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  • Livros da semana: poesia, aforismos, contos e coisas da língua

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores a florestas portuguesas,
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    ou iniciativa um Toyota munição que apoia instituições de solidariedade social
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheçam os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Se chegamos à altura dos livros, eu trago esta semana um livro de polisia, em que peguei de imediato na livraria,
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    por razões muito pessoais. Esta é uma recumendação personal.
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    A altura teve uma importância considerada a a gal na minha vida.
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    É importante que alguns professores conseguem ter marcando nos de forma indelevel,
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    mesmo que em alguns casos nunca venham a saber-lo, no caso.
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    Descobri então há uns dias numa livraria acabado de publicar este belíssimo destumúneo de vocação poética
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    da minha antiga professora Elisa Costa Pinto, com quem tivesse sorte de me cruzar no Lício e o Camões,
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    no secundário no meu 10º ano de descularidade.
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    E no primeiro ano em que a professor Elisa Costa pinto deu aulas, o livro chama-se contra corvos,
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    como vem escrito na badana, contra os corvos que bicanos olhos do mundo,
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    estes poemas insistem na luz, mesmo quando frágil, mesmo quando ameaçada,
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    um dos poemas chama-se os gatos e diz o seguinte.
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    Os gatos estão sentados na minha infância como azar vozes estrelas de papel.
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    Através são, além de idão dos quintais, em rostro com o se no regaço de minha mãe
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    e ficam a aspreita sempre dentro da minha infância.
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    Foi de lá que trouxe o meu primeiro gato, chamou-se "Codac", demorou-se o tempo de fazer muita falta
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    e encheu a minha casa do espírito que as casas têm.
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    Hoje a minha casa é outra e enela a um outro gato.
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    Espreita a música dos melros nos quintais, atravessa o silêncio das horas,
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    senta-se no meu regaço e na infância da minha filha.
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    Contra corvos de Elisa Costa Pinto, edição de Poets de Dragon Society.
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    O João Miguel Tavares propõe a sadoria dos clássicos ilustrada.
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    Sim, este é um livro que eu me idea incrível da Akira Bukes,
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    a samba sassa do Rio dos Cossicos, como disserce do Jorge de Rincón e da Núria Solsona
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    e são brevos reflexões à propósito de 30 afurizmos clássicos latinos e grigos
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    e este livro é apontado, quer dizer, um livro para crianças adolescentes,
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    mas na verdade que os adultos também vão poder aproveitar
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    e entre estes 30 afurizmos, há muitos famosos como Carpedia,
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    aproveitamento ou conhece-te mesmo, ou momento morre, lembra-te que é as mortales?
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    Aqueles coisas nós retimos muito aqui, porque somos pessoas extremamente cultas
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    e mas também há alguns deles que são mentis famosos como não há felicidade
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    de tomo desta que possa evitar as dentadas da inveja.
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    Ou então, Ralep Patacala, que como vocês sabem,
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    já que dominam o Grego, significa as coisas belas são difíceis.
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    E eu não devido andar disso, realmente as coisas belas são difíceis,
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    mas aqui a Akira Bukes tem esta capacidade de destructo na faça,
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    e é mais um livro que vale em Mesa Pena, força,
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    que é um grande cheir.
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    Apesar de aprender a expere adolescentes e crianças.
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    Apesar de mexer atrás de quando utilizo a Gosta Gomes?
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    Sim, é um livro. É uma espécie de plação de ladros B como nos discos,
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    que são coisas que foram publicadas em etologias,
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    alguns que quando são retumados de coletanês de contas de luzela de luzes a Gosta Gomes.
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    E são textos sobre o fazer da ficção, por exemplo,
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    há um texto muito longo, que é um cadaver escrito,
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    que é um texto escrito em resposta, não é um texto anterior,
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    e neste ex-enotro há coisas gestigentes, na aula de satura, que acaba acontecendo assim.
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    Este conto era a base de 70 espasinas.
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    Eu como não escreviu o que eu começo, vou agora fazer uma synopsia,
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    então tem uma nota de roda pé, enorme, sobre uma synopsia de um conto,
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    imaginário, imagino? É um brincadeiro sempre que o triunf é zero,
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    ninguém entre um faqui, são todos os desgraçados,
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    é uma história da miseria portuguesa, e ela pega em coisas como o 5 de outubro,
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    um outro polamento que não chega a acontecer.
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    E o que tem interesse é sempre a vivacia da Franca,
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    os poeus mecanismes da ficção e a graça que tem, a medicina do Ducucho.
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    O Ricardo Arostreira propõe um livro que vem de um espetáculo?
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    Sim, exatamente, é o livro do Gregorio do Vivier,
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    um humorista brasileiro, chama-se à flora da língua,
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    e é um livro do humorista, ou melhor se quer, melhor do um certo tipo de humorista,
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    do onde aqueles que têm um fascínio com o seu material trabalho principal,
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    que são que é língua e as palavras.
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    As palavras em geral, vou afarquear esta, de ser uma convenção,
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    que às vezes designa coisas sem que quede uma relação entre as duas.
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    Outras vezes existe, como ele diz, o suçuro, por exemplo,
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    parece ser uma palavra sucerrada e matralhar, obrigar, fuzilar com a língua.
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    Mas também por causa do barulho que certas palavras fazem,
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    que se interessa nos bastante.
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    E depois, há coisas sobre a língua portuguesa especificamente,
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    sobre a especificidade da língua portuguesa em geral,
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    como, por exemplo, a palavra "luar", e "chulé", que aliás é um orgulho,
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    do português, os diminutivos, o modo como elas alteram as coisas e que os sessorangeros não fazem a ideia do que é que significa,
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    por exemplo, a diferença entre quentinho e quente,
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    ou as especificidades do português de Portugal, como o fachino, como se calhar,
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    roinha, javardo, e não distrinhe um fuz da língua?
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    - E Gregório.
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    - Gregório, ou se fosse também se surpreender que o facto do nosso país,
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    o nome dele ser usado, faz designairo, o "at-vimitar",
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    sempre no Brasil, os nomes são "rugo" e "rugu".
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    E, portanto, ele ficou bastante surpreendido.
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    Mas também as especificidades do português do Brasil,
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    como "chingar", que vem do quimbundo, tem outras influências,
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    e também ciririca, que vem do Tupi,
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    e é uma palavra que nós precisávamos cá no português de Portugal,
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    porque dizem-me uma realidade que, realmente, de facto, não temos palavra para ela,
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    que é a masturbação feminina e a palavra ciririca é um milagre,
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    por quase se o avós de dinhos fazer o seu lado.
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    - É sempre que o Eduardo Castro perderam o metabolismo,
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    - Sim.
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    - A flor da língua, assim se conclui mais uma reunião humanal,
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    2, 8 dias, a mesma hora, os mesmos, sempre, também, como sempre, em podcast,
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    pesam-se chia, a 1 milhauta-bar e Ricardo Arrozpreira.
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    - Sim.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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