E agora quer falar das reações ao artigo de Carvalho que se elva nos prestes da semana passada, com recomendações a Montenegro onde se notou uma descarpância de pontos de vista em relação aos conselhos que passos coelho têm dado ao Primeiro Ministro.
Ah, e então para cavar o que acontece é que as reformas são remédios, que é ótimo no futuro e embora saiba mal a princípio, não se podem fazer com o chega, porque o chega é intratável, não é possível negociar nem a próxima rece do chega.
Tiro a ilação de que são... apesar de pretencerem a mesma partida são pessoas muito diferentes, no sentido em que passos coelho entendas reformas, não como um remédio, que o povo tende a ser convencido a tomar para o seu bem,
mas como um castigo, normalmente é essa perspectiva de pedra passos coelho, o discurso dele indica que as reformas são castigo que povo merece, e nessa medida não surpreriando, que é lache que é ao contrário de que a vaca, que o chega é o partidil ideal para ser um aliado na aplicação das reformas.
Essa é um aspecto essencial que o artigo de cavaco se leva a que comentar o ele merece, o Amigal Davar, o facto de cavaco aparentemente saírem de fazer as linhas vermelhas em relação ao chega.
Não estou se sentando certo disso ou melhor, acho que tem que claraificar, ou temos nós aqui claraificar, porque tu não clara e fiquem as nada, porque não comenta, o que é que significa as peção linhas vermelhas neste caso.
Porque, em geral, linhas vermelhas significa, este partido tem uma determinada ideologia e convicções que são impostáveis, e portanto nenhum partido de centro pode se querer começar a negociar com estes senhores.
O chega é infrequentável? Não, o que vaca se leva pode dizer que sim, pode zidar a conclusão que é infrequentável, mas não é infrequentável dessa maneira.
E portanto, as críticas que o cavaco faz ao chega, acho que são críticas que o compagnante, bastante melhor do que as críticas habituais das linhas vermelhas, porque o cavaco diz é, literalmente, que é uma força política de polvida de uma ideologia minimamente coerente.
Estas blocos fora? Não, não, não, mas são críticas totalmente diferentes, elas são alguém que acha que este senhor esteu uma ideologia quase fascista e que os torna totalmente infrequentáveis.
A crítica de cavaco é, eles são infrequentáveis porque não têm uma ideologia compreensível, porque são inconstantes, e porque, basicamente, não são os gritos e são populistas e ninguém percebe o que aqueles queerem.
Eles são linhas vormalhas. Não, não são linhas vormalhas. Linhas vormalhas é, eu nem sequer começo a conversar com esses senhores, porque aquilo em que esses senhores acreditam não pode, não é legítimo para partidos mudarados ao centro.
Porque não é natureia, é na prática, não é aquilo que eles defenden, porque eles não defenden coisas nenhuma. São populistas e são, como eu próprio diz, não têm interdebilidade.
Essas críticas acham muito diferentes. Convém que o conceito de linhas vormalhas ou aquilo que eu percepõe linhas vormalhas não têm, não esteja sempre para mudar a bem da argumentação.
Bom, então chegamos a um ponto que não se perceba ao mesmo tempo qual é que é essa ida do Lisbon Teneiro. Porque o PS não quer, isso chega não sabe, onde é que vem essas reformas.
No mesmo tempo que está a dizer que o Lisbon Teneiro tem que fazer reformas estruturais, está a dizer que este PS não parece que ele não quer, e que este chega como tudo isso é infrequentável. Então como é que ficamos?
Como é que entendeu, Pedro Mexer responda de Luís Montenegra ao Artigo de Cavaco dizendo que ele o artigo caiu que não é uma louva a expressão da estual.
Daça um toque e serve ou não serve, que é o que está acontecendo quando o presidente, ou neste caso as presidentes, se pronunciam e os governos, no poder, dizem que concordam inteiramente com o que disse o senyor presidente.
Pode dizer que não há nada que nos permita dizer, só pela por este tempo que já leva dos dois governos, que nos montenegra seja um primeiro ministro que a reformista pode dizer que Cavaco era reformista assim e que passava a reformista assado, mas onde está a indicação do que a reformista?
Mas teria ele verdadeira vontade de fazer são os discursos de luz montenegro e as intervenções dele nesse sentido, ou estão a vista como aliás provou que as portugueses parecem preferir pelos 10 anos de António Costa.
Cavaco se lhe va dizer uma coisa bastante perabólica, disse que luz montenegro chegou a pro primeiro ministro, mas bem preparado do que ele Cavaco se lhe va.
Foi um chece de ilogio, não parece que este artigo prova que Cavaco não está provavelmente contento com a maneira como as coisas estão desencolado, não é a alimentação governativa.
É só uma coisa que eu estou aqui há distância e às vezes não consigo intervire. É só uma coisa final, só porque eu acho que não é desprotemal dos palavras do Cavaco, que diz que chega tem como marca distinto e varretário e cada confrontação e discurso de atral do ódio do insulto da Calunia da mentira.
O líder do cheque procurou enganar e o líder esportoqueza através de uma gritaria de protensas verdades sobre a situação do país, sujeindo falsas funções por problemas, tal como a despartidilza europeia é da mesma estirpo, chega e destituída da credibilidade política.
O que é a estabilidade? É a estabilidade, que a lei já é uma coisa que já aqui foi criticada, basta as vezes. É ninguém perceber o que é que é que é lei, é uma coisa em forma de sim.
Mas é uma coisa ideologicamente uma salçada, pode se admitir que é uma salçada ideológica, mas como a inclinação clara ponto a um determinado ponto, como provar aqui esta história do discurso de atral do ódio do insulto da Calunia da mentira.
Não é isso, não é isso, não é isso, não é isso, não é isso, não é isso, como é evidente, mas por exemplo, como tu sabes, a nível que a vaca civil é muito sensível a questões económicas.
O Ricardo A. O. Esperega fica com a parte de ministro das outras reformas, o João Miguel Tavares, a pedigree esta semana do cargo, de ministro, porque preferer ser líder do partido mais reformista de sempre, o que que lhe inspirou esse modo hyperbólico.
Mas convém que eles não vendam o seu PS, não se entendem que a gente tá a ver como PS que tá a pôde e mal chegoso, e queremos convencer que é o mais para que todos os tempos.
esse grande referimento da pequena paixão pela educação, que eu sabia ter paixão de expletucação, não é nenhuma reforma, ou, no caso de António que gosta,
fala na importância, e foi importante a importância das contas certas, e do contor ou do DF, isso é verdade, que António que gosta vestiu essa camisola,
mas isso também não é ser reformista, foi uma coisa muito importante, ela achou das coisas mais importantes do seu mandato, mas isso em si, não é uma reforma do sentido que reformou o seu próprio comportamento,
deixou de ser um politico de pesista, mas não é uma reforma, propõe-se realmente aquilo que for eu, o secretário-geral, mais reformista e primeiro ministro do PS, foi mesmo José Socrates,
não é uma porfeita de vezes estas situações, também pade-me de ver, eu falhei aqui e aqui, o nosso partito tem que repensar o seu posicionamento aqui e aqui, e creme cheiro diferentes, e eu não assistia nada disso,
O PS chegou a viseu a viaçar, cortar o diálogo com o PSD, por causa das colhas dos novos juízos do Tribunal Constitucional, e saiu do Congresso de viseu,
É porque esses dois tons existem dentro do PS, existe um PS que continua a poxar mais para a esquerda e um PS de retura, porque está com o visito que é assim, que deve ser na oposição, e é um PS mais mudrado,
que acha que aquilo que se provou com a liderança de pedra no santo é que esse é um PS em pequeminho, e portanto, o PS continua, nós achamos que o Jell-Dux Cargnag é da SPS,
mas esse caminho mais para a esquerda dentro do PS que impõe muito respeito, e eu acho que Jell-Dux Cargnag ainda não tem força para com a sua autoridade, dar o muro na mesa e dizer "nós vamos para aqui",
porque ele tem medo que se fizer isso, pode correr o riste de muito sozinho, e portanto, esse resultado dessa indecisação, não saber se sede o poxar o governo,
Qual é a sua análise de pedra no SIA da atual posição política do PS, depois do PSD ter voltado a preferir esta semana a entender-se com o chega, por exemplo, na aprovação da lenda nacionalidade.
De sentir sobrigatório para entrar no debate sobre o fim, sobre a graturidade, sobre a obra de Sara Mago, para os alunos do 10-semoço do ano, o fim proposta ainda,
Eu acho que os livros que devem ser idade no ensino, os obrigatorios, os que comendados devem ser, evidentemente, livros importantes, mas também livros, adcuados e que incentivem a leitura,
há grandes livros que não podem ser idades, necessidades, etc., porque são demasiado complicados ou desincentivam, de vez do jovem azaleiro, e segundo lugar, o Sara Mago é evidentemente um autor do canon,
Não parece que colha a causação política, porque há uma pessoa da área do PC, outra pessoa da área do PC, é ridículo entre a outra, que é mario-carvar, é ridículo para as coisas necessitermes, mas já que as pessoas dos poidos, os criatóis são muito mais do que os partidos da que pretensam,
e portanto eu gostava que não houvesse nem crimes, não houvesse atitudes sensórias ou, digamos assim, de cancelamento, mas também gostava que não houvesse lugares obrigatórios.
Tem que cedar o Sara Mago, tem que cedar, não sei o que não, pode haver razões para, eu não sei quais são essas musulhas e gostava de ver, se for, porque ela era comunista, porque eu fendi os valores portugueses, por amor de Deus.
No caso, é um sumo que me entres de test, e no próximo eu gostei mais do mario de carvalho, que agora, com a gente, com a inclusão de termina que ele vai oficialmente ser não livre, normalmente é isso que acontece, as pessoas que estão no programa obrigatório, são pessoas os alunos pensarem.
Eu vou então comprar os abandonamentos europeus, para te paixar isto, e a minha precisão é muito... os melhores autores deviam ser provividos nos colos, e isso faz com que os mildros vão evidentemente, e assim eles funcionam assim, olha, não leis isto, perda, vou comprar.
E não será marido de carvalho, porque só tenho uma frase que o mario de carvalho é um extraordinário escritor, e no meio disto parece que é um escritor menor, não é?
É bem vindo marido de carvalho ao 10 segundo ano. Com o livro, chegamos aos livros, esta semana, chegados a abril, voltamos ao tempo dos boletos, tivemos na quinta-feira a celebração dos 50 anos de Constituição da República, ainda está em funções à Comissão Comemorativa, 50 anos, 25 de abril, e tem sido muita produção de bibliografia, a respeito de este Fmérite.
E agora, um novo título, chamas em torno de abril, mas com um enfoque ligeiramente diferente do que tem sido comum, parte do preseposto de que, para compreender o momento, fundador de democracia portuguesa, será necessário para isto estudar o imediatamente antes, e o imediatamente depois do dia 25 de abril.
É isso que se propõe os turiadores a Miguel Sardica a analisar, e é isto o subtitulo da obra, 25 anos que mudaram Portugal, os 25 anos que decorreram entre 1961 e 1986.
As escolhas das datas não é aliatory, obviamente 1961 marca o início da guerra colonial, 1986 assinal entrada de Portugal na CEN, na comunidade económica europeia.
Exatamente, nós estamos a gravar este programa na sexta-fega-se-centa, e não só por isso também, se tem falado que a religião está regressável, por menos uma atenção renovada em relação ao fenómeno religioso.
Este livro já tem alguns anitos, mas eu descobriu há pouco tempo e acharia bastante graça, se chama-se a história de desus para pessoas compreça, estítulos perigos, para aquilo que é, basicamente, uma breve integração ao cristianismo, mas que está especialmente bem conseguida,
a Santa Eladona é professou de novo testamento numa unificidade à Inglaterra, e eu aborda tante questões como módvias, como uma construção dos evangelhos, e eu tenho menos óbvias que têm ver com a construção iconográfica de zoos e como a imagem foi evoluindo ao longo dos anos.
A autora diz que a cultura intelectual tem várias estações e que para a queda a estação surro novos de Jesus, e eu concordo com isso e é por isso que esta personagem fechinante continua vivá-se e parece que a ressoche está todo de ser.
Este livro que chama "Faixas No Que Esses Teos", que temos umas aspas subentendidas, não por ser um livro, mas por ser sarcástico, é um livro sobre a análise do que aconteceu, foi escrevam, então não estou descrito, boa parte deles, no período de pós-revulsão, o livro é de 76, sobre o envolimento de Forças Armadas, a relação orgânica do Estado novo com a igreja, uma certa ideia de normalidade que o Estado novo...
Deixava que se criasse ou fazia porque se conquece que se criasse, e é o ponto muito importante, em dois teixos que têm este título, que é o que é exatamente o que nós chamamos de "Faixas No Que Esses Teos".
Se o Estado novo pertence ao faixismo histórico, como discutiu os historiadores, é o que aconteceu em Portugal em 20 de noventa de sete de abril, para além de ter acabado a censura, a política e ascolônia, é um pouco mais tarde, que faz com que o regime seja o outro, seja diferente, que mudança é que houve, e ele diz, essa é mudança, é a discussão importante e na altura, para a professora do alôrens, isso não era claro.
Se digamos popular, o linguística popular será isso, mas no sentido, no melhor sentido, a palavra popular, ou seja, é linguística, no sentido, não deixa ter profundidade acadêmica, mas é acível a língua antes como eu.
E portanto, nesse sentido, o que seja, é um livro de linguística popular, isso é mais reis da língua, do personado que não é, que é a personalidade nova, e de quem eu tenho recomendado as labores completas, e continuarem a fazer o subtítio de líder deste, é a história de 50 palavras portuguesas, e é muito amplativo, porque as pessoas, a língua, como toda a gente sabe, é uma experiência muito íntima, e pessoal, porque toda a gente fala, a gente esperemos essa praveras dela, e saber o que querem do onde vem, qual é a genealogia,
e timológica dos instrumentos que nós usamos para nos primir, não sei, é realmente fascinante, e aqui neste livro, por exemplo, a palavra é muito simples, como a mãe, pai, a origem dela está aqui, maro, etc., golo, doplamento, golo do futebol, e golo do emborcar, líquidos, mas também, por exemplo, a palavra fetish, que eu sabia, de que vinha do português feitiço, e que tinha ido à França, e tinha voltado como fetish,
a história é mais complicada, porque antes de ir à França, passa pela Holanda, e é por isso que depois é preciso ler, para descobrir, e são histórias fascinantes.
Assisto concluir mais uma reunião humana, dois ou oitias, a mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcast, pedram-se-se a João Miguel Taváres e Ricardo Aúges para ele.