• lista de episodios - livros - sobre
  • Sobressaltos e inquietações

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    Esta semana a Pedro Mexia considera-se importante.
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    Ricardo Oroos Pereira, Clara Geral e João Miguel Tavares, sente-se preiairo.
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    Está reunido o programa que os nomes estamos legalmente impedidos de dizer.
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    Quando o silêncio ocupa a cidade.
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    Algo fantástica acontece.
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    Surge o novo mundo para descobrir.
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    Chegou o novo Toyota ZHR+, um soube 100% elétrico com até 67 km de autonomia.
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    Descubra a confiança elétrica do novo Toyota ZHR+ e Toyota POT.
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    Para viver vocês a uma invindos no final de uma semana marcada por mais uma greve geral
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    contra as propostas do Governo para alterar os lejos do trabalho.
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    Uma semana em que o lugar foi eleito para o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
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    E em que se discutiu onde poderão colocar-se os chapéus de sol na praia.
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    Tudo isto com a guerra com o pânio de fundo, a Rússiata, Carvio Entamente ao Crania,
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    a Tingeir, a infraestrutura de russas, mas agora também com russos e o Cranianos a dizer que pode em breve encontrar-se para a paz,
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    veremos, entretanto, no mede-orient, arrastam-se as negociações entre Estados Unidos e Irão, ainda sem acordo,
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    mas começando a abrir brechas entre trampineta anial e é por aqui que começamos.
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    Com o Ricardo Raússi Pereira, no papel de ministro do Coiro e a quem é que está a costar mais o Coiro?
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    A quem é que está a riscar mais do Coiro?
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    Bom, não sei se alguém está a riscar muito o Coiro, mas o Trump disse que estava a tentar salvar o Coiro de Netanyal.
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    Em principios, a expressão usada foi...
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    - Está sido outra? - Está sido outra?
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    Em português seria mais vernáculo, um bocadinho?
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    Sim, de bom, em inglês é "Problems Savior S", que é o volto de uma palavra...
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    - O TOS? - Traseiro, sim.
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    E isto...
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    O sobretudo que me incomoda neste período é o que os esturiedores do futuro,
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    e eu tenho se ferido muito pelos esturiedores do futuro.
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    Em menos, porque eles vão ter de olhar para trás para esta época e fazer e tentar escrever duas ou três páginas numa história universal,
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    sobre isto. E portanto, eles vão ter de deslindar primeiro coisas práticas, não é?
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    Porque é como a guerra que já foi ganha em março, ainda dura em junho.
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    - Essa é a primeira. - Criver nossa boca ligula com a SEGA.
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    Isso talvez, mas ainda assim não é fácil.
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    Olhando para as declarações dos protagonistas perceber estes fenômenos.
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    Pois, a própria linguagem, que normalmente nos vitústicos, livre-stitória, não costuma constar "fucking" e palavras das coisas ele vai abusar do trampo.
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    Sim, que significado já é o político atribuí este desentendimento entre tramp e netalneal,
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    e sobretudo, o facto dele ter vindo de altamente a público tratando-se uma chamada telefônica que presumce...
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    - Era entre dois protagonistas, não havia mais ninguém na linha. - Eu acho que isso faz parte do atual ambiante.
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    Por causa, não crec que isso seja assim tão questionado.
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    A ideia de que estamos se usavam só os dois na linha, como é que isso transpira capra fora imediatamente.
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    - Ou alguém que quis que se isso. - Eu acho que já ninguém se surpreende com essa, digamos, falta de lealdade institucional.
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    E isso é uma coisa curiosa, porque normalmente essa ideia de instituições, respeito pelas instituições,
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    da algum decoro que, porventora, às vezes até era um pouco exagerado, mas era a marca dos conservadores.
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    Era uma das marcas dos conservadores, era essa.
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    Por exemplo, a gente tem, olha, sem prejuízo de depoias e de da prática, ser bastante brutal, digamos,
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    mas a gente olha, o Tchartil ganhou o Nobel da Literatura.
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    O seu, a maneira como ele se expressava, mereceu essa distenção.
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    O Trump ganhou o Nobel da Paz da Corina Machado.
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    É uma espécie de... como é que se chama?
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    - Primeira da Paz da Fife, não foi? - E da Primeira da Paz da Fife.
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    Mas isto de ganhar o Nobel da Paz, que tinha sido ganho por outra senhora, é o maior patia dos galardões.
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    - É, é, é. - Que isso é a válida.
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    - É, vai sendo diluídido. Depois, há outra coisa que é...
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    Este tem ideia de... o modo como a linguagem.
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    Os conservadores não gostavam de gostar disso.
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    É isso que eu me estou reforindo. Por causa do...
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    Porque respeitar as instituições também, também implica respeitar os cargos e a ideia de que quem usou a culpa,
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    os respeito e portanto... a certa altura, alguém me perguntou a Trump.
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    Se ele vai reunir com o líder supremo do irão,
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    e ele diz que não tem bem ideia, que por causa até gostava, mas diz o seguinte.
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    - É mais que lembro, como é que faz a pergunta?
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    - "The Gay Leader of Iran". - Exatamente.
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    - Era o dia que posso. - Eu pensei que estava ao vir mal.
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    - Não, não. - Mas... - E ele diz assim, vocão?
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    - Vou se ao vir mal. - Mas o que ele diz é o seguinte, sobre as leções sufridas...
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    As eventuais leções sufridas pelo atual líder supremo do irão, depois dos ataques americanos.
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    - Ele diz o seguinte. - "Oi, fazer fênios relatórios faltam em várias peças,
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    mas tem todo o gosto de encontrar-me com eles, se for caso dizem".
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    - Que significada é que atribue este festival em contra ou plenza-o a disponibilidade do Trump para se encontrar com o Mosh Tava-Caminai?
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    - Sim. Ele já em tempos se encontrou com antes de líderes de discutível, enfim, Calibra, né? - É, na Coreia, ficou muito bem impressionado.
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    - Exatamente, com que mil mil guiú, os poitos que tinham. - Os poitos que tinham.
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    - Os poitos que tinham, e ele aliás, pense que foi o Trump que utilizou a mesma espécie de lavo, leta.
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    - Lavo, leta. - Cartas de amor que nós trocamos.
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    Portanto, eu acho que o Trump neste momento também está cheio da amor pelo líder do irão e não estou a economizar.
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    - E diz que ela é muito respeitado no irão. - E aqui é muito respeitado no irão, quando ainda há pouco tempo.
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    Eu acho que ele desconfiava que ele tivesse meio morto. Agora é muito respeitado, diz que o ovem e que o ovem há muito tempo.
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    - Mas quem não deve estar contenta é Netanyal. - Pois Netanyal, não. Mas quer dizer, mas porque aqui isso acontece?
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    - É acontece porque neste momento ele não quer que a guerra recomece de maneira nenhuma.
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    Os aganianos que não são estúpidos já perceberam isso. Até o neste momento eu acho que ele está te renovando contra isso com qualquer pessoa que ajuda,
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    que a inflação fique mais a menos naquilo, naquilo patamauga, vejam-se, tem algo que pode ser mais forte.
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    - O que não está no mesmo? - É uma inflação, a eleição é gente que é lar.
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    Enquanto as negociações perseguem ainda sem resultados e constreitor mojo-fechado, continua a haver ataques de parte a parte a pesar de estar em vigor um cessar fogo.
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    O que tal fez agora se compreenda melhor depois da donal de Trump ter explicado? O que entende por cessar fogo?
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    - O que você está fazendo na cessar? - O que você está fazendo na cessar? - O que você está fazendo na cessar?
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    - O que você está fazendo na cessar? - O que você está fazendo na cessar?
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    - O que você está fazendo na cessar? - Naquilo rejou a uma saída de forma mais moderada, uma saída de forma moderada, uma saída de forma moderada.
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    - Naquela região, um sarfloga quando se despara de forma mais moderada, tem uma nota de esta atualização do conceito da democracia.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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    Eu sou o Vaiucôero. E depois vem outra vez a questão da... da... agora de vez que o irão já... já dedicou do programa do colher.
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    É todas as semanas a dono-viedades sem que em nenhuma semana as provas. Mesmo a história dele que está a dar a pergunta,
    [15:07:48 - 15:17:14] |
    o líder ganhe do irão e ela responde "ah sim, vou encontrar com ela." Como coisa de lirante?
    [15:17:14 - 15:31:00] |
    Entregamos ao Ricardo Arouss para a pasta de ministro do Cairo, o João Miguel Tavárez, que é a sede desta vez ministro, das greves gerais.
    [15:31:00 - 15:35:28] |
    Das greves do plural não lhes chega a desta semana?
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    Não, porque o Andá é fazer a análise histórica das greves gerais, mas pretendendo noisar as greves gerais,
    [15:46:02 - 15:51:42] |
    porque passamos desde que a liberdade sindical é Portugal.
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    É assim, assim, assim.
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    Isso é assim, mas é uma risadaativa.
    [15:56:12 - 16:01:20] |
    Sim, há 50 anos, exatamente. Antes não...
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    O quê? Uma dúzia, não é?
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    Ove uma dúzia e é muito engraçado. Tiva-veir quantas actinham sido em governos PS e quantas actinham sido em governos PSD.
    [16:16:40 - 16:25:14] |
    E os governos PSD ganham 10 a 2, é uma abada total.
    [16:25:14 - 16:35:46] |
    E é muito engraçado quando se vai olhar que parece que os greves desde nos 80 até agora, porque eu acho que elas dizem em várias coisas sobre
    [16:35:46 - 16:39:48] |
    o que que servem em infelizmentas de leves gerais.
    [16:39:48 - 17:02:22] |
    Aumentos que os governos do PSD são mais a vezes os trabalhadores.
    [17:02:22 - 17:05:42] |
    Ove, então ove zero greve os gais durante o costismo.
    [17:05:42 - 17:09:02] |
    Ove zero greve?
    [17:09:02 - 17:12:22] |
    Pois é, também.
    [17:12:22 - 17:19:36] |
    O único que foi a sua preocupação é a defesa dos Deguentes Estragabalhados.
    [17:19:36 - 17:31:34] |
    Eu acho muito a graça essa texto que os Deguentes Estragabalhados é uma cena desligada dos Deguentes Estragabalhados.
    [17:31:34 - 17:41:20] |
    E portanto, é uma coisa a parar a parte numa galáxia.
    [17:41:20 - 17:46:40] |
    Então, ove zero greve os gais durante o costismo.
    [17:46:40 - 17:55:44] |
    Ove zero greve os gais durante o guterismo, mas reparem.
    [17:55:44 - 18:03:14] |
    Também ove zero greve os gais durante o seu arismo.
    [18:03:14 - 18:24:34] |
    E portanto, mesmo que tenham sido três primeiros ministros does de março arismo, mas três primeiros ministros socialistas chamaram o FMI ou a TROI.
    [18:24:34 - 18:29:30] |
    O que é o que é o Válsima?
    [18:29:30 - 18:32:50] |
    O V2 com o Válsima.
    [18:32:50 - 18:35:44] |
    O Vuma com o Cavacelva.
    [18:35:44 - 18:53:10] |
    Em 1988, uma greva geral em 1978, quando nós estávamos a entrar no período de maior convergência com Europa e de maior por prosperidade económica.
    [18:53:10 - 19:08:30] |
    E depois, a único socialista que tenha honra de ter tido de direita a duas greves gais, foi Sasokrat.
    [19:08:30 - 19:13:34] |
    Uma em 2008, porque ele de facto estava a tentar fazer reforma.
    [19:13:34 - 19:17:02] |
    Que ele chega quase com uma hora direitista, né?
    [19:17:02 - 19:18:42] |
    Exatamente.
    [19:18:42 - 19:25:58] |
    E com fígmas e em 2000 ideias com a FMI.
    [19:25:58 - 19:38:34] |
    E a conclusão, é que mesmo agora que não há ainda código laboral aprovado, não há coisa nenhuma,
    [19:38:34 - 19:43:38] |
    até em Luís Monto, negra já levou com duas greves gais.
    [19:43:38 - 19:56:38] |
    Para de passo com a ele, claro, levou com o IV, porque todos sabemos que diminuir os direitos de trabalhadoros era responsabilidade sua.
    [19:56:38 - 20:09:30] |
    E isto mostra que ainda é um outro dado, que é destas 12 greves gais, nove, já são do século 21.
    [20:09:30 - 20:21:10] |
    E por tanto, a minha ideia é que quando que menos a esquerda radical e o PCP têm poder mais greves gais com boca.
    [20:21:10 - 20:28:46] |
    E eu estou curioso para ver como é este tipo de evolução.
    [20:28:46 - 20:40:46] |
    E feito teve a greva gais da semana, Pedro Muxia, ou tivesse considerado que foi a greva gais anterior,
    [20:40:46 - 20:48:30] |
    no final do ano passado, que fez aventura mudar da opinião em relação ao facótilo laboral.
    [20:48:30 - 21:02:30] |
    Na verdade, evidentemente que eu vou adivir-se a bitóxas que são sobre números e sobre paralisações e setores.
    [21:02:30 - 21:16:54] |
    E nós sabemos que há alguns setores que são mais fieis, ponto de vista sindical, e que é um da mais sindicalizado também.
    [21:16:54 - 21:32:26] |
    Mas o factor novo é o aventura, porque enquanto nós sabemos há uma previsível de tomada de posição dos partidos da direita e dos partidos da esquerda,
    [21:32:26 - 21:49:14] |
    que é um passeuado, naturalmente, ao que a dão um deus passeuado, o chega não sabe muito bem porque o chega é um partido da direita, da direita radical,
    [21:49:14 - 22:04:30] |
    mas que em muitas matérias, não necessariamente nos direitos laborais, mas, pelo menos, a substância,
    [22:04:30 - 22:12:50] |
    mas é capaz de instrumentalizar os direitos laborais para fazer o pessoal para pedir.
    [22:12:50 - 22:22:26] |
    E é o geral desta semana ter algum impacto nessa ecologia política?
    [22:22:26 - 22:29:54] |
    O problema é que, lá está, é um pouco como o trempe negar,
    [22:29:54 - 22:46:38] |
    o aventura vai ver quando chegar lá perto, se querá na vez, para se querá numa edovitação, não é muito clara a posição sindical,
    [22:46:38 - 23:08:50] |
    ou seja, sabemos que o chega é grande na dépe do sindicato das polícias e do potencial político e eleitorável da calória política.
    [23:08:50 - 23:25:26] |
    Obrigado a segurança e tudo isso, mas poder se apensar que, bom nessa matéria não contém que o chega, mas o chega é suficitamente astuto,
    [23:25:26 - 23:43:22] |
    para perceber, não, não, vamos desvendecar, agora não se percebo que é desecar, porque era a edada que forma, foi um correteta de tempo,
    [23:43:22 - 24:08:18] |
    acho que vai dizer mal disso, portanto é assim, não é da troca, já não é, ou vou achar outra, ou é então, porque se o aventura prova ou deixa passar, não tem que provar mesmo, não, não pode deixar passar, não se pode apistar.
    [24:08:18 - 24:17:30] |
    - Para passar? - Para que eles se passam? - Não, tem que estar por valorado mesmo.
    [24:17:30 - 24:37:26] |
    Para a favor, se passa com o voto favorável do chega, a cardemolidade do chega, como defensão dos trabalhadores, não sei que vem que elas querem dizer, porque está no sentido contra um governo direita, os que lá toas não é.
    [24:37:26 - 24:43:18] |
    - Se é que alguém acredita ainda nisso. - Se penham-me.
    [24:43:18 - 25:04:54] |
    - Eu escrevo, requerados para a ideia de que, sendo uma arma política, as greves-rais não servem para defender os trabalhadores, mas para a esquerda desgastar a direita, como já escreveu João Miguel Tavars.
    [25:04:54 - 25:23:54] |
    - E bem, Carlos, eu li o estudo retrospectivo de João Miguel Tavars. - Obrigado. - É um fofo sobre greves e tal, mas eu tenho várias objeções aqui, a que eles estudo passam. - Tenho em número as objeções.
    [25:23:54 - 25:39:30] |
    - A primeira, não é, no entro, do resto de debates sobre greves gerais, que se uma ser dominado por duas ideias. A primeira é o clássico que são sem praça esta feira, porque eles querem a mandriar.
    [25:39:30 - 25:55:42] |
    - Que é uma ideia que ignora que o dia de greve não é pago, ou seja, só... - Ah, às vezes é. - Não, não. - O dia de greve não é pago. - Não é pago. - Se você... - Se você é pago pelo sindicato.
    [25:55:42 - 26:08:30] |
    - Que ele não é um fim de semana prolongado, pago. - Os sindicatos, é fio. - A pujança financeira dos sindicatos. - A foi já já deu-vos os dias.
    [26:08:30 - 26:30:50] |
    - E depois, a outra ideia é do João Miguel, que é... - Faz o gastar... - Faz um regra de três simples.
    [26:30:50 - 26:46:50] |
    Vem quando tempo é que overnou o peso, quando tempo é que overnou o peso, de verificar quem menos tempo do governo, peste, devem ter mais greves do que o peso.
    [26:46:50 - 27:02:10] |
    Vamos para uma senhora teve casada 20 anos com um marido e fez zero caixas à pave. E depois está casada em segundo, as nupeces com outro há duas semanas.
    [27:02:10 - 27:16:50] |
    E fez três caixas à pave. João Miguel vai lá e desacita, o senhor devia ter feito. O número equivalente de caixas do antigo marido correspondente...
    [27:16:50 - 27:31:50] |
    O que é que o PSD é o marido que expande o país, é que o PSD é que o SPS enconto o PS. - É um marido que dá bairro. - É um marido que dá bairro.
    [27:31:50 - 27:38:30] |
    - É um marido que dá bairro. - Por exemplo, os trempos perceberam que faltava no teu estudo. - Como se viu.
    [27:38:30 - 28:00:10] |
    - Faltava no teu estudo na análise de universo. Quanto comunicados e coanhezê-los da CIP é que são publicados em tempos de governos do PS e em tempos de governos do PS.
    [28:00:10 - 28:13:30] |
    - Os patrões não fazem greve. - Não fazem greve, mas fazem comunicados e descompostar. - Posso contar uma história... - É rapidamente uma pequena história biografia.
    [28:13:30 - 28:25:10] |
    - Apeso de ter uma coisa para que se sentar... - Não, não. - Estou a falar. - Estou a falar.
    [28:25:10 - 28:33:30] |
    - Com que o que é que você quer mais intensidade na este momento? - Concluir o teu raci-no ou vira-me em história biografia.
    [28:33:30 - 28:50:10] |
    - Não, se cadere, eu vou só... É porque não dá de muita coisa. É só o final que é o jovem que é lindo. - O jovem que é lindo, a próxima ainda faz-la aquilo o velho argumento das três bancarrotas.
    [28:50:10 - 29:08:30] |
    - Que é... Primeiro ministro socialista chamaram sempre o FM. - Eu já nem vou falar da primeira bancarrota em... - Porque essa não é a certa. - Porque essa não deve nada para que a gente quer regular.
    [29:08:30 - 29:16:50] |
    - Não, não. - Mas quer dizer... - É a factura, o primeiro ministro socialista tem uma coisa a ver.
    [29:16:50 - 29:35:10] |
    - Por causa dos homeníguios da esquerda revolucionária, pode ser 25 de abril. - Então vamos fazer um acordo, como no Tribunal, a defesa, a resposta a considera de lírios da esquerda.
    [29:35:10 - 29:51:50] |
    - Se em 83 há acusação, vamos falar sobre 83. - Portanto. - Tem 83. Um primeiro ministro socialista, mais uma vez chamam o FM.
    [29:51:50 - 30:30:10] |
    - O vilaíções em abril, o governo toma posse em junho. As negociações com o FM e começam em julho. Portanto, o mar e soares toma posse no mês, gasta tudo em vim verde e a seguir é preciso buscar o FM. Não é muito plausível. Até porque há outro problema. Que é isso, não é o governo PS, é um governo de bloco central.
    [30:30:10 - 30:55:10] |
    - E todos os anteriores... - Esforça o governo de Hernanilo, agora elogemos, homename. - Exato. - E foi. Todos os anteriores dizem que o FM e Venho 83 não por ação do governo que foi eleito um mês antes em 83, mas por causa da política eleitralista, tá.
    [30:55:10 - 31:28:30] |
    - O de Mendes da direita da política da Álrica, da Álrica, que é para concretizar o plano. Uma maioria, um presidente e um governo pensou, vamos dar aqui uma janeça, porque vamos lucrar com isto eleitralmente. Aliás, este governo do mar e soares é de bloco central.
    [31:28:30 - 31:53:30] |
    Eu sou o Miguel de Via Serfã, porque eu sou o Paco Escoelho de 280. Sou o que vem a seguir a ter centronado o barco. Mas tu olhás pouco o governo de balça-mão e achás que foi o erro de resposta. Não é balça-mão e eu resto há de...
    [31:53:30 - 32:06:50] |
    - Estás apanhar os cachetotes de... - Com o que a vacilva lá. - Estou estuindo a minha na sinal daquela sera.
    [32:06:50 - 32:20:10] |
    - O que a vacilva lá é? - É um daqueles momentos em que, bom, eu não tenho dinheiro e eu gosto. - Só ter isso.
    [32:20:10 - 32:28:30] |
    - Estou bem, eu dequei essa boa igual de 83. Estou bem bem. Estou mais pegando aí, não falta outra.
    [32:28:30 - 32:36:50] |
    - Não, e o Miguel tem uma coisa para que senta aquele túnel. - Não, estou com uma paquilha sentada, que falta tu, man.
    [32:36:50 - 32:43:30] |
    - Não, por isso é que... - E é de 2010, para ser... - Mas por isso é que eu estou ali.
    [32:43:30 - 32:56:50] |
    - Por isso é que eu estou a dizer que... Foram 3, é para dizer. - Mas de quando é a tua história, o teu biografia?
    [32:56:50 - 33:06:50] |
    - Estou em autobigrafica S5. Eu próprio, no meu trabalho, uma vez te fingir effusivamente que se fiz esse greve.
    [33:06:50 - 33:13:30] |
    Eu effusivamente. Estava na altura, porque não me diagam notícias. - Eu obce, eu obce trabalho.
    [33:13:30 - 33:18:30] |
    - Pedem-me xia, fute-steemunha. E eu ingressado, porque eu vivi no dia-antícias e...
    [33:18:30 - 33:25:10] |
    - Eu era muito engraçado, eu vou pensar que você... - É muito engraçado na salta.
    [33:25:10 - 33:35:10] |
    - Uma coisa... - Eu havia aquela redação do DNA, aquela altura, tira com...
    [33:35:10 - 33:43:30] |
    - Forvor que se falava em diuternidade. - E o que faz a gajo de uturnidade?
    [33:43:30 - 33:51:50] |
    - Tanto que cada vez que tira de uturnidade, aquela relação vibrava.
    [33:51:50 - 34:06:50] |
    De repente, Fernando Lima, na altura, vinha diretamente da assuria do ministro dos Migos Estrangeiros,
    [34:06:50 - 34:16:50] |
    aliás, do governo direita para a direção do DNA. E eu ei, te fingir effusivamente que se fiz esse greve,
    [34:16:50 - 34:23:30] |
    porque eu acho que a chave nasceu. - Então, o momento cheguei a vara do João Miguel Tabá.
    [34:23:30 - 34:28:30] |
    - A chave nasceu... - O João Miguel Tabá, em cima de uma mesa, quase.
    [34:28:30 - 34:35:10] |
    A chave nasceu e estava aquela ganchada, se ele está se daçou, ainda que do governo direita,
    [34:35:10 - 34:43:30] |
    para direto do DNA, antícias. Embora se você estava Fernando Lima sempre me tratou muito bem,
    [34:43:30 - 34:48:30] |
    eu escrevi a opinião e continuava a escrever a opinião e tudo que me... me apetia.
    [34:48:30 - 35:00:10] |
    Mas, eu não rechava que ele tivesse condições de ser o GDT e defendir o GDT a greve. Ninguém que ir.
    [35:00:10 - 35:08:30] |
    Isso é muito curioso. E isso remeto-me para histórias do Ricardo.
    [35:08:30 - 35:15:10] |
    É que esta ideia de que os trabalhadores só se têm que preocupar,
    [35:15:10 - 35:23:30] |
    só que o seu saláriozinho devem ser segos a tudo que é um ambiente económico de um país.
    [35:23:30 - 35:31:50] |
    Eu acho uma coisa muito povra. E como eu tenho os trabalhadores em melhor consideração,
    [35:31:50 - 35:41:50] |
    acho que o GTP é uma arma do PCP que é usada para a instrumentalização.
    [35:41:50 - 35:46:50] |
    Não sei, não sei. - O trabalhador se espetava que seja o trabalhador.
    [35:46:50 - 35:55:10] |
    Eu concordo com o que tu diz, mas não sei se este cava. O trabalhador se pensava nisso.
    [35:55:10 - 36:01:50] |
    Acho que o trabalhador se pensava nisso. - Não sei se está em pensamento.
    [36:01:50 - 36:10:10] |
    O João Miguel Tabá, então o ministro das Greve Gerais, o pedremexia,
    [36:10:10 - 36:16:50] |
    vai tornar-se ministro da disciplina imediata ou adiada.
    [36:16:50 - 36:21:50] |
    Sim, mas a gente fez a adiada o consenso de ser uma estrutura.
    [36:21:50 - 36:30:10] |
    Isso foi a propósito de decisão de ser uma estrutura de adiar qualquer decisão.
    [36:30:10 - 36:40:10] |
    A respeito de uma caixa da ordem dos advogados contra os juízes de desembargador Carlos Alessandro,
    [36:40:10 - 36:48:30] |
    que é uma gestrada que depois do protagonismo que teve no processo de marquês está agora à frente
    [36:48:30 - 36:56:50] |
    da estrutura criada pelo governo para o combate afraldo no SNS.
    [36:56:50 - 37:05:10] |
    É preciso recordar este respeito de pedremexia que o que está em causa tem origem nas redes sociais.
    [37:05:10 - 37:08:30] |
    O próprio Carlos de Valle-Sander.
    [37:08:30 - 37:18:30] |
    E eu bastava minha essa informação para já ser contra o que o Carlos de Alessandro se tem vida a fazer.
    [37:18:30 - 37:21:50] |
    Mas a nossa tivesse a parte disso.
    [37:21:50 - 37:30:10] |
    Lembram-se que o Antonio Costa disse sobre um ministro,
    [37:30:10 - 37:38:30] |
    que foi da altura de João Suar, que ele disse que o ministro tinha que ser ministro até no café.
    [37:38:30 - 37:41:50] |
    Na mesa de café. - Pronto.
    [37:41:50 - 37:50:10] |
    E o juíze, enfim, o estrebo naixão, o Argos de Subrínia.
    [37:50:10 - 37:56:50] |
    E o juíze tem que ser juíze nas redes sociais.
    [37:56:50 - 38:08:30] |
    O juíze Carlos de Sander sumou uma série de tweets sobre as coisas mais variadas,
    [38:08:30 - 38:16:50] |
    excece sócretos, o Alzheimer de salgado,
    [38:16:50 - 38:23:30] |
    lenda Roseta, cedo o Parlamento quando o ventura fala.
    [38:23:30 - 38:30:10] |
    Mas o senhor de outras coisas? - Acho que foi no Facebook, por causa.
    [38:30:10 - 38:33:30] |
    Foi no Facebook, pois não sei.
    [38:33:30 - 38:41:50] |
    Mas como... - Com cações jocosas.
    [38:41:50 - 38:51:50] |
    Uma falta de compostura para uma gestória, eu acho que as pessoas que têm funções públicas relevantes,
    [38:51:50 - 39:03:30] |
    têm que ter uma certa contensão, não podem comentar as coisas com aquela liberada.
    [39:03:30 - 39:11:50] |
    Não sei que estáis apresentada, ou que estáis aí pronto, passam-se a um estiladaão comum.
    [39:11:50 - 39:16:50] |
    Mas uma pessoa que tem que ter responsabilidades assionais,
    [39:16:50 - 39:23:30] |
    mas tem de ver se são assionais. E o de ver de como o jornalismo nunca percebi os jornalistas.
    [39:23:30 - 39:26:50] |
    Há metade de pessoas nos jornalistas sobre isso.
    [39:26:50 - 39:40:10] |
    Os jornalistas que, por exemplo, estão a cobrir com o congresso de um partido.
    [39:40:10 - 39:55:10] |
    E depois no Twitter diz assim, "Ah, para esses bandais, não sei que é isso, não consigo perceber como é possível as pessoas ter em trocadinhos, não é?"
    [39:55:10 - 40:10:10] |
    "Não sou eu nas redes, não é meu pessoal, uma pessoa que me xingou raza, depois não tinha seguido, encontrou-me no chat."
    [40:10:10 - 40:13:30] |
    "Pedro, estás bom eu?"
    [40:13:30 - 40:16:50] |
    "Pera, então, mas tu..."
    [40:16:50 - 40:20:10] |
    "Ah, para não, aquilo é nas redes."
    [40:20:10 - 40:25:10] |
    "Eu não sei perdi que elas são outras pessoas nas redes."
    [40:25:10 - 40:36:50] |
    E, por exemplo, não se percebe, as frases ensinam, são de uma ofensa...
    [40:36:50 - 40:46:50] |
    "Escozadas são... "Casem que elas agora é o "Alzheimer" são os socarreras.
    [40:46:50 - 40:51:50] |
    "É uma caixa de... "
    [40:51:50 - 40:56:50] |
    "Dóra desavogados e a possibilidade de haver um processo disciplinário.
    [40:56:50 - 41:16:50] |
    Veus comentários polêmicos dos vizcares ou sêndares, uma regaltavaros como um exercício e legítimo de liberdade de expressão, como uma violação de responsabilidades que ele tem enquanto mais estrada.
    [41:16:50 - 41:33:30] |
    "As duas coisas, assim, eu não queria que estisse uma lei que impedisse um juíste de falar ou um jornalista já agora ou um ministro.
    [41:33:30 - 41:48:30] |
    Acho que ele tem todo o baguete de espalhimento nas redes sociais, mas acho que devem existir uma espécie de código comportamental, de código dietica,
    [41:48:30 - 42:05:10] |
    para essa pessoa ter regras que devem ser se ser o tipo de comportamento, porque é feita o exercício da sua profissão.
    [42:05:10 - 42:15:10] |
    Acho isso para ministros, acho isso para joizes e que o jazamento também é a xxpe jornalista.
    [42:15:10 - 42:25:10] |
    Aliás contra a opinião de muito jornalistas, não estou a dizer, claro que com um jornalista se tiver a cobrir o PS,
    [42:25:10 - 42:36:50] |
    pode dar a sua opinião sobre o bem-fica ou sobre se nós vemos comer carros de vermelhas autofu.
    [42:36:50 - 42:53:30] |
    Mas se essa pessoa que cobram, por exemplo, o PS, foi muito vocal a dezemel de Luís Montenegro, de André Vendintura.
    [42:53:30 - 43:03:30] |
    Essas opiniões públicas afetam a perceção com que o seu trabalho é feito pelos seus próprios leitores.
    [43:03:30 - 43:08:30] |
    E isso afeta a credibilidade do jornal onde essa pessoa trabalha.
    [43:08:30 - 43:28:30] |
    Lebrou de as cruzes de carros dos outros anos, já tinha dado uma entrevista já há uns anos, uma longa entrevista que faz também uma série de picar dias,
    [43:28:30 - 43:31:50] |
    relação a só, com as cidades.
    [43:31:50 - 43:48:30] |
    É o último, ou não é, estou contário de certas determinadas pessoas. Ou seja, não são coisas que tenham uma gravidade em si mesma.
    [43:48:30 - 44:00:10] |
    O que grave é que um juíste se sinta, como se tivesse sentado a mesa do café do estamento.
    [44:00:10 - 44:16:50] |
    Ali parece ser recada de esperar a fronteira entre os direitos de liberdade de expressão e os deveres institucionais de alguém que tem um cargo público, o que tem visibilidade pública.
    [44:16:50 - 44:35:10] |
    Eu acho que essa fronteira é bastante clara-seado de ver os institucionais. É claro que quando a gente assina isso vem no pacote, a ideia de uma comparação da liberdade de expressão.
    [44:35:10 - 44:55:10] |
    É o caso do, por exemplo, daquela, o ministro do Ambiente, há muitos anos, o ministro do Ambiente Carlos Borrego, contou uma anota e admitiu-se, por causa disso, só foi admitido por causa disso.
    [44:55:10 - 44:58:30] |
    É a modalidade do Ambiente.
    [44:58:30 - 45:08:30] |
    Na mesma semana, o Hermann tivesse contado a mesma anota, não se devia admitir por causa disso.
    [45:08:30 - 45:28:30] |
    É a questão, é essa agora, há que as pessoas acham, há, pelo menos, algumas pessoas estão convenzidas por uma razão que é difícil de explicar o que aquilo que se diz nas redes sociais.
    [45:28:30 - 45:45:10] |
    Primeiro, tenho uma... Eu acho que é por saloísse tecnológica. Não, mas quando é a partir de momento, eu estou a dizer isto aqui neste milagre que são as redes sociais.
    [45:45:10 - 45:55:10] |
    E embora as redes sociais já tenham sido mais milagrosos. Na altura em que... Na altura em que contribuiram.
    [45:55:10 - 45:56:50] |
    Na primaverar, na primaverar, na hora em 19.
    [45:56:50 - 46:03:30] |
    Quando contribuiram para a eleição do Obama era, é que maravilha.
    [46:03:30 - 46:23:30] |
    Quando passaram a contribuir para a eleição do Trump e para a manutenção no poder do Putin e para a prolifração do fake news, subitamente deixaram-se ser tão boas.
    [46:23:30 - 46:41:50] |
    As pessoas acham que têm uma latitud lá que é superior a que teriam outros sitios. Coisa que não se percebe porque é que é que é que é que é verdadeira.
    [46:41:50 - 46:53:30] |
    E o outro tem também a ilusão de que aquilo não é um espaço privado. Quando não é aquilo, não é um espaço público.
    [46:53:30 - 47:03:30] |
    Mesmo que não tem redes sociais, sabe tudo o que lá se passa? Os jornais estão sempre relatando o que lá se passa.
    [47:03:30 - 47:13:30] |
    As pessoas que estão lá e falam para fora sobre o que lá se passa, é facilmente saber.
    [47:13:30 - 47:23:30] |
    E, portanto, a ideia de que escrever lá é com mandar uma sms um amigo. É um bocadinho ingenuo.
    [47:23:30 - 47:43:30] |
    O Pedro Mexia, fica então ministro de disciplinas, não entrega as pastas ministriais por esta semana. Vamos agora saber por que o João Miguel Tavares se declara praiairo já inaugurou a sua época balniaira.
    [47:43:30 - 48:03:30] |
    Infelizmente não. E já decidiu onde vai por o Chapéu de Sol? É, sabe, os anos passam, nós já fomos mais novos.
    [48:03:30 - 48:16:50] |
    Mas esta discussão que nós estamos a ter em 2016, eu já tinha 1986 na praia da wara, é o perfecto.
    [48:16:50 - 48:36:50] |
    E isto é propósito da polêmica que se instalou a respeito de norma, de agência portuguesa do ambiente sobre as áreas concessionadas das praias.
    [48:36:50 - 49:00:10] |
    Os concessionários não podem continuar a reservar todos os passos da praia à frente das suas concessões, ou seja, o resto do arial é de todos, desde que não estás dentro da área concessionada.
    [49:00:10 - 49:20:10] |
    O que quer dizer sobre o universo? Zéu, eu devia ser, e eu aqui sou um homem do povo. A praia é quem trabalha. Não é uma evidência.
    [49:20:10 - 49:40:10] |
    Mas é uma coisa bonita, é espraya. Nós vamos fazer as áreas secretas. Não é isso, é uma coisa que eu digo, acho que é uma coisa de um "sius comum" que é de base.
    [49:40:10 - 50:01:50] |
    Eu tenho um negócio das praias dos concessionários, muitas vezes, põem aquelas placas a dizer a frente, ao lado dos lados das suas concessões, que zona de chapéu de sol, só a padireita ou a paz esquerda não.
    [50:01:50 - 50:16:50] |
    Não secionado a frente. E é nesses altugas que o rebeldamente faz questão de enfiar um chapéu de sol a frente de aquilo. Vamos ver uma coisa.
    [50:16:50 - 50:35:10] |
    Se eu tiver um sonho que é ter um negócio de "geivotas" a pedal, eu aí... E caiaque, e motos de água.
    [50:35:10 - 50:56:50] |
    Aí sim, as pessoas não podem colocar os chapéu de sol naquela parte, que já nem estão limitadas por umas cordas, porque vem lá a "geivota" e é preciso arrechear.
    [50:56:50 - 51:06:50] |
    Como nas casas, as distancias mínimas não é por em cima da... Mas quer dizer...
    [51:06:50 - 51:16:50] |
    Bem, isso aí é uma de discussão. É a proxêmica, é qual é que...
    [51:16:50 - 51:23:30] |
    A proxêmica, não se dá, é o se dá. A proxêmica, é tudo a proxêmica.
    [51:23:30 - 51:33:30] |
    Aliás, é que o senhor faz de todos se faz esse sketch, que você não tem um sketch, ó, tem que ser o proxêmica.
    [51:33:30 - 51:53:30] |
    É distância social, a única gata é a ser... Sim, é toda uma palavra.
    [51:53:30 - 52:00:10] |
    Mas essa é a ideia, porque é o limos riqueilhados. É, parece...
    [52:00:10 - 52:11:50] |
    Elinhos riqueilhados que pagaram, ali um chapéu de sol, mais xp teó e uma cheira espadaitar.
    [52:11:50 - 52:25:10] |
    Ah, então agora tem que ter a minha vista liberta e não posso ter que ser lá, pobres com chapéu de sol normal.
    [52:25:10 - 52:35:10] |
    E sim, aquela minha... Aquilo meu forvor anticlassista começa a abrubir a minha gestão.
    [52:35:10 - 52:45:10] |
    E a ideia de que a praia é... de alguma maneira privável.
    [52:45:10 - 52:48:30] |
    Sim, sim, claro. Isso é... Exatamente.
    [52:48:30 - 53:01:50] |
    Independente da tua conta bancária, tem o mesmo direito a banhar este nas águas da Opafe.
    [53:01:50 - 53:11:50] |
    E uma praia não pode, segundo esta norma, que agora foi emitida, não pode...
    [53:11:50 - 53:20:10] |
    Uma construção, não pode ocupar mais de 30% do... A extensão da praia.
    [53:20:10 - 53:25:10] |
    Já me pareci mesmo, mas para que elas pareiam as praias mesmo pequenino.
    [53:25:10 - 53:35:10] |
    Parece que esta interpretação da norma sobre as construções será a sete de forma pacífica,
    [53:35:10 - 53:43:30] |
    mas para ver que vai náver se se refuzca no arial.
    [53:43:30 - 53:46:50] |
    Não quer sol do verão.
    [53:46:50 - 53:53:30] |
    Não quer o menorizo e pode se dever se refuzca. Isso é sempre.
    [53:53:30 - 54:01:50] |
    Até por causa, tem sido curioso nesta polêmica das sombrinhas.
    [54:01:50 - 54:08:30] |
    Não tem sido curioso porque...
    [54:08:30 - 54:20:10] |
    Exatamente, Geroso, esta confusão, no sentido de facto, a lei não diz nada e não pode dizer,
    [54:20:10 - 54:28:30] |
    é que a lei diz que aquela zona que está concessionada significando,
    [54:28:30 - 54:35:10] |
    é que ele retangle, em que estão as espreguiçadeiras e os chapéus de sol.
    [54:35:10 - 54:40:10] |
    Como é óbvio, não vai palá uma pessoa montar o seu chapéu de sol,
    [54:40:10 - 54:53:30] |
    é que ela é uma zona que está concessionada, mas o espaço entre essas zonas e o mar é praia.
    [54:53:30 - 55:05:10] |
    É praia igual a outra. Não fica da concessão por afinidade.
    [55:05:10 - 55:11:50] |
    E a lei não diz nada, em sentido contrário.
    [55:11:50 - 55:16:50] |
    Entretanto, isto é a cronologia da polêmica.
    [55:16:50 - 55:31:50] |
    Tem agora aquela empresa que diz que tem su propriedade, 3 paraías da rápida.
    [55:31:50 - 55:35:10] |
    Tem que ter agora essa...
    [55:35:10 - 55:38:30] |
    3 paraías da rápida, é uma...
    [55:38:30 - 55:41:50] |
    E se é espantoso porque não se importa.
    [55:41:50 - 55:45:10] |
    E é que era possível além Portugal.
    [55:45:10 - 55:46:50] |
    E não é, mas eles acham que sim.
    [55:46:50 - 55:50:10] |
    E cada vez mais dificultam os excessos, né?
    [55:50:10 - 55:53:30] |
    Colocando Cancelas, é todo um molho.
    [55:53:30 - 55:56:50] |
    E todo o propriedade, qual é o que é que...
    [55:56:50 - 56:00:10] |
    O escapião é vampolámito, né?
    [56:00:10 - 56:03:30] |
    Ah, bom, é isso, o escapião.
    [56:03:30 - 56:10:10] |
    Não é todo o que é dentro da propriedade, de que dentro não.
    [56:10:10 - 56:13:30] |
    Faz parte lá do mar.
    [56:13:30 - 56:15:10] |
    Difícultam o excesso.
    [56:15:10 - 56:26:50] |
    Mas, como a vez, apesar da lei não deixar grandes dúvidas, geraram-se dúvidas.
    [56:26:50 - 56:35:10] |
    E então, a agência portuguesa do ambiente, vai dizer, não há dúvidas nenhuma,
    [56:35:10 - 56:43:30] |
    os passos entre a concessão e o mar não é privado.
    [56:43:30 - 56:50:10] |
    Pode ser por lá o escapião é o estesol.
    [56:50:10 - 56:53:30] |
    E os concessionários vieram dizer o seguinte.
    [56:53:30 - 56:58:30] |
    Eu não percebi ainda bem, isto é muito confuso.
    [56:58:30 - 57:03:30] |
    E portanto, é preciso ir bem a ver essa refuso.
    [57:03:30 - 57:05:10] |
    Você refuzca, assim.
    [57:05:10 - 57:13:30] |
    Imagina que esta questão vem alterado por completos planos pessoais da época,
    [57:13:30 - 57:15:10] |
    esteivaldo, o Pedro Messino.
    [57:15:10 - 57:20:10] |
    Sim, eu ainda estava aliado a insistir para o funcionário.
    [57:20:10 - 57:25:10] |
    Estava de trobar a raca de todo isso um brinho.
    [57:25:10 - 57:30:10] |
    Não sabia que me acham que é um sésmios ferros, mas eu não gasto.
    [57:30:10 - 57:31:50] |
    Sou muito económico e em termos...
    [57:31:50 - 57:33:30] |
    O Pedro leva a cadeira.
    [57:33:30 - 57:35:10] |
    Para isto, a para é.
    [57:35:10 - 57:38:30] |
    Levo, leva a bola e tudo.
    [57:38:30 - 57:43:30] |
    A bola é o geral.
    [57:43:30 - 57:45:10] |
    O jornal a bola.
    [57:45:10 - 57:48:30] |
    O jornal de uma pápaba, fazer um castelinho.
    [57:48:30 - 57:50:10] |
    Exato, também isso.
    [57:50:10 - 58:00:10] |
    Mas eu gosto de zonas de bola de ar, mas não gosto de para ir por várias razões.
    [58:00:10 - 58:03:30] |
    Entre as coisas, as minhas a minhas.
    [58:03:30 - 58:10:10] |
    A minha? A minha ter? A minha ter? É verdade, nunca tinha dito isto.
    [58:10:10 - 58:11:50] |
    A ter? A minha ter?
    [58:11:50 - 58:13:30] |
    O Pedro Messino é compatível.
    [58:13:30 - 58:15:10] |
    Quê não?
    [58:15:10 - 58:16:50] |
    Que me espera aí.
    [58:16:50 - 58:21:50] |
    Mas portanto, se tu não gostas por causa da tua ter, de pápara,
    [58:21:50 - 58:26:50] |
    e porque que tem interessa a um tanto zonas de bola?
    [58:26:50 - 58:30:10] |
    Hum?
    [58:30:10 - 58:31:50] |
    Humára?
    [58:31:50 - 58:33:30] |
    Esmóitas.
    [58:33:30 - 58:35:10] |
    Esmóitas?
    [58:35:10 - 58:36:50] |
    Esmóitas.
    [58:36:50 - 58:38:30] |
    Esmóitas.
    [58:38:30 - 58:40:10] |
    Se isso é muito despatis.
    [58:40:10 - 58:41:50] |
    A Itagem?
    [58:41:50 - 58:46:50] |
    Não é um suô que não gosta de para.
    [58:46:50 - 58:48:30] |
    Não gosta de mim.
    [58:48:30 - 58:50:10] |
    Ah, bom.
    [58:50:10 - 58:51:50] |
    Então é a super-luema.
    [58:51:50 - 59:00:10] |
    Bom, está esclaciado porque o João Miguel Tavares se declara para a Iéiro.
    [59:00:10 - 59:10:10] |
    O Ricardo Aros para a Ié, diz sentir-se geral como a língua dos 18 de Marta Colusa?
    [59:10:10 - 59:11:50] |
    Sim.
    [59:11:50 - 59:13:30] |
    Ah, já ainda bem.
    [59:13:30 - 59:15:10] |
    Isto quero esta explicação.
    [59:15:10 - 59:16:50] |
    É, é muito interessante a frase.
    [59:16:50 - 59:20:10] |
    Quero esta, quer esta.
    [59:20:10 - 59:21:50] |
    Ah, quer esta.
    [59:21:50 - 59:25:10] |
    Ah, quer o verso famoso do...
    [59:25:10 - 59:26:50] |
    Língua de Camões.
    [59:26:50 - 59:30:10] |
    O do Caetano de Loso.
    [59:30:10 - 59:36:50] |
    Quê tem de loso gosto de rossar minha língua pela língua de Luís de Camões?
    [59:36:50 - 59:41:50] |
    Exato.
    [59:41:50 - 59:43:30] |
    Está me dizer falar.
    [59:43:30 - 59:48:30] |
    Está tudo bem, tudo a gente está sucegada e vem a alguém que diz assim.
    [59:48:30 - 59:53:30] |
    Eu gostava de inventar aqui um problema.
    [59:53:30 - 60:01:50] |
    Estava a falar de uma polêmica desencadeada pelos critosos de Eduardo Águel Lusa ao sugerir
    [60:01:50 - 60:13:30] |
    no meio intervista ao jornal do Globo brasileiro que talvez seja tempo de mudar o nome da língua portuguesa para a língua geral.
    [60:13:30 - 60:20:10] |
    Tumou a ideia à letra ou com mera provocação.
    [60:20:10 - 60:28:30] |
    Eu acho que a ideia é que toma a letra o sentido da palavra portuguesa em língua portuguesa.
    [60:28:30 - 60:30:10] |
    Claro.
    [60:30:10 - 60:40:10] |
    Mas enfim, as declarações completas são, talvez seja uma boa altura para pensar numa designação que reflita o que a língua é hoje.
    [60:40:10 - 60:50:10] |
    Não mais uma língua portuguesa, não mais um idioma colonial do operação, de exploração, de domínio,
    [60:50:10 - 60:55:10] |
    mas um território de encontros e da fete de uma língua geral.
    [60:55:10 - 61:05:10] |
    Tudo isso te manchou a língua e em precipito chamar ele, ela quer dizer.
    [61:05:10 - 61:13:30] |
    Ah, mas até aqui... já chamava língua portuguesa, chamava...
    [61:13:30 - 61:15:10] |
    Já...
    [61:15:10 - 61:38:30] |
    E sem antes, e se ela propria, essas palavras que compõem e as estruturas sintáticas e tudo isso, se estão manchadas por isto, quer dizer, a gente mudou a rota-la-garrafa de vinho, mas o vinho continua igual lá dentro.
    [61:38:30 - 61:46:50] |
    A questão é, portanto, o Eduardo Águel Lusa disse isto, pois as pessoas começaram a agruir.
    [61:46:50 - 61:53:30] |
    É o que eu disse, só se eu curiosamente no Brasil, de uma editora chamada "a língua geral".
    [61:53:30 - 61:56:50] |
    Exatamente, está tranquilo.
    [61:56:50 - 62:06:50] |
    E tem uma discussão recorrento no Brasil, mas é o Eduardo Águel Lusa, não sei, mas calma, portanto, o Eduardo Águel Lusa disse isto.
    [62:06:50 - 62:33:30] |
    Gritaria. Nisto, o Eduardo Águel Lusa publica a 30 de maio, um artigo no globo, a dizer assim, não leram as declarações tutais e não sabem que, de facto, é intelectuais, como, por exemplo, os criators, séries de roderigas,
    [62:33:30 - 62:41:50] |
    que propõem a ideia de um separatismo, uma língua brasileira.
    [62:41:50 - 62:51:50] |
    Isto foi a 30 de maio. A 3 de junho, os criators séries de roderigas, dizem na folha de São Paulo.
    [62:51:50 - 63:03:30] |
    O Águel Lusa não leu. Não leu, porque eu tenho realmente um livro, chamado "Viva a língua brasileira",
    [63:03:30 - 63:18:30] |
    que hoje a primeira frase é "E este livro é uma declaração da moral língua portuguesa brasileira, portuguesa porque foi inventada lá brasileira, porque faz mais de cinco séculos que falamos aqui".
    [63:18:30 - 63:33:30] |
    E portanto, há um conjunto de causações muito duos de tonol, isso que eu disse, e vice-versa.
    [63:33:30 - 63:45:10] |
    A questão é, eu acho que já falei aqui daquele episódio em que o impredor se gismundo se engana no gênero de uma palavra,
    [63:45:10 - 63:55:10] |
    e assim, na aula, nem que é aquela palavra, não é daquilo gênero, e ele diz, "tá bem, mas eu sou o impredor, pois agora passa a ser".
    [63:55:10 - 64:08:30] |
    E diz um monge, não, não, cesar no ano supergramáticos, que significa o impredor no mandanagramática.
    [64:08:30 - 64:31:50] |
    A água lusa não é um dos tempos, também não supergramáticos, e portanto, a questão é a seguinte, não existem donos da língua, e diz o água lusa, e, por isso,
    [64:31:50 - 64:45:10] |
    é que nenhum de nós, nenhum de nós, tem poder, pode dizer, eu acho que é para ter agora devia ser assim, essa é uma das razões, é porque é realmente um processo misterioso,
    [64:45:10 - 64:55:10] |
    em que os falantes, como um conjunto, vão decidindo, de facto, para onde é que a língua vai.
    [64:55:10 - 64:58:30] |
    E aí que todas as oves variantes são portugueses.
    [64:58:30 - 65:16:50] |
    Exatamente, a minha questão é, isso que, tem esta ideia de que o português namorou a palavra do água lusa, namorou com outros idiomas e foi se enriquecendo e ser...
    [65:16:50 - 65:18:30] |
    É a história das línguas.
    [65:18:30 - 65:21:26] |
    É a história das línguas e todas.
    [65:21:26 - 65:31:22] |
    Ou seja, o inglês também não é exatamente igual ao inglês, né, a Austrália, nos Estados Unidos.
    [65:31:22 - 65:34:14] |
    O francês não é igual ao o Canadá.
    [65:34:14 - 65:37:58] |
    Em França, na Costa de Marfínio, o Esponhão.
    [65:37:58 - 65:46:50] |
    E eles não falam "General language" nem "langual" nem "langua" ...
    [65:46:50 - 65:51:34] |
    ... "general" ... e "retereral".
    [65:51:34 - 65:58:18] |
    Quer dizer, isso são argumentos para dizer que toda a gente fala "langual".
    [65:58:18 - 66:03:58] |
    Mas para o necessário, toda a maneira de ok, "General language", ok?
    [66:03:58 - 66:07:18] |
    Eu não sei falar "langual" de "langual".
    [66:07:18 - 66:20:38] |
    Mas a ideia é, será que eu dizia no início, o que é "apolávora portuguesa", "langua portuguesa".
    [66:20:38 - 66:23:58] |
    Não significa "quero portugal".
    [66:23:58 - 66:30:38] |
    Que é "deportugal", no sentido de que a torre do blanhe é portuguesa.
    [66:30:38 - 66:32:18] |
    Não significa isso.
    [66:32:18 - 66:35:38] |
    É a mesma coisa que dizer.
    [66:35:38 - 66:38:58] |
    Berlinha é uma cidade alma.
    [66:38:58 - 66:48:58] |
    Mas se eu andar na rua com o pastor alman, as pessoas não vêm dizer assim, "ah, esse caume é propriedade a República Folar da Almanha".
    [66:48:58 - 66:52:18] |
    Não, não é.
    [66:52:18 - 67:00:38] |
    E esta inclinação para a literalidade, para estar lá portuguesa, é porque é por ser lá da russa,
    [67:00:38 - 67:05:38] |
    é exato, é a voladação para a literalidade.
    [67:05:38 - 67:10:38] |
    É de facto um fulagêo moderno muito interessante.
    [67:10:38 - 67:22:18] |
    O que parece para a gente ter ideia de chamar portuguesa ao dingo que falamos, a ideia que já não traduz,
    [67:22:18 - 67:32:18] |
    e para você estará a agolusa, por menos na primeira intervenção que ele teve sobre isto.
    [67:32:18 - 67:38:58] |
    Já não traduz a realidade plural e descolonizada do idioma.
    [67:38:58 - 67:50:38] |
    Mas eu percebo o que eu quero dizer até certo ponto, mas não vejo que isso seja uma função de uma língua.
    [67:50:38 - 67:57:18] |
    Primeiro, a língua chama-se português porque há língua de famílias.
    [67:57:18 - 68:07:18] |
    Nós somos uma das línguas nós, isto é os falantes de português, em qualquer desses países.
    [68:07:18 - 68:18:58] |
    Fazemos parte de uma das línguas que nasceu do latí, que se chama português, como se chama o Castellano,
    [68:18:58 - 68:30:38] |
    é o nosso paniola, como quisermos. Isso não tem nada a ver com portuguá, enquanto nem está de colonialista,
    [68:30:38 - 68:45:38] |
    nem está de moderno, é assim que se chama língua, porque é porque língua tem estruturas, regras, origens vocabularios.
    [68:45:38 - 69:03:58] |
    E ainda mais, teve dizer, sem evidentemente porém em casa, em uma das crimes e de outros abusos do periodo colonial,
    [69:03:58 - 69:15:38] |
    nós temos até uma capacidade, tivemos uma capacidade, não do ponto vista dos direitos humanos, não é isso que eu estou a dizer,
    [69:15:38 - 69:25:38] |
    mas de justamente absorver as línguas misturaram-se sempre, as línguas misturaram-se sempre.
    [69:25:38 - 69:35:38] |
    E portanto, só fazia sentido, chamar ao português, outra coisa que não português,
    [69:35:38 - 69:50:38] |
    se isso podia acontecer e pode acontecer, ou ver uma forma de falar português que é tão radicalmente diferente,
    [69:50:38 - 70:08:58] |
    que o outro, falando português não consiga perceber, e então é porque já é outra língua, como, evidentemente, nós conseguimos perceber mais ou menos o que diz um catalão,
    [70:08:58 - 70:20:38] |
    mas não, porque nós conseguimos perceber o que é um bacho, não conseguimos perceber um bacho, porque é outra língua, de facto, é uma líneira prima, mas a menos misteriosa nasou origem.
    [70:20:38 - 70:40:38] |
    Eu acho que o Ricardo é o essencial, português não designa uma coisa de Portugal, designa uma família histórica de línguas.
    [70:40:38 - 70:55:38] |
    O que está em causa da nossa polêmica, nomeadamente em certos artisticos, intelectuais, da luz of unias, é a ideia de que não há donos da língua.
    [70:55:38 - 71:00:38] |
    Claro, e bem? Com um quarto de coisa de princípio. Com um quarto de forma.
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    Por isso não se pode chamar, ou a língua português é língua geral. E esta ideia do colonialismo e de colonização, é históricamente absurda porquesta questão só se coloca, porquê foi colonização.
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    E nessa espécie foi a colonização, que levou esta enorme diversidade da língua portuguesa.
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    É um sufico que fica esta polêmica pra valer português por são as duas.
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    Exatamente, é uma uma decarpesos.
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    Já sabemos o que é porque que o Ricardo era os preeses de Clara Geral, vamos tentar agora perceber e rapidamente.
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    Porque é que o Pedro Mexia se considera importante e se liberou Pedro Mexia.
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    Então, o que é zero? Vamos, digamos assim, relativizar este importante.
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    Estamos a falar da eleição de Portugal para ser nos próximos dois anos, um dos membros não proponamentos,
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    se concentra em segurança das Nações Unidas.
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    É, não esperas, espera, espera. Não, espera, espera, porque é que...
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    É que não fisteis, mas aquilo que nós estamos ou não a fistejar na Alemanha está sempre o polêmico que o polêmico ficou excluída dessa portanto.
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    Isto quer dizer o seguinte, isto foi a quarta vez que aconteceu com Portugal, a portugueira não é um permanente,
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    este processo durou 13 anos, passou por diferentes governos, pelo imprenhimento e problemático, e isto só prova duas coisas.
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    Portugueira, igual a Portugal, igual a Portugal, talvez por ser um pouco relevante na maioria das coisas.
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    Mas de facto, nós não temos inimigos desse ponto de vista, ninguém diz Portugal nem pensar.
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    E que não se diplomacia trabalha bem, isto tem importante, isto tem importante, isto tem o nome de Bargoso,
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    e os domensários europeus, e os fritos de moral também não, etc.
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    É uma coisa muito adiabilmente da Austr立iva.
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    Não passamos a ser a partida de um segundo de repente, mas pronto é bom, é positivo.
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    É que fomos eleitos ao lado da Austria.
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    E tal mania.
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    E não, a amanhã não foi eleito.
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    E eleito ao lado da Austria, dos imbabo, é de treinidade ao tubago,
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    pode ter sido os argumentos mais convincenso.
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    Tudo de ganho?
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    Para derrotar os almeios.
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    É fácil.
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    Como tu acabaste se está a agonome dos que foram eleitos, significam que são que os pequeninhos que não se atem,
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    e a amanhã hoje em dia é chateia.
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    A ter uma... E esta eleição prova, como disse o programa ministro de que é possível batermos com os mais fortes e sair ganhadores?
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    Sem dúvida, sobretudo quando o facto de não sermos os mais fortes, é uma razão de ser mais do que a isso.
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    É um paradoxo.
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    É lógico.
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    Está na altura dos livros, e outra água esta semana depois de ter me destado a falar de diplomacia,
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    um livro sobre protocolo, o serviço que raramente se vê, "oi, salta uma linha, minha cabula e tem que procurar a cabula, porque não sei dizer isto de cor".
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    Achefisagem quando procuram coisas, eu posso falar de uma linha.
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    É uma grande aula de abril.
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    Muito bem.
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    É um navigado na vasta atrás da abundância.
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    Sim, porque eu não tenho cabulas.
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    A abundância é o seguinte, isto é um livro da Ezra Klein e de Derek Thompson, e são dois jornalistas, o Ezra Khan, um jornalista muito conhecido do New York Times,
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    e eles partem de uma posição de esquerda, mas de uma esquerda lucida que olha para o século 21, e que diz, "é para, mas isto é só uma história de esquecer".
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    É que nós não temos casas, não temos trabalhadores, não temos população ativa atarca de cair, a energia limpa também não é suficiente,
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    os chips não se arranjam, e, portanto, a conclusão deles é nós não estamos a construir o suficiente.
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    E esta abundância, que tem sido um livro bastante falado nos Estados Unidos da América, e até com um impacto importante ao nível das políticas públicas,
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    coloca um problema que me parece fundamental, que esta ideia de que as democracias liberais não têm sido capaz de entregar o suficiente.
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    E é isto que está a fazer porque elas é para não ligue a entregar o suficiente para se culpar.
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    Fogo, é polícia que tu gostas tanto de zonas bolniagas, não estava nada.
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    Para entregar o suficiente.
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    Não é isso, não é de liquehada, acho que é o de livre.
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    É um anglicio brutal para...
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    É abundância.
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    É abundância.
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    E assim, então que o propõe é... não, é preciso fazer mais coisas, né?
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    E é essa é a melhor maneira de proteger o liberalismo, e é dar mais esperança, fazer mais promessas, e não vivemos tão obcecados pelos perigos.
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    Está entrega proposta de João Miguel Tavar, agora vou entregar a minha...
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    Não, não, não.
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    Agora já tenho telepondo.
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    E é sobre protocolo. Uma vez que ele estava falado de diplomacia, que é um serviço caralhamento, se vemos que está sempre lá nos encontros diplomáticos,
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    ou no tipo de circunstâncias que envolvam altas, ou não tão altas, individualidades, o autor,
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    Manuel do Vaz Cabral já passou por diversos cargos, foi chefe de cabeta de ministro, director municipal da Câmara do Porto,
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    da presidencia da Câmara do Porto, presidente do Instituto do Vinho do Porto, agora está à frente da Fundação do Museu Nacional Ferroviário,
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    é também a membrodaca de minha internacional de ser imunial e protocolo que eu não sabia que existia,
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    e é nossa qualidade que reúne neste livro 29 episódios de estar preferência, uma preferência especial pelos números ímpares,
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    de situações em que teve a seu cargo a responsabilidade na organização de dados públicos e privados.
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    O livro chama-se "Sala Malex", porque diz o autor, os agentes do protocolo são muitas vezes associados a uma formalidade,
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    que estas histórias pretendem, de certa forma, desmentir, por em causa, são histórias coloquiais, digamos assim, breves, exemplos,
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    para vos dar só uma ideia do jantar do Euro 2004, em que o então primeiro ministro de Rôme Barroso não compareceu,
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    tendo de ver se mais tarde que for a alve de uma ameaça atentada, ou aquela outra em que o próprio autor, em desespero de causa,
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    é pedir uma gravada em prestada a um empregado do hotel para uma recessão, no presente, republicá-lo ainda,
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    a situação frequente tem que es individualidades da primeira fila não comparecem horas, as cadeiras têm de ser ocupadas por outros convidados,
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    para não ficar em vazias, e chegando aos titulados originais mais tarde, há um pequeno serido protocolo a resolver, em som,
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    a petitissuar dos Salama Lex, titul deste livro de memórias de Manuel Novasca-Bral, edição afrontamento, o Pedro Mexíatras, o Namuno.
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    Sim, que era um crime, tipo.
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    Portanto, um homem que escreveu nos vários gêneros literários, é uma das figuras intelectuais da Espanha moderna,
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    este livro era 1912, e é um dos mais famosos, chama-se o sentimento trágico que teve nos homens e nos povos,
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    e até-se há uma poluição, há duas polições, ou paralias de duas polições na vida dos povos e dos homens,
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    que é, por um lado, o racionalismo, por outro lado, não é no meio do cristianismo, mas, afim, a religião e a meta-fície de quem geral,
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    por um lado, o desejo da imortalidade e por outro lado, o racionalismo. E estas coisas, quem está num destes lados,
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    e isso é uma definição da tragédia, quem está de um destes lados, tem sempre uma legiara suspeita que está a perder qualquer coisa.
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    Ou seja, por exemplo, os crentes acham que será que isto é verdade, e os não crentes dizem-se, e se haverá alguma coisa.
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    E, por exemplo, são visões do mundo que não podem coexistir, não é? Deus não pode existir e não existir, e imortalidade e imortalidade.
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    Não temos tempo.
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    É um jodinger.
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    Está bem, ok.
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    E então ele fala dessa tensão que não é, não tem nada a ver com o pecemismo, a tragédia não tem nada a ver com o pecemismo, e é um livro fascinante e ainda hoje,
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    enfim, o estilo é, claramente, há seguianos, mas as ideias são ainda hoje fascinantes.
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    O Ricardo R. Osprega propõe um encontro entre dois intelectuais famosos.
    [84:30:38 - 84:50:38] |
    É um livro que chama "Cantar uma História", não é por pravo, é um livro que chama "Cantar uma História", "John Burgar", "Essos Anson", "Tacção", todos juntos agora, dois grandes intelectuais do tempo.
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    E eles livram um conjunto de pessoas.
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    Tem mais do que uma conversa entre os dois, mas também também cartas entre os dois, que são dois dos grandes intelectuais do nosso tempo.
    [85:15:38 - 85:27:18] |
    E logo primeiro, o texto é uma conversa chamada "Cantar uma História" sobre a natureza da narrativa e tal.
    [85:27:18 - 85:30:38] |
    Não temos muito mais dois intelectuais, mas já lástam.
    [85:30:38 - 85:40:38] |
    Já lástam. Não temos muito mais tempo, mas eu gostava de sinalar que o livro é editado por um senhor francês que o Jornal...
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    Que o Jornal é uma frase que ele chama "Sebe no aborrou".
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    Está concluída mais de barrinho de alçadão.
    [85:53:58 - 86:00:38] |
    Dois oito dias, a mesma hora, os mesmos de tempo, também em podcast.
    [86:00:38 - 86:13:58] |
    Pedro Messias, João Miguel Tavarres e Ricardo Raúz Pereira, que o "Ruapidora" afichar o programa.
    [86:13:58 - 86:17:18] |
    O Ben White é porra.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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