Ora, vivam vocês um bem-vindos. No final de uma semana em que se discutiu acaluradamente a escolha de juízes pro tribunal constitucional, a semana em que o PS se enganou numa votação, no Parlamento, quando estava em causa uma reprimenda, é uma deputada socialista, por ter chamado racista, é um deputado que é manhã.
E uma semana também em que um cocktail malotófilo lançado sobre uma manifestação à porta do Parlamento, por sorte não se poludiu e não provocou uma tragédia.
Estes e outros são temas para daqui a pouco, mas começamos pela instabilidade internacional com o mundo em pé de guerra, está também em curso uma guerra de narrativas, trampo, garante que está anunciar com o irão, a pedir dos iranianos, uma forma de acabar com as hostilidades.
O irão nega e responde ao presidente americano com um conselho, não chamamos a de pôde rota, um acordo, confia mais nesta circunstância que o Ricardo Rouspreira nos iranianos, ou em Donald Trump.
O primeiro todo se surpreendedi com isto da guerra e qual guerra. Eu não sabia que havia que vira porque o irão foi oblitrado já duas vezes, foi oblitrado uma primeira vez e depois de oblitrado foi oblitrado.
E o brilhete não desaparecia, não desaparecia, mas ficava furtivado, muito descalado, é o com o irão. É um descentir, como nós sabemos que elanda muito três pôde públicos, que é isso, o sentido da palavra oblíter.
Sócio isso, mas reparado, aqui uma coronulgia interessante, que é na semana passada, não se brun ninguém com quem negociar, porque os nossos ataques foram tão eficazes que matamos toda a gente, esta semana as conversações existem e são produtivas.
E vai o DJ da Ivance de Castigo, como é ainda nosso manifesto favor da guerra, parece que há na casa branca já há alguma vontade do presidente em relação ao visto presidente.
Todo mundo ter sido claro, eu devia ter um anel para as pessoas poderem beijar como antigamente, toda a gente que não faça isso, não vai beijar o anel, ou não calça uns sapatões que agora oferece, por causa de uma boa ideia, porque são sapatões enormes, é mesmo a maneira de chamar a palhaça as outras pessoas, os palhaços se acusam aquele tipo de sapato bastante grande.
E portanto é isso, acho que pranto isto, não sei bem quem acreditar se nas declarações do regime que já foi obliterado duas vezes, ou do Donald Trump que diz que já obliterou duas vezes aquele regime com o qual vai negociar agora.
Aparentemente, na verdade deviam ser os dois, por um lado, porque o Irão mesmo não estando obliterado, está bastante fogadinho, ou seja, está basicamente a ser agredido à vontade do freguês, porque não tem forma de controlar nem os misses, nem os aviões que andam bom bagadiário.
Sim, e está sempre para muitos deles, porque esse é um outro lado impressionante, e isso real continua todos os dias, quase da semana, a anunciar que matou mais um senhor lá muito importante.
O feitiuzinha pocalítico quer dizer também que eles continuam a tirar bombocas sobre os vizinhos, e, portanto, não se importam nada que tudo aquilo aparentemente, tudo aquilo rebele, não é?
Eu tenho dovidas, não se importem. Por mais, apocalíptique, seja o teu feitiuz, eu tenho dovidas que, enfim, essa tendência apocalíptica de repente abrange centenas de minhas de pessoas do regime.
Aonde há a importante aqui que o Trump disse que o irão lidear um presente, a frase deram um presente e o presente chegou a ontem e é um grande presente e vale uma quantidade de dinheiro tremenda.
Primeiro, o professor John McQuarter, que é um grande linguista americano que aliás está editado em Portugal pela Tinta da China, um livro chamado "Woke Racism".
Faz sentido que se peça as aplicações, acho que também, faz sentido também que se peça as aplicações, a quem acha que do ano-altrâmbio é um estatista admirável e um modelo a seguir."
em celebrar as coisas boas, porque dizia, "bou, as pessoas começam a achar que este é acabou, já está tudo bem, vão cair nos velhos hábitos, eu não sei o que ele tem.
O momento da hora do que se possa considerar sobre isso, mas não é falso que quando as coisas estão a correr bem, não é a pessoa, é aumentável e... e gasta tudo.
Entregamos a hoje a Miguel Tavaard, de ministro dos cortes, quando ele encardará o espreira, quer ser desta vez, ministro de justiça dia, sim, dia não.
Quer falar da reação indignada da André Ventura, as buscas na Câmara da Albufera, o Câmara liderada pelo Chega, por suspeitas de discriminação e incitamento à ódio, por parte do presidente da Câmara?
E portanto, no histórico de a 2 de junho de 2020, André Ventura escreveu no Twitter e preparem-se, porque se chega a vencer as eleições, ofender policias, magistrados ou guardas prisionais, vai dar mesmo prisão.
Ou seja, estas pessoas passavam a ter o direito de não ser ofendidas, que é um direito bastante problemático, o direito de não ser ofendido, porque basta uma pessoa alugar ter sido ofendida, para ser impossível de mentir-lo.
Isso é evidentemente, temos que acreditar, não há maneira de dizer o contrário e de a contradiar, e portanto, é esta ideia de que se chega for governo, ofender policias, magistrados ou guardas prisionais, vai dar prisão.
Tem este outro problema que é o seguinte, os magistrados do Ministério Público, que acham que a lei foi violada em albefeira, e por isso fizeram estas buscas.
Ao dizer que ela mentava, ali que estão a visitar, usar os poderes policiais e coercivos para intimidar um representante do povo, acho que André Ventura está a ofendeles, e portanto, em princípio, no entender de André Ventura devia ser preso.
É isto, e isto está após outros, mas não para nós. Quais são as leis boas e as que são mais? Acho que nós apreciamos são boas? Acho que não apreciamos são mais.
Na origem deste inquérito judicial, está uma caixa de portada municipal do PS, de uma de portada municipal do PS, de um de por fora, como é que vê este caso, de pedra-mexia?
É muito fácil estabelecer, digamos assim, o prínvio-todo-me de um crime, que é, neste caso, uma questão, que tem a ver com os chiganos, qualquer frase, é geláctica, os chiganos, não sei o que é, como dizer.
Ainda que se pudessem apontar, elas, pudessem, e era forçoso que se apontassem, exemplos de que isso acontece. O que está a dizer é que por causa de eventos, há-se casos, de eventos, há-se porque não sei o que é que está a falar, mas por causa de eventos, há-se casos, de favorecimento, os chiganos, até-se, e entidade, nobeloosa,
em que todas as pessoas não são responsáveis pelos chausátimos, mas pelos atos importados à sua etnia ou a seu grupo, então, essas são de determinados, de determinados, são racional, se fosse uma coisa em relação a um cigano com um crédito, a um membro da comunidade cigan, a uma família, e pedi-se discutindo, agora, quando ele diz, os chiganos, é dizer, todas as pessoas, todos os ruvos, vão ter casas em alpefeira,
que não existe, a comunidade dos ruvos, claro, mas, negrelanda talvez, mas, por antícia, isso é uma deciminação textual, perdão, uma deciminação textual, é uma deciminação racial, de manual, né?
- É uma deciminação textual, agora, acho que é da ler a Maria Alzira VI. - O que que parece mais relevante, o Amigual da Vars, a questão judicial ao aspecto político, neste caso?
- A mígo que parece mais relevante, é aquilo que me parece ser, com a informação que nós temos até este momento, uma escandalosa, a minha estúria, de uma coisa e outra, e que mostra a gravidade, de nós estamos a inventar aquelas coisas como sejam crimes do ódio, atenção, eu concordo com...
- Não, não. - Falei em crimes do ódio, o próprio momento. - Eu concordo com a apreciação que o Pelagmixia faz do caso, o meu problema e é um problema grave, ainda dá para o controle de mais informação sobre aquilo, porque nós não podemos... Só porque aquilo aconteceu numa câmera, o que está... - Que é o chega.
- As buscas foram no sentido de ver se havia documentos que o vaça mais longe, aquela afirmação que feita na Assembleia Municipal. - Mas eu não quero que seja polícia e o Ministério do que eu fazia uma coisa nesta vez.
- Não parece que... - Não sei se é o caso de que faz aqui, porque... - Não estemos aqui, não estemos aqui. - Não estemos aqui, Carlos, eu também acho que não faz sentido.
- Se que tem isso, mas quer dizer. - A operação. - Nós já levamos a ajuda a ablê a Antonio Costa e daquela sua famosa teoria de política, que é política e destino.
- Isso que é isso que nós já tivemos que levar e que suportar e, num maiores vezes, foi que os tões que deviam ser políticas, que crençem-se resolvidas por polícias e por um ministério público.
- Agora, a baleia de um crínio de ódio, uma pessoa do chegue ainda que está já dizer coisas sobre cegantes que são altamente escutíveis, que são politicamente inaceitáveis, o que for.
- É que isso é só para hipóteses. - É que isso não é legal. - É que isso é que o Keele é baseado na este colegações simplesmente do presidente da Câmara Nacional.
- Mas o problema é esse. É que o que é... - O que é a questão? - Certo. Mas aquilo que pague esse, desde caso, mas o problema é quando tu estás decriminalizar o discurso.
- Está bem, mas no vembro. - Mas tu... - Eu percebo o ponto de amigado que nós tendemos a achar istomente problemático porque se tratar do chega, mas tem que se pensar nisso tem apostado.
- Estamos a falar do debate que animou a semana política constitucional com a discussão sobre a nomeação dos três juízes, a nomeação que ainda traduz ser confirmada, votada, etc.
- Ou seja, uns juízes, uns juízes consideram que o Tribunal não tem que estar de acordo com todo o que cada um dos artigos da Constituição, no sentido de...
- Agora, tem que estar de acordo com o Espírito da Constituição. É certamente os primeiros artigos todos, as principios gerais, uns juízes que descordam os primeiros artigos da Constituição,
- O chega, aparentemente, não avançou com a ideia de propor uns juízes, como alguns, em graus diferentes, de que há declarações públicas, e até obra publicada, de descordância, não com o artigo 38-Liniebê, não sei o que é...
- O que é que, dos valores, da nunca seja portuguesa, não é apenas do sistema político, os valores do sistema político portuguesa, e, por exemplo, esses nomes seriam impensáveis.
- Este juíste que estará accedido, escolhido, e propósito, pelo chega, que eu não conheci, nunca tinha visto falar de onde não parece ser um caso de um idiólogo que forigundo como alguns dos que estavam na lista.
- Em que medida é que, na sua opinião, João Miguel Tavares, o facto de um partido ser ou não, um defensor da Constituição, ele dá atributos para propor juízes para o Tribunal Constitucional.
- O fato de que o Partido Cair é rever a Constituição, é que parece que há de vez a Constituição. - É para rever a Constituição. - É para rever a Constituição.
- É a grande questão, é sempre, tem os votos ou não tem os votos. - É prática, mas há uma questão teórica de que não se pode escolher um juiz que diga esta questão, não parece a programação.
- Não, se não fosse um democrata, se quisesse instalar a água, uma ditadura, se quisesse recuperar a Constituição de 1973, todos nós conhecemos distintos juízes portugueses que não concordam com os valores constitucionais.
- Sim, depende do teu nível de descorde, é mais uma vez, precisávamos de ver esse caso, que é a desvolta de 1933, a gente diz, é para, tal não, mas como o manda que vem de turga, não é estúpido e quer ainda mais complicar a situação, foi por ocorrar o nome que aparentemente é do senhor que também não conhece-se-se-se-se-se.
- Talvez agora, se a gente vai ficar com esse tema, tem que ter... - Eu não vou explicar nenhum, até já a iniciativa liberal vai dizer que a protégada não tinha nada contra ele.
- Agora, é um grande problema, é um tema analis que é mais giro que discutir, é a mesma questão dos votos, porque as pessoas dizem, "Ah, espera lá, se péssede chega, iniciativa liberal se juntar, hein?"
E então, tu garante que o PSD vai votar nos senhores juízes, de emprego, surgir de péssede, e toda iniciativa liberal, a empe... Não há tipo linda de voto em secreto, voto em secreto.
- Mas as pessoas que dizem vídeos que são públicos de dizer, eu sou contra 25 de abril, uma pessoa que diga, eu sou contra 25 de abril, não pode ser visto ou não há questionar, certo?
Mas então, o que é dizer? Aqui, o que nos tem vendido a isto, é que no que é central no nosso regime, no nosso sistema, o PSD e o PS estão muito mais próximos um do outro, do que de qual?
Quais que eram outros partidos? Afinal, é mais fácil entender em se com quem quer derrubar o sistema, com quem ostensivamente diz, nós queremos derrubar este sistema.
- De documental, uma outra questão é com quem é que o PSD prefere ter votado. - Ah, não, claro. - Mas isso é, então... - E isso é, então... - Estratamente política e política a partir daí.
- De sentido dos termos constitucionais, o chega, neste caso, o chega, mas por isso é outro partido, pode apresentar a un candidato. Por exemplo, o chega propós nas votações parlamentares na mesa, perdeu quando propós candidatos tapafúrdios.
- Pois, depois... - Mais tarde, os guatê votos para ozelegere. - Agora, os candidatos tapafúrdios não para vencer. Este candidato não parece tapafúrdio. E, portanto, se pão de vista, é difícil reagir da forma que está dar reagir antes.
- Quero falar do atentado falhado que teve como alvo uma manifestação de protestas de Lisboa contra o aborto. Parece por aquilo que sabe deste caso, o Miguel Tavares, que estamos...
- E o pedido que eu faço em relação a este caso é um pedido de cementa que eu já fiz aqui há uns tempos em relação a um caso que envolver uma manifestação em que as ações vieram do lado da DGIT, é...
- Estava muito que fosse nos Estados Unidos, mas é um teste da propósito deste cocktail. E é na sequência de dizer que, por exemplo, em Rebe, com gasolina os manifestaentes do clima.
- É verdade que a forma só para te satiar, que é para animar, que, em democracia, em democracia e quanto olha a espai Europa, há um histórico, em democracia e maior de violência das termasquias,
- que é o que pode aparentemente das termas de guiaita. - Mas os extremistas... - Ah, nos anos 70. - Exato. - Ah, nos anos 70. - Ah, nos anos 70. - É acompanhar as vozes da direita que se caixam de que o caso não teve suficiente atenção de viática.
- Sim, eu acho que aí o coração, um popitante de esquerda que habita as redações dos jornais em Portugal, faz com que muitas vezes estas coisas não sejam olhadas da mesma maneira.
- E foi para isso que eu trouxe para que o tema. - Mas não foram olhadas neste caso? - Acho que não foram numa primeira fase. Não são olhadas da mesma maneira.
- Mas o que hoje em dia existe é que como estas coisas são mais ideológicas, os próprios partidos no prevamento, agarraram no caso e para lidar uma maior atenção de indiática,
chamando pessoas ao prevamento e tudo isso, e foi a partir daí que essa eschenção, ou seja, a eschenção mediática veio à boléia dos partidos e não veio tanto no primeiro momento à boléia do jornalismo.
- E quando eu digo que fact, fact, fact, é, quando tem que que aquela pessoa, que é supposed, o senhor tem que ter 9 anos, quando você realmente faz parte de um grupo de pessoas ou não, porque maluques há em todo lado, maluques organizados são muito diferentes de uma delúclicos individuais.
E é esse tipo de informação que nós precisamos saber, que vai dar de agravidade disso e que eu acho que, parcialmente ainda está em falta. - Como é que você entende recordar os pratos? - Não tem que ter reivindicado a autoria do atentado.
- Pode ser que seja por vergonhas, espero que seja e ficava bem que fosse por vergonha porque realmente seria um bom sinal que alguém tivesse vergonha de fazer isto, mas o teste que sai hoje, do esturiedor, nota, do esturiedor, ruíremos.
- Tem que estar olhando para mim? - Sim. - O teste diz a frase "vocitar a violência política vem sempre do mesmo lado, em que o país é aqui isto, é verdade".
- Ele provou-te de 2008, quando eu estava sob proteção policial por ameaças de violência. As autoridades disseram para ir ter a escuadrada policia de bem-fica, para depois ir com outras destemunhas de pôr ao julgamento de um grupo de senhores muito simpáticos.
- E lá, eu conheci um rapaz que também ia depor, e ele perguntou "Metão Ricardo, vai depor aqui este julgamento dos nazis, e disse-vo, o que que tá acontecendo a ti?"
- Portanto, eu digo que, sinceramente deve ser ótimo viver assim, uma pessoa achar que a violência política vem sempre do mesmo lado, que é um quadrante ideológico que tem o mundo folhe da violência política e que, por coincidência, são os nossos adversários.
- O movimento provido que organizou a manifestação apontou o dedo a, portanto, às vezes, Belmoreira e a AIS de Portada de Joana Mortago, assosurindo uma espécie de altura moral deste atentado por alugado de discurso do odio.
- Como é que vier estas acusações, pedaços de sentido? - Desde logo nós sabemos exatamente o que é que se passou, quer dizer, sabemos o facto em si, mas nós sabemos qual foi, porque depois a história de alcera, geralmente pode ser, quando você, quando você, membro uma organização militante a nossa equilmais, pode ser, pode ser entre lugar aos líderes, mas no movimento, mas os anarquistas não têm líderes, desprezam, lideranças, e portanto é complicado saber, já acho que se tem.
- Mas há um grupo andarquista que já publicou, pronto, foi de se pouco, uma declaração, você também conhece a pessoa em causa e que não tem nada a ver com o que?
- O que é que se atorim moralão é uma acusação bastante pesada, o que é que essas, mas as expectadas podem ter dito que justifica a acusação de, ou seja, o que é que, qual foi a frase concreta, porque de facto, a gente conhece que há frases concreta, e tem discursos políticos, que a ti são as maças, para, para lá, não é uma massa, um senhor.
- Depois não é o senhor do partido, nenhuma delas, aparentemente. Quer dizer qual é o nex, o que é que, em que é que fundamentam que, que, que, que, que, que, que, gravidade, tem as declarações que leve uma pessoa, assim, então vou tirar um quoco de alma autófrica, acho que nós podemos utilizar essas personagens autoriam moralas, e, para dar cada aquela palha.
- Está se parecido, porque é que o João Miguel Tavares, se declara a "molotófrica", o Ricardo Rousspreira, diz que tem esse desorientado, como o PS, e se tem remédio, ou que está feito, está feito, Ricardo?
- O PS, o favor, de um relatório da admissão parlamentar, que transparente, em que a deputada socialista Eva Cruzero, foi repreendida, por chamar racista ao deputado do chega Flipmell, que, mandou ir para a Terra dela, sendo ela negra,
- Sim. - Ah, nisto, tu as histórias, o relatório e a votação socialista, qual é que ele parece mais significativa? - Ah, ó, é que eu gosto mais de papalda, mas são as duas muito boas.
A primeira é o relatório, porque o deputado do carneiro do PSD, verificou o seguinte, há uma altercação no Parlamento, e um deputado devia-se para uma deputada negra e diz vai para a Terra, e a deputada negra diz, isso é racismo e sonofobia.
- Eu, portado do carneiro diz, há uma declaração que é realmente muito feia, é a segunda, a senhora não tem nada que dizer, de chamar racista e sonofobia, eu realmente as vezes as pessoas assim, ó, agora também é tudo racismo, vai para a Terra sempre foi. Não é? Não é bem uma novidade, não é como... - É não ser que seja um branco de feria mundo. - Não, é para, quer dizer. - Vai para a Terra.
- É, mas é um racismo incorrecto, porque sendo uma deputada, a Terra é rebella, é protocolo. - Pois com certeza. - É, e portanto é tratada como a infratora, ó, parece que faz lembrar a anota do pringo de solda, não é? A senhora diz, ele vai para a Terra, que ela dinha, fica que ela dinha não diz nada.
- O segundo ponto, engraçado, o PS votou a favor deste relatório e por enganho, deste relatório que censura, a deputada votou por enganho numa primeira fase e cero, foi devido ao adiantado da hora.
- Há dois problemas com esta justificação, primeiro é, pelo jeito da hora não estava assim tão adiantada. Segundo, nesse caso, é fácil gente já sabe como é que faz o PS votar a favor do que a gente quiser, ponham lá mais por fim, porque eles já estão com um bírito sonho e vão ter em qualquer coisa.
Esta semana, um livro diria em clasificável que, reuni textos de natureza muito diversa, é um ensaio ou um conjunto de ensaios, mas ensaios com muitas afinidades com a poesia e, em particular, com uma espécie de história mítica do mundo, o livro chama-se os Espíritos das Aves
e este título corresponde a um dos 30 altas de tater reunidos, é uma peça literária centrada nas aves desaparecidas ao longo dos tempos e, no modo como elas continuam a sombrar a nossa memória cultural.
Mas este é apenas um pequeno exemplo de um conjunto muito variado que surge, que a improsa, que a impuizia e, em certos, de simples situações, onde hay numerous sões, para isso contribui o facto do autor, ser um profundo condicador das culturas maia e a destaca e um reconhecido tradutor para inglês de poesia chinesa, com um gosto muito particular pela contenção verbal e por aquilo,
que nós podíamos chamar uma quética do inigma, como por exemplo, neste pequeno texto de inspiração japonesa, um desconhecido da anos uma pedra e pednos que soveremos nela desconcertados assim fazemos, a pedra cresce e cresce até nos esmagar.
Sim, porque morreu esta semana o desenhador belga e, também, algumas vezes argumentista, Hermann e ele, para quem como eu começou a ler pela banda desenhada, é uma figura muito importante, as todas as pessoas que gostam de perder, porque é o desenhador de comãs,
que ainda há pouco tempo falei dela aqui, de Bergenrich Prínse, da Série Geremia, e talvez, de uma da chega, se não está integralmente publicada em Portugal, mas talvez seja para mim o seu melhor trabalho que é o estorço de bom morrer.
E, entre tanto, um pouco antes da sua morte foi publicada em Portugal este volume, que junta duas histórias, embora as histórias não são ligadas em de si, chama "Sold Pie Enders" e outra chama-se "Redenção".
Não são do seu melhor período, este este livro tem cerca de 10 anos, e portanto ele já era um sépto hoje-enário, mas ainda assim era um desenhador extraordinário e vale sempre muita pena morgulhar neste seu mundo,
que de muito virtuísmo gráfico, de aplicação direta de acordo, que é uma coisa que só está mesmo ao alcance dos melhores, e também o mundo sempre é agressivo e violento, mas com uma enorme qualidade.
Assim, um grande filósofo, uma figura fascinante, chamado Ludwig Fitt, Peter Lester, dá-se o caso da relação ao Peter Lester, na ver uma biografia totalmente canónica e o próprio autor desta biografia,
Este livro chama "Se Filos Finera dos Aviões", no sentido em que as perguntas filosóficas na era dos aviões são mais ou menos iguais às perguntas filosóficas da era da Pedral, da Pedral Oscar.
Portanto, o Victor Canessant tinha uma grande relutância em reconhecer certos problemas, como vovralhadores, problemas filosóficos, e o livro é um livro muito pequeno para a vida nobolyoses, que ele tem, não se sabe muita coisa sobre as suas creças religiosas, sobre a sua sexualidade, sobre uma série de dúvidas,
de carreira, a sua relação com o dinheiro, etc., mas mostram uma coisa muito interessante, é que neste filósofo, talvez até percebemos um pouco sobre a vida dele, é uma biografia interessante, porque ele nunca se parou a vida da filosofia e, sobretudo para ele, todas as questões filosóficas, só tinham interesse a propósito de vida incongreto, não de abstrações,
mas da cadeira, do copo, da mação moral concreta, e, portanto, isso não é para saber coisas, outros candidalosas, sobre a vida do Victor Canessant, é sobre perceber na verdade o seu pensamento.
Sim, exatamente, é um livro de, eu ano, chaputu, que somos irresponsáveis, e é isso, o subtitulero, quem pôs Hitler no poder, o livro discreve aquele ambiente, anterior, a extensão de Hitler, um ambiente, enfim, é um ambiente exótico para nós, porque havia a ideia de que existiam três blocos,
A via também, essas forças políticas que começaram a inclinar-se para esse terceiro bloco, e, sobretudo, uma quantidade de empresários, de indostriais, que, na tentativa de manter em o poder, resolvem financiar, e Hitler, e tal.
É por isso que, para este, quem quiser, a ra, tem aqui, e, isso, outro livro que, se eu já há mais tempo, o livro de "Esteradão que Chote", do Eric Vuillard, que se é maior dendo dia, precisamente porque é uma reunião que não estava na ordem do dia, uma reunião no raio de esta tag entre vários empresários, e Hitler, onde é esse empresário de esta aqui na capa, este que a gente está na capa é o senhor "Crupe" com 2 pês, nome que nós conhecemos bem, porque a empresa dele tinha o mesmo nome,
- Na ciência conclui mais uma reunião humanal, 2,8 dias, a mesma hora, os mesmos, sempre, também, que não sempre é um podcast, peda-me que tinha João Miguel Tavarres e Ricardo por hoje para ele.