Livros da semana: conjunções, poderosos, O’Neill e Camilo
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Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores a florestas portuguesas,
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ou a iniciativa, um Toyota uma missão que apoia instituições de solidariedade social
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Eu trago esta semana um livro que respondam projetos em sólito, um livro publicado, em ponta delgada,
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que encontra por acaso na liberaria, se não, mas a mesma, uma dasquelas liberarias onde ainda se fazem boas descobertas.
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trata-se de um conjunto de pequenos ensaios, chamamos de assim, por uma questão de facilidade, breves de invagações,
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fotografias que o texto vai ligar numa reflexão em que se conjuga de um modo delicado,
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Para dar um exemplo, logo abrir o livro encontramos lado a lado, a fotografia de um condo,
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nada amorte o século 19, uma fotografia famosa, aliás, e a de Alexander Leite Vinenco,
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no leite de morte, o ruso que foi morto depois de ter sido envenado por o capas em 2016.
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que cada texto corresponda a um parte de fotografias, é questão da memória e do modo como criamos narrativas,
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próprias, pessoais, justo-a-mbonto, justo-a-pondo, imagens, a matéria prima deste livro,
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invulgar uma rara conjunção, como diz o título, a mais rara conjunção de Luisa Cardoso,
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edição "Aralcária". O João Miguel Tavar sugere um livro sobre processos judiciais mediáticos.
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Exatamente, é um livro do Antonio G. Villela, que é um dos grandes jornalistas portugueses,
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escreve-se sobre os livros durante muito tempo, sobre processos judiciais na sábado,
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chama-se o Tribunal dos Podróteses, a Histórias Inacreditáveis dos processos que mudaram o país
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e a medição da Casa das Leitras, e passem revista os principais processos dos últimos 20 anos
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que tiveram a lugar no famoso Ticão, e portanto, é um retrato desses processos, de certa forma,
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é, especialmente, também, um sinir retrato de cargos Alexandre, porque nessa altura,
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ele era o juiz todo influente, até porque era o único durante muito tempo, e nós estamos numa altura das eleições,
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que se falam muitas vezes do que é o sistema. E parte daquilo que muitas vezes nós chamamos o sistema,
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está aqui muito bem relatado, é um livro com uma quantidade de informação impressionante
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que podia ter vários livros lá dentro, mas vale em mença pena ler para ficar como segmentalho,
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que são os processos das secretas, o Bolíque, o Monte Baranco, o Pará-Compressão Marquês,
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conflitos com o Gole, e depois também os próprios conflitos com o Ivorosa, aparentes imenço a ler este livro para quem quiser,
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O Tribunal dos Podróteses dos Antónios da Vilaela, o Pedro Mexíat traz uma rei edição de Alexandre O Nilo?
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Sim, aliás, isto é uma série de rei edições livro a livro que aciria o 20-feitos sobre poetas do canón por queijo,
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Jorge de Sena, Sifre Melbraa, Nero, Rui Beldo e o Ageno de Andrada, agora o O Nilo,
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isto é um livro do Anil, chamado "A Bandão Univigia" de 1960, é uma expressão muito interessante porque o próprio título,
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ou seja, um homem que vem do surrealismo, portanto, o abandono, mas já não era surrealista, portanto, vigiado,
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E que têm, poemos tão diferentes como um poema, que é um dos grandes poemos portugueses,
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um poema político chamado "poema pouco original do medo", mas também tem muitos poemas de vida quatidiana,
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que o Anil era mestre, nomeadamente, um poema que tem como estribilho, Irene, Sirvó Leite Creme.
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- O Ricardo Aroussino para ir atrás, mais um título para a bibliografia passiva de Camilo Casta Morant.
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O Camilo, como aliás, se nota, pela minha, pela extensão do meu vocabulário e pela...
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é um dicionário, o pronto-subtitulo explica, é um dicionário tuponímico e geográfico da obra de Camilo,
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de num resen, e é o que o livro diz, embora os dicionários não sempre livros úteis,
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né? O mais de la inferência e tal. Mas este vai para além disso, no sentido em que,
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- Ora, neste, há muitas... há muitas boas razões para fazer, não só para catástis,
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explicativos sobre a razão para fazer um livro destes, como também que expliquem qualquer coisa sobre aquilo que era o Camilo,
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então, ser imicronotopónimos, que indiquem, que passou por lá, se calhar a pé, e ainda por cima, depois, tem no final um mapa,
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com a incidência das terras escolhidas pelo Camilo, a maior parte, como calculam,
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é no norte, especialmente no entro do Rimim, que é uma zona que me diz bastante e que eu reconheço sempre quando leio.
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- Está concluída, mais uma rinião de semana, ao 2-oit dias, já mesmo, aos mesmos de sempre,