Porém, eu tenho alguma colotância em relação a a ideia dos afetos, e depois percebi que, não quer dizer que me tenha enredido a isso, mas verifiquei que a relação das pessoas,
Sim, acima da política de certa forma, que uma mistura de ser uma celebridade, com ser, com desempenhar um papel de homem do povo, que, evidentemente, não é, mas que o desempenhava bem.
Eu gosto de tendo a custar de uma certa distância entre os eleitorios e os eleitos, acho que faz parte... Não os eleitos, o Presidente da República, o chefe de Estado.
E, portanto, esse modelo não é grave, depois percebi que havia e que ovo no contexto do que aconteceu no primeiro mandato, nomeadamente uma sensação de "elogitimidade" que havia a direita, relação ao governo da Jorimgonsa, que não era evidentemente elogitim, não é, indiscutivamente, não era elogitim, mas foi sentido pelo povo direita como sendo elogitim, como sendo.
Portanto, eu comprei aqui aquele penalti que o Croif marca, que, um tipo, eu vou te chutar para ele e ele marca, e os que dois pedem todos ao órbito, para o lado, e o órbito faz assim uma cara de... Não, nada, quem pensa de facto nas regras?
Uma das funções do Pedro Mxia, ao longo deste 10 anos, foi a descrever alguns eventos de ambit cultural os discursos do Presidente, de quem é que gostaria de ser João Miguel Navarzo, o speech writer?
A speech writer? Não, mas não tem dúvidas que o Pedro Mxia tenha tenha exclíduos lentos discursos, nós depois nunca sabemos bem quais são, porque passa sempre o Marcelo de Belo de Sosa a Leelos e portanto passa a ser a Eleualtor, portanto ele foi uma espécie de exclitor fantasma de Marcelo de Belo de Sosa.
E de qualquer forma, eu lembro o facto do Pedro, notas que ele estava com muita vontade de falar sobre a presença da República e, portanto, fico a espera das suas reações ao novo Presidente da República.
No de 15, neste momento em que estamos a fazer este programa ainda não sabemos quem é, que vai ser que pense o eu, o futuro, a sua cultura, então não já é seguro.
- Para parar, está muito, para parar a regressão. - É que foi muito possível que Pedro Mxia tenha acabado de fazer esta conversa toda, sai de estudo e o seu telefone toca.
Não, não, não, não, não, porque ficamos ainda, não, não, que ficamos ainda essa experiência. Mas no campeonato Speedwriter deixa-me qualquer forma, porque vai estar mais uma vez para a ilugiar, não é por meio-vésio.
O Speedwriter de a Guiabra, mais uma vez o Presidente está sem balada da República, deu um belo, um belo discurso de NetMada de Posts, António de J.S. Goog, e também foi ao mesmo tempo a te perdida de Marcelo de Belo de Sosa e portanto esse Speedwriter que está muito bem entregado.
- Estou na perlinda, talvez, acho que eram excelentes obituários, eu tinha um sonho que era falcer durante este período para ter o meu obituário escrito por Pedro Mxia.
- Queria só assinar, já agora, talvez que este é um programa de comentário da atualidade e da política, que a assosaria cultural da presidência está me péssima.
- Mas essas pessoas teve uma bem consciência disso. - Se, por tudo, dá uma parte em que ele começa a falar dos desafios estruturais, que já estão há muito tempo para ser resolvidos.
- Um, que se metem sorciente, dois economia de baixos de salários, três de desigualdade persistente, quatro, que pobreza constante, cinco, em medicamento, morráfico, seis, murosidade, na justiça, sete,
o crescia do Estado, oito dificuldade no acesso a saúde e a habitação, pode ser ainda mais um, nove, falta de mandobra, desfota de oportunidade para os jovens, 11, falta de segurança para os mais idosos, 12, de confiança das instituições e na plasso política.
- Isto é uma descrição, parece uma via sacra. E António já é seguro, que se ele fazer este ele encagem no primeiro discurso como problemas que já estão para ser resolvidos há de mais há tempo, e ao mesmo tempo a dizer que quer mais ação e menos palavras, e também a dizer que nós temos que ser melhores na organização e menos dados ao improviso.
Isto é um fixo preendido, eu não me em passado fui há aquele programa que o Ricardo faz, que é um que é um que é de menos conhecido que o nosso, e eu chamei António J. Ruaugamei a brincar de vulcante para numa cor, e até disse que eu podia ser um pouco como Pedro Borbóz, era um falso selento, e ele acabou de se revelar um falso sonso.
E vai daí, 24 horas depois, ele sai se com este discurso, e vamos ver. Eu, como vocês sabem, são otimistas extensial, e portanto, eu quero ver este fugoso, António J. Segundo, e nós estamos a espera de ter colocado o nosso voto numa espécie de música morta, mas que é a minha música morta, tipo nível, e vai se ver, e vem da linda, um torborável, estou muito curioso.
Portanto, eu, lá está, eu to a dizer que acompanhei a polêmica, eu tentei perceber a polêmica, o que acontece foi, portanto a senhora tem um vestido de uma marca, ou lá o que é de um tilista que desenhou aquilo, e a senhora substituiu os votões, tirou os votões que vinham do origem, e posou uns votões de que ela gosta mais.
Se tivesse apresentado, a tomada de posse do marido como Presidente de República, numa coisa qualquer que comprou nasar por 50 euros, toda a gente dizia, uma é possível, a oficia que pinder e causa a ansia de sentido.
Eu acho que há aqui uma questão que é, esta senhora já tinha dito que não tinha grande intenção de dizer que isso tinha de ser uma primeira dama, de estar muito presente, como é?
Agora que já se pode pronunciar sobre este assunto, por exemplo, qual dizia, pela primeira amostra, que foi o trácio distinto, mais marcante entre, ou que está a ser, entre Marcel e António J.
Havia um cartaz que, na sexta, não era um cartaz, porque estivesse nas ruas, mas era uma montagem fotográfica que correu aí durante as presidenciais, em que mostrava António seguro, triste, desangado, apreensivo, churoso e era sempre uma fotografia.
De Andad, dizer que ela não tinha uma paleta emocional muito grande, e a gente viu uma cara e tinha graça, etc. Bom, o que acontece é que, então já seguro está com uma cara de gravitas permanente, como é aquela coisa que se toma em que às vezes o efeito dura tempo demais.
E ele está em gravitas permanente, ele está, como se fosse as grações faciais dele, são do último monarca antes da que é bom regime, pelo Estado dizer, veio, ouve-se os casos que nos barbaros.
Eu acho engraçado porque ele quer, claramente, marcar um registro diferente, e acho que não pode marcar um registro diferente, quando essa altura se falou da hipótesia de que se marquismente fosse apresenta a República e atentar uma presidencia a Marcelo, era óbvio que seria que é testrófico, porque não é uma pessoa fácil de ter uma imitação em mais barato.
Até estes publicados em Impression Pursuguesa, de "ah não, muitos meses em que diziam, mas que ela vai ter que pagar a campanha, para não vai chegar aos 5%.
Ele tem extente, por ser com 166, a maior votação de sempre, eu percebo que ele está já promado com a noção da responsabilidade e com a irconto e com projetar uma imagem de seriedade, etc.
Com baias, portanto, isto também vai ser interessante acompanhar. O discurso parece um bem, não acompanho intusiasmo nos jovem e gal, porque são boa parte delas, são preocupações conhecidas do nosso catálogo de preocupações.
A minha questão é o seguinte, é que, em que medida é que essas preocupações vão significar uma espécie de total sobre o governo que falhar nesses objetivos.
Porque uma coisa certa, nenhum governo, e isto, naí o próximo, seja, ele de cor foro vai cumprir aqueles dois objetivos e aqueles dois problemas que o país tem.
E portanto, se nós conseguirmos 3 ao 4, viro ao velho. E por isso, se ele entra com esse maximalismo que o governo, ao próximo governo, ou um governo do outro partido, tem que proteger-lo como já havia ter sido há mais tempo.
Isso não vai acontecer por várias razões, uma das quais foi, porque já tem sido, amplamente, comentado neste programa, porque nós tivemos uma década da António Costa, uma década de noco-formista.
E, Luís Montenegro também não é um primeiro misto que formista, o que sugera que os portugueses agosto de primeiros noco-formistas, ao mesmo tempo que quer reformas.
O João Miguel Tavar fica então ministro, fica então presidente da República, não quero ser ministro esta semana. E, a vez do Ricardo Aospreira, se tornar ministro da década de quem?
Ricardo, eu acho que somos forçados, eu não queria, sinceramente, eu não queria, porque eu tinha feito outra interpretação dos resultados das presidenciais, mas tenho enquanto a interpretação que foi feita pelo chega a queda-do-chega.
E também, entre tanto, um ou até nos preços desta sexta-feira, que atribui ao chega-do-Aospreira, a Axi-Más atribui ao chega depois de distribuir os índices perto de 26%, o que conclui dos números dessas as vezes?
Ambas as chandagens, põem o chega-do-cer lugar, com o resultado no ordem dos 25%, e, portanto, eu lembro quando foram as presidenciais, dicerem-nos, o chega tem 33%, e as pessoas diceram, é o resultado do chega, que tem 20 sempre a subir.
Na altura foi o chega super-adê, isso é uma grande, grande vitória, ultrapassamos os 31% da AD, afinal, não, afinal, saem agora umas duas, são duas, e dão as duas, o chega entreceiro, com um resultado no ordem dos 25%, ou seja,
Por que serviram, então, as eleições presidenciais, que, para se querem, diziam-los uma prova de crescimento, constante do chega, afinal, afinal, estamos aqui ainda neste patamar, anterior a das presidenciais, e se faz com que as presidenciais tenham servido apenas por uma coisa?
Para eles ger mais facilmente antonigésseguro, por qualquer outra candidato control qual antonigésseguro fosse, teria feito um resultado melhor do quando é aventura?
O chega pode ficar a caindo o resultado de aventura, mas tem os olhos postos do futuro, pode se dizer, na futuralia, tem um pavilhão próprio e cartazes antimigração na feira que a AEP, de que aos 9, viu esses cartazes?
Primeiro que o sistema é, claro, que continua a continuar, isso é, começou e, por isso, continua claramente um sistema 3, ou seja, um sistema incomvernável, enquanto não há pontos comunicantes, óbvia entre dois delos e continua a não haver.
Portanto, desse ponto de vista, acho que confirma a tendência, e, de fato, tenho visto, ou tenho falado aqui outro dia na primeira entrevista que o André Ventura deu, que foi aqui na CIC, na CIC Notícias, Joguel, a exclusiva.
E, a outra vez, o André Ventura, a um... O Mente Estado, sem... sem provocações, sem... para ele estar, ele está a tentar, só que o que aconteceu nas presidenciais.
Porque, como provocador, tem um impacto indiscutível. As pessoas ficam indesmadas, falam disso nos cafés. Quando ele deu entrevistas ao fês, pós de... de um Mente Estado, de uma imponderada, isso não tem impacto nenhum.
Volto, claro, voltou. Embora eu, três amorais, que começou bastante bem, depois senti uma necessidade de responder, eu acho que ela podia ter ficado pela primeira intervenção que é muito boa, a segunda não parece.
Não parece ser necessário, mas é preciso perceber se um chega partido de governo e entusiaja-me a alguém, porque nas presidenciais, viu-se que, quando nos debatos, em queventuras teve sério, as pessoas te coincinaram que ele perdeu os debatos.
Bom, a mirante, por exemplo, e isso é uma escolha que tem que se fazer, porque, de facto, nunca vi, desde que o chega existe a dizer, que calma que eles te vontem, que não, viu que era para que ele foi bordoada, visto como ele deu o cabo dele, é isso, e se as pessoas alôram, mas isso não é um perfil de um candidato, de um partido poder.
Como se percebeu com os barómetros, que são das vezes desta semana, o empate técnico precisa, continuou o mená já a troar, digamos assim, péssem primeiro lugar, péssem segundo, chega entreceiro, mas praticamente empatados, é empate técnico.
Que influência, as amigualtavares, podem ter estes resultados, resultados como este, no comportamento dos diversos atores políticos, esta espécie de corrida com tudo a molho.
Acho que a expressão chave é o teu empate técnico, porque isso que indica com as chondagens, já sei que evidentemente, há respostas, nós elencamos os vagos partidos, com os sentos número de respostas, mas depois existe muito gavalto com fiança,
Eu penso que entre a aventura numa das chulas, sete entrevistas exclusivas, que deu esta semana, numa delas disse que, se houvesse outra vez eleições, provavelmente os resultados tinham iguais, isso são palavras do próprio Ventura, e portanto não há propriamente um estímulo para eleições.
Neste momento, não há, neste momento as notícias nesses aspectos são boas pelo Ismoto Nemco, há um presidente república que já se fartou de dizer, também foi uma das partes essenciais dos seus discursos, que quer mais estabilidade, não quer eleições porque dá cá aquela palha, não quer eleições mesmo que o assamente está de seguir sumbado, isso provavelmente de todas as declarações que, que seguro fez, é mais relevante todas.
E portanto, este resultado, nem para técnico, significam que isto não está a mexer. Eu sei que a Quentenha, que que que defenda, que os 30% e os 30% que a aventura receberem as notas mais eleições, significam que o chega podrà alcançar até esse resultado,
mas evidentemente quando estás numa corrida a dois, não é mesmo quando estás numa corrida a 108, toda é, e portanto, o chega está nos 25%, minda que se estiverem, dá ascensão 2 ou 3% acima daquilo que teve nas últimas legislativas.
Mas as presidencias deixaram claro que há de fato um teto para a aventura e que é um teto que eu torna incapaz de governar enquanto os outros partidos colocarem fora do prato.
Tem que se pôr em campo e fazer mais do que aquilo que tem feito, até agora, porque o Lisbon de Nebra tem a oposição do PS, tem a oposição do chega, nem se tem devolver a luz, partidos à sua escrita, e acima tudo tem a oposição de perto de passos quadros.
Ainda que a gente interessante também na saudade é que há estes três partidos na casa de 20, e depois o quarto partido que é, e ela tem 5%, ou seja, ali um gap enorme de 20%, entre o terceiro e o quarto.
E depois os outros têm em 4, 3, 2, 1, 0. Portanto, não há nenhum partido grande, posso governar sozinho. E, de facto, mesmo com, mesmo em soma dos pequenos, grau a grau não chega.
Aquilo é mesmo, sou possível, que dois destes comuniquem, como o PS não vai comunicar com o chega com a certeza, seria mal por país o PSD e o PS comunicar em neste momento.
Foi Pedro Gomeschan, que escreveu que era para... foi só para as eleições, mas que agora pode, e eu não consigo perceber essa diferença, porque o que eu voto nas eleições é aquilo que é o que acontece depois das eleições.
E por isso... quer dizer, eu não quero chegar, mas não possivel qual é essa lógica, mas isso é uma decisão que vai ter que ser tomada a algoritmos durante este mandato.
O Ricardo da Oroespreira fica, então, o ministro de queda estão entre as pastas ministriais por esta semana, agora altura para saber-me porque o peda-mexia se pergunta e depois quem é que tem a resposta para esta pergunta peda-mexia.
-Pois, há duas coisas. Por um lado, de roubar o governo, de roubar até o exército, foi a parte mais fácil, dado o domínio, dado o poder militar dos Estados Unidos,
porque nunca foi muito claro sobre a questão da mudança da regime. Não parece que basta ter, basta ter enfocado sem enforça aérea e tem na imucrida não sequentes dirigentes, para que o regime cai.
-Tamos a falar, já dentro, estamos já falar muito fora do âmbito do direito, como é evidente. E depois há o mesmo tempo que há essa... Não há muita noção de lembrem-nos do Iraque, não é?
-Preciu uma criança a falar de ter andado a porrada, estava entusiasme de ísimo. Estava aliás, eu acho que o polanco protegiu, de nós vemos como ele estava realmente.
-E também... E também o facto de... A base... Uma parte da base maga não ter votado num presidente que é acabar com as guerras perpetuais e com o intervencionismo nos transgered, etc.
-E aliás, a reposição do vice-presidento do Estado do Unido. -Tenho estado muito calado. O que é que ainda pode travar uma crise económica mundial de grandes proporções neste contexto, o Amiga Altavar?
-Bom, a guerra acaba muito de parece. Agora, não vejo como é que se a guerra acaba muito de preencier as coisas que ficarem assim, com o filho do ano, o anterior líder do supremo, mantenta-se à frente do Irel.
E com a sua guarda pretuliana em tocada e com todas as reações do povo iraniano, a serem brutalmente reprimidas, se o irão continuar assim, eu não sei como é que Donald Trump também explica esta minigera.
E para que ela serviu, ele poderia dizer que acabamos com bombatômica, mas a bombatômica já tinha sido acabada, segundo ele tinha sido destruida nos milipotentes.
Então, morrer soldados americanos acabou de cair um avião e as quedas da avião estão em sempre um impacto particular, um avião da bastimento que cai no irá, há seis mais seis pilotes americanos que acabaram de morrer.
-E essas coisas pensam, chegam os corpes, acho que cada dos corpes é filmada, e não me diz tudo, o preço da gasolina explota, que é os países como modo baia, apesar do irão ter dito que não ia voltar a atacar, continua a mandar drones e missas.
É que isto não tem nada a ver por que o níquelas maduras serviam para alguma coisa, não sei se ele tem que ter realmente lá aquele ditador e ele vai para lá.
-Sim, eu acho que um país que tem capacidade de reconstruir um programa nuclear que tinha sido completamente obliterado em tão poucos passe tempo e tem muita capacidade para resistir.
Eu não sei o que eu posso dizer mais. Bom, bravo a refinada e conceptual e espero que a fatigação no restaurante viturino de brejos da moita suba nos próximos tempos.
O bréssio das montas, que é, quer dizer, parece claramente responsabilidade a mais para um rico insuficiente, pelaquilo que sabemos, o que eu sou, é o que vem nos jornais.
Nunca bate certo, fato de sempre sentimos. E portanto, eu espero que seja uma pessoa qualificada, acho muito estranho, que é tribunal constitucional, de escolha uma pessoa que não está capestada a país,
Já sabemos porque é que o João Miguel Tavares se considera refinada, vamos tentar agora perceber e temos que fazer rapidamente porque é que o Ricardo Aros espera.
E desde novembro praticamente, de novembro está parado, eu acho sinceramente que o Estado português devia render-se, devia dizer, "Ok, o senhor ganhou,
nós já percebemos que o tempo e o dinheiro investido nisto não vale a pena, não vale a pena, os resultados obtidos indicam que não vale a pena continuarmos com esta brincadeira."
Esta semana, mais uma desvogada, desta vez, a desvogada oficioso, pediu para sair do processo, embora a juiza, ele tenha negado o pedido para já, é desta que os argumentos avança com...
Sá a altura dos livros. E eu trago desta vez um livro que pode ser o tilo para uma discussão política, que tem as altas opiniões, o tilo, sobretudo, para um conhecimento mais profundado,
daquilo de que está a falar, refirme ao desbatentor do conceito de genocídio, o livro chama-se precisamente genocídio, uma estária política e cultural,
Como o próprio autor faz questão de esclarecer logo nas primeiras páginas, este não é um livro sobre o que é o genocídio, ou para debaterem concreto, cadessos recentes.
É um livro sobre o modo como este conceito, normalmente entende-se como um conceito apolitico, foi desde o princípio profundamente politico, foi coñado em 1944 por um jurista polaco, um judeu polaco, que adriu nas jovens de todas ideias cionistas, e cuja família foi morta por os nazis.
E com este pânio de fundo, essa devogada Rafael Larkin em peñose em propor o conceito de genocídio com um caráter universalista, em grande dedo a partir da sua própria experiência e da tragédia do holocausto.
A ideia viria a ser objeto de uma negociação muito complexa, em que as grandes potências Estados Unidos e União Soviética, potências da época, fizeram questão de limitar o conceito,
tornando-o menos abrangente do que a proposta original. Essas negociações culminaram na convenção de 1948, que foi adotada pelas Nações Unidas, e em torno em vigor em 1951, até o central deste ensaio, a ideia de genocídio funciona como um absoluto moral, dissimulando-no entanto a sua natureza política, por isso, e é apenas um exemplo recente,
Exatamente. Este livro chama-se no tramoto de 1995, e é assinado pelo Tomás Amuraga, que é irmão do Rui Mugaga, que foi presidente da Câmara Municipal do Porto, e o pai de ambos, que também se chamava Rui Mugaga, mas com Ipsla, foi um dos fundadores de uma empresa, que nós conhecemos pelos coloções, chamada Mola Flex, foi uma empresa, e ele foi uma empresa muito importante no tempo do tempo do tempo.
E aquilo que aconteceu foi que após o 25 de abril, ele foi, sobretudo, naquele verão quente muito acirrado, ele foi uma daquelas pessoas que foi vítima de uma prisão, que os justiões nunca se compreenderam, nunca resultou nenhuma acusação, e o Pobrô mais teve oito meses para o preso,
A originalidade do caso do Rui Mugaga é que em 21.965, houve uma manifestação no Porto, de mais de 1000 trabalhadores, dessa empresa, pedindo exigindo a libertação do seu patrão.
E portanto, isto significa que estávamos sempre em verão quente a ter milhares de trabalhadores, a pedir as forças revolucionárias que libertaça o seu patrão, porque aquilo estava da scape de empresa.
E esta é o tipo de histórias que nós, muitas vezes não, vimos contar, os abusos de muita gente foi alvo, no pós 25 de abril, em que houve centenas e centenas de prisões chamcola formada,
são uns dos aspectos que faz falta a historografia mergulhar nisso e apogar o que que se passou, e eu acho que este livro é um excelente contributo para este processo.
Não é isso, é isso, porque a gente falasse de se há colonialismo os piores do que outros, e uma coisa certa, a colonialismo os piores do que outros. E o belga foi terrível, porque, por uma razão, era uma nação relativamente recente, e este rei o leopoldo segundo, rei dos belgas.
No tempo que a belga, já que a tenha uma colonia, o território escolhido é um território gigantesco, sob tudo que comparado com a belga, que é o Congo, o livro discreve todas as negociações e manobras e patrocínios, para que finalmente na conferecia de Berlinha em 1885, 1885, seja reconhecido como território belga.
Ele tratou aquilo, como se trata uma coisa que é nossa, foi um território de caça, de caça, de bom, de liberta e de mentor, uma refia e a borracha, mas também de caça ao homem entre trabalho forçado e brutalidade policial, fala-se entre 8 a 10 milhões de mortes.
E que, inclusivemente, inspirou um livro chamado "Coração das Trevas" do Joseph Conrad, que, por sua vez, inspirou o Francis Farcopola para fazer o policial, e é uma história que tem que começar com o diococão e acaba com o ser Arthur Corandó e ela, etc.
E já agora queremos trair para ver como o cinema enriquece essas coisas, absolutamente, se inspirou a personagem, que faz o Marlombrando. Hoje é um nosso cinema, não melhorar a realidade a este senhorico.
- Fã Matuarda de Copa, o Ricardo Raúche Pereira propõe o livro de uma psicanalista que se psicanaliza. - Exato, Carlos, e em zero segundos, que é o tempo do que te expone.
É isso, é isso, é isso, é isso, é isso, é isso, é isso, é isso, é o subtítulo notas do Divan, ver a Jaconelli é uma psicanalista brasileira que faz isso que é dizer ela mistura a história da sua família, enfim, a família dela tem de facto dois ou três pagulinhas.
- Sim, se concluir com alto a análise, mais uma reunião semanal, dois ou oito dias, a mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcasth, pedimos que a João Miguel Tavares e Ricardo Raúche Pereira.