sobre o envolimento de forces armadas, a relação orgânica do Estado novo coegreja, uma certa ideia de normalidade que o Estado, novo, deixava que se criasse,
ou fazia porque se criasse, e é o ponto muito importante, em dois teixos que têm este título, que é que nós chamamos exatamente o "Faixos no Que Sistio"
e que não é interessa tanto se o Estado novo, pertence ao faixismo histórico, como discutiu os historiadores, é o que aconteceu em Portugal, em 20 de noventa de sete de abril,
para além de ter acabado a censura, a política e a escolanhas um pouco mais tarde, que faz com que o regime seja o outro, seja diferente, que mudança é que houve, e ele diz, essa é mudança, é a discussão importante, e na altura, para a professora do Eduardo Lorenzo, isso não era claro.
O povo, digamos, popular, linguística para o povo, será isso, mas no sentido, no melhor sentido, a palavra popular, ou seja, linguística, não deixa ter profundidade acadêmica, mas é a si, regularmente como eu.
E portanto, nesse sentido, seja, um livro de linguística para o povo, que chama "Risos da Língua", do "Personal Marconéfica", que é "Personal Nixado Nova", e de quem eu tenho recomendado as novas completas, e continuarem a fazer o subtítulos de HD,
e a história de 50 palavras portuguesas, e é muito apelativo, porque as pessoas, a língua, como toda a gente sabe, é uma experiência muito íntima, e pessoal, porque toda a gente fala, a gente esperemos essa praveras dela, e saber o que querem, do onde vêm, qual é a genealogia etimológica dos instrumentos que nós usamos para nos esperem ir.
É realmente fascinante, e aqui neste livro, por exemplo, a palavra é muito simples, como "Mem pai, a origem dela está aqui", "Mara", etc., "Golo", "Golo do Plamento", "Golo do Futebol", e "Golo do Embrocar", "Líquido", mas também, por exemplo, a palavra "Fetish", que eu sabia, de que vinha do português feitiço, e que tinha ido a França, e tinha voltado com o fetish.
A história é mais complicada, porque antes de ir a França, passa pela Holanda, e é por isso que depois é preciso ler, pra descobrir, e são histórias fascinantes.
Assinço concluir mais uma regina de Manaus, em Manaus, dois ou oitias, há mesmo horas, os mesmos de sempre, também em podcast, pedram chias ou migralta-vários e recardaram-os para ela.