• lista de episodios - livros - sobre
  • Livros do dia: Colóquio, BD, aforismos e Olissipo

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    Quando o silêncio ocupa a cidade.
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    Algo fantástica acontece.
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    Surge um novo mundo para descobrir.
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    Chegou noventói ATCHR+
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    Um souvo 100% elétrico, com até 677 km de autonomia.
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    Descubra a confiança elétrica do novo Toyota CHR+
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    Então é o tapo de PT.
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    Chegamos a altura dos livros e o trago esta semana não exáctimente um livro, mas uma revista com cara de livro.
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    E mais robusta, como muitos livros, é coloquio a revista literária da Fundação Cauça Obenquia,
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    dedicada neste número de primavera de 2016 a Camões ainda no ámbito das cumburações do quinte centenário do nascimento.
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    Do Zerolho, como escreve no editorial, com um graça e de forma coloquial, tratasse da coloque, o final.
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    A diretora da publicação, Joana Madsfria, que cita até a Dilea Lopes a recordar um gato que teve um gato preto,
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    zerolho, que era por ser zerolho, escreva Dilea Lopes, que se chamava Camões.
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    Claro que esta é uma revista sérria, com uma vertente de estudo e excelentes contributos acadêmicos, mas não deixa por isso de ser também uma revista onde o prazer de literatura está bem presente.
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    Por exemplo, logo abrir com um problema de Gonçalo M.Tavar, sentitulado, homenagem ao Senhor Camões,
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    um problema onde se lee a sérder de altura sobre homenageado, está tão atual como futuro. Camões é coisa para irritar trogloditas,
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    assustar os débiles de débile, lapidão para a leitura, afogentar mecânicos da língua.
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    E por aí, adiante, não acaba aqui um somário exaustivo deste número, mas fica chamada da atenção para o luxo que é continuar a ver uma revista literaria assim.
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    A coloque é publicada pela fundação que a luce do banquian. O João Miguel Tavar.
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    A polícia meia da palavra zerole, que está para muito mais outras leituras, e tem que também ter feito com a vida do Camões.
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    Era só uma nota de roda-p.
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    O João Miguel Tavar, sugerbando dezenhada, também robusta.
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    Assim, como digui Ricardo Aguís para o que este tem um acontecimento editorial?
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    Porque o Charles Burns é um dos grandes autores de cómics de BD dos nossos dias.
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    Ele é o autor de uma obra fundamental que desenhou e escreveu durante 10 anos, e que ele passou a reunir em livro, chamada Black Hole.
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    É um livro 2005, que é um callemás, que nunca foi traduzido em português, em português do Brasil.
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    Este farinal de cara até é sua última obra, e é, per once, que ela é apresentada ao público nacional numa ótima edição da ASA.
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    E de certa forma, tem muitos paralelismos com Black Hole.
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    Ele regraça aquilo que são os seus interesses, a adolescência, os anos 70, nos Estados Unidos da América.
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    O quão atribular é esse processo de passado da adolescente para a idade adulta, os amor, sem compreensão.
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    Mas também um universo muito estranho, meio mutante.
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    E é uma viagem e também salto perspetível entre personagens.
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    E é uma viagem para quem gosta de BD muito fascinante. É o mesmo tempo também, um homenagem ao cinema dos anos.
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    De segunda metade do século 20, aqueles cinemas C&B, já que, no coração desta história, está um grupo de jovens, a filmar, um filme amador.
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    E vale a imessa pena.
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    E, quando se imente editorial, Charles Burns vai não ter.
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    O Pedro Messia, mais contido, traz a furismos.
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    É um livre de massadagens e outros afirígimos, tanto fragmentos e afirígimos e pensamentos do Wallace Stevens, que é um dos grandes poetas do século 20,
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    que o Péta-americano, mas que é particularmente um poeta que, além de escrever, grande poesia, pensou aposia.
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    É uma forma de pensamento. Estes são fragmentos de cadeiros sobre a edipusia e, sobretudo, sobre um edipo fundamental, que é a ligação entre a imagina...
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    Na poesia, a ligação entre a imaginação e a realidade. E ele tem uma frase, "Vocitar o único, o único freibente é que ele diz".
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    No mundo das palavras, isto é só nesse mundo e não os outros, no mundo das palavras, a imaginação é uma força da natureza.
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    Este dávamos para fazer um seminário sobre o poesia no século 20.
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    O Ricardo Aosperera propõe uma viagem no tempo a Olicipo.
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    É realmente uma coisa fascinante isto, porque o professor André Simões, que é um daqueles professores cujo entusiasme pela matéria que estuda, a contagia os alunos,
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    que ele conta isso no início e ele conta o seguinte, que às vezes vai as colas falar sobre, enfim, estibular o interesse dos alunos pelos estudos classe, etc.
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    E uma vez numa escola básica, um meio de perguntou, como é que eles no tempo nos romanziam à casa de banho de professores?
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    E ela achou que aquilo era uma boa pergunta, até porque a idá a casa de banho é uma espécie de emblema da vida quattidiana, daquilo que a gente chama a vida quattidiana.
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    E então, isso foi o porteste para o professor André Simões, que escrevei este livro que se chama "Luzitânia".
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    E que imagina, não sendo um romanz histórico, ele fala sobre uma família hipotética, digamos assim, ou seja, não é um romanz histórico que, no sentido em que o que ele diz é o seguinte, suponha uma família, composta desta maneira por dois, dois paraímeis, filhos, etc.
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    O que que eles faziam, por exemplo, no seu dia a dia, como é que era, como é que eram as idas à escola, quais eram seus hábitos religiosos?
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    Aonde ficavam as termos? Ah, esqueci-me dizer, todos estes passam em o licipo, na cidade que Lisboa era no século 2, depois de Cristo.
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    Portanto, eles chegam a Lisboa, primeiro vem a Lisboa do aparte do mar e depois vivem na Lisboa do século 2, depois de Cristo.
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    E aí, esse coletor fica a saber como é como a família na Lisboa humana do século 2, vivia, como é que era a sua vida quattidiana?
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    Uma viagem no tempo de André Simões, Lucitânia, assim se concluiu mais de cor suatório?
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    Tu conhece o Afonso de Chafonte Histórico? E onde é que eu não perdo?
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    Des, é que eu te posto assim, é tal, também. É legal, eu tive que não, não há as coisas.
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    Mas se termina mais uma reunião sumanal, dois, oito dias, a mesma horas, os mesmos de sempre, também em podcast, pera mexerias, um Miguel Tavarres e Ricardo Broues para ele.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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