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  • Livros da semana: Facebook, renúncia, uma entrevista e um romance de despedida

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores a florestas portuguesas,
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    ou a iniciativa, um Toyota una missão, que apoia instituições de solidariedade social,
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    que nos mantenham em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Se chegamos à altura dos livros, e eu trago esta semana um livro com um título que podia aplicar,
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    se bem, há algumas figuras da atualidade nacional, embora não seja o caso,
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    o livro chama-se gente pouco recomendável e o subtítil dá para dar uma pista para se entender,
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    porque uma história real sobre poder ganância e idealismo perdido.
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    A autora é Néos Landesa, uma antiga diplomata que se entusiasmo de tal forma com as potencialidades que viu no Facebook em 2009,
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    que decidiu mudar de vida, mudar de carreira e mudar-se para os Estados Unidos,
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    para se candidatar a um lugar na empresa de Marcos do Carverque.
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    O idealismo de autora, Sara ou Williamson,
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    foi a pensar que o Facebook podia mudar o mundo e ser o motor das causas humanitárias que entusiasmo a vão.
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    Está me dita que foi subindo na hierarquia da empresa, o Facebook foi percebendo um logro em que se encontrava,
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    e este é onde aqueles livros de denúncia em que alguém tendo estado no coração,
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    uma organização poderosa decidida partir a loja toda, a autora conta tudo na primeira pessoa de forma vivida,
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    com uma grande ricaza de promenores, tanto triviais como alguns outros de altas que hança plantário e gel político,
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    como o Facebook é conivente com a ditadura chinesa, como instrumentalismo ao algoritmo,
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    como opera num ambiente humanamente tóxico até a nível das relações pessoais entre funcionários.
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    Marcos do Carverque, quis impedir a publicação deste livro, e foi publicado apesar tudo, mas o facto de ter querido impedir a publicação,
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    talvez seja uma das melhores razões para o lermos. Gente pouco recomendável de Sara ou Williamson,
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    tradução da António Costa Santos e de São Presença. O João Miguel Tavares propõe-nos uma fuga ao eu.
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    Exatamente, com gente muito recomendável.
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    O autor deste livro, o livro chama-se contra a identidade, a sabedoria, a descapara do eu,
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    e é de um filósofo australiano, que é a Alexander Douglas, que foi buscar um filósofo chinês,
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    um filósofo nerlandês e um filósofo francês, para falar desta coisa que é a identidade.
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    A graça aqui é que o filósofo chinês é zoanxi, portanto é um filósofo que viveu, enfim, estima-se,
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    que atravivia ele dentro do século 3, século 4 antes de Cristo, não que entraram num par.
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    Não que ter sido preso. Não, mas ele falou, os entrarem no barque deste livro, e depois é espinosa,
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    portanto, o nerlandês do século 17, e depois é se português.
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    Passe português, por um pô, nós, nós tivessem uma das coisas.
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    Não dá da família da mora, mas quer, porque ele foi bom, eu acho que teve mais oportunidade.
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    É para carregar da fã, para carregar da fã, e o reenegirar de um dos grandes filósofos do século 20,
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    e o que é que eles têm como é, que eles têm como é, solhar contra a identidade.
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    O que é que o Alexander Douglas argumenta com o base no trabalho deste filósofo,
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    é a identidade a ela que se procura e que se constrói, não é ela que propriamente exista
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    dentro de nós que a gente tem que preservar.
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    O livro é de filosofia, é mais pesado do que é normal, digamos assim, não é propriamente uma leitura muito leve,
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    mas é uma leitura muito interessante e também acessível.
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    Portanto, é a identidade. O Pedro Mexia traz uma entrevista em livro.
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    Sim, não é muito comum publicar-se-se entrevistas em livros de altos estrangeiros,
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    que tenham já um certo impacto, como é o caso da Susan de Sontac,
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    que foi, que nasceu em 13, e porque eu ganhei em 2014, eu vou ver.
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    E que foi, obviamente, uma crítica litrária e uma celebridade, que é uma coisa que parece uma coisa que nos termos,
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    e geralmente, era um pessoa bastante viiment e bastante irrequieta.
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    Então, a entrevista é uma entrevista que foi feita para a vista Rolling Stone em 1979,
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    um senhor chamado Jonathan Cout, Cot, e que fala dos estêmeos, que ela fala habitualmente,
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    nomeadamente Vietnam, mas eu vou engar das etc., tem pelo menos duas ou três coisas muito rápidamente,
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    que eu achei muito curioso, mas uma delas é porque que ela acha que as metáforas são fundamentais
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    deste que te confiemos de aula. O livro dela sobre doença é sobre o câncero,
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    é sobre a ideia de não transformarmos o câncero numa metáfora, o câncero é uma doença concreta.
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    O segundo ponto é a ideia de que a escrita não tem sexo, ela diz,
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    "eu, quando estou a escrever, sinto claramente que é minha sexualidade,
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    ou meu gênero, ou seja, não é sexo da, mas o meu gênero se desaparece,
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    se não fez grande sucesso entre algumas feministas e, entre ser lugar,
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    o facto de ela ser uma americana que toda a vida continua a achar que na Europa
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    que aconteceu com as interessantes. O Ricardo Raúl Esperera sugeram rumãs que é uma despedida.
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    E já não tem externo que se calcar, mas...
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    Ah, não tem tempo, então aí se chama-se uma partida, partida do título original,
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    e aí se é uma despedida, ou Julian Barnes, que já tem quase 80 anos,
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    sei que não tem mesmo, a dizer que é o seu último livro, é uma reflexão sobre memória e emversão,
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    que, enfim, é uma coisa que tem purificado que, de facto, acontece a toda a gente,
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    tem embutido, lá dentro, uma história de um rie encontro entre dois amantes de a universidade de 40 anos,
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    depois voltam a você rie encontro, não vou dizer como é que isso acaba,
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    mas tem várias opções sobre a memória e vericia, desde a missão,
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    é só uma frase, por exemplo, "Se é um tutorial disso",
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    há uns dias que aí, pelas escadas, fuimos preenço interessante,
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    e aí se é um julho de um irmão, se tem, é sempre capaz,
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    é sempre capaz de pegar em ocorrenças desta desirizer,
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    olha que interessante que foi, e descrever por minorizadamente os maciamentos,
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    sempre que fala, se é uma feliz, pode ver, se só,
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    de gravaula de canvou, mas falamos mais uma reunião humanal,
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    provando que tudo é interessante, até, que é muito legal,
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    mas, eventualmente, hoje há 8 dias, há mesmo a hora, os mesmos,
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    sempre também em podcast, pedemos que as homenial tá abarça e Ricardo Rúgeso para ela.
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    [Música]
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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã,
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    porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como, um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelorestas portuguesas,
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    ou a iniciativa, um Toyota na missão, que apoia instituições de solidariedade social,
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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