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  • Livros da semana: Abril, Jesus, fascismo e palavras

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou iniciativa um Toyota na missão que apoia instituições de solidariedade social
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Com o livro "Se chegamos aos livros", esta semana,
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    chegados a Abril voltamos ao tempo dos boletos, estivemos na quinta-feira a celebração dos 50 anos de Constituição da República,
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    ainda está em funções à comissão comemorativa 50 anos, 25 de abril,
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    e tem sido muita produção de bibliografia ar-repeite de este F-Mérite.
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    E agora, um novo título, chamas em torno de Abril, mas com um enfoque ligeiramente diferente do que tem sido comum,
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    parte do preseposto de que, para compreender o momento, fundador de democracia portuguesa,
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    será necessário para isso estudar o imediatamente antes, e o imediatamente depois do dia 25 de Abril,
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    é isso que se propõe os turiadores a Miguel Sardica a analisar, e é este subtitulo da obra,
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    25 anos que mudaram Portugal, os 25 anos que decorreram entre 1961 e 1986.
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    As colhadas datas não é aliatório, obviamente 1961 marca o início da guerra colonial,
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    1986 assinal entrada de Portugal na CEN, na comunidade econômica europeia.
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    Como escrevo o autor da obra, é pela história analítica e não plumito a crítico que Abril pode deve ser estudado e compreendido.
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    Em torno de Abril, 25 anos que mudaram Portugal, 1961 e 1986, de José Miguel Sardica,
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    edição da Fundação Francisco Moral dos Santos. O João Miguel Taváres sugera um livro apropriadamente Pascal.
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    Exatamente, nós estamos a gravar a espelhama na sexta-fega santa, e não só por isso,
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    também, se tem falado que a religião está regressável, por menos uma atenção renovada em relação ao fenômeno religioso,
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    e este livro já tem alguns anitos, mas eu descobriu há pouco tempo e acharia bastante graça,
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    se chama-se a história de desus para pessoas compreça, estítulos perigos, para aquilo que é, basicamente, uma breve integrupção ao cristianismo,
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    mas que está especialmente bem conseguida, este Anthony Ladón é professor de novo testamento numa universidade da Inglaterra,
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    e eu aborda tante questões como móveis, como a construção dos evangelhos, e eu tenho menos óbvias que têm ver com a construção iconográfica de zoos
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    e como a imagem foi evoluindo ao longo dos anos. Ela certe, a altura, diz que a cultura intelectual tem várias estações,
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    e que para que a estação surre um novo de zoos, e eu concordo com isso, e é por isso que esta personagem fascinante continua vivá-se,
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    e parece que a ressurgir está todo mundo. Se está uma coisa que ninguém chama-se, eu perdem-se atrás uma reedição de Eduardo Lorenzo.
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    Se este livro que chama "Faixos no Que Sistio", que tem umas aspes de bem entendidas, não por ser um livro, mas por ser sarcástico,
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    é um livro sobre a análise do que aconteceu, foi escrevam, então, um doses escritos, boa parte deles, no período, pós-revulsão, livre é de 76,
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    sobre o envolimento de forces armadas, a relação orgânica do Estado novo coegreja, uma certa ideia de normalidade que o Estado, novo, deixava que se criasse,
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    ou fazia porque se criasse, e é o ponto muito importante, em dois teixos que têm este título, que é que nós chamamos exatamente o "Faixos no Que Sistio"
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    e que não é interessa tanto se o Estado novo, pertence ao faixismo histórico, como discutiu os historiadores, é o que aconteceu em Portugal, em 20 de noventa de sete de abril,
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    para além de ter acabado a censura, a política e a escolanhas um pouco mais tarde, que faz com que o regime seja o outro, seja diferente, que mudança é que houve, e ele diz, essa é mudança, é a discussão importante, e na altura, para a professora do Eduardo Lorenzo, isso não era claro.
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    O Ricardo Arospreira propõe, digamos, linguística para o povo.
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    O povo, digamos, popular, linguística para o povo, será isso, mas no sentido, no melhor sentido, a palavra popular, ou seja, linguística, não deixa ter profundidade acadêmica, mas é a si, regularmente como eu.
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    E portanto, nesse sentido, seja, um livro de linguística para o povo, que chama "Risos da Língua", do "Personal Marconéfica", que é "Personal Nixado Nova", e de quem eu tenho recomendado as novas completas, e continuarem a fazer o subtítulos de HD,
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    e a história de 50 palavras portuguesas, e é muito apelativo, porque as pessoas, a língua, como toda a gente sabe, é uma experiência muito íntima, e pessoal, porque toda a gente fala, a gente esperemos essa praveras dela, e saber o que querem, do onde vêm, qual é a genealogia etimológica dos instrumentos que nós usamos para nos esperem ir.
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    É realmente fascinante, e aqui neste livro, por exemplo, a palavra é muito simples, como "Mem pai, a origem dela está aqui", "Mara", etc., "Golo", "Golo do Plamento", "Golo do Futebol", e "Golo do Embrocar", "Líquido", mas também, por exemplo, a palavra "Fetish", que eu sabia, de que vinha do português feitiço, e que tinha ido a França, e tinha voltado com o fetish.
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    A história é mais complicada, porque antes de ir a França, passa pela Holanda, e é por isso que depois é preciso ler, pra descobrir, e são histórias fascinantes.
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    E me dá um abraço, está ali, eu vou estar antigo, esticou bem que se diz "Fetishismo".
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    Assinço concluir mais uma regina de Manaus, em Manaus, dois ou oitias, há mesmo horas, os mesmos de sempre, também em podcast, pedram chias ou migralta-vários e recardaram-os para ela.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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