Que é uma muita desviesa que aqui o infelizmente acontece às excelentes princípios e que todas as pessoas aplaudem, que bom, que é contra a proteção dos dados pessoais.
O que estou a ver na prática é que o RGPD está dificultar a imenso escrutinismo e está utilizado como uma desculpa constante para impedir o acesso à informação deveria ser pública.
Este parecer da cada, daquele comissão da acesso aos dados educativos, tem uma argumentação que, a mim, cai o que é isso, porque o que eles dizem é bom.
Não se pode divulgar, porque cala divulgar-nos quem são as pessoas que estão a apoiar este partido, estamos potencialmente a divulgar qual é que é sua indicação de voto.
E o voto é secreto. Isso significa que há alguém que escreve este parecer que, ao itemada por uma espécie de perindivido alígente de controlado, que acha que, de repente, o facto do voto ser secreto, de determinados indivíduos específicos, se surprepa potencialmente a intratação.
Como é que é? Eu vou adonhar em todos os partidos e significa que quando o Lavalh também mete escargamento, mete uma cruzinha, mete uma cruzinha também, todo os coedas que adicem.
Vota nulo. Isso não faz de um sentido. Porque, se é a verdade, potencialmente, nós podemos desconfiar que a pessoa que apresenta... que tem ali aqueles 5 mil euros significa que vão, então, potencialmente, apoieste partido.
É assim de formação. Não se pode sobrepor aquilo que é meio evidente que é a transparência do financiamento partidário. E estas loucuras estão a ser recorrentes.
Em de por cima, nós assistimos atualmente a uma mudança do governo para simplificar aquilo que é a contratação pública, acaba de recorre na questão do Tribunal de Contas, dos contratos que defisca a lisação prévia, passarem 750 mil euros para 10 milhões.
E isto estamos a ficar copiados dos dois mundos que são esses determinados tipo de baias como aquelas que agora estão a ser removidas do Tribunal Constitucional, vão sendo levantadas.
Vem nisso para a prevecidade dos eleitores que fazem em donatidos os partidos, ou possivel porta a aberta para as situações dubias ao mesmo de corrupção.
Deixem aqui juntar os tereis com setecentos e com sete completamente diferentes. A proteção de dados pessoais premia uma coisa indiscutivelmente meritória e importante até porque, ao contrário com o João Miguel,
a milhões de pessoas que querem saber os nossos dados pessoais, aliás, há umas que sabem porque nós acabamos os demos, não é? Portanto, a questão de portagno dos dados pessoais não é uma preocupação isotica, uma preocupação fundamental para quem, como nós vivem online, de uma forma ou outra.
Segundo, o RGPD já vimos que também falhas grotesque nas regulações europeias que nós transposemos para nossa legislação, àquele exemplo que tu achou que foi a sua tectura sexta de programa de um livro sobre os arquivos judiciairos.
É claramente abusivo. Outra coisa é o financiamento de partidos por duas razões. Primeiro porque não é pessoal, ou seja, é pessoal, não se indica que são, pode haver financiado as pessoas, mas aquilo que é o que é relevante, não é apenas quem, ou não é sobretudo, quem faz no nativo é quem o recebe.
Sendo que não percebo bem essa noção de declarar o do nativo particular o voto. Parece que apoiar um partido financeiramente, é exatamente como apoiar um partido de um tempo de antena, é um ato público, só faz sentido ser um ato público.
Qual é a razão que faz como uma pessoa não assume o seu impedimento? Quando foi às ações presenciais, ou muita gente dizia que acreditava as pessoas que estavam a dizer, mas estão a apoiar um candidato em público, o voto é secreto.
O voto é secreto para quem quiser que seja secreto, e também não há de ir raven em financiar um partido. Mas o que provalece nessa colação é que o apoio é um partido, seja um ato de natureza pública, de publicitável, e que, sem o qual, nós temos muita dificuldade em lutar contra a corrupção.
Entregamos ao Ricardo hoje para a pasta de ministro da Transparencia, o João Miguel Tavar, que é a sera desta vez, ministro da radicalização, e pode ser um prigoso anarca sendo um litrante do PS, João Miguel Tavar.
Vem esta propósito da notícia de que o suposto, anarquista, inicialmente apresentado como um anarquista, que lançou, felizmente sem sucesso, um cocte ele malotófso sobre uma manifestação anti-aborto,
E é a primeira coisa que eu acho que se deve dizer, neste caso, e no outros, é que, não, é porque ele seria no litrante do PS, que o PS está, possa ser minimamente envolvido naquilo que aconteceu.
Agora, eu fiz questão da teta para seguir isto, por causa da capa do Corre da Manhã, porque a capa do Corre da Manhã tinha uma expressão muito engraçada sobre este tema que identificava a pessoa,
e depois, no postito, dizia-se, radicalizou-se nos Estados Unidos. E é curioso, eu fiquei a pensar naquilo, porque nós estamos habitados a ouvir em relação ao teologismo islâmico.
Radicalizou-se na Árabia Saudita, radicalizou-se no Afganistão, radicalizou-se no Paquistão, e a Goto Rupinho vem a alguém que se radicalizou nos Estados Unidos da América.
Esta personagem foi responsável para fazer a apogandermos nojo, tinha sido um dos responsáveis e deu entrevistas a vários órgãos de Unicação Social sobre isso,
disse "não, bravo, eu acho que receia para fazer imensa falta, portanto a mesma pessoa conseguia estar num projeto altamente me metódico de mostrar que os prédios de volúte de Lisboa
- É, se suspende eu... - Estou complexas. - Este militante, no Novasaldo, admitir a espalissalo, por que que não traa espalissalo da mediada de pedemissia?
Eu sou um grande entrista, porque a gente existe, mas eu sou um grande entrista em termos de anarquismo, porque eu acho que me dá das anarquistas português, são livreiros.
E portanto, imetados monarquicos também, portanto, são duas espécies que eu prefiro muito, porque se acabar se, se acabar se eu não era quiserem, que eu vou mostrar pra revista.
Fala-se tanto contra a incompetência em Portugal e, de facto, há muito em várias áreas, era justo também o véssimo na área da criminalidade e que tivesse nos criminosos incompetentes.
Por que nós não fazemos aquele tipo de coisa? Ou seja, porque não é, além da defesência básica, de ir para uma manifestação pacífica com um cocktail, uma lotofia, tirar para lá para atingir as escadas.
Não fazemos por esta razão que pode falhar... De facto, pode falhar o nosso pontaria, pode não ser excelente e podemos acertar num sítio que não é aquilo que queremos.
E como aquilo a lega ao que não dizem, não se deve fazer. E portanto, há outra coisa que é, além do dano que ele podia ter causado, que elas estavam, o dano que causou, se o lado.
Exatamente. Eu descoordo daquelas pessoas que estavam a manifestar. Não descoordo do seu direito se manifestarem, mas descoordo do que as pessoas estavam a manifestar.
Eu acho, portanto, esta... Não oulegi mais suja. Não, portanto, acho que aquelas pessoas com que as quais eu não concordo, tenho todo o direito se manifestar pacíficamente.
Entretanto, a direção do PSV, se conforme esta semana com outra dor de cabeça por causa da controversia, em torno das declarações da Presidenta Câmara de Coimbra, a Nabroniosa,
dizendo que tinha perdido a confiança num jornalista da Lusa, entende que a João Miguel Tavares é esta figura da confiança de um responsável político na atividade do jornalista que cobra as atividades do político.
que havia sido confiência em mim, eu não sabria onde me interna, porque não há nada, provavelmente posso envergonhar mais de um jornalista que vê um político exagoso.
Esteve a ver como a notícia a partir da declarações do responsável, uma notícia da Lusa, que recolheu de declarações do responsável da casa do cinema em Coimbra
e com pedido de declarações da Câmara feito pela Lusa, que ao fim de 9 dias não tinha chegado ainda, 9 dias não serão sucientes para uma resposta de mentida pública pedra-mexida.
Ele acha muito exemplificativo dos altos e baixos da Câmara do Coimbra, que é capaz do melhor e do pior, às vezes para uma razão, uma espécie de impaciença e tudo de favorito.
Eu devo dizer como o espectador do entende de todos os verões do cinema em Coimbra, do cinema de Avenida, acho que é uma situação relevante, passadada, levantar aquilo
Se a indignação começa aí, desculpa, a indignação com o jornalista começa por aí, a direção do PS de Marcos, da posição da Presidenta Câmara do Coimbra, em que circunstância isso parece necessária a confiança de uma responsabil política que não existe.
É que isto não é, não é, que é não há uma palavra que a gente use para descrever as relações entre um político e um jornalista, mas é mais uma vez, ainda é principalmente interessante estarmos a discutir isto na sequência do cas anterior.
transversalmente popular, que é uma coisa de facto muito desagradável e, portanto, é... no fundo, os jornalistas são arbitragem da política, né? É sempre um momento lá de sorar, do âmbido dos lados acham que o jornalismo é tendencioso e está indo...
- Então, a gente, os vistos, a palavra foi muito repetida durante o frente, a frente, entre Pacheque Pereira e a André Ventura, um dos momentos da vida política desta semana...
A primeira é que seria muito interessante que, por exemplo, com a versão do debate sobre aquela, é assunto que não é um, o assunto que está bom, não é de terceiro,
sobre, não exatamente a ideia de comparação, que me parece uma coisa um pouco infantil, mas sobre balanças e contras mais e menos dos períodos históricos, e ali passava pelo número de presos políticos.
a Cheguebis rejuíbam a préco, nas ou período, e, pelo facto, de se contar ou não, no estado novo com as presas africanas, e se contar ou não com os combateiros africanos nas igrejas em África,
Aliás, talvez três, eu presumo que vai esmagar André Ventura, porque... Não, para já presumo que tem um terreno comum, que vão estar ali a fazer a mesma coisa, enquanto eu Pacheque Pereira vai ali ali,
a André Ventura leva a sua pilha de livros, quando a lidar, a legitimidade para visual até, para falar e a moca, e mais não sei o que, e a partir daí falo, e eu não ponho em causa,
o que está por em causa não é as capacidades do Pacheque Pereira como historiador, mas como a gangelista, não sei se o jovem é o que disse isso, alguém que escreveu sobre isso, o Pacheque Pereira é muito bom a falar, mas não é muito bom a debater, que não são bem mesma coisa.
Falar a dizer coisas articuladas e todos os gentos de debater é uma coisa um bocadinho diferente, tem, mas haver com aquilo que o Ventura faz, é rofia, claro, mas é aquilo que ele faz.
Portanto, não havia condições de seriedade para haver uma discussão que no caso do Ventura é sempre toquefós, que diz, por exemplo, coisas dizem, isto está sempre, está sempre armado a exulta em 50 anos, por que que escolhe 50 anos? Não, podiam ser sem, mas não podiam ser sem, portanto, que desmento o óbvio.
Em segundo lugar, o Pacheque Pereira achou que dava uma coça da Ventura porque, segundo ele, e genericamente isso é verdade, tinha, tinha, tinha, tinha o sudo mais bem estudado, tinha lido mais livros, tinha os facto de massa estabelecidos, não percebendo evidentemente, não querendo perceber que o Pacheque de gente deu uma coça da Ventura, isto é factual, não, não tem nenhuma, não é uma grada nada dizer isto, mas quantas coças da Ventura, são tão poucas que nós sabemos quem são.
Mas era fatal, em verdade, porque o ventura que liso isso e depois, na própria aventura, fez-te, fez-te entendido, fez imenso jogo, fez imenças comparações absurdas.
Tudo o debate é siente interessante, mas não era um debate com aqueles dois, nem em 50 minutos televisão, que em tempo o hotel do jogo, digamos assim, é muito menos que 50 minutos.
Eu acho que o debate se viu para alguma coisa, desde lá, porque ele entusias muita gente e deu origem a tantas reflexões sobre o debate, que o debate tinha ali qualquer coisa que a gente salva as pessoas.
Sim, mas é aquela coisa de dizer, mas não é mais de demorar resistes que escrever. Eu já acho que ele viu um teste, então quase com vontade de escrever um segundinho, estou a admitir.
Sim, mas eu acho que o cheio que eu criei muito no Paxeco Pereira é que me parece que ele teve uma inclinação, digamos, tauromáquica, para propor este debate.
Houve alguns pontos positivos no debate que foram o facto de que a André Ventura mortelamentáveis e mortes que ele dão imensa vontade de rir como adulumberto delgado.
não apresentaram listos, não faziam parte da coligação, mas não apresentaram listos tanto, perceberam que era mais importante ocultar o órbano do que estar em representado do Parlamento.
A coisa que pode ser muito positiva foi as colerações do primeiro ministro eleito, que tem um lado que pode ser simplesmente, devamos corrigir os demandos que a que se fizeram,
ou pode ser um lado legionamento vingativo, essa discussão teve-se exatamente na plónia, que acabou a brincadeira, o que em si mesmo pode ser bom ou mal, apelendo a brincadeira,
se acabou a brincadeira em termos de demandos da colação da Estado de Direito, e também que acabou a brincadeira, se é payback time, se é hora da vingança, isso não é muito bom, tantamos, e a última nota só para dizer, isto que ganhou um líder de direita e nesse querido, foi finha como se dizem Portugal,
e a gente já estava com o órbano, e já depois ganharem as coisas, falou nem migração e falou de dizer que é uma grande caixinha de surpresas, e apesar isso,
a adonisação de trâmpio, posto todas as fichas em Victor Orban, é um, uma vez, trâmpio é um dos derrotados, depois lá, já divence a tofinar-l durante um comício, deixou de ser um trumfo ter trâmpio ao lado,
alguma vez foi, não, não, ele conseguiu o pucudígio de conseguir ele dejegar o marco carne, e nunca nada, a partir daí é evidente que em termos de política internacional a publicidade trâmpio não é bom, tem andem esreel, talvez eles conseguem ajudar o Netanyal, mas fora daí não,
- Sim, já também que tu, ainda não sei dizer, é indecêstia, porque o março tem sempre tira, porque eu estou farto ouvido de realmente a pessoas, que estão a dizer, "ah, final, a final é, um gria não era uma democracia, e a final, e a final..."
num programa que eu tenho na televisão, os monos e amigos dizem que nos saíram comigo, e se fazia que achem nós qualquer, e estamos em uma coisa muito ruim para os pares, e os pares aqui, e eu mostro aqui muito tempo.
- Que não tem tempo? - Estas pessoas. - Vocês não deixam falar, pelo visto não é o que tu estás a dizer, mas houve muita gente que disse "ah, final, a final é, um gria não era uma democracia, como eu perdeu, e eu estou com um gré que a gente... vamos agarrarmos aqui..."
- Isso é que a mojida é alguma coisa, saber... - É saber quando é que este mundo da verdade é que a gente se enture a barra, que é que a gente se sabe quando é que este mundo da dor, disse essas coisas para você.
- Eu acho que você é discriminado. - Esta justificação, é o perdeu, não é, foi ele, leixões de "pordeu", ou seja, a final é sempre um democrata, um gria, uma democracia, significa que estas pessoas acham que o Pinochet era um democrata, que o Hugo Chávez era um democrata que perdeu aquele polvicito constitucional, em que ele queria fazer umas alterações da constituição, para se perpetuar no poder.
No fim do qual reconheceu a derrota e deu uns parabãs aos seus adversários, porque ficamos a saber que a galeria dos democratas, em que o Orban Pinochet, Hugo Chávez, é o time.
- Pronto, fico esclacido porque é que o Pedro Muxias declara mais diário, e ainda temos que ir, é um dos filéminhão da semana, o João Miguel Taváres, de sentir-se Jesus Cristo, tal como Donald Trump, aliás, não estará com um fone de Jesus Cristo com um médico da Cruz Vermelha?
- Trump diz que na imagem criada por inteligência artificial não quis representar-se como Cristo, mas como um médico da Cruz Vermelha, o que é que ele pode por rir de situações inéditas?
- Não estamos falando, o último é para se acreditar que Jesus Cristo era a Agenda Cruz Vermelha, porque Jesus Cristo usava muitas coisas, mas, costalmente, não usava uma Cruz.
- O Trump não perceba que eu pode fingir que o super-homem está toda a liberdade, do Papa, como uma percebem que é a imagens, mas é preciso não ter nenhuma noção que não fazer para usar-se, porque Jesus Cristo não funciona, inclusive, é de junta.
- Em simultâneo aconteceu tudo isto com aquele ataque, bastante intenso, ao Papa, chamando de fraco, acusando entre outras coisas de gostar do crime, gostar do crime.
- E por isso... - Tem que regravidar, né? - E sabe, o Papa disse que o Corrubico, que o Papa pode dizer, nós chamamos de um som pacífico dos conflitos e para invitar as geicas.
- Não, é o momento do Papa está bem, o Camilo da Austrão. - Não, é o momento do que eu tenho comparado com o que, com aquele patamar de resuabilidade, de sermeridade que ele teve, no primeiro mandato.
- Este segundo mandato tem sido pior do que o primeiro em tudo, mas para já não acho muito interessante que lace ficar psiqui-queamento, psiqui-atricamento, os líderes políticos. Não parece muito útil. Não não se veete que fazer isso muito isso, ou não gosto muito desse met.
- O que é que ela é uma personalidade, abominável de uma agromania, com isso tão adúbida em malheias, alguns dos melhores defensores de Deus, na direita radical, dizem, vai, ela é muito deplorable, mas não sei o que é, de fazer logo esse progómic, que a gente cotive ela, uma pessoa horrível.
- O recém católico, de J. de Vance, viste presidente dos Estados Unidos, aconselhou também esta semana o Papa a ser mais cauteloso quando falo de trilogia.
- É um católico, e de mais para o som da né? - Mas era difícil, né? É difícil, porque as pessoas vão ir por um microfone a frente a dizer o seu chefe, e se isso que é que ele parece, é difícil não responder e portanto eu, eu pessoalmente tenho saudades do tempo em que os maluques achavam que eram na polião.
- Essa ideia da char que são os Jesus Cristo, e na próxima, quando as pessoas acertaram, "Ah, mas é tão... estás armando em Jesus Cristo", ele disse, "O que é isso? Só a mesma volta das feicelinhas, mas a volta das feicelinhas é que, apelem antes, portar esta fotografia, não como um médico da Cruz Vermelha, mas como Jesus Cristo, ele na fotografia estava vestido como uma túnica branca, como os médicos da Cruz Vermelha, estava muito prestado.
- Está a curar um paciente com o método de trapeutico de deposar a palma da mão na testa, como os médicos da Cruz Vermelha. - E a uma xispazinha na outra mão.
- A uma xispa na outra mão, e há um demonio, um demonio com três cornos, a peirar sobre ela, por trás, que é normalmente o adversário dos médicos da Cruz Vermelha.