Livros da semana: genocídio, verão quente, colonialismo e psicanálise
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Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores a florestas portuguesas,
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ou a iniciativa, um Toyota uma missão que apoia instituições de solidariedade social
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São autora dos livros e eu trago desta vez um livro que pode ser o tilo para uma discussão de política
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que tem em alta da opiniões, o tilo sobretudo para um conhecimento mais profundado.
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Daquilo de que está a falar, refime ao debate em torno do conceito de genocídio, o livro chama-se precisamente
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genocídio uma estária política e cultural, e o autor o italiano Paulo Fonzi, especialista em história da violência,
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é professor nas universidades de na polo e de Verdechelli, como o próprio autor faz questão de esclarecer
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logo nas primeiras páginas. Esta não é um livro sobre o que é o genocídio para debater em concreto,
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casos recentes, é um livro sobre o modo como este conceito, normalmente entendido como um conceito,
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a político foi desde o princípio profundamente político, foi coñado em 1944 por um jurista polaco,
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um judeu polaco que adriu nas jovens de todas as ideias sionistas e que oja família foi morta por os nazis
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e com este pânde fundo, essa devogada Rafael Larkin, em peñoce, em propor o conceito de genocídio com um caráter universalista,
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em grande dedo a partir da sua própria experiência e da tragédia do holocausto. A ideia viria a ser objeto de uma negociação muito complexa
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em que as grandes potências Estados Unidos e União Soviética, potências da época, fizeram questão de limitar o conceito,
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tornando-o menos abrangente do que a proposta original. Essas negociações culminaram na convenção de 1948,
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que foi adotada pelas Nações Unidas e em torno em vigor em 1951 até o central deste ensaio,
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a ideia de genocídio funciona como um absoluto moral decimulando, no entanto, a sua natureza política,
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e é apenas um exemplo recente, que tanto Putin usa para justificar a invasão daocrânia como aocrânia usa para denunciar o que está a acontecer e a invasão.
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Exmocido uma história política e cultural de Paulo Fonzzi, tradução de José J.C.R., um livro das edições extentas.
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Exatamente. Este livro chama-se no tramóto de 1975 e é assinado pelo Tomás Amuraga,
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que é ilimão do Rui Mugara, que foi presidente da Cépa do Porto, e o pai de ambos, que também se chamava Rui Mugara, mas com o Ipselan,
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foi um dos fundadores de uma empresa, nós conhecemos pelos coloções, chamada Mola Flex, foi uma empresa e ele foi uma empresa muito importante no tempo do Estado novo.
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E aquilo que aconteceu foi que após o 25 de abril, ele foi um, sobretudo naquele verão quente muito acirrado,
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ele foi uma daquelas pessoas que foi vítima de uma prisão, que os justiões nunca se compreenderem,
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nunca dela nunca resultou em uma acusação e o Pobroma esteve oito meses para o ex-prezo, enfim, acusado muito vagamente,
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mas sem nada de concreto da teviedades contra revolucionárias. A originalidade do caso de Rui Mugara é que em 27 junho 1975,
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ouvo uma manifestação no Porto de mais de mil trabalhadores dessa empresa, pedindo e exigindo a libertação do seu patrão.
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E portanto, isto significa que estávamos sempre em verão quente a ter milhares de trabalhadores, a pedir as forças revolucionárias que libertaça o seu patrão,
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porque aquilo estava da scape de empresa. E esta é o tipo de histórias que nós, muitas vezes não, vimos contar.
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Os abusos de muita gente foi alvo, no pós 25 de abril, em que houve centenas e centenas de prisões chamcoupa formada,
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são uns dos aspectos que faz falta a historografia, mergulhar nisso e apagar um de que se passou.
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Assim não é isso, a gerada de dizer assim, porque a Jesus falasse de se há colonialismos piores do que outro,
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uma coisa certa, quando nos mesmos piores do que outros. E o belga foi terrível porque, por uma razão, era uma nação relativamente recente.
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E este rei olhe o ponto de secundo, rei dos belgas, no tempo que a belga já tinha uma colônia, o território escolhido é um território gigantesco,
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sobre todo comparado com a belga, que é o Congo, o livro discreve todas as negociações em manobras e patrocínios,
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para que finalmente na conferecia de Berlin em 1885, seja reconhecido como território belga.
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E este, como território, aliás, corriso, não é o território belga, mas o território do rei da belga,
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porque não é território do país, é de ser o território, ele tratou aquilo como se tratou uma coisa aqui, não é se foi um território de caça, de caça,
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bom, de liberta, de marfia e borracha, mas também de caça ao homem entre trabalho forçado e brutalidade policial, fala-se entre 8 a 10 milhões de mortes,
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e que, inclusivemente, inspirou um livro chamado "Coração das Trevas" do Joseph Conrad, que, por sua vez, inspirou o Francis Farcopola para fazer o "Bocalipsional",
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e é uma história que começa a co-diococão e acaba com o ser Arthur Corandó e ela, etc.
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e já agora queremos ter ar para ver como o cinema enriquece as coisas, a pessoa em que, supostamente, se inspirou a personagem que faz o Marlombrando,
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Os dois barbas, não, isto tem todos, isto é o Corrado, é o que está aqui, não sei o que, este é o esquerdo é direto, e não é a direita do Corrado.
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Foi uma atuarda de Copa, o Ricardo Raul de Paré era, propõe o livro de uma psicanalista que se psicanaliza.
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Exato, Carlos, e em zero segundos que é o tempo do que te expõe, é isso, é isso, é isso, se chama "Sanálise", o subtítulo note do Divan, ver a Yakonelli é uma psicanalista brasileira,
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que faz isso que é dizer ela mistura a história da sua família, enfim, a família dela, de facto, tem 2 ou 3 pagulinhas, e dela, e dela propõe a sua propa análise,
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eu tenho em algum fascínio por ela que está onde há análise, não muita fé, mas há algumas fascínios, e é sempre interessante ver ela fazer isso,
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Sim, se concluí com alto análise, mais uma reunião semanal, 2 ou 8 dias, a mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcaso, pedimos-se a João Miguel Tavares e Ricardo Raul de Paré.