• lista de episodios - livros - sobre
  • Delírios, opacidade e coisas espantosas

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    Esta semana, Ricardo era o Espreira, sendo se fiscalizado.
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    Pedra-me-se a declara-se magiar e João Miguel Tavares considera-se Jesus Cristo, tal como
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    do Donald Trump.
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    Está reunido o programa que o Juno estamos legalmente impedidos de dizer.
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    Quando o silêncio ocupa a cidade, a Algo Fantástica acontece.
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    Surge o novo mundo para descobrir.
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    Chegou o novo Toyota ZHR Plus, um soube 100% elétrico com até 677 quilômetros de autonomia.
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    Descubra a confiança elétrica do novo Toyota ZHR Plus e Toyota POT.
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    Revive vocês aão bem-vindos no final de uma semana de novos e pisódios no Jain Vitável Big Show
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    Trump, desta vez com ataques ao Papa e com uma publicação grotesca.
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    Só o tra passado em grotesco pela justificação esforrapada que se le seguiu, Trump comparou
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    o seja Jesus Cristo e veio dizer depois que estava representado-se com médico.
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    Isto na semana em que Putin e Trump podiam ter se juntado para carpar mágua esplanar
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    de rota do amigo Orbán Nongria.
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    Uma semana marcada também pela revelação de que o turista supostamente na arca do
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    Coctello Molotov contra uma manifestação afrento do Parlamento era final militante do PS.
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    Já trataremos destes e doutros assuntos, mas para começo de conversa o Ricardo Raúse Pereira
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    quer ser ministro da Transparencia e o que é que pertende por em pratos limpos?
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    É o financiamento de todos os partidos Carlos, se eram aí umas notícias.
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    Quer falar da notícia da TVI?
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    Comissou na TVI mas que antes já se espalhou, de que os doutos nativos e os doadores de
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    dinheiro aos partidos e as campanhas partidárias passam a ser secretos, ou seja, não há acesso
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    público a crenção os mecenas da atividade partidária.
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    O que é que veio de mal nisso?
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    Acho que é o albedio que é que há de mal nisso, não é?
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    É a gente de nós não sabermos quem é que financiou os partidos e que interesses é que
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    pelo que isso revela dos interesses que estão por trás do financiamento.
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    Mas a primeira notícia dizia que a entidade que pertende e agora, enfim, deixar isto mais opaco,
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    tinha feito na sequência de objeções ou de problemas levantados pelo bloco de esquerda, pelo PCP e pelo chega.
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    Mas notícias subscuentes aparecem em notícias subscuentes aparecem o PCP e o chega a fazer,
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    o que é que nos desculpa em o PCP e o bloco, a fazerem uns comunicados a dizer, não, não, nós realmente
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    colocamos algumas questões, mas essas questões não levam a este resultado até porque nós continuamos
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    a apresentar as contas.
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    O chega não teve sem silencio e é de facto um partido que não tenha apresentado, não tem sido
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    transparente na apresentação de contas há uns anos específicos em que há uma opacidade especial.
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    E portanto, isto indica que quando chega pertende a acabar com a bandalheira, isso é verdade,
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    só que através de um método que não é o habitual, normalmente quem quer acabar com a bandalheira
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    da ver baratas na cozinha vai buscar um, como é que se chama, um, aquele terminador, ou compre uma lata de shelter.
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    O método do chega é diferente.
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    É, é de pagar a luz.
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    É de fazer um carregamento de shelter. Não sei se isto ainda.
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    Decapás, o método do chega é diferente, é pagar a luz na cozinha e assim de facto já não se venhas baratas.
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    É outra maneira de a gente deixar de fazer baratas.
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    A ligada por pósito foi também noticiado pela CNN esta semana que é entidade das contas, esta entidade,
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    que pediu o tal parecer, que deu este resultado, a entidade das contas quer explicar as opulcações sobre 20 mil euros
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    que entraram nas contas do chega, com origem num português, emigrado nos Estados Unidos.
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    Com esta nova orientação será que vamos continuar a conhecer situações como esta,
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    porque agora sabe se quem é este empresário, português, radicar nos Estados Unidos que punhem dinheiro nos chega.
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    Aliás, já foi várias vezes referido.
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    Sazar do passo.
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    Tentou fazer com que a sua página da Wikipédia não discrimina-se determinado facto.
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    Mas este é, isto, esta iniciativa faz com que casos como este passe a encerra,
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    enfim, a comunicação social deixa de ter acesso a ele.
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    É uma coisa que a comunicação social fazia e era considerada como é o alve de jornalismo.
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    Quando se escrutina os outros países, os outros partidos é excelente.
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    Quando escrutina chega, o que se chama se jornalismo?
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    O que parece estar em causa é o princípio da proteção de dados.
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    De como há daquesta interferra, o homem está a falar com a ideia de escrutinismo democrático.
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    E de como há do que a ideia da proteção de dados tem a que mais validade do que a ideia de transparência escrutinismo publicada para a tidária.
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    Eu ando a ansa para protestar contra o RGPD, que é o regulamento de proteção de dados.
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    É uma impusição que vai em dê Europa e na sua base as excelentes intenções de proteger o indivíduo
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    e os seus dados pessoais de intervenções externas abusivas.
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    Já levou a lheiasa condomados nas prisões que tiveram de ser libertados.
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    Porque a forma como se chegaram os julgamentos a ser realizados,
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    tinha a ver com dados que depois foram considerados elícitos.
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    E isso a única coisa que eu tenho visto na prática acontecer é uma diminuição
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    a meu ver a pessoa de da transparência.
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    Por que o RGPD transformou-se na desculpa constante muitas vezes do estado, dos políticos para impedir o escrutinismo.
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    Que é uma muita desviesa que aqui o infelizmente acontece às excelentes princípios e que todas as pessoas aplaudem, que bom, que é contra a proteção dos dados pessoais.
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    Tem tanta gente, amigual. Mas milhões de pessoas.
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    Mas está constantemente a acontecer de documentos resurgados de jornalistas com imensa dificuldade a acceder a informação.
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    E isso é verdadegamente preocupante.
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    Mas a que está derrugulamento, ou a da interpretação do errugamento?
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    Mas, eu não sou como se costumam dizer jurista para saber até que o ponto é ele que está mal escrita, sem interpretação da lei que é besiva.
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    O que estou a ver na prática é que o RGPD está dificultar a imenso escrutinismo e está utilizado como uma desculpa constante para impedir o acesso à informação deveria ser pública.
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    Este parecer da cada, daquele comissão da acesso aos dados educativos, tem uma argumentação que, a mim, cai o que é isso, porque o que eles dizem é bom.
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    Não se pode divulgar, porque cala divulgar-nos quem são as pessoas que estão a apoiar este partido, estamos potencialmente a divulgar qual é que é sua indicação de voto.
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    E o voto é secreto.
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    E o voto é secreto. Isso significa que há alguém que escreve este parecer que, ao itemada por uma espécie de perindivido alígente de controlado, que acha que, de repente, o facto do voto ser secreto, de determinados indivíduos específicos, se surprepa potencialmente a intratação.
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    Porque, maior parte desta informação, lembro por exemplo, no caso do BES e do caso da família de Espígui de Santo. Eles distribuiam...
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    Você pode adonerem vários partidos.
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    Como é que é? Eu vou adonhar em todos os partidos e significa que quando o Lavalh também mete escargamento, mete uma cruzinha, mete uma cruzinha também, todo os coedas que adicem.
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    Vota nulo. Isso não faz de um sentido. Porque, se é a verdade, potencialmente, nós podemos desconfiar que a pessoa que apresenta... que tem ali aqueles 5 mil euros significa que vão, então, potencialmente, apoieste partido.
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    É assim de formação. Não se pode sobrepor aquilo que é meio evidente que é a transparência do financiamento partidário. E estas loucuras estão a ser recorrentes.
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    Deixemos só terminar com isto.
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    Em de por cima, nós assistimos atualmente a uma mudança do governo para simplificar aquilo que é a contratação pública, acaba de recorre na questão do Tribunal de Contas, dos contratos que defisca a lisação prévia, passarem 750 mil euros para 10 milhões.
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    Estas coisas são compreendíveis porque a contratação pública hoje em dia é um problema enorme em termos barucráticos.
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    Mas a maneira de ter que passar isto é com mais transparência.
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    Ou seja, sim, haver mais poder na ação escutiva, mas ao mesmo tempo a ação escutiva tem que ser mais transparente.
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    E isto estamos a ficar copiados dos dois mundos que são esses determinados tipo de baias como aquelas que agora estão a ser removidas do Tribunal Constitucional, vão sendo levantadas.
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    Contas.
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    Mas ao mesmo tempo a cada vez menos transparência. E clica uma entidade da transparência e ficamos com menos transparência.
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    Vem nisso para a prevecidade dos eleitores que fazem em donatidos os partidos, ou possivel porta a aberta para as situações dubias ao mesmo de corrupção.
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    Deixem aqui juntar os tereis com setecentos e com sete completamente diferentes. A proteção de dados pessoais premia uma coisa indiscutivelmente meritória e importante até porque, ao contrário com o João Miguel,
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    a milhões de pessoas que querem saber os nossos dados pessoais, aliás, há umas que sabem porque nós acabamos os demos, não é? Portanto, a questão de portagno dos dados pessoais não é uma preocupação isotica, uma preocupação fundamental para quem, como nós vivem online, de uma forma ou outra.
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    Segundo, o RGPD já vimos que também falhas grotesque nas regulações europeias que nós transposemos para nossa legislação, àquele exemplo que tu achou que foi a sua tectura sexta de programa de um livro sobre os arquivos judiciairos.
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    E que nós se pediam por as caras das pessoas, porque eram reconhecíveis como criminais, são pessoas que morreram sem antigo.
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    É claramente abusivo. Outra coisa é o financiamento de partidos por duas razões. Primeiro porque não é pessoal, ou seja, é pessoal, não se indica que são, pode haver financiado as pessoas, mas aquilo que é o que é relevante, não é apenas quem, ou não é sobretudo, quem faz no nativo é quem o recebe.
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    E se ao que sebeu esse do nativo, fiei alguma relação de troca para as medidas legislativas que lá apoiaram, etc.
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    Sendo que não percebo bem essa noção de declarar o do nativo particular o voto. Parece que apoiar um partido financeiramente, é exatamente como apoiar um partido de um tempo de antena, é um ato público, só faz sentido ser um ato público.
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    Qual é a razão que faz como uma pessoa não assume o seu impedimento? Quando foi às ações presenciais, ou muita gente dizia que acreditava as pessoas que estavam a dizer, mas estão a apoiar um candidato em público, o voto é secreto.
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    O voto é secreto para quem quiser que seja secreto, e também não há de ir raven em financiar um partido. Mas o que provalece nessa colação é que o apoio é um partido, seja um ato de natureza pública, de publicitável, e que, sem o qual, nós temos muita dificuldade em lutar contra a corrupção.
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    Entregamos ao Ricardo hoje para a pasta de ministro da Transparencia, o João Miguel Tavar, que é a sera desta vez, ministro da radicalização, e pode ser um prigoso anarca sendo um litrante do PS, João Miguel Tavar.
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    Essa é uma boa questão, essa é uma das questões mais gigas deste caso.
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    Vem esta propósito da notícia de que o suposto, anarquista, inicialmente apresentado como um anarquista, que lançou, felizmente sem sucesso, um cocte ele malotófso sobre uma manifestação anti-aborto,
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    sob esta semana que era final militante do PS, concartão e tudo. Surpreendeu esta revelação?
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    Não, super, acho que surpreendeu toda a gente com o indo ao PS. Ele era no litrante do PS há muito pouco tempo, entre 2024.
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    E é a primeira coisa que eu acho que se deve dizer, neste caso, e no outros, é que, não, é porque ele seria no litrante do PS, que o PS está, possa ser minimamente envolvido naquilo que aconteceu.
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    É ver quem quer saber quem é que ele assinou a ficha do litrante. E sim, sim, mas isso também parece que é interesse público.
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    Mas, quer dizer, pessoas doidas, quer dizer, eu acho difícil clasificar aquele gesto que não, um gesto mais ou menos desvairado.
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    Isso pode acontecer em qualquer partido.
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    Agora, eu fiz questão da teta para seguir isto, por causa da capa do Corre da Manhã, porque a capa do Corre da Manhã tinha uma expressão muito engraçada sobre este tema que identificava a pessoa,
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    e depois, no postito, dizia-se, radicalizou-se nos Estados Unidos. E é curioso, eu fiquei a pensar naquilo, porque nós estamos habitados a ouvir em relação ao teologismo islâmico.
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    Radicalizou-se na Árabia Saudita, radicalizou-se no Afganistão, radicalizou-se no Paquistão, e a Goto Rupinho vem a alguém que se radicalizou nos Estados Unidos da América.
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    E eu acho que isso deve ser um alerta, porque se quer que é realmente possível andarmos a radicalizar pessoas nos Estados Unidos.
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    Não conhecem as pessoas que se radicalizarem ao que se for do que conhecem, se faz isso.
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    Mas é isso, o ponto é preciso, a mentir isso. Nós estamos chegamos a um ponto, e eu acho que aí, eu deixo isto aqui como reflexão para a esquerda.
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    Em que as pessoas realmente podem se radicalizar em Oxford, de radicalizou-se em Cambridge, de radicalizou-se em Harvard.
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    E é bom.
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    Eu acho que isso é para a esquerda, não é um...
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    - De ser para a jornal? - Não, como assim?
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    - Estamos a universidade? - Não.
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    Essas universidades não são fósforas, diretistas, interancinais.
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    Não são.
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    É internacional, tem a tista, e mesmo coisa, você também pode dizer que radicalizou-se no Paquistão.
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    É, parece que não é possível, mas digamos que é pouco provável.
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    É só porque vocês estão a pensar só em universidades de ciências sociais, e eu estou a pensar em faculdade de economia.
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    - Também é preciso. - É, mas...
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    É falta ladrão de cor.
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    Só que é que eles se entendem e fazem. Ficam ricos e não mandam com até os mundos.
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    - Tem que achar que ele não é novo. - É, é.
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    E é um caso muito curioso.
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    Sente que mostrando mais ou menos, só para acabar é complexidade das pessoas.
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    Esta personagem foi responsável para fazer a apogandermos nojo, tinha sido um dos responsáveis e deu entrevistas a vários órgãos de Unicação Social sobre isso,
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    do maep, que detectava os prédios do volúte na cidade de Lisboa.
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    E eu lembro disso, porque houve muita gente aqui em cima dela, dizer que ele não podia fazer aquilo, e na altura,
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    disse "não, bravo, eu acho que receia para fazer imensa falta, portanto a mesma pessoa conseguia estar num projeto altamente me metódico de mostrar que os prédios de volúte de Lisboa
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    a seguir passando da cabeça e atingaram um golpe de homologo tof e, entre uma coisa, outra radicalizar-se nos Estados Unidos da América.
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    - Se calhar foi o inventor dos slendos Logan, tanta gente sem casa, tanta casa sem gente. - É possível.
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    - É um ótimo slogan, é possível. - É possível.
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    - É, se suspende eu... - Estou complexas. - Este militante, no Novasaldo, admitir a espalissalo, por que que não traa espalissalo da mediada de pedemissia?
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    - Porque, provavelmente, para espalissar alguém é preciso ter um processo minimamente, não é alimentícia, vai esparrô, né?
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    Eu, e na percebo, quando lhe é sentitiva, que fosse um processo de, como vem França e em Gila Terra, um processo de entrismo, não é?
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    O momento, por exemplo, em no labor e no Partido de Celista Francesco, o Melanchon, por exemplo, que era tratequista e que decidiram todos filiar-se,
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    ou alguns que se filiaram no labor, um tempo do Corbin, mas não creia que haja um entrismo no PS.
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    Eu sou um grande entrista, porque a gente existe, mas eu sou um grande entrista em termos de anarquismo, porque eu acho que me dá das anarquistas português, são livreiros.
    [29:54:32 - 30:14:32] |
    E portanto, imetados monarquicos também, portanto, são duas espécies que eu prefiro muito, porque se acabar se, se acabar se eu não era quiserem, que eu vou mostrar pra revista.
    [30:14:32 - 30:21:12] |
    Onde que você comprava um livro que ficou mais dez anos, que é o que chamou hoje um livro antigo.
    [30:21:12 - 30:22:52] |
    Até exaura.
    [30:22:52 - 30:32:52] |
    O que destacaria do Brasil Vida Public, este, o turista incompetente, Ricardo Austrera?
    [30:32:52 - 30:42:52] |
    Essa é a primeira nota que eu gostava de saudar, o meu tipo de criminoso favorito é o criminoso incompetente.
    [30:42:52 - 30:59:32] |
    Fala-se tanto contra a incompetência em Portugal e, de facto, há muito em várias áreas, era justo também o véssimo na área da criminalidade e que tivesse nos criminosos incompetentes.
    [30:59:32 - 31:06:12] |
    O adeguado de ele o Ricardo Sáfkin antes vai dizer que ele só tentou atingir a escadagui.
    [31:06:12 - 31:29:32] |
    Eu vi esse argumento, eu não sei se é uma defesa excelente, neste sentido, ou seja, o argumento se diz o seguinte, ele não cria de facto
    [31:29:32 - 31:51:12] |
    chegar fogo às pessoas que estavam a manifestar pacificamente, criar a atingir as escadas para simplesmente intimidade, causar o pânico, etc.
    [31:51:12 - 32:04:32] |
    Ou seja, não era para... Não sei se é uma defesa que tenha pernas para andar, até porque o que...
    [32:04:32 - 32:24:32] |
    Por que nós não fazemos aquele tipo de coisa? Ou seja, porque não é, além da defesência básica, de ir para uma manifestação pacífica com um cocktail, uma lotofia, tirar para lá para atingir as escadas.
    [32:24:32 - 32:41:12] |
    Não fazemos por esta razão que pode falhar... De facto, pode falhar o nosso pontaria, pode não ser excelente e podemos acertar num sítio que não é aquilo que queremos.
    [32:41:12 - 33:16:12] |
    E como aquilo a lega ao que não dizem, não se deve fazer. E portanto, há outra coisa que é, além do dano que ele podia ter causado, que elas estavam, o dano que causou, se o lado.
    [33:16:12 - 33:36:12] |
    Ou seu lado, é de facto. Eu reparem. Os doze energistas, português? Não, não. Não, porque elas não existem. Exatamente.
    [33:36:12 - 33:42:52] |
    Rebalem. Rebalem. Chegou que teus molotofos, verbais na mão da se tem uma digaeta.
    [33:42:52 - 33:56:12] |
    Exatamente. Eu descoordo daquelas pessoas que estavam a manifestar. Não descoordo do seu direito se manifestarem, mas descoordo do que as pessoas estavam a manifestar.
    [33:56:12 - 34:06:12] |
    Como se fosse na matéria não concebem os aportos a tirar polínsis. E vê se qual que tá rosto.
    [34:06:12 - 34:16:12] |
    Nem isso, nem polínsis. Não faz mal o único. Não interessa, acho que as pessoas...
    [34:16:12 - 34:34:32] |
    Eu acho, portanto, esta... Não oulegi mais suja. Não, portanto, acho que aquelas pessoas com que as quais eu não concordo, tenho todo o direito se manifestar pacíficamente.
    [34:34:32 - 34:49:32] |
    Sem serem incomodadas, nisso que é por polínsis, o que este senhor fez? Fornece argumentos.
    [34:49:32 - 35:01:12] |
    Há pessoas que não deviam ter esses argumentos para brandir.
    [35:01:12 - 35:19:32] |
    Entretanto, a direção do PSV, se conforme esta semana com outra dor de cabeça por causa da controversia, em torno das declarações da Presidenta Câmara de Coimbra, a Nabroniosa,
    [35:19:32 - 35:41:12] |
    dizendo que tinha perdido a confiança num jornalista da Lusa, entende que a João Miguel Tavares é esta figura da confiança de um responsável político na atividade do jornalista que cobra as atividades do político.
    [35:41:12 - 35:49:32] |
    Eu devo dizer que se eu fosse jornalista que cobria as atividades do político e o político,
    [35:49:32 - 36:07:52] |
    que havia sido confiência em mim, eu não sabria onde me interna, porque não há nada, provavelmente posso envergonhar mais de um jornalista que vê um político exagoso.
    [36:07:52 - 36:09:32] |
    Eu tenho muita confiança no senhor.
    [36:09:32 - 36:27:52] |
    Esteve a ver como a notícia a partir da declarações do responsável, uma notícia da Lusa, que recolheu de declarações do responsável da casa do cinema em Coimbra
    [36:27:52 - 36:46:12] |
    e com pedido de declarações da Câmara feito pela Lusa, que ao fim de 9 dias não tinha chegado ainda, 9 dias não serão sucientes para uma resposta de mentida pública pedra-mexida.
    [36:46:12 - 37:01:12] |
    Sou e é uma... eu acho que o assunto, o assunto com confiança num jornalista, sendo uma categoria que não existe, e foi a só patético.
    [37:01:12 - 37:26:12] |
    Ele acha muito exemplificativo dos altos e baixos da Câmara do Coimbra, que é capaz do melhor e do pior, às vezes para uma razão, uma espécie de impaciença e tudo de favorito.
    [37:26:12 - 37:47:52] |
    Eu devo dizer como o espectador do entende de todos os verões do cinema em Coimbra, do cinema de Avenida, acho que é uma situação relevante, passadada, levantar aquilo
    [37:47:52 - 38:04:32] |
    e não parece que é uma trata de uma sala que tem que ser rehabilitada e que está a espirar a licença, a licença de prototusação com cinema.
    [38:04:32 - 38:14:32] |
    Coimbra está tão deserto de cinemas, que era muito bom que essa jornalista tem um 9 dias, a espera de uma...
    [38:14:32 - 38:29:32] |
    Não parece que seja uma pergunta, uma pedida de informação infundada, muito menos que seja absurdo para perguntar isto.
    [38:29:32 - 39:02:52] |
    Se a indignação começa aí, desculpa, a indignação com o jornalista começa por aí, a direção do PS de Marcos, da posição da Presidenta Câmara do Coimbra, em que circunstância isso parece necessária a confiança de uma responsabil política que não existe.
    [39:02:52 - 39:27:52] |
    É que isto não é, não é, que é não há uma palavra que a gente use para descrever as relações entre um político e um jornalista, mas é mais uma vez, ainda é principalmente interessante estarmos a discutir isto na sequência do cas anterior.
    [39:27:52 - 39:36:12] |
    Embora este não tenha nada é algo o cas anterior, mas são duas coisas que devem ter...
    [39:36:12 - 39:59:32] |
    Mas se enviar de umas cães, salvaguardadas as devidas distâncias. É mais uma vez um caso interessante porque demonstra que a ideia de jornalista é...
    [39:59:32 - 40:26:12] |
    transversalmente popular, que é uma coisa de facto muito desagradável e, portanto, é... no fundo, os jornalistas são arbitragem da política, né? É sempre um momento lá de sorar, do âmbido dos lados acham que o jornalismo é tendencioso e está indo...
    [40:26:12 - 40:32:52] |
    - Percebem que vocês vêm aqui ovar? - É vêm aqui ovar, é isso, é.
    [40:32:52 - 40:46:12] |
    O João Miguel Tavar fica então ministro de radicalização e é, vez do Pedro Muxias-Tornar, ministro das Palas e quem é que tem palas da final.
    [40:46:12 - 41:02:52] |
    - Então, a gente, os vistos, a palavra foi muito repetida durante o frente, a frente, entre Pacheque Pereira e a André Ventura, um dos momentos da vida política desta semana...
    [41:02:52 - 41:11:12] |
    - Porque é que serviu até o debate? - E que foi mesmo momento que serviu para nada.
    [41:11:12 - 41:24:32] |
    - Esse aqui é minha crítica e já sabíamos antes do debate que não ia servir para nada por duas razões, ó, por três.
    [41:24:32 - 41:39:32] |
    A primeira é que seria muito interessante que, por exemplo, com a versão do debate sobre aquela, é assunto que não é um, o assunto que está bom, não é de terceiro,
    [41:39:32 - 42:06:12] |
    sobre, não exatamente a ideia de comparação, que me parece uma coisa um pouco infantil, mas sobre balanças e contras mais e menos dos períodos históricos, e ali passava pelo número de presos políticos.
    [42:06:12 - 42:22:52] |
    No estado novinou préco, desde logo é uma comparação complicada de fazer, pelo diferença de duração dos dois regírios,
    [42:22:52 - 42:46:12] |
    a Cheguebis rejuíbam a préco, nas ou período, e, pelo facto, de se contar ou não, no estado novo com as presas africanas, e se contar ou não com os combateiros africanos nas igrejas em África,
    [42:46:12 - 42:47:52] |
    tudo isso era complicado.
    [42:47:52 - 43:04:32] |
    Agora, primeiro, Pacheque Pereira desafiou a André Ventura para um debate, presumindo duas coisas que eu acho que são lambas e radas.
    [43:04:32 - 43:26:12] |
    Aliás, talvez três, eu presumo que vai esmagar André Ventura, porque... Não, para já presumo que tem um terreno comum, que vão estar ali a fazer a mesma coisa, enquanto eu Pacheque Pereira vai ali ali,
    [43:26:12 - 43:46:12] |
    a André Ventura leva a sua pilha de livros, quando a lidar, a legitimidade para visual até, para falar e a moca, e mais não sei o que, e a partir daí falo, e eu não ponho em causa,
    [43:46:12 - 44:09:32] |
    o que está por em causa não é as capacidades do Pacheque Pereira como historiador, mas como a gangelista, não sei se o jovem é o que disse isso, alguém que escreveu sobre isso, o Pacheque Pereira é muito bom a falar, mas não é muito bom a debater, que não são bem mesma coisa.
    [44:09:32 - 44:29:32] |
    Falar a dizer coisas articuladas e todos os gentos de debater é uma coisa um bocadinho diferente, tem, mas haver com aquilo que o Ventura faz, é rofia, claro, mas é aquilo que ele faz.
    [44:29:32 - 45:04:32] |
    Portanto, não havia condições de seriedade para haver uma discussão que no caso do Ventura é sempre toquefós, que diz, por exemplo, coisas dizem, isto está sempre, está sempre armado a exulta em 50 anos, por que que escolhe 50 anos? Não, podiam ser sem, mas não podiam ser sem, portanto, que desmento o óbvio.
    [45:04:32 - 45:51:12] |
    Em segundo lugar, o Pacheque Pereira achou que dava uma coça da Ventura porque, segundo ele, e genericamente isso é verdade, tinha, tinha, tinha, tinha o sudo mais bem estudado, tinha lido mais livros, tinha os facto de massa estabelecidos, não percebendo evidentemente, não querendo perceber que o Pacheque de gente deu uma coça da Ventura, isto é factual, não, não tem nenhuma, não é uma grada nada dizer isto, mas quantas coças da Ventura, são tão poucas que nós sabemos quem são.
    [45:51:12 - 45:56:36] |
    é por causa da sua crevera intelectura. E não é por causa da sua crevera intelectura.
    [45:56:36 - 46:07:46] |
    É por que ela é chessa e sinal, momento boa a fazer aquilo que passa por uma coisa intolerável, que é atropolar.
    [46:07:46 - 46:16:04] |
    Portanto, se uma pessoa é muito difícil ganhar um debate, sem conseguir dizer uma frase inteira.
    [46:16:04 - 46:32:54] |
    E, portanto, depois, para a Cheque Praera, tem, assim como o ventura, tem uma doença patológica, dimentida e dagercividade.
    [46:32:54 - 46:47:54] |
    Cheque Praera, tem essa importância de mesmo quando tem razão de estar sempre no malto ou suficiente intelectual.
    [46:47:54 - 46:56:14] |
    Eu imagine que o Aristóteles não em appara que é metão satisfeitos, consigo próprio, de pronto.
    [46:56:14 - 47:06:14] |
    Já não fiz nada hoje, foi um tratato sobrefízica, amanhã de ser um sobre óptico, ó a coisa de ano.
    [47:06:14 - 47:19:34] |
    E eu não percebo que isso é fatal no espaço público, no debate, no debate tem que ser já ser ouvido como o intelectual.
    [47:19:34 - 47:29:34] |
    E eu, ler o Cheque Praera deste lejo ornais, de liparatimais os livros de todo o dia, não tem nada contra o Cheque Praera deste ponto de vista.
    [47:29:34 - 47:46:14] |
    Mas era fatal, em verdade, porque o ventura que liso isso e depois, na própria aventura, fez-te, fez-te entendido, fez imenso jogo, fez imenças comparações absurdas.
    [47:46:14 - 47:59:34] |
    Tudo o debate é siente interessante, mas não era um debate com aqueles dois, nem em 50 minutos televisão, que em tempo o hotel do jogo, digamos assim, é muito menos que 50 minutos.
    [47:59:34 - 48:06:14] |
    Ficou esclarecido sobre o que estava em causa, João Miguel Tavares.
    [48:06:14 - 48:21:14] |
    Eu acho que o debate se viu para alguma coisa, desde lá, porque ele entusias muita gente e deu origem a tantas reflexões sobre o debate, que o debate tinha ali qualquer coisa que a gente salva as pessoas.
    [48:21:14 - 48:24:34] |
    Eu acho que isso não deve ser...
    [48:24:34 - 48:29:34] |
    Mas a maioria dos pessoas que estiver no sobre o debate, foi a desemal do debate.
    [48:29:34 - 48:44:34] |
    Sim, mas é aquela coisa de dizer, mas não é mais de demorar resistes que escrever. Eu já acho que ele viu um teste, então quase com vontade de escrever um segundinho, estou a admitir.
    [48:44:34 - 48:56:14] |
    Não, mas isso é importante, ou seja, estar ali qualquer coisa que faz as pessoas vibrar aqui.
    [48:56:14 - 49:01:14] |
    Que é uma discussão de base que é relevante.
    [49:01:14 - 49:09:34] |
    É de discussão de base é relevante e de base de todas as mentiras que Antonio G.
    [49:09:34 - 49:19:34] |
    Que é o que? E todas as mentiras. É o adentro da hora.
    [49:19:34 - 49:27:54] |
    Todas as mentiras que andaram a aventura já disse, aquela de facto não foi das maiores.
    [49:27:54 - 49:32:54] |
    Que ela que solava no que mandou prender ninguém?
    [49:32:54 - 49:36:14] |
    Não, não, não.
    [49:36:14 - 49:44:34] |
    Os preços do Gantuprê, que é mais no moro, os do 14 de 24 de abril.
    [49:44:34 - 49:56:14] |
    Apesar do que é o disco do Parlamento, devia se não devia estar próximo da verdade, porque ele começou a debar da corrigir.
    [49:56:14 - 50:06:14] |
    Vamos debar ter não o que eu disse, mas a versão corrigida é uma versão que é cortável.
    [50:06:14 - 50:11:14] |
    Claro, com certeza, ela é altamente simplificador.
    [50:11:14 - 50:21:14] |
    A manega como eu fui corrigido por muito effect checks é a meu ver absurda, porque não aquilo como falso,
    [50:21:14 - 50:24:34] |
    e não é verdade aquilo que eu estava a dizer é enganador.
    [50:24:34 - 50:34:34] |
    Mas mesmo que nós não entregamos por aí, mas que exerram podemos entrar, que são mesmo muito interessantes.
    [50:34:34 - 50:36:14] |
    Não, não, não, não.
    [50:36:14 - 50:47:54] |
    Nem esquece, sei ser o ponto forte, o ponto forte, deu a crítica do que se passa por cima da SDP 25, como os no diversos estes.
    [50:47:54 - 51:01:14] |
    Eu acho que há duas coisas que se passam, existe uma direita que tenda de devaluizar aquilo que é a violência do Estado,
    [51:01:14 - 51:11:14] |
    não fica em uma ditadura de certa maneira, brenda, no sentido em que quando se compara com outras ditaduras, não morreu.
    [51:11:14 - 51:22:54] |
    Assim, não morreu a quantidade, gente morreu em Espanha, nem Italia, nem no Chile, nem no Brasil, nem em muitos de sítios, né?
    [51:22:54 - 51:36:14] |
    É isso sentido, agora há um aparelho repressivo desde logo, existe a tortura, não existe liberdade de expressão, e portanto aquilo é uma ditadura.
    [51:36:14 - 51:52:54] |
    E portanto, sendo uma ditadura, não se deve confundir aquilo que são instrumentes repressivos estruturais com o que é a loucura do préco.
    [51:52:54 - 51:59:34] |
    Então, tloga aí uma compreensão que não se pode fazer daquela maneira com uma negra aventura.
    [51:59:34 - 52:02:54] |
    É assim, precisa de ser mais uma estrutura.
    [52:02:54 - 52:12:54] |
    A violência é a própria das revoluções.
    [52:12:54 - 52:16:14] |
    Não, isso foi bastante suave.
    [52:16:14 - 52:32:54] |
    Mas do outro lado, existe também, da parte da esquerda, de facto uma devaluização, não foi uma revolução branda a comparar com outras revoluções.
    [52:32:54 - 52:34:34] |
    Não, não foi uma revolução branda.
    [52:34:34 - 52:42:54] |
    Ok, ok, é só que estamos a dizer que era uma ditadura branda, comparar com outras ditaduras, ou acho que o Estado é justo.
    [52:42:54 - 52:56:14] |
    É, mas sabe o que tem que ser sentado? Da mesma maneira que eu te disse, que é pesado de ser uma ditadura branda, não há um apagel de repressivo.
    [52:56:14 - 53:06:14] |
    Nós, apesar de termos tido uma revolução branda, ou torturas e prisões inacreditados.
    [53:06:14 - 53:09:34] |
    Um período emocionário.
    [53:09:34 - 53:11:14] |
    É, sim.
    [53:11:14 - 53:12:54] |
    É o concluído.
    [53:12:54 - 53:17:54] |
    O solo debate, olha, parece que o período emocionário foi o período emocionário.
    [53:17:54 - 53:26:14] |
    Mas o problema é que as pessoas não têm uma noção precisa disso.
    [53:26:14 - 53:37:54] |
    Enquanto o sábado, durante o Estado novo, ou vapeide, e há uma estúria eografia que conseguiu estabelecer isso de forma clara.
    [53:37:54 - 53:44:34] |
    Não existe uma estúria eografia que tem este tablecido de forma clara.
    [53:44:34 - 53:52:54] |
    É aquilo que aconteceu no pós-25 de abril e os abusos do preco.
    [53:52:54 - 54:04:34] |
    E, portanto, existe também uma esquerda que tem que apagar isso, porque acho que isso é devaluizar os méritos da revolução.
    [54:04:34 - 54:07:54] |
    E eu gostava que não já fossemos todos.
    [54:07:54 - 54:17:54] |
    Mas não, se é verdade, o ponto de vista da estúria grafito, pode dizer que o cidadão comum não tem eleção.
    [54:17:54 - 54:19:34] |
    Mas é saluta.
    [54:19:34 - 54:21:14] |
    Mas ali, os publicados.
    [54:21:14 - 54:24:34] |
    Fulachados, ali, os publicados mas aluteem essa.
    [54:24:34 - 54:26:14] |
    É para o trabalho feito.
    [54:26:14 - 54:32:54] |
    Porque quando repara tudo isso, é o relatório das chevícias.
    [54:32:54 - 54:41:14] |
    O relatório das chevícias é um relatório que você consegue mesmo para encontrar em alfrabistas que não está publicado.
    [54:41:14 - 54:42:54] |
    E alguém encontra o mundo, né?
    [54:42:54 - 54:44:34] |
    Sim, é fácil.
    [54:44:34 - 54:47:54] |
    Mas é muito difícil de encontrar.
    [54:47:54 - 54:51:14] |
    As pessoas não têm isso na cabeça.
    [54:51:14 - 54:56:14] |
    E, portanto, essa também é uma muda com uma energia da carne.
    [54:56:14 - 55:01:14] |
    É, a partir do momento, tem que ter uma coisa que está na internet.
    [55:01:14 - 55:02:54] |
    É difícil de encontrar.
    [55:02:54 - 55:06:14] |
    E a pornografia também é difícil de encontrar.
    [55:06:14 - 55:07:54] |
    Não, está mais...
    [55:07:54 - 55:11:14] |
    O relatório das chevícias aparece...
    [55:11:14 - 55:17:54] |
    O Ricardo, o que eu estou a dizer é, é importante.
    [55:17:54 - 55:24:34] |
    Quando alguém te diz, por exemplo, não vamos agora, após...
    [55:24:34 - 55:27:54] |
    Após, após, não me surpreens, de hoje, por hora.
    [55:27:54 - 55:31:14] |
    O relatório das chevícias e depois, a seguir, põe.
    [55:31:14 - 55:32:54] |
    Stepmom.
    [55:32:54 - 55:36:14] |
    Eu disse, vai ouvir.
    [55:36:14 - 55:41:14] |
    O Ricardo, o documento fácil, aparecem todos os documentos.
    [55:41:14 - 55:46:14] |
    O documento, disse, é, é uma pessoa...
    [55:46:14 - 55:51:14] |
    O ano, no meio da forma, pode ser.
    [55:51:14 - 55:56:14] |
    Ovo, se tu disse, é uma pessoa no meio da rua, que é Portugal continental.
    [55:56:14 - 56:02:54] |
    Via menos paraíso, antes do 25 de abril do que houve na autora do préco.
    [56:02:54 - 56:07:54] |
    Essas pessoas ficam surpreendidas.
    [56:07:54 - 56:11:14] |
    Essas pessoas ficam surpreendidas.
    [56:11:14 - 56:12:54] |
    As pessoas não sabem isto.
    [56:12:54 - 56:17:54] |
    O que é que portanto é uma discussão que vale a pena ter...
    [56:17:54 - 56:19:34] |
    Mas ouçam.
    [56:19:34 - 56:22:54] |
    Fala a pena ter estudiadores.
    [56:22:54 - 56:26:14] |
    Não, não vale a pena ter estudiadores.
    [56:26:14 - 56:32:54] |
    Nós todos é que já somos adultos, para explicar o que fogam as maravilhas da revolução.
    [56:32:54 - 56:39:34] |
    E aquilo que fogam os chúas de graças e as duas coisas que habitam.
    [56:39:34 - 56:41:14] |
    Como o próprio Estado novo?
    [56:41:14 - 56:49:34] |
    Foi uma coisa nos anos de 30, foi uma coisa nos anos de 40, foi uma coisa nos anos de 50, foi uma coisa nos anos de 60.
    [56:49:34 - 56:52:54] |
    E foi uma coisa nos anos de 70.
    [56:52:54 - 56:57:54] |
    Podemos começar a ter discussões...
    [56:57:54 - 57:01:14] |
    Estou do debate elaborado?
    [57:01:14 - 57:04:34] |
    Não, não.
    [57:04:34 - 57:09:34] |
    A nossa ditadura de ditadura portuguesa foi branda.
    [57:09:34 - 57:16:14] |
    Para mim, porque o Nascino dia 28 de abril, nasci três dias depois do fim.
    [57:16:14 - 57:17:54] |
    Eu tenho as prássas.
    [57:17:54 - 57:21:14] |
    Para mim, espreira e para mim foi branda.
    [57:21:14 - 57:26:14] |
    Para quem foi perseguido por ter tuado e morto não foi, então, branda.
    [57:26:14 - 57:27:54] |
    Porém, é uma questão de petiva.
    [57:27:54 - 57:31:14] |
    Como a gente espumbala, certo?
    [57:31:14 - 57:34:34] |
    Agora, tu estava aqui, para que a gente estava espumbal também não era muito brando.
    [57:34:34 - 57:39:34] |
    E isso? Foi as duas coisas?
    [57:39:34 - 57:41:14] |
    Certo.
    [57:41:14 - 57:42:54] |
    Mas...
    [57:42:54 - 57:46:14] |
    Para a questão aqui é sequente...
    [57:46:14 - 57:52:54] |
    Eu acho que o Paxeco Pereira...
    [57:52:54 - 58:01:14] |
    Que o Jacalme eu devolouvar, eu acho que é a calma do Paxeco Pereira durante o debate.
    [58:01:14 - 58:02:54] |
    É realmente admirable.
    [58:02:54 - 58:04:34] |
    É admirable.
    [58:04:34 - 58:06:14] |
    É admirable.
    [58:06:14 - 58:07:54] |
    É horrível.
    [58:07:54 - 58:12:54] |
    Enfim, conseguiu...
    [58:12:54 - 58:17:54] |
    E acabou muito bem, ó, dizer que o mundo esplama é grande do cheio.
    [58:17:54 - 58:19:34] |
    É incrueldado.
    [58:19:34 - 58:36:14] |
    Sim, mas eu acho que o cheio que eu criei muito no Paxeco Pereira é que me parece que ele teve uma inclinação, digamos, tauromáquica, para propor este debate.
    [58:36:14 - 58:39:34] |
    No sentido em que ele pensou.
    [58:39:34 - 58:46:14] |
    Estas feianas não têm corrido bem, porque ainda não apanhou um forcado a série.
    [58:46:14 - 58:56:14] |
    E portanto, aqui, o salvação barreto intelectual vai lhes explicar como é que é.
    [58:56:14 - 58:57:54] |
    E não é verdade.
    [58:57:54 - 59:01:14] |
    Não é verdade, porque...
    [59:01:14 - 59:06:14] |
    Com a postura do André Ventura.
    [59:06:14 - 59:14:34] |
    E o modo de argumentar do André Ventura, eu ganho um debate sobre a terra ser plana.
    [59:14:34 - 59:26:14] |
    E para já, isto é o equivalente a porcar-se filhais, a debater, com o senhor que diz que a terra é plana.
    [59:26:14 - 59:31:14] |
    Não vejo razão que o debate é isto.
    [59:31:14 - 59:36:14] |
    Então eu vou falar sobre o ganhano debate.
    [59:36:14 - 59:42:54] |
    Eu tenho ouvido pessoas a dizer que ganhou e marcou mais pontos.
    [59:42:54 - 59:52:54] |
    Eu marco mais pontos num debate sobre terra ser plana com aquele modo argumentário e com aquela pistura.
    [59:52:54 - 59:56:14] |
    Não quero ouvir.
    [59:56:14 - 59:59:34] |
    Não quero ouvir.
    [59:59:34 - 60:01:14] |
    Não quero ouvir.
    [60:01:14 - 60:26:14] |
    E a questão é a seguinte, que é que a chefe de batia de corredor da maneira.
    [60:26:14 - 60:31:14] |
    Acho que o polí acho que o ouvido é ingenuidade.
    [60:31:14 - 60:36:14] |
    Acho que o ouvido é um ponto de positivos do debate.
    [60:36:14 - 60:41:14] |
    É possível, mas acho que foi.
    [60:41:14 - 61:01:14] |
    Houve alguns pontos positivos no debate que foram o facto de que a André Ventura mortelamentáveis e mortes que ele dão imensa vontade de rir como adulumberto delgado.
    [61:01:14 - 61:11:14] |
    O ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [61:11:14 - 61:19:34] |
    O ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [61:19:34 - 61:44:34] |
    O ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [61:44:34 - 62:14:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [62:14:34 - 62:44:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [62:44:34 - 63:14:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [63:14:34 - 63:44:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [63:44:34 - 64:14:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [64:14:34 - 64:44:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [64:44:34 - 65:14:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [65:14:34 - 65:44:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [65:44:34 - 66:14:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [66:14:34 - 66:44:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [66:44:34 - 67:14:34] |
    É possível, mas acho que o ouvido é um ponto de positivos de batia de corredor da maneira de ir.
    [67:14:34 - 67:39:34] |
    A segunda coisa positiva foi que todos os partidos se entenderem, inclusive, entre os dois partidos que já não eram partidos muito grandes,
    [67:39:34 - 67:56:14] |
    não apresentaram listos, não faziam parte da coligação, mas não apresentaram listos tanto, perceberam que era mais importante ocultar o órbano do que estar em representado do Parlamento.
    [67:56:14 - 68:11:14] |
    A coisa que pode ser muito positiva foi as colerações do primeiro ministro eleito, que tem um lado que pode ser simplesmente, devamos corrigir os demandos que a que se fizeram,
    [68:11:14 - 68:27:54] |
    ou pode ser um lado legionamento vingativo, essa discussão teve-se exatamente na plónia, que acabou a brincadeira, o que em si mesmo pode ser bom ou mal, apelendo a brincadeira,
    [68:27:54 - 69:02:54] |
    se acabou a brincadeira em termos de demandos da colação da Estado de Direito, e também que acabou a brincadeira, se é payback time, se é hora da vingança, isso não é muito bom, tantamos, e a última nota só para dizer, isto que ganhou um líder de direita e nesse querido, foi finha como se dizem Portugal,
    [69:02:54 - 69:19:34] |
    e a gente já estava com o órbano, e já depois ganharem as coisas, falou nem migração e falou de dizer que é uma grande caixinha de surpresas, e apesar isso,
    [69:19:34 - 69:51:14] |
    a adonisação de trâmpio, posto todas as fichas em Victor Orban, é um, uma vez, trâmpio é um dos derrotados, depois lá, já divence a tofinar-l durante um comício, deixou de ser um trumfo ter trâmpio ao lado,
    [69:51:14 - 70:24:34] |
    alguma vez foi, não, não, ele conseguiu o pucudígio de conseguir ele dejegar o marco carne, e nunca nada, a partir daí é evidente que em termos de política internacional a publicidade trâmpio não é bom, tem andem esreel, talvez eles conseguem ajudar o Netanyal, mas fora daí não,
    [70:24:34 - 70:39:34] |
    deixa-los qualquer forma só dizer que, ouva que vocês guisaram tanto com os autocratas democratas, e aqui tem o Orban, e o que é do que?
    [70:39:34 - 70:59:34] |
    - Sim, já também que tu, ainda não sei dizer, é indecêstia, porque o março tem sempre tira, porque eu estou farto ouvido de realmente a pessoas, que estão a dizer, "ah, final, a final é, um gria não era uma democracia, e a final, e a final..."
    [70:59:34 - 71:07:54] |
    - Não é isso, não é para mim, isso não é para mim, que é o Jormigal, utilizar outro meio de comunicação, a dizer,
    [71:07:54 - 71:24:34] |
    num programa que eu tenho na televisão, os monos e amigos dizem que nos saíram comigo, e se fazia que achem nós qualquer, e estamos em uma coisa muito ruim para os pares, e os pares aqui, e eu mostro aqui muito tempo.
    [71:24:34 - 71:46:14] |
    - Que não tem tempo? - Estas pessoas. - Vocês não deixam falar, pelo visto não é o que tu estás a dizer, mas houve muita gente que disse "ah, final, a final é, um gria não era uma democracia, como eu perdeu, e eu estou com um gré que a gente... vamos agarrarmos aqui..."
    [71:46:14 - 71:54:34] |
    "a final, a uma gria sempre era uma democracia, ela era uma democrata, porque foi ele, e a gente perdeu..."
    [71:54:34 - 72:04:34] |
    - Ora, eu fico satisfeito, significa que, para estas pessoas, o Orban é falar para...
    [72:04:34 - 72:19:34] |
    - Isso é que a mojida é alguma coisa, saber... - É saber quando é que este mundo da verdade é que a gente se enture a barra, que é que a gente se sabe quando é que este mundo da dor, disse essas coisas para você.
    [72:19:34 - 72:51:14] |
    - Eu acho que você é discriminado. - Esta justificação, é o perdeu, não é, foi ele, leixões de "pordeu", ou seja, a final é sempre um democrata, um gria, uma democracia, significa que estas pessoas acham que o Pinochet era um democrata, que o Hugo Chávez era um democrata que perdeu aquele polvicito constitucional, em que ele queria fazer umas alterações da constituição, para se perpetuar no poder.
    [72:51:14 - 73:11:14] |
    No fim do qual reconheceu a derrota e deu uns parabãs aos seus adversários, porque ficamos a saber que a galeria dos democratas, em que o Orban Pinochet, Hugo Chávez, é o time.
    [73:11:14 - 73:39:34] |
    - Pronto, fico esclacido porque é que o Pedro Muxias declara mais diário, e ainda temos que ir, é um dos filéminhão da semana, o João Miguel Taváres, de sentir-se Jesus Cristo, tal como Donald Trump, aliás, não estará com um fone de Jesus Cristo com um médico da Cruz Vermelha?
    [73:39:34 - 73:52:54] |
    - Então, quem nunca confundiu o uniforme do médico com o do um pescador ou do um carpeontário da Galileia do século de mim?
    [73:52:54 - 74:19:34] |
    - Trump diz que na imagem criada por inteligência artificial não quis representar-se como Cristo, mas como um médico da Cruz Vermelha, o que é que ele pode por rir de situações inéditas?
    [74:19:34 - 74:32:54] |
    - Não estamos falando, o último é para se acreditar que Jesus Cristo era a Agenda Cruz Vermelha, porque Jesus Cristo usava muitas coisas, mas, costalmente, não usava uma Cruz.
    [74:32:54 - 74:42:54] |
    - Seria muito meta e alusaram uma Cruz Vermelha. - Isso tem isso só, pescoça. - Aonde vão fazer? - Acho que é, acho que é.
    [74:42:54 - 75:07:54] |
    - O Trump não perceba que eu pode fingir que o super-homem está toda a liberdade, do Papa, como uma percebem que é a imagens, mas é preciso não ter nenhuma noção que não fazer para usar-se, porque Jesus Cristo não funciona, inclusive, é de junta.
    [75:07:54 - 75:22:54] |
    - É uma base de apoio. - Essa falta de noção mostra que o descontrol do ego conduzim vitalmente para a trajeta.
    [75:22:54 - 75:32:54] |
    - Ao ponto de ter vindo corrigir com esta coisa da corrigir. - Sim, pagou? - É, pagou a imagem.
    [75:32:54 - 75:39:34] |
    - É, simultânio. - Mas é uma mentiga ridícula, como é invidante?
    [75:39:34 - 76:04:34] |
    - Em simultâneo aconteceu tudo isto com aquele ataque, bastante intenso, ao Papa, chamando de fraco, acusando entre outras coisas de gostar do crime, gostar do crime.
    [76:04:34 - 76:12:54] |
    - Sim. - Estou só se tornau. - Como é que, entende esta deriva?
    [76:12:54 - 76:27:54] |
    - Eu acho que o Papa pode lhe agradecer infusivamente, porque este Papa não tem, nem nunca vai ter achou eu, a publicidade de Francisco.
    [76:27:54 - 76:39:34] |
    - Não tem humor, não tem o que ir. - Esteve muito bem. - Não, mas o tempo está a ajudá-lo a ter qualquer coisa.
    [76:39:34 - 76:56:14] |
    - E por isso... - Tem que regravidar, né? - E sabe, o Papa disse que o Corrubico, que o Papa pode dizer, nós chamamos de um som pacífico dos conflitos e para invitar as geicas.
    [76:56:14 - 77:12:54] |
    - Parece pertinente, os questões que têm sido levantadas sobre a saúde mental do Papa, não é? - Não, é o momento do Papa, perdão.
    [77:12:54 - 77:36:14] |
    - Não, é o momento do Papa está bem, o Camilo da Austrão. - Não, é o momento do que eu tenho comparado com o que, com aquele patamar de resuabilidade, de sermeridade que ele teve, no primeiro mandato.
    [77:36:14 - 78:02:54] |
    - Este segundo mandato tem sido pior do que o primeiro em tudo, mas para já não acho muito interessante que lace ficar psiqui-queamento, psiqui-atricamento, os líderes políticos. Não parece muito útil. Não não se veete que fazer isso muito isso, ou não gosto muito desse met.
    [78:02:54 - 78:29:34] |
    - O que é que ela é uma personalidade, abominável de uma agromania, com isso tão adúbida em malheias, alguns dos melhores defensores de Deus, na direita radical, dizem, vai, ela é muito deplorable, mas não sei o que é, de fazer logo esse progómic, que a gente cotive ela, uma pessoa horrível.
    [78:29:34 - 78:46:14] |
    - O recém católico, de J. de Vance, viste presidente dos Estados Unidos, aconselhou também esta semana o Papa a ser mais cauteloso quando falo de trilogia.
    [78:46:14 - 78:59:34] |
    - Acho que é um graças por isso, por isso, na sua aquelas reações populares, tentarem ensinar a missão vigário.
    [78:59:34 - 79:21:14] |
    - O J. de Vance está naquela posição de serviço presidente daquele senhor, e portanto ter de mostrar este tipo de solidariedade.
    [79:21:14 - 79:47:54] |
    - É um católico, e de mais para o som da né? - Mas era difícil, né? É difícil, porque as pessoas vão ir por um microfone a frente a dizer o seu chefe, e se isso que é que ele parece, é difícil não responder e portanto eu, eu pessoalmente tenho saudades do tempo em que os maluques achavam que eram na polião.
    [79:47:54 - 80:24:34] |
    - Essa ideia da char que são os Jesus Cristo, e na próxima, quando as pessoas acertaram, "Ah, mas é tão... estás armando em Jesus Cristo", ele disse, "O que é isso? Só a mesma volta das feicelinhas, mas a volta das feicelinhas é que, apelem antes, portar esta fotografia, não como um médico da Cruz Vermelha, mas como Jesus Cristo, ele na fotografia estava vestido como uma túnica branca, como os médicos da Cruz Vermelha, estava muito prestado.
    [80:24:34 - 80:39:34] |
    - Está a curar um paciente com o método de trapeutico de deposar a palma da mão na testa, como os médicos da Cruz Vermelha. - E a uma xispazinha na outra mão.
    [80:39:34 - 80:57:54] |
    - A uma xispa na outra mão, e há um demonio, um demonio com três cornos, a peirar sobre ela, por trás, que é normalmente o adversário dos médicos da Cruz Vermelha.
    [80:57:54 - 81:11:14] |
    E, portanto, ele, entretanto, está a identificar aquela doença mental, que ele costuma, que ele que suma a atribuir a canho critica,
    [81:11:14 - 81:27:54] |
    essa veressimental já, normalmente, era para os escradistas, maluco, de repente, Takar Carlson, Megan Ryan, eu não sei que começaram a ter.
    [81:27:54 - 81:32:54] |
    - É meu homem! - Megan, mas não se tem nisso.
    [81:32:54 - 81:46:14] |
    - E, como é que é o senhor? - E, realmente, mas tem um coisa que ela não está com boa espetta.
    [81:46:14 - 81:57:54] |
    - E, esta semana, Melony apanhou. - Melony apanhou. - Já não é amiga.
    [81:57:54 - 82:14:34] |
    - Já não é amiga, Melony apanhou. Há uns trampistas que estão firmes ainda, junto a ele, porque uma coisa que é que ele intervencionista não é.
    [82:14:34 - 82:22:54] |
    - E, portanto, eu não sei o que é o que proponha, pode ser que seja o que faz de isto.
    [82:22:54 - 82:37:54] |
    É ir buscar o papa, pô, na célula, lado do maduro, e tentar rejar, ver lá no Vaticano, quem é que, pelo jeito do irmão do Papa é bom.
    [82:37:54 - 82:42:54] |
    - E o Papa é bastante bom. - Mas o irmão, quem é maga?
    [82:42:54 - 82:51:14] |
    - É maga, tenho mesmo aplido, em princípio, ou... - Mas eu estava a dar uma ideia ó, sim, matográfica, né?
    [82:51:14 - 82:57:54] |
    - Os neivicios dependem de... - É uma das opas... - Sim, o Vaticano.
    [82:57:54 - 83:06:14] |
    - Eu lino aquadassista. - Marei-nos uma vez daqueles homens. - Fazendo uma kinetica.
    [83:06:14 - 83:14:34] |
    - Indiana Jones, aparece-se, guarda-se-se-se. - E o trampismo português, então, é o rave do Papa.
    [83:14:34 - 83:24:34] |
    - O trampismo português está muito firme. Vamos ver até quando. Porque é sempre nós pensamos.
    [83:24:34 - 83:31:14] |
    Agora vão dizer, porque eu já não vou.
    [83:31:14 - 83:45:24] |
    Essa barreira tem sido, posta, tantas vezes, eu estava espera que fosse agora com Jesus Cristo,
    [83:45:24 - 83:52:12] |
    há pessoas no estado unidos que disse, "Ara, mano, tá, por aqui dos dois Cristo, eu já não vou.
    [83:52:12 - 83:56:10] |
    Mas aqui não, aqui ainda há muitos patas de Deus.
    [83:56:10 - 83:58:42] |
    Eu vou imaginar o que é preciso.
    [83:58:42 - 84:07:50] |
    Se você é um live da retréita, coisa de gênero, para as pessoas ele não, isso chega, chega.
    [84:07:50 - 84:13:40] |
    Bom, não há livre para esta semana, não há tempo para isso, para se manavrar.
    [84:13:40 - 84:23:42] |
    Está concluída assim, mais uma rinja ao semanal, dois ou oitias, a mesma hora, os mesmos de sempre, também em podcast.
    [84:23:42 - 84:28:52] |
    Pese que mexia, João Miguel Tabá, e Ricardo Rújperer.
    [85:03:40 - 85:32:02] |
    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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