Chego para um senhor atenção, a duas pessoas favoritas naqueles jantar é o velhinho que continua a começar lá das impávidas enquanto toda a jantar basta a mesa.
E uma que deixou os democratas malucos foi lembrar as tradições inglesas, jurídicas ou políticas que os americanos herdaram para tamar na carta, a revolução, a revolução de séculos a seta, a revolução inglesa.
Não, foi muito bem embrolado, porque foi um discurso muito crítico, crítico, mas simpáticamente crítico do gênero, que a gente já viu até o amigo é, embrolado numa...
mas, em vez de ver essa maluca, dizia assim, "Wild recollections may vary, é fantástico, é manade dizer, lá está esta é esta, é esta, não é bem venta coisas,
Entretanto, com a guerra num impasse, os preços de petróleo estão em valor de recordo, o sensor alemão, esta semana não se teve com meias palavras e afirmo
quando as letras que os Estados Unidos estão a ser um milhados, Luirão, que consequências pode vir a Teres e uma Miguel Tavard, esta tão pouco diplomática por comparação com a presença do rei inglês em Washington,
esta pouco diplomática expressão de Mertes, eu acho que ela surgiu num encontro de estudantes, mas eu acho que reflete o sentimento não só do Mertes, mas praticamente todas as pessoas na Europa.
Parece que a Espanha e a França, a Portugal e a Alemanha, que estão a receber os favores dos Estados Unidos da América, como os Estados Unidos da América, que querem intervigo no mundo inteiro, não precisassem dessas bases, é uma ideia absurda.
Pelo contrário, aquelas bases, são significam uma aliança que existe desde a Segunda Guerra Mundial e que eu fico seu com as Estrador de Náguias, sim a Europa, mas, destas tempos sobretudo do plano marcham, mas que sobretudo também eu fico seu com as Estrador de Náguias ou Estados Unidos e que tampa manifestamente não consegue ver.
As guerras todas que, que os Estados Unidos têm tido no medi-oiguiente, elas estão baseadas ao longo de gláfias, nos Estados Unidos que fica muito longe e, portanto, não perceber isso agora, sobretudo, é retórica de trampia, por exemplo, desde a história da Guno Land.
A história da Guno Land é uma história grivíssima que quebra todos os laces de confiança entre o Euró, pelo Estado de Unidos e depois, não é por acaso que foram os alumens, a inventar aquela palavra que nós gostamos tanto, que é o Shadow of the Freud, né?
Não, não, pode ser frio, é, sei lá, há uma vida muito gira que você não consegue termos do teu homem que também não consegue termos, e, portanto, apesar de nenhum de vá se manter...
Já lá vão dois meses, passaram dois meses desde o início da guerra. Estas maços estimos a dois grandes momentos de basófia, de um lado e de outro, de um lado de uma mensagem atribuida ao líder supremo iraniana, que é o que nunca parece.
Desque o lugar dos trajeiros no Gove Perce, que é no fundo do mar, do outro lado de trampo, votou as brincadeiras com entro legência artificial e criou uma imagem de o próprio armadinho Rambo, doclo dos coros e com o grande matralhadora, com mensagem no Morro, Mr. Nascay,
- O que a gente tem de reconhecer é que ele não é um intervencionista. Isso, o fortém do ouvir isso, não é intervencionista e gosta muito a liberdade de expressão.
São essas duas características, são inaboláveis n'Ele, mas além disso, o Trump tem na sua vitrina o prêmio da paz da FIFA e um prêmio Nobel da PAS, que foi...
- O Pedro Messia fica assim, ministro da Magna Carta, agora é vezes do João Miguel Taváres, numa dimensão mais doméstica, se tornar ministro das costas voltadas, também sou o protesto...
- É. - A forma de protestos colhidas, pelo deputado socialista Pedro Delgado-Ovoves, contra o presidente da Semplia da República, uma desiligência e uma falta de respeito do João Miguel Taváres.
- Decia elegância, eu posso comparar a palavra. - Estou apenas a referir as opiniões de outros socialistas com voz pública, como João Suar de Ascense Simões.
Ascense Simões escreveu que a atitude del Delgado-Ovoves foi um gesto vergonhoso e João Suar diz que o de Platon-Ocilista deve um pedido de desculpas a Guerra Brango.
- Acho que não. Acho que nem isso que foi vergonhoso, nem merece nenhum pedido de desculpas. Pode dizer que foi desélegante, mas ao mesmo tempo, ou teve um efeito ali que foi chamar a atenção para uma coisa muito importante.
- O que é a facta que a atitude do de Platon-Ocilista trouxe para a discussão o teor da intervenção da Guerra Brango na Estremonia do 25 de abril, quer concentrar-se na forma ou na sustância do protesto?
- Não quero concentrar-se na sustância embora tenha sido a forma que lás está. Chamou como tudo isso é bem, a atenção para essa sustância é preciso perceber que é aquela também é uma simmónea que não havia maneira de interviver, o nenhum portato podia levantar o barraço para dizer o que é que fosse e portanto teve...
- Não, nunca. - Chei. Mas no último programa eu disse que, pelo legal de uma oferta daquilo do Banco dos 4, o mais habitualmente sensato e calma, mas chegou a casa.
O coisa que ele tem feito regularmente, eu já elogiamos aqui, acho... Até mais que eu vejo o Speedwriter do Aguia Branco, é alguém que sabe fazer desconheço em Portugal, que é muito raro.
E essa eficacia, ainda por cima, em parte tem brulhada, aí, opções relevantes, porque é verdade que a classe política é Portugal, nomeadamente até a nível da mente de salarres, financeiros, é maltratada e é uma questão que deveria ser olhada.
Eu acho que a GABRE não pode fazer aquilo, é que o discurso é grave e, sobretudo, porque ele se superpõe a uma investida do PSD contra a transparência.
A área em que, na qual pelo GABRE, isto tem empenhado e, portanto, sentiu-se, digamos, assim visível, quer dizer, não era dirigir-la ai especificamente, mas eu percebo a reação do...
A gente chega a hora, então vamos ver como é que é a transparencia, o chega percebe, se o chega não quer exatamente a transparencia, quer ser no mínimo translucido.
Se assim uma pessoa apoiar um partido, se está de uma posição pública, política, que é útil nós sabermos, e supostamente se ele apoiar para não ter vergonha da peiar.
É de resoarte, na princípio, tem certeza, avançou um argumento curioso, ainda não havia mais lá de nenhum, mas que era o argumento para defender esta nova versão.
E depois o Estado, o governo, é mais um pacote de 8 anos, tanto que quando faz 90, quando faz de vigar aquilo, e que dá a volta de milhões de mil milhões por ano postado,
que, dentro de aquilo que é um investimento público não parece assim uma coisa tão extraordinária, e porque nós também já sabemos que não, e depois não se é capaz de escutar.
Mas a mim parece ser um especialmente escandaloso, porque depois há determinadas coincidências, e esta semana aconteceu, que continuou a correr a comissão de inquietar o que se passou no Inem, com bem recordar, ou com uma greva em 2024, no final de 2024,
E que portanto, o Inem não reagiu, não havia serviços mínimos, que conseguissem dar resposta a as pessoas e eu fico totalmente de três pessoas com o governo.
- Você faz esta piada do previso, mas esta semana houve uma outra piada que foi, e dizerem, bom, existe uma secretaria de Estado da Saúde, existe da Secretaria de Estado de Gestão da Saúde.
E a Secretaria enganou-se na Secretaria, a Secretaria recebeu o mail, enviou o Passe Secretaria de Estado da Saúde, e na verdade havia ter enviado o Passe Secretaria da Gestão da Saúde, que era quem tinha todo o mundo.
- É que os milhões... Não são precise milhares de milhões, o que nós precisamos de desesperadamente é de melhor gestão, se calhar, precisamos de menos de Estado, um Estado mais eficiente, e a Secretaria é a certa na Secretaria.
E o segundo lugar é que tal como no PR e, exatamente, aparecem ali coisas que são respostas da calamidade e aparecem ali coisas que são funções do Estado que já agora se aproveita e mete-se do pacote,
Eu lembro que no PR era muito difícil ler o PR e descordar agora, lembro-me que eu li com a atenção a parte da cultura na altura e aquilo era um funções do Estado,
Eu percebo, temos os financiros, eu percebo, mas se o pobre do Estado se precisa de programas de emergência para cumprir as suas funções ordinárias, digamos assim.
Estava esclacido porque aqui o João Miguel Tavares se declara empacotado, o Pedro Mexia diz sentir-se dispensável ainda por causa do regresso supojante de Pedro Nuno Santos, que teve esta semana resposta por parte daquilo que é visto como o principal visado pelas palavras de dois líderes socialistas,
Vamos falar de época da Shadan Freud, de facto, as coisas entre amigos na política e a política é complicada, é um teste a as amizades, toda a gente se lembra de suar a juzanha...
É uma coisa que é relativamente normal, que é dizer, eu não estou da uma incursão com esta direção e portanto não me vou comprometer com esta direção e fico livre...
É fico livre para descordar. Isso faz parte a vida dos partidos. A ideia do Pedro Nussantos, o utilizar a palavra "taticismo" para, como dizer que, os jogadores de chave, taticista, que já têm a próxima jogada na cabeça.
Sim, faz parte, faz parte da gente faz isso, então a gente fica aquela coisa, "ah, este tempo ficou na reserva, mas apenas eleições de robô o líder do seu partido".
Sim, mas estamos todos do seminário. De repente a política é uma coisa de são grupos de amigos que se estima muito, o árbitro foi extremamente incorrecto, é essa lógica, para o mortel.
Sim, é moebre. No meio de tudo isto, parece que o Verusímeio Ricardo Arospreira, como dizia esta semana, e como dizia Nassique, o comentador Francisco Mendes do Silva e também escreve esta sexta-feira no público.
É possível que seja verusímele, eu não tenho certeza que seja útil, eu me quero fazer o meu raciocínio ao seguinte, de que modo é que se pode contribuir para a União da Esquerda.
-Ele ainda não gosto muito das opções do PS, porque não sou eu que estou a liderar o PS, que outras opções de fundo é que um hipotétic partido liderado por Pedro Númecio Santos teria a fazer ao PS.
E depois a esquerda temos o PCP, o bloco, o livro e o PS, só que já vão 8, ainda temos mais o pano, para quem é uma panhara, que se pode também, um cadinho mais a esquerda, digui eu...
que muitos livros é coloquio a revista literária da Fundação Carlos Colobanquian, dedicada neste número de primavera, de primavera de 2016, a "Camões" ainda no hábito das comburações do quinte centenário do nascimento,
a captora da publicação, Joana Mates-Frias, que cita até a Dilea Lopes ao recordar um gato que teve, um gato preto, "Zero olho", que era por ser "Zero olho",
-Claro que esta é uma revista sèria, com uma vertente de estudo e excelentes contributos acadêmicos, mas não deixa por isso de ser, também, uma revista onde o praseiro da literatura estava em presente.
-Claro que está no tempo, logo abrir com um problema de Gonçalo M. Tavard, intitulado, homenagem ao Senhor Camões, um problema onde se lê a certa altura sobre o homenageado,
está tão atual como futuro. Camões é coisa para irritar trogloditas, assustar os débios de débio, laptidão para a leitura, afugentar mecânicos da língua.
E por aí, adiante, não acaba aqui um somário exaustivo deste número, mas fica chamada da atenção para o luxo que é continuar a ver uma revista literária assim.
É um livre de homens, de uma saudade e outros afirismos, de fragmentos e a furismos e pensamentos do Wallace Stevens, que é um dos grandes poetas do século 20,
É uma forma de pensamento, isto são fragmentos de cadeiros de Wallace sobre a edipusia e sobre todo sobre uma ediputamental que é a ligação entre a imagina...
É realmente uma coisa fascinante isto, porque o professor André Simões, que é um daqueles professores, cujo entusiasmo pela matéria que estuda, é contagia os alunos.
Ele conta isso no início e ele conta o seguinte, que às vezes vai as colas falar sobre, enfim, estimular o interesse dos alunos pelos estudos e classe, etc.
E uma vez numa escola básica, o Miu de perguntou, como é que eles, no tempo dos romanos em uma casa de banho, professora, e ela achou que aquilo era uma boa pergunta.
ele fala sobre uma família hipotética, digamos assim, ou seja, uma romansistórica, que não sentida em que o que ele diz é o seguinte, suponha uma família, composta desta maneira por dois, por dois pai e mãe, filhos, etc.
Uma viagem no tempo de André Simões, "Lositânia", assim, se compluímos mais o que o leon e a sua fonte, xa fonte histórico. E onde é que eu não perdo? Diz? Eu depois tivesse... Tá lá também.
É legal, eu digo não nas povas. Mas se termina mais uma reunião semanal, dois ou oito dias, a mesma horas, os mesmos de sempre, também em podcast, de termosistias, um milhautavar e Ricardo Brouges para ela.