós em termos jornalísticos, a guerra mais livre que continua a existir, foi muito possívelmente a guerra do Vietnam,
    [25:30:00 - 25:46:40] |
    e quer dizer de repente aconteceu há quase 70 anos, e os americanos aprenderam com isso e não voltaram a repetir tal coisa, e hoje em dia existe uma enorme sensual de imagens,
    [25:46:40 - 26:03:20] |
    ao ponto de nós não vemos os soldados a filmar a nada do que se passa na frente batalha. A guerra do Ukraine, para mim, é muito marcante, porque verdadeiramente,
    [26:03:20 - 26:20:00] |
    eu acho que é o momento que marca o final da esperança de um mundo ordenado, que nós herdamos depois da guerra da queda do mundo de Brilhinho.
    [26:20:00 - 26:38:20] |
    Esse mundo sempre foi muito atribulado, mas eu acho que o agarra da Ukraine nos perdemos essa esperança, e o mundo voltou a ser uma outra coisa, até regressar uma ideia quase imperial,
    [26:38:20 - 27:01:40] |
    que nós achávamos que tinha acabado. O Ricardo não fala de uma guerra em particular, escolha as guerras em geral, o senso tônico, no trabalho dos repórteres que vão para lá, riscar a vida, conseguimos imaginar-se uma situação idêntica?
    [27:01:40 - 27:26:40] |
    Não, não, em pensar, as repórteres que vão para a guerra riscam mais ainda do que Luís que reiata, e dizem-me que sim, a Irina agora está no Ukraine, e a AXI se admiravel,
    [27:26:40 - 28:10:00] |
    e a guerra da Ukrainia, nem é que fazer, faz com que a nossa... Acho que se routa também a nossa solidaridade pelo povo o Kranian, no último, no último competição de clube de seleções, não sei se era o europeu, a mundialas estava num hotel na Turquia, estava dar um jogo da Ukrainia lá, e estavam uns meninos o Kranianos a ver o jogo,
    [28:10:00 - 28:33:20] |
    eu já estava no avi, havia venha a ver a gente, e eu estava a ver, acho que o Kranian ganhou, e todos estiveavam os gos do Kranianos, e por causa disso, por causa deste sentimento, eu achei que quando eu levantei para me ir embora,
    [28:33:20 - 28:56:40] |
    olha para a mesa onde estavam os pais daquelas crianças, e disse "Slavou o Kraniani", e o pai deles disse "nó, eu me racha, não, eu lavaracha", e eu andei a esconder-me desse tipo durante o resto das ferias.
    [28:56:40 - 29:10:00] |
    Com medo que ele dava os meus anela. O que significa que, de facto, não arriscaria tanto como os reportes de imagem?
    [29:10:00 - 29:21:40] |
    Tem, na moral, algum momento, pedram-me-se, e algum momento, particularmente, intenso de reportagem de guerra nestes 25 anos?
    [29:21:40 - 29:36:40] |
    Tem, e curiosamente... Não foi só na Ucrania, mas na Ucrania também que foi, em vários estilos do mundo, mas também na Ucrania,
    [29:36:40 - 29:53:20] |
    pessoas que eram entrevistadas e que diziam com o ar mais normal do mundo, que fomos um bradiatimo, que era o melhor e um ofilho,
    [29:53:20 - 30:15:00] |
    essas pessoas que... Não quero assentuar o argumento a teu do Ricardo, mas que vivem em sitios terríveis, em que, em que...
    [30:15:00 - 31:03:20] |
    Eu, dizendo, bom, nós temos refugios anti-airos, pedimos-o, não são usados, há umas décadas, pedimos-os altos, portanto, há sitios do mundo onde dizia desgrace, e nós pensemos com o nosso programa, por exemplo, o vivo de coisas patéticas, ou patétas, e há pessoas que vivem com a memória das tragedias muito presente, e que podem ter perdido a família, que vão de um depoimento tranquilo,
    [31:03:20 - 31:11:40] |
    não porque sejam tranquilos, mas porque é a vida que eles vivem habitualmente isso.
    [31:11:40 - 31:45:00] |
    Acabam aqui recordado um episódio que se passou com o nosso governo sombra, se estávamos a fazer programa na altura que os elenços que foi eleito, presidente, e nós fizemos umas piadas sobre o facto de haver um humorista, um comediante que tinha tornado, presidente.
    [31:45:00 - 32:16:40] |
    Um palhaço, que a gente se chama, um palhaço, como se chama, e chegamos ao fim da emissão, fomos limpar o pozinho da cara e a maquiladora era o crâniana, e disse-nos, vocês não percebem nada do que tiveram, disse-o.
    [32:16:40 - 32:25:00] |
    Fazem daí, que é uma coisa que teria acontecido, e que ainda que era progréneo, mas...
    [32:25:00 - 32:35:00] |
    Mas, caso naquela maquiladora era o crâniana, mas no seguinte, fosse economista.
    [32:35:00 - 32:58:20] |
    O acontecimento para o internacional do ano, para, destróltermos 25 anos, para o Pedro Messia, foi a pandemia? Viu mais televisão da que habitualmente nesses períodos de confinamento?
    [32:58:20 - 33:18:20] |
    Quer dizer, nós hoje chamamos de televisão, é... vice-ceres, ve-muitas séries, as séries todas, e nunca mais vi depois disso, eu ouviás.
    [33:18:20 - 33:46:40] |
    Mas foi interessante, porque ficamos, foi muito estranho aquele momento, em que, por exemplo, curiosamente arradio, e este programa começou a arradio, eram um bem-tem-bém, também, percioso,
    [33:46:40 - 33:56:40] |
    também, agora quando eu vou apagar um, também, se também eu gostam da arradio.
    [33:56:40 - 34:16:40] |
    E, portanto, a pandemia foi muito estranho, porque eu sou natural, para mim, a distancia social vem naturalmente. É uma coisa que não é preciso ir em mente.
    [34:16:40 - 34:31:40] |
    Não é preciso se poderem, mas ser imposto, não é uma grada, claro, que ficou um pretudo, não é uma ramaia aí, agora sei o cara dos gaminharias pinto, posso dizer.
    [34:31:40 - 34:40:00] |
    Não é uma ramaia, é deputada, e é algo de dizer, de todo tipo, fazer, eles fizeram um chorrasco, não é?
    [34:40:00 - 34:48:20] |
    Mas a atenção na pandemia, houve aquela noção de...
    [34:48:20 - 34:55:00] |
    Era errado ali, a gente estava um estudo no mesmo barco, nós estávamos...
    [34:55:00 - 35:00:00] |
    Quedou, nós estávamos mais um, nós estávamos no Convés, e eu testava lá na sala da marquina.
    [35:00:00 - 35:08:20] |
    Eu vei aqueles vídeos de Jennifer Lopez, mas aqui entra a piscina e o ginásio.
    [35:08:20 - 35:30:00] |
    Já estou forte, a gente está aqui na minha penteauso, mas havia aquela ideia de que a pandemia era um acontecimento transformador, que havia uma espécie de refundação da humanidade, e a gente se achou de todos mais amigues e perificos.
    [35:30:00 - 35:48:20] |
    Então, em síntices dos acontecimentos intransionais, neste último 25 anos, a pandemia, as reportagens de guerra, e, em particular, a guerra da Ucrania,
    [35:48:20 - 36:08:20] |
    nos mantar os acontecimentos nacionais, a gente está aqui, neste 25 anos de cicnotícias, as escolhas recais sobre assuntos mais recentes, o processo marquês e a ascensão dos chegas.
    [36:08:20 - 36:33:20] |
    Já lavamos este dois, porque o Ricardo Rauspreira preferir chamar a atenção para o trabalho dos reporters atrás dos candidatos, nas campanhas e atorais, adomir eles mais paciência ou persistência.
    [36:33:20 - 37:00:00] |
    Tudo é difícil, eu curro-me com vários... o sitio que nós fazemos o nosso programa aqui à direita, passo muitas vezes na relação, converso com os reporters que andam atrás dos candidatos, lá está, fazer-los perguntas.
    [37:00:00 - 37:03:20] |
    A tentar saber se há bloopers.
    [37:03:20 - 37:18:20] |
    Ajudam muito, sim, ajudam porque nós há coisas que nos interessam e também interessam aos jornalistas, as coisas proiminantes, interessam-nos tanto como eles.
    [37:18:20 - 37:35:00] |
    Quando o primeiro ministro aparece com a Berguilha Aberta, interessa mais a mim do que eles, mas são eles que captam e esse momento aconteceu mesmo.
    [37:35:00 - 37:48:20] |
    No tempo da António Costa, ela passou com a Berguilha Aberta, a melhor da António Costa, a chamou-a parte, segredou ali qualquer coisa,
    [37:48:20 - 37:58:20] |
    ajudam para a Berguilha para cima, nós fizemos uns bons cinco minutos sobre isso.
    [37:58:20 - 38:28:20] |
    O deporte, este momento, é entido muito trabalho nos acontecimentos, a gente está que propieda uma energia e para o João Miguel Tavar, o João Miguel, e leja como acontecimento nacional destes 25 anos, a ascensão do chega, por que, João Miguel?
    [38:28:20 - 38:48:20] |
    Olha, não é muito diferente da guerra da Ucrania, é porque é um acontecimento que reconfigura aquilo que é o mundo que nós conhecíamos, não só nos últimos 25 anos, mas neste caso se cadar nos últimos 50.
    [38:48:20 - 38:58:20] |
    Há uma reconfiguração de aquilo que é a política partidária em Portugal, isso é obviamente marcando.
    [38:58:20 - 39:08:20] |
    Quanto é o pedro de mexia, o acontecimento nacional de maior impacto é o processo de marqueiros, mesmo se nem está resolvido.
    [39:08:20 - 39:26:40] |
    Também por isso, por todas as razões, porque é um ex-premio ministro, porque estamos nesta 10 anos, porque nos anos mais vamos ser.
    [39:26:40 - 39:48:20] |
    Foram batidos recores de Manobras e Latóra, das expedientes de Latórias, foram batidos recores de advogados, esta situação de advogados e de surteios, até uma senhora do chega, ele saiu no surteio,
    [39:48:20 - 40:31:40] |
    portanto, tem sido divertido, mas muito gostiente, porque quer dizer se esta é uma questão que essa altura esteve, posta como dependendo de rivalidade entre dois joizes, que é uma coisa de uma cidadezinha, de um esterno e não de um estado do primeiro, mas a mente de primeiro mundo como nós somos.
    [40:31:40 - 40:58:20] |
    Escolhidos dos acontecimentos mais relevantes, não é de espantar que as figuras nacionales e leitas, porque cada um destes ministros sombra, tem alguma coisa a ver com esses mesmos acontecimentos, por isso,
    [40:58:20 - 41:38:20] |
    José Socrath tinha de reventura, estão nesta lista de personalidades, marcantes, embora João Miguel Tavares e o Pedro Mexia cruzem a escolha, José João Miguel, que escolheu a extensão do chega, escolhe elejas como figura nacional destes 25 anos, José Socrath será pelo tempo que lhes de dicônios últimos anos, para o livro que escreveu.
    [41:38:20 - 42:26:40] |
    É um excelente livro que soube disso ainda nas livrarias, já passou na tal, mas é sempre uma boa oportunidade, mas há uma verdade que me parece intestível, de certa maneira, é a extensão dos José Socrath, coincidiu com a extensão dos circunstícios, não todos acocou pré-voltação, mas coincidiu temporalmente, e ao mesmo tempo, ao longo destes anos, ele tem sido um extraordinário teste de stress a Portugal, nós não verdadeis, antes de virmos estar a pagar melhor,
    [42:26:40 - 43:13:20] |
    porque os bancos pagam, muitas vezes não é para ter testes de stress, as empresas para tentar enviar de diante, em certas condições, especialmente difíceis, como é que elas reagem, e só que a extensão dos testes de stress de Portugal entende os políticos, enquanto ele foi o primeiro ministro, e Portugal me for acassou, na extensão, e agora, sei mais um espantoso test de stress a distância portuguesa, e a distância portuguesa também não se está a sair bem.
    [43:13:20 - 43:48:20] |
    Portanto, ele não só é uma personagem fascinante, como anda há muitos anos a mostrar os problemas do país apontando o dedo, e me entendo o dedo, e tanto se se afarque, sem verdade, mas, na verdade, apontando o dedo, aquilo que são as nossas gigantescas, que as férias de lidades institucionais, portanto, no fim disso, se carámos ainda devíamos agradecer-nos a Socrath.
    [43:48:20 - 44:20:00] |
    Já agora, Carlos, acerto a altura deste programa do Governo Sombra, o João Miguel, e eu estava nos ambos a ser processados por grandes vultros da cidade portuguesa, o João Miguel entrava-nos em estudos, estava sendo processado por José Socrath, entrava-nos em estudos, e tudo é importante, e eu entrava a seguir cabir-se mais, porque estava sendo processado por José Camarinha.
    [44:20:00 - 44:58:20] |
    - O João Miguel tinha escrito uma gránica sobre o Socrath, e eu tinha escrito uma gránica sobre o livro de José Camarinha, que era um livro que eu li com risco para minha saúde, e escrevi um teste chamado "A Apologia da Homossexualidade" em José Camarinha, e alguém foi dizer José Camarinha, porque eu ia falar "A Apologia Queria dizer-se".
    [44:58:20 - 45:33:20] |
    Foi um teste, foi um chato, ele foi por Jornais, fazer um barulho, e disse que ele proposa a esquina de proposta, juro, eu não disse nada sobre esse processo, mas ele disse, ele foi por correda a manhã, e disse "vamos os dois ao hospital para nos examinar em o Enos".
    [45:33:20 - 46:03:20] |
    - O que é uma proposta? - O hospital é tão contanto tempo livre, né? Eu gostava de se caro, eu e José, e eu era lá, ou havia 3 anos, lá oitar, só e José era para... era então para...
    [46:03:20 - 46:18:20] |
    - O Pedro Messia atribui-te o figura nacional da André Ventura, já não acha que o adioreceu um epifnômeno?
    [46:18:20 - 46:35:00] |
    - Não, não é com certeza, tornou... eu tinha vários livros, todos os seus tem livros sobre os nostralismos e os fascismos...
    [46:35:00 - 46:50:00] |
    - O próprio adioreventura, tinha alguns livros... - Tenham uma nota final de ver assim, em Espanha, Portugal e Nerlanda, não há?
    [46:50:00 - 46:53:20] |
    - Hoje em dia, já só, né? - É o único peso, não há.
    [46:53:20 - 47:15:00] |
    Mas, para mim, o ventura, o aparecimento de ele o sucesso deve ser uma coisa que foi identificada por uma pessoa retropolada, por que o PNR, e o líder do PNR, quando o ventura apareceu, disse-se sim.
    [47:15:00 - 47:25:00] |
    - Está incrível, andamos nós aqui a ser fascistas há 30 anos, ninguém nos ligando, e agora vai estar o drabal.
    [47:25:00 - 47:48:20] |
    - E ele tinha razão, porque a razão pela qual o PNR falhou, é porque eram os celosaristas que acreditavam naquilo, o ventura encontrou um misto de mercado, é uma coisa completamente diferente.
    [47:48:20 - 48:06:40] |
    - Para o Ricardo Aoros Pereira, a figura marcante a nível nacional desde o aparecimento da circunotícias é, acho que ele pensou que, em da castaria, o presidente é Marcelo Rebel de Souza?
    [48:06:40 - 48:21:40] |
    - Não, não sabia que ele ia estar, se não tinha escrito outra pessoa. - Também deve estar ligado pelo material que fornece aos domingues à noite.
    [48:21:40 - 48:23:20] |
    - Não há dúvida, estou mal. - É por isso.
    [48:23:20 - 48:40:00] |
    - Mas eu acho a figura mais marcante, ainda por cima do Universário da 25 anos da circunotícias, por que Marcelo protagoniza notícias, fornece notícias e comenta notícias.
    [48:40:00 - 49:06:40] |
    - O Marcelo, se uma estação polvísiva quiser te pensar todos os funcionários e pagar só Marcelo, em princípio tem 24 horas de missão, que é o concego, produzir material sociante, comenta algo, etc.
    [49:06:40 - 49:28:20] |
    - Estão despachadas por assim dizer as figuras nascinais e talvez esta seja uma igualtura para mais uma gaf com uma espécie de figura nacional que, afinal, não era escolhida João Miguel Taváres,
    [49:28:20 - 49:48:20] |
    provavelmente o nome já não dirá a maior parte das pessoas grande coisa, mas o João Miguel Taváres faz questão de recordar a returba à tista da Silva e é preciso explicar quem ele é.
    [49:48:20 - 50:00:00] |
    - O quem ele não é? - Sim, sim. Eu sou de uma pessoa desagradável, porque esta gafem, sim, é a mesma imbaraciosa.
    [50:00:00 - 50:23:20] |
    - Mas eu não quero colocar demasiado o dedo nisso, que o New York Times, CNN, Fox News, praticamente o ABC, todos os canais e todos os jones espetáveis têm gafes dessa no corrigo.
    [50:23:20 - 50:56:40] |
    - Eu acho que o que me interessa no caso, a returba à tista da Silva, que foi, era um senhor que dizia trabalhar para as nações unidas e que vinha para Portugal criar um observatório do sul na altura do ajustamento e na altura em que os países de Mediterrâneis estavam sendo intervencionados.
    [50:56:40 - 51:18:20] |
    - E é o basicamente engano toda a gente, para que o cloco no gremio litrário, e depois na altura aconteceu o Nicholas Santos, se eu me ento o visto antes, parece que eu venho aos preços da manhã noite.
    [51:18:20 - 51:36:40] |
    - E claro que isso é imbaracioso, mas aquilo que me interessa realçar aqui é uma coisa que, como já tenho de 50 ou 20 anos, já estou naquela idade quase começa a dar conselhos.
    [51:36:40 - 52:11:40] |
    Mas o jornalista tendem a achar mais convicentes, muitas vezes as pessoas que pensam como eles. E esse viés da configuração, sobretudo em tempos de radicalismo que queram os tempos da toaica e que também são os tempos atuais, é um acho que é um período muitas vezes depois jornalismo.
    [52:11:40 - 52:28:20] |
    - E nós somos mais queridos, nós tentamos convidar-lhe ou não veio? - A posteriori, para descobrirmos o verdadeiro eu, de ter doato de sua vida.
    [52:28:20 - 52:46:40] |
    - Faleciam nos nossos convites, que foi o falso especialista do aluno e o entregador de quizás. - Eu quis, também. - Também tentamos, mas também.
    [52:46:40 - 52:53:20] |
    - Que eu vou as pisas a casa dos daçadores. - Eperoni extraqueijo.
    [52:53:20 - 53:21:40] |
    Agora em 3 fenadas, tal de um coronom do grande velocidade, as figuras internacionais destes últimos 25 anos, com um predomino evidente de memória recente, o único que recuou um pouco mais no tempo.
    [53:21:40 - 53:46:40] |
    - Eu sou Miguel Tavarres, que lêge baraco Obama, ainda resta alguma coisa do consulado Obama? - Não parece que não resta nada, mas eu gosto de recordar Obama, porque foi um presidente absolutamente marcante desde logo primeiro.
    [53:46:40 - 54:18:20] |
    - Alguém que se assumia o próprio, que se assumia, eu tinha membranca e o pai era negro, mas ela assumia-se como um Afro-americano e, portanto, é marcante por esse lado, mas também por alguém que terpente caivinho dos céus e que, em vez de trazer um discurso dodo, traz um discurso de esperança.
    [54:18:20 - 54:51:40] |
    - É que, parece que hoje em dia, nós achamos que a única maneira que os políticos têm de se safar é com um discurso destutivo e muito negativo, e eu continuo achado que isso não é verdade. Acho que o discurso de esperança e positivo também funcionam apesar do mudador que tem feito mais um dos seus gás habituais para a discurdares desta minha magnifique opinião.
    [54:51:40 - 55:11:40] |
    - O Pedro Messias colhe o reverso de Barack Obama. - É um tagagem. - Donald Trump, como uma possibilidade mais relevante deste 25 anos?
    [55:11:40 - 55:38:20] |
    - Sim, porque embora eu não seja muito adepto de fazer psiquatrias, mas, de facto, temos um caso muito caro na política, porque realmente os políticos têm um lado fictício, falso.
    [55:38:20 - 55:50:00] |
    - Este é um homem sem super ego. Não há nada que ele passa pela cabeça, que ele não. Não vou dizer isto ao dia, ainda ontem.
    [55:50:00 - 56:05:00] |
    - E ainda ontem começou dizendo, não vou dizer isto, depois começou a fazer várias piadas, a emitar uma acrombia e uma alterofilista trans e não sei o que é mais.
    [56:05:00 - 56:16:40] |
    - Tudo que ele passa pela cabeça do gênero, isto não se deve dizer, ele pensa a seguir. Então vamos a isso.
    [56:16:40 - 56:30:00] |
    - E isso realmente vejo pessoas a falarem de Jorge W. Bush como o link ao longo de quase.
    [56:30:00 - 56:36:40] |
    - O Ricardo R.O. Espereu, ele é a gelana, mas por ser o homem mais rico todos os tempos?
    [56:36:40 - 56:53:20] |
    - Não apenas por causa disso. Eu lhe acho que ele pode tornar seu primeiro trilho e unário, ou seja, um tipo que já se tornou.
    [56:53:20 - 57:08:20] |
    - Eu não acho que ainda não, mas eu acho que não falta muito. Mas não é por causa disso, é porque... Eu quero dizer, ele é este tipo de personalidade, este tipo de...
    [57:08:20 - 57:25:00] |
    - Para já ele de simboliza é uma espécie de lida daquele... é o símbolo daquele grupo de tecnobilionários que me parecem...
    [57:25:00 - 57:38:20] |
    - Que sou um discurso de "vamos tornar as coisas mais humanas" para fazer aqui umas farramentas para que os seres humanos se aproximam.
    [57:38:20 - 57:55:00] |
    - Criam as coisas mais de as humanas que eu já vi. E este tipo dá uma sensação que é uma coisa que, por exemplo, nasce e contíncias, já é raro o comentador que acima-lhe isso.
    [57:55:00 - 58:06:40] |
    - Mas eu sinto que desde 2021, quando o 007 morreu, ele morreu no último filme.
    [58:06:40 - 58:15:00] |
    - Não é? Se quem não viu, também já não ia ver. - Foi laral da válvana.
    [58:15:00 - 58:26:40] |
    - O 007 morreu, é só minha odeia de 2021, este tipo de bilionário que mestre nos satélites e tal...
    [58:26:40 - 58:40:00] |
    - Era tipo de janto que os 007 perseguia e vêm. - Acho que é por isso que ele sente mais à vontade. Acho que se sente à vontade, ele faz um bocadinho.
    [58:40:00 - 59:00:00] |
    - Uma vez que estamos na festa dos 25 anos de agitência, vamos agora a prata da casa para fechar os programas e os comentadores preferidos de cada um destes três membros do Pioneer.
    [59:00:00 - 59:10:00] |
    - Quanto aos programas os João Miguel Tavares destaca o 60 minutos de novo, nada na produção da casa.
    [59:10:00 - 59:21:40] |
    - Não, havia em massa coisa na produção da casa, mas um canal não se faixa outro produção própria, também se faz de programação.
    [59:21:40 - 59:36:40] |
    - E o facto dos 60 minutos faziga ainda hoje parte da nossa paisagem, em primeira hora apresentado pelo Mario Cresco,
    [59:36:40 - 59:45:00] |
    - depois passou para o que pago ao rediro de Get Descrivado, acho novo mais ninguém pelo mais. E continua claro.
    [59:45:00 - 60:01:40] |
    - E é um... gosto muito das apresentações, pode começar, acho que funciona bem. E é um jornalismo extraordinário que nós temos acesso através de circunstícios, eu quero se lembrar.
    [60:01:40 - 60:20:00] |
    - O Pedro Michel Contraredes, João Miguel Tavares, elege como programa favorito, uma produção própria da casa, embora já tenha passado, por outras casas.
    [60:20:00 - 60:33:20] |
    - E este pode ser um momento embarassoso. Completa-se que de frase Pedro Michel, ilogia em boca própria, é...
    [60:33:20 - 60:35:00] |
    - É vito perio, sei.
    [60:35:00 - 60:40:00] |
    - Mas é um problema que já não existe que se chamava o Governo Sombra.
    [60:40:00 - 60:56:40] |
    - Por três casões, nós sempre achamos que aquilo era um programa de regávio, foi uma grande surpresa que começamos a primeira notícia,
    [60:56:40 - 61:11:40] |
    - e depois aqui faz um programa divisivo, somos o painel mais solido, nunca saiu ninguém.
    [61:11:40 - 61:15:00] |
    - Monogami que digui eu, isso...
    [61:15:00 - 61:18:20] |
    - Monogami.
    [61:18:20 - 61:21:40] |
    - Monogami que é 4.
    [61:21:40 - 61:23:20] |
    - Monogami que é 4.
    [61:23:20 - 61:25:00] |
    - O lipo poli é moroso.
    [61:25:00 - 61:26:40] |
    - Não, isso não.
    [61:26:40 - 61:28:20] |
    - Mas pronto.
    [61:28:20 - 61:31:40] |
    - Mas segue-se tudo com a experiência de pacto.
    [61:31:40 - 61:35:00] |
    - Eu vou dizer que isso é embarassoso.
    [61:35:00 - 61:46:40] |
    - Somos os quatro desde o princípio, tivemos uma coisa muito positiva que é a maneira como programas seguido, sobretudo no podcast,
    [61:46:40 - 61:56:40] |
    - e o facto de sermos, isto é embarassoso, dizer, fonte de informação.
    [61:56:40 - 62:00:00] |
    - Nós acho que, por isso, português, que vivem nos trajetos.
    [62:00:00 - 62:08:20] |
    - Isso dizem muito assim, leva em ser sobretudo, sobretudo jovens.
    [62:08:20 - 62:23:20] |
    - E é um programa que tem uma vantagem muito grande, um programa em que uma pessoa de esquerda é considerada como direita,
    [62:23:20 - 62:33:20] |
    - porque a pessoa de esquerda e uma pessoa de direita é considerada como de esquerda, porque a pessoa de direita é um programa que estava funcionando.
    [62:33:20 - 62:48:20] |
    - O Pro Ricardo Arospreiro, o programa preferido, destes últimos 25 anos, é um programa que esteve na Cica, no canal MEN,
    [62:48:20 - 63:03:20] |
    mas que o Ricardo considera que devia estar, devia ter estado e devia estar na significatícias, escrito em dia de franceses de viagas,
    [63:03:20 - 63:10:00] |
    - e não dá espaço para o livro, na televisão? - Neste momento não há, mas eu estou reverendo por causa disso.
    [63:10:00 - 63:21:40] |
    - Acho que, a significatícias tem a responsabilidade de ter um programa de livros como este era, em que era apresentado por uma figura como franceses de viagas,
    [63:21:40 - 63:28:20] |
    - que falava sobre livros da semana, por exemplo, estou a olhar para as duas pessoas que estão aqui.
    [63:28:20 - 63:41:40] |
    - E ainda, e a entrevista, estavam escritores. - E vieram... - As pessoas de 50 anos que já têm expressão de porquisa.
    [63:41:40 - 63:50:00] |
    - E um porão, uma da manhã. - Há da ver uma fundação que pague isso, uma fundação que... - Ele não se cala com isto há 20 anos.
    [63:50:00 - 63:55:00] |
    - Cortem em programas não prestam. - Eu acho que ele... - Eu estava de ferro.
    [63:55:00 - 64:08:20] |
    - Eu acho que é que ele que estava de fazer esse programa. - Não, não. - Não, não. - Se eu sonhos há nós... - Tinha de ser uma figura como franceses que devia que os por exemplo.
    [64:08:20 - 64:21:40] |
    - Mas não acho, não acho. Eu acho que tu há nuitos sonhos com duas coisas. É fazer esse programa e com o ZZ Camaguinha.
    [64:21:40 - 64:36:40] |
    - Vai ser alta, gnando. - Estamos mesmo quase a terminar, mas falta ainda escolhermos os comentadores preferidos de cada um,
    [64:36:40 - 65:01:40] |
    de descomentadores, de comentadores de as secretícias. Mas antes ainda vamos terminar com o resumo visual de todas estas escolhas preparado pelo Diogamador entre os curtos vídeos.
    [65:01:40 - 65:18:20] |
    Mas vamos lá à prata da casa, o Permescia Elés, como comentadores preferidos, adupla Roger Melhazes. Pega onde estáca?
    [65:18:20 - 65:36:40] |
    - Por uma razão. Por uma razão, por uma razão, por razões diferentes. Claro que há macumentadores que o cinco com mais fervor no sentido das suas opiniões políticas, ou seja, o que for.
    [65:36:40 - 66:05:00] |
    Mas o Nuno Roger, os Amelhazes tem coisas muito, muito singulares, por exemplo, quando a certa altura é atacada a uma central nuclear, o Kraniana, o Nuno Roger, e assim.
    [66:05:00 - 66:15:00] |
    - Não há priga ainda, agora é o telefone com o diretor da central nuclear. - Eu acho essa coisa extraordinária.
    [66:15:00 - 66:25:00] |
    - É mais ou menos como... - É queda do nazismo, estou a telefone, com a Adolf Hitler.
    [66:25:00 - 66:51:40] |
    - Que me diz que está tudo tranquilo, lembre-lhe. - E os Amelhazes, particularmente, teve aquele momento, magnífico, até na redação aí uns prindos a celebrar esse momento, em que ele traduz frases d'orven em o Kraniano.
    [66:51:40 - 67:05:00] |
    - Palabras d'orven em o Kraniano contra Putin e traduzem em vernáculo, no ortaño. - É muito bom.
    [67:05:00 - 67:15:00] |
    - Aqueles momentos em que eles diziam que estão atingerem Putin bem para o que ele é.
    [67:15:00 - 67:35:00] |
    - Podes de os movimentos históricos da renda de mente. - Mas já agora, um facto de trivia, interessante, que podem experimentar em dizer em festas e vão ver essas pessoas, entre os países que há gente interessante.
    [67:35:00 - 67:55:00] |
    - O Zemelhazes é mais novo do que no Rejeito. - O João Miguel Tavars também tem dois ileitos.
    [67:55:00 - 68:15:00] |
    - Mas dois ileitos, mas não são uma dofla. É uma comentadora política e um político comentador. - Eu tinha antes de saber que há uma longa lista de comentadores aqui presente.
    [68:15:00 - 68:25:00] |
    - Eu não fazia a minha ideia. Já para não falar nos digaços da casa. Portanto evidentemente que os meus comentários favoritam.
    [68:25:00 - 68:45:00] |
    - A Marijó Marx, Henrique Campos, Henrique J. E depois desses, é que eles... - É que o Miguel Morgado e Angela Silva foram as escolhas... - Eles chegaram.
    [68:45:00 - 68:55:00] |
    - Sim, mas só depois desses... - É um Miguel Morgado mostrou das jáso inteligência porque ele estava aqui, pisgou-se...
    [68:55:00 - 69:11:40] |
    - Quando nós começamos a falar, mas há nenhuma fugusidade que eu não sei sempre a sensação. Não sei onde é que aquilo vem.
    [69:11:40 - 69:25:00] |
    - E portanto, para quem acha que às vezes o português é mole, ainda precisa de uma sua doolentejo. Aquelas críticas que nós ouvimos... - Alineu a involucência.
    [69:25:00 - 69:36:40] |
    - Não, não, aquilo é sempre política, política, são pistagodes e marcha tudo e eu admigo isso.
    [69:36:40 - 69:48:20] |
    - Finalmente o comentador preferido do Ricardo Auxitreira é... - Então pega lá, esquece-se de um. - Ah, não, era a Auxil Silva.
    [69:48:20 - 70:01:40] |
    - Ah, pois porque eu fiz uma divisão entre comenta-dolíticos, ao ex-politics e jornalistas, porque eu acho que não é exatamente a mesma coisa.
    [70:01:40 - 70:11:40] |
    - E como jornalistas... - Para não dar demasiados graxos os digaços da casa, outras pessoas fagam isso.
    [70:11:40 - 70:23:20] |
    - Eu os clientes de Silva, eu gosto de muitos comentários da Auxil Silva, é impendente, espera muito perspicar e gosto muito.
    [70:23:20 - 70:35:00] |
    - O comentador preferido do Ricardo Auxitreira é o Ricardo Costa. - Exato.
    [70:35:00 - 70:43:20] |
    - É isso mesmo. - Vai haver que eles são graxistas. - São mais línguas e invejas.
    [70:43:20 - 70:48:20] |
    - Caras. - Eu acho o Ricardo Costa um homem, sensato.
    [70:48:20 - 70:56:40] |
    - Um homem pontra sensual, talvez. - Um homem bonito.
    [70:56:40 - 71:06:40] |
    - O facto de ser relacionado a nós checos, todos os meses. - Não influencia em nada.
    [71:06:40 - 71:18:20] |
    - É esta. Vamos então ao resumo visual de todas essas escolhas, o resumo preparado pelo Diogo Amadora,
    [71:18:20 - 71:28:20] |
    começamos pelo Sumário do Ricardo Auxitreira.
    [71:28:20 - 71:41:40] |
    - Não se recordava muito bem de ter feito esses tufenemas, mas que se eu tinha feito, era porque estava, digamos assim, muito persionado.
    [71:41:40 - 71:46:40] |
    Eu peço desculpa.
    [71:46:40 - 71:51:40] |
    - Olá, do vídeo, eu vou ser um vanzario, quero ir.
    [71:51:40 - 71:58:20] |
    - Posso ficar cagado. - Aí tira. Não, espécie.
    [71:58:20 - 72:03:20] |
    - Olá. - Olá, sa.
    [72:03:20 - 72:15:00] |
    - Aqui no incidente que acontece nos direitos, sopendo-se porque, nessa altura, já a possibilidade voltámos ao contato com a Ligi Reap.
    [72:15:00 - 72:20:00] |
    - Direto, obrigado.
    [72:20:00 - 72:25:00] |
    - Ficou como pediu, Ricardo.
    [72:25:00 - 72:33:20] |
    - Eu vou te dar um pedido.
    [72:33:20 - 72:45:00] |
    - Ficou como Ricardo, souficiano. Acho que garantimos a renovação do contato.
    [72:45:00 - 72:56:40] |
    - O Diogamador preparou também um vídeo com as escolhas do João Miguel Tavárus.
    [72:56:40 - 73:06:40] |
    - E nós, nasções unidas, perguntamos aos dirigentes europeus. Quem é que vos disse?
    [73:06:40 - 73:11:40] |
    - As autoridades postoqueadas, não vos disse, era. - Que criam?
    [73:11:40 - 73:16:40] |
    - As mesmas condições. - Que estão acertadas a agressia. - Pois não.
    [73:16:40 - 73:21:40] |
    - Não, mas estou porque os nios levantaram esse problema.
    [73:21:40 - 73:28:20] |
    - Não, porque teve menos tempo do convicado da agressora.
    [73:28:20 - 73:40:00] |
    - Ficou lá saber porque. - Diogamador, porque teve menos planos do Ricardo Costa.
    [73:40:00 - 73:56:40] |
    - É ainda falta o somar e das escolhas do Pedro Messia, mas também a Gaf, porque o Pedro repararam ainda não escolheu a sua gaf.
    [73:56:40 - 74:01:40] |
    - Mas, deixe-me... - E não esquece.
    [74:01:40 - 74:05:00] |
    - Deixa-me tudo dizer a Gaf. É só para... - É isso.
    [74:05:00 - 74:16:40] |
    - É a Gaf, eu queria entregar Gaf, porque é para mostrar como os profissionais da CIC, nesse caso foi nesse CIC mesmo.
    [74:16:40 - 74:21:40] |
    Mesmo quando o R tem a razão.
    [74:21:40 - 74:30:00] |
    - O Permesia não esquece das 25 anos de televisão, esta gaf.
    [74:30:00 - 74:40:00] |
    - Embora uma gaf, como já foi explicado, não na CIC notícias, mas no CIC.
    [74:40:00 - 74:45:00] |
    - Mais de CIC, meio. Esta gaf.
    [74:45:00 - 74:53:20] |
    - O primeiro misto de virar que já atra a assinar também todos os documentos, os advogados da defesa,
    [74:53:20 - 75:05:00] |
    quando o presidente do Irak já não deve poder visitar o amanhã, só não deve se vir a ser enfurcado às primeiras horas deste sábado.
    [75:05:00 - 75:28:20] |
    - E aí, está feito o resumo de 25 anos de televisão, marcamos em contruo para dia 7 de janeiro de 2050, para o 5º na área, para voltarmos a fostizar até lá, alegria todos os dias.
    [75:28:20 - 75:33:20] |
    Obrigada a todos, para bem os cIC notícias.
    [75:45:00 - 75:46:40] |
    - Vem.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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