Sobressaltos e inquietações
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Para viver vocês a uma invindos no final de uma semana marcada por mais uma greve geral
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Uma semana em que o lugar foi eleito para o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
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Tudo isto com a guerra com o pânio de fundo, a Rússiata, Carvio Entamente ao Crania,
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a Tingeir, a infraestrutura de russas, mas agora também com russos e o Cranianos a dizer que pode em breve encontrar-se para a paz,
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veremos, entretanto, no mede-orient, arrastam-se as negociações entre Estados Unidos e Irão, ainda sem acordo,
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Com o Ricardo Raússi Pereira, no papel de ministro do Coiro e a quem é que está a costar mais o Coiro?
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Bom, não sei se alguém está a riscar muito o Coiro, mas o Trump disse que estava a tentar salvar o Coiro de Netanyal.
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Em menos, porque eles vão ter de olhar para trás para esta época e fazer e tentar escrever duas ou três páginas numa história universal,
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sobre isto. E portanto, eles vão ter de deslindar primeiro coisas práticas, não é?
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Pois, a própria linguagem, que normalmente nos vitústicos, livre-stitória, não costuma constar "fucking" e palavras das coisas ele vai abusar do trampo.
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Sim, que significado já é o político atribuí este desentendimento entre tramp e netalneal,
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e sobretudo, o facto dele ter vindo de altamente a público tratando-se uma chamada telefônica que presumce...
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- Era entre dois protagonistas, não havia mais ninguém na linha. - Eu acho que isso faz parte do atual ambiante.
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A ideia de que estamos se usavam só os dois na linha, como é que isso transpira capra fora imediatamente.
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- Ou alguém que quis que se isso. - Eu acho que já ninguém se surpreende com essa, digamos, falta de lealdade institucional.
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E isso é uma coisa curiosa, porque normalmente essa ideia de instituições, respeito pelas instituições,
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da algum decoro que, porventora, às vezes até era um pouco exagerado, mas era a marca dos conservadores.
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Por exemplo, a gente tem, olha, sem prejuízo de depoias e de da prática, ser bastante brutal, digamos,
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Mas isto de ganhar o Nobel da Paz, que tinha sido ganho por outra senhora, é o maior patia dos galardões.
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Porque respeitar as instituições também, também implica respeitar os cargos e a ideia de que quem usou a culpa,
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- Vou se ao vir mal. - Mas o que ele diz é o seguinte, sobre as leções sufridas...
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As eventuais leções sufridas pelo atual líder supremo do irão, depois dos ataques americanos.
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- Que significada é que atribue este festival em contra ou plenza-o a disponibilidade do Trump para se encontrar com o Mosh Tava-Caminai?
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- Sim. Ele já em tempos se encontrou com antes de líderes de discutível, enfim, Calibra, né? - É, na Coreia, ficou muito bem impressionado.
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- Exatamente, com que mil mil guiú, os poitos que tinham. - Os poitos que tinham.
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- Os poitos que tinham, e ele aliás, pense que foi o Trump que utilizou a mesma espécie de lavo, leta.
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Portanto, eu acho que o Trump neste momento também está cheio da amor pelo líder do irão e não estou a economizar.
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- E diz que ela é muito respeitado no irão. - E aqui é muito respeitado no irão, quando ainda há pouco tempo.
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Eu acho que ele desconfiava que ele tivesse meio morto. Agora é muito respeitado, diz que o ovem e que o ovem há muito tempo.
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- Mas quem não deve estar contenta é Netanyal. - Pois Netanyal, não. Mas quer dizer, mas porque aqui isso acontece?
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- É acontece porque neste momento ele não quer que a guerra recomece de maneira nenhuma.
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Os aganianos que não são estúpidos já perceberam isso. Até o neste momento eu acho que ele está te renovando contra isso com qualquer pessoa que ajuda,
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que a inflação fique mais a menos naquilo, naquilo patamauga, vejam-se, tem algo que pode ser mais forte.
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Enquanto as negociações perseguem ainda sem resultados e constreitor mojo-fechado, continua a haver ataques de parte a parte a pesar de estar em vigor um cessar fogo.
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O que tal fez agora se compreenda melhor depois da donal de Trump ter explicado? O que entende por cessar fogo?
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- O que você está fazendo na cessar? - O que você está fazendo na cessar? - O que você está fazendo na cessar?
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- O que você está fazendo na cessar? - Naquilo rejou a uma saída de forma mais moderada, uma saída de forma moderada, uma saída de forma moderada.
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- Naquela região, um sarfloga quando se despara de forma mais moderada, tem uma nota de esta atualização do conceito da democracia.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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- É uma opa-se de cada vez que você está fazendo. - É uma opa-se de cada vez que você está fazendo.
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Eu sou o Vaiucôero. E depois vem outra vez a questão da... da... agora de vez que o irão já... já dedicou do programa do colher.
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É todas as semanas a dono-viedades sem que em nenhuma semana as provas. Mesmo a história dele que está a dar a pergunta,
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o líder ganhe do irão e ela responde "ah sim, vou encontrar com ela." Como coisa de lirante?
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Entregamos ao Ricardo Arouss para a pasta de ministro do Cairo, o João Miguel Tavárez, que é a sede desta vez ministro, das greves gerais.
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Não, porque o Andá é fazer a análise histórica das greves gerais, mas pretendendo noisar as greves gerais,
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Ove uma dúzia e é muito engraçado. Tiva-veir quantas actinham sido em governos PS e quantas actinham sido em governos PSD.
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E é muito engraçado quando se vai olhar que parece que os greves desde nos 80 até agora, porque eu acho que elas dizem em várias coisas sobre
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Eu acho muito a graça essa texto que os Deguentes Estragabalhados é uma cena desligada dos Deguentes Estragabalhados.
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E portanto, mesmo que tenham sido três primeiros ministros does de março arismo, mas três primeiros ministros socialistas chamaram o FMI ou a TROI.
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Em 1988, uma greva geral em 1978, quando nós estávamos a entrar no período de maior convergência com Europa e de maior por prosperidade económica.
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E depois, a único socialista que tenha honra de ter tido de direita a duas greves gais, foi Sasokrat.
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E a conclusão, é que mesmo agora que não há ainda código laboral aprovado, não há coisa nenhuma,
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Para de passo com a ele, claro, levou com o IV, porque todos sabemos que diminuir os direitos de trabalhadoros era responsabilidade sua.
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E isto mostra que ainda é um outro dado, que é destas 12 greves gais, nove, já são do século 21.
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E por tanto, a minha ideia é que quando que menos a esquerda radical e o PCP têm poder mais greves gais com boca.
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E feito teve a greva gais da semana, Pedro Muxia, ou tivesse considerado que foi a greva gais anterior,
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no final do ano passado, que fez aventura mudar da opinião em relação ao facótilo laboral.
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Na verdade, evidentemente que eu vou adivir-se a bitóxas que são sobre números e sobre paralisações e setores.
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E nós sabemos que há alguns setores que são mais fieis, ponto de vista sindical, e que é um da mais sindicalizado também.
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Mas o factor novo é o aventura, porque enquanto nós sabemos há uma previsível de tomada de posição dos partidos da direita e dos partidos da esquerda,
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que é um passeuado, naturalmente, ao que a dão um deus passeuado, o chega não sabe muito bem porque o chega é um partido da direita, da direita radical,
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mas que em muitas matérias, não necessariamente nos direitos laborais, mas, pelo menos, a substância,
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mas é capaz de instrumentalizar os direitos laborais para fazer o pessoal para pedir.
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o aventura vai ver quando chegar lá perto, se querá na vez, para se querá numa edovitação, não é muito clara a posição sindical,
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ou seja, sabemos que o chega é grande na dépe do sindicato das polícias e do potencial político e eleitorável da calória política.
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Obrigado a segurança e tudo isso, mas poder se apensar que, bom nessa matéria não contém que o chega, mas o chega é suficitamente astuto,
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para perceber, não, não, vamos desvendecar, agora não se percebo que é desecar, porque era a edada que forma, foi um correteta de tempo,
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acho que vai dizer mal disso, portanto é assim, não é da troca, já não é, ou vou achar outra, ou é então, porque se o aventura prova ou deixa passar, não tem que provar mesmo, não, não pode deixar passar, não se pode apistar.
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- Para passar? - Para que eles se passam? - Não, tem que estar por valorado mesmo.
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Para a favor, se passa com o voto favorável do chega, a cardemolidade do chega, como defensão dos trabalhadores, não sei que vem que elas querem dizer, porque está no sentido contra um governo direita, os que lá toas não é.
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- Eu escrevo, requerados para a ideia de que, sendo uma arma política, as greves-rais não servem para defender os trabalhadores, mas para a esquerda desgastar a direita, como já escreveu João Miguel Tavars.
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- E bem, Carlos, eu li o estudo retrospectivo de João Miguel Tavars. - Obrigado. - É um fofo sobre greves e tal, mas eu tenho várias objeções aqui, a que eles estudo passam. - Tenho em número as objeções.
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- A primeira, não é, no entro, do resto de debates sobre greves gerais, que se uma ser dominado por duas ideias. A primeira é o clássico que são sem praça esta feira, porque eles querem a mandriar.
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- Que é uma ideia que ignora que o dia de greve não é pago, ou seja, só... - Ah, às vezes é. - Não, não. - O dia de greve não é pago. - Não é pago. - Se você... - Se você é pago pelo sindicato.
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- Que ele não é um fim de semana prolongado, pago. - Os sindicatos, é fio. - A pujança financeira dos sindicatos. - A foi já já deu-vos os dias.
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- E depois, a outra ideia é do João Miguel, que é... - Faz o gastar... - Faz um regra de três simples.
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Vem quando tempo é que overnou o peso, quando tempo é que overnou o peso, de verificar quem menos tempo do governo, peste, devem ter mais greves do que o peso.
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Vamos para uma senhora teve casada 20 anos com um marido e fez zero caixas à pave. E depois está casada em segundo, as nupeces com outro há duas semanas.
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E fez três caixas à pave. João Miguel vai lá e desacita, o senhor devia ter feito. O número equivalente de caixas do antigo marido correspondente...
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O que é que o PSD é o marido que expande o país, é que o PSD é que o SPS enconto o PS. - É um marido que dá bairro. - É um marido que dá bairro.
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- É um marido que dá bairro. - Por exemplo, os trempos perceberam que faltava no teu estudo. - Como se viu.
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- Faltava no teu estudo na análise de universo. Quanto comunicados e coanhezê-los da CIP é que são publicados em tempos de governos do PS e em tempos de governos do PS.
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- Os patrões não fazem greve. - Não fazem greve, mas fazem comunicados e descompostar. - Posso contar uma história... - É rapidamente uma pequena história biografia.
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- Apeso de ter uma coisa para que se sentar... - Não, não. - Estou a falar. - Estou a falar.
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- Com que o que é que você quer mais intensidade na este momento? - Concluir o teu raci-no ou vira-me em história biografia.
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- Não, se cadere, eu vou só... É porque não dá de muita coisa. É só o final que é o jovem que é lindo. - O jovem que é lindo, a próxima ainda faz-la aquilo o velho argumento das três bancarrotas.
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- Que é... Primeiro ministro socialista chamaram sempre o FM. - Eu já nem vou falar da primeira bancarrota em... - Porque essa não é a certa. - Porque essa não deve nada para que a gente quer regular.
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- Não, não. - Mas quer dizer... - É a factura, o primeiro ministro socialista tem uma coisa a ver.
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- Por causa dos homeníguios da esquerda revolucionária, pode ser 25 de abril. - Então vamos fazer um acordo, como no Tribunal, a defesa, a resposta a considera de lírios da esquerda.
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- Se em 83 há acusação, vamos falar sobre 83. - Portanto. - Tem 83. Um primeiro ministro socialista, mais uma vez chamam o FM.
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- O vilaíções em abril, o governo toma posse em junho. As negociações com o FM e começam em julho. Portanto, o mar e soares toma posse no mês, gasta tudo em vim verde e a seguir é preciso buscar o FM. Não é muito plausível. Até porque há outro problema. Que é isso, não é o governo PS, é um governo de bloco central.
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- E todos os anteriores... - Esforça o governo de Hernanilo, agora elogemos, homename. - Exato. - E foi. Todos os anteriores dizem que o FM e Venho 83 não por ação do governo que foi eleito um mês antes em 83, mas por causa da política eleitralista, tá.
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- O de Mendes da direita da política da Álrica, da Álrica, que é para concretizar o plano. Uma maioria, um presidente e um governo pensou, vamos dar aqui uma janeça, porque vamos lucrar com isto eleitralmente. Aliás, este governo do mar e soares é de bloco central.
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Eu sou o Miguel de Via Serfã, porque eu sou o Paco Escoelho de 280. Sou o que vem a seguir a ter centronado o barco. Mas tu olhás pouco o governo de balça-mão e achás que foi o erro de resposta. Não é balça-mão e eu resto há de...
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- Estás apanhar os cachetotes de... - Com o que a vacilva lá. - Estou estuindo a minha na sinal daquela sera.
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- O que a vacilva lá é? - É um daqueles momentos em que, bom, eu não tenho dinheiro e eu gosto. - Só ter isso.
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- Estou bem, eu dequei essa boa igual de 83. Estou bem bem. Estou mais pegando aí, não falta outra.
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- Não, e o Miguel tem uma coisa para que senta aquele túnel. - Não, estou com uma paquilha sentada, que falta tu, man.
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- Não, por isso é que... - E é de 2010, para ser... - Mas por isso é que eu estou ali.
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- Por isso é que eu estou a dizer que... Foram 3, é para dizer. - Mas de quando é a tua história, o teu biografia?
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- Estou em autobigrafica S5. Eu próprio, no meu trabalho, uma vez te fingir effusivamente que se fiz esse greve.
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Eu effusivamente. Estava na altura, porque não me diagam notícias. - Eu obce, eu obce trabalho.
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- Pedem-me xia, fute-steemunha. E eu ingressado, porque eu vivi no dia-antícias e...
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- Eu era muito engraçado, eu vou pensar que você... - É muito engraçado na salta.
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De repente, Fernando Lima, na altura, vinha diretamente da assuria do ministro dos Migos Estrangeiros,
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aliás, do governo direita para a direção do DNA. E eu ei, te fingir effusivamente que se fiz esse greve,
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porque eu acho que a chave nasceu. - Então, o momento cheguei a vara do João Miguel Tabá.
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A chave nasceu e estava aquela ganchada, se ele está se daçou, ainda que do governo direita,
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para direto do DNA, antícias. Embora se você estava Fernando Lima sempre me tratou muito bem,
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eu escrevi a opinião e continuava a escrever a opinião e tudo que me... me apetia.
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Mas, eu não rechava que ele tivesse condições de ser o GDT e defendir o GDT a greve. Ninguém que ir.
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só que o seu saláriozinho devem ser segos a tudo que é um ambiente económico de um país.
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Eu acho uma coisa muito povra. E como eu tenho os trabalhadores em melhor consideração,
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Eu concordo com o que tu diz, mas não sei se este cava. O trabalhador se pensava nisso.
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A respeito de uma caixa da ordem dos advogados contra os juízes de desembargador Carlos Alessandro,
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que é uma gestrada que depois do protagonismo que teve no processo de marquês está agora à frente
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É preciso recordar este respeito de pedremexia que o que está em causa tem origem nas redes sociais.
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E eu bastava minha essa informação para já ser contra o que o Carlos de Alessandro se tem vida a fazer.
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que foi da altura de João Suar, que ele disse que o ministro tinha que ser ministro até no café.
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O juíze Carlos de Sander sumou uma série de tweets sobre as coisas mais variadas,
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Uma falta de compostura para uma gestória, eu acho que as pessoas que têm funções públicas relevantes,
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têm que ter uma certa contensão, não podem comentar as coisas com aquela liberada.
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Não sei que estáis apresentada, ou que estáis aí pronto, passam-se a um estiladaão comum.
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mas tem de ver se são assionais. E o de ver de como o jornalismo nunca percebi os jornalistas.
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E depois no Twitter diz assim, "Ah, para esses bandais, não sei que é isso, não consigo perceber como é possível as pessoas ter em trocadinhos, não é?"
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"Não sou eu nas redes, não é meu pessoal, uma pessoa que me xingou raza, depois não tinha seguido, encontrou-me no chat."
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Veus comentários polêmicos dos vizcares ou sêndares, uma regaltavaros como um exercício e legítimo de liberdade de expressão, como uma violação de responsabilidades que ele tem enquanto mais estrada.
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"As duas coisas, assim, eu não queria que estisse uma lei que impedisse um juíste de falar ou um jornalista já agora ou um ministro.
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Acho que ele tem todo o baguete de espalhimento nas redes sociais, mas acho que devem existir uma espécie de código comportamental, de código dietica,
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para essa pessoa ter regras que devem ser se ser o tipo de comportamento, porque é feita o exercício da sua profissão.
[42:05:10 - 42:15:10]
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Acho isso para ministros, acho isso para joizes e que o jazamento também é a xxpe jornalista.
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Aliás contra a opinião de muito jornalistas, não estou a dizer, claro que com um jornalista se tiver a cobrir o PS,
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pode dar a sua opinião sobre o bem-fica ou sobre se nós vemos comer carros de vermelhas autofu.
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Mas se essa pessoa que cobram, por exemplo, o PS, foi muito vocal a dezemel de Luís Montenegro, de André Vendintura.
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Essas opiniões públicas afetam a perceção com que o seu trabalho é feito pelos seus próprios leitores.
[43:08:30 - 43:28:30]
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Lebrou de as cruzes de carros dos outros anos, já tinha dado uma entrevista já há uns anos, uma longa entrevista que faz também uma série de picar dias,
[43:31:50 - 43:48:30]
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É o último, ou não é, estou contário de certas determinadas pessoas. Ou seja, não são coisas que tenham uma gravidade em si mesma.
[43:48:30 - 44:00:10]
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O que grave é que um juíste se sinta, como se tivesse sentado a mesa do café do estamento.
[44:00:10 - 44:16:50]
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Ali parece ser recada de esperar a fronteira entre os direitos de liberdade de expressão e os deveres institucionais de alguém que tem um cargo público, o que tem visibilidade pública.
[44:16:50 - 44:35:10]
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Eu acho que essa fronteira é bastante clara-seado de ver os institucionais. É claro que quando a gente assina isso vem no pacote, a ideia de uma comparação da liberdade de expressão.
[44:35:10 - 44:55:10]
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É o caso do, por exemplo, daquela, o ministro do Ambiente, há muitos anos, o ministro do Ambiente Carlos Borrego, contou uma anota e admitiu-se, por causa disso, só foi admitido por causa disso.
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Na mesma semana, o Hermann tivesse contado a mesma anota, não se devia admitir por causa disso.
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É a questão, é essa agora, há que as pessoas acham, há, pelo menos, algumas pessoas estão convenzidas por uma razão que é difícil de explicar o que aquilo que se diz nas redes sociais.
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Primeiro, tenho uma... Eu acho que é por saloísse tecnológica. Não, mas quando é a partir de momento, eu estou a dizer isto aqui neste milagre que são as redes sociais.
[45:45:10 - 45:55:10]
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E embora as redes sociais já tenham sido mais milagrosos. Na altura em que... Na altura em que contribuiram.
[46:03:30 - 46:23:30]
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Quando passaram a contribuir para a eleição do Trump e para a manutenção no poder do Putin e para a prolifração do fake news, subitamente deixaram-se ser tão boas.
[46:23:30 - 46:41:50]
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As pessoas acham que têm uma latitud lá que é superior a que teriam outros sitios. Coisa que não se percebe porque é que é que é que é que é verdadeira.
[46:41:50 - 46:53:30]
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E o outro tem também a ilusão de que aquilo não é um espaço privado. Quando não é aquilo, não é um espaço público.
[46:53:30 - 47:03:30]
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Mesmo que não tem redes sociais, sabe tudo o que lá se passa? Os jornais estão sempre relatando o que lá se passa.
[47:03:30 - 47:13:30]
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As pessoas que estão lá e falam para fora sobre o que lá se passa, é facilmente saber.
[47:13:30 - 47:23:30]
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E, portanto, a ideia de que escrever lá é com mandar uma sms um amigo. É um bocadinho ingenuo.
[47:23:30 - 47:43:30]
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O Pedro Mexia, fica então ministro de disciplinas, não entrega as pastas ministriais por esta semana. Vamos agora saber por que o João Miguel Tavares se declara praiairo já inaugurou a sua época balniaira.
[47:43:30 - 48:03:30]
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Infelizmente não. E já decidiu onde vai por o Chapéu de Sol? É, sabe, os anos passam, nós já fomos mais novos.
[48:03:30 - 48:16:50]
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Mas esta discussão que nós estamos a ter em 2016, eu já tinha 1986 na praia da wara, é o perfecto.
[48:16:50 - 48:36:50]
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E isto é propósito da polêmica que se instalou a respeito de norma, de agência portuguesa do ambiente sobre as áreas concessionadas das praias.
[48:36:50 - 49:00:10]
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Os concessionários não podem continuar a reservar todos os passos da praia à frente das suas concessões, ou seja, o resto do arial é de todos, desde que não estás dentro da área concessionada.
[49:00:10 - 49:20:10]
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O que quer dizer sobre o universo? Zéu, eu devia ser, e eu aqui sou um homem do povo. A praia é quem trabalha. Não é uma evidência.
[49:20:10 - 49:40:10]
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Mas é uma coisa bonita, é espraya. Nós vamos fazer as áreas secretas. Não é isso, é uma coisa que eu digo, acho que é uma coisa de um "sius comum" que é de base.
[49:40:10 - 50:01:50]
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Eu tenho um negócio das praias dos concessionários, muitas vezes, põem aquelas placas a dizer a frente, ao lado dos lados das suas concessões, que zona de chapéu de sol, só a padireita ou a paz esquerda não.
[50:01:50 - 50:16:50]
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Não secionado a frente. E é nesses altugas que o rebeldamente faz questão de enfiar um chapéu de sol a frente de aquilo. Vamos ver uma coisa.
[50:16:50 - 50:35:10]
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Se eu tiver um sonho que é ter um negócio de "geivotas" a pedal, eu aí... E caiaque, e motos de água.
[50:35:10 - 50:56:50]
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Aí sim, as pessoas não podem colocar os chapéu de sol naquela parte, que já nem estão limitadas por umas cordas, porque vem lá a "geivota" e é preciso arrechear.
[51:23:30 - 51:33:30]
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Aliás, é que o senhor faz de todos se faz esse sketch, que você não tem um sketch, ó, tem que ser o proxêmica.
[52:00:10 - 52:11:50]
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Elinhos riqueilhados que pagaram, ali um chapéu de sol, mais xp teó e uma cheira espadaitar.
[52:11:50 - 52:25:10]
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Ah, então agora tem que ter a minha vista liberta e não posso ter que ser lá, pobres com chapéu de sol normal.
[52:25:10 - 52:35:10]
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E sim, aquela minha... Aquilo meu forvor anticlassista começa a abrubir a minha gestão.
[52:48:30 - 53:01:50]
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Independente da tua conta bancária, tem o mesmo direito a banhar este nas águas da Opafe.
[53:25:10 - 53:35:10]
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Parece que esta interpretação da norma sobre as construções será a sete de forma pacífica,
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Exatamente, Geroso, esta confusão, no sentido de facto, a lei não diz nada e não pode dizer,
[54:40:10 - 54:53:30]
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é que ela é uma zona que está concessionada, mas o espaço entre essas zonas e o mar é praia.
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O Ricardo Aros para a Ié, diz sentir-se geral como a língua dos 18 de Marta Colusa?
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Estava a falar de uma polêmica desencadeada pelos critosos de Eduardo Águel Lusa ao sugerir
[60:01:50 - 60:13:30]
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no meio intervista ao jornal do Globo brasileiro que talvez seja tempo de mudar o nome da língua portuguesa para a língua geral.
[60:20:10 - 60:28:30]
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Eu acho que a ideia é que toma a letra o sentido da palavra portuguesa em língua portuguesa.
[60:30:10 - 60:40:10]
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Mas enfim, as declarações completas são, talvez seja uma boa altura para pensar numa designação que reflita o que a língua é hoje.
[60:40:10 - 60:50:10]
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Não mais uma língua portuguesa, não mais um idioma colonial do operação, de exploração, de domínio,
[61:15:10 - 61:38:30]
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E sem antes, e se ela propria, essas palavras que compõem e as estruturas sintáticas e tudo isso, se estão manchadas por isto, quer dizer, a gente mudou a rota-la-garrafa de vinho, mas o vinho continua igual lá dentro.
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A questão é, portanto, o Eduardo Águel Lusa disse isto, pois as pessoas começaram a agruir.
[61:46:50 - 61:53:30]
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É o que eu disse, só se eu curiosamente no Brasil, de uma editora chamada "a língua geral".
[61:56:50 - 62:06:50]
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E tem uma discussão recorrento no Brasil, mas é o Eduardo Águel Lusa, não sei, mas calma, portanto, o Eduardo Águel Lusa disse isto.
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Gritaria. Nisto, o Eduardo Águel Lusa publica a 30 de maio, um artigo no globo, a dizer assim, não leram as declarações tutais e não sabem que, de facto, é intelectuais, como, por exemplo, os criators, séries de roderigas,
[62:41:50 - 62:51:50]
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Isto foi a 30 de maio. A 3 de junho, os criators séries de roderigas, dizem na folha de São Paulo.
[62:51:50 - 63:03:30]
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O Águel Lusa não leu. Não leu, porque eu tenho realmente um livro, chamado "Viva a língua brasileira",
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que hoje a primeira frase é "E este livro é uma declaração da moral língua portuguesa brasileira, portuguesa porque foi inventada lá brasileira, porque faz mais de cinco séculos que falamos aqui".
[63:18:30 - 63:33:30]
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E portanto, há um conjunto de causações muito duos de tonol, isso que eu disse, e vice-versa.
[63:33:30 - 63:45:10]
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A questão é, eu acho que já falei aqui daquele episódio em que o impredor se gismundo se engana no gênero de uma palavra,
[63:45:10 - 63:55:10]
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e assim, na aula, nem que é aquela palavra, não é daquilo gênero, e ele diz, "tá bem, mas eu sou o impredor, pois agora passa a ser".
[63:55:10 - 64:08:30]
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E diz um monge, não, não, cesar no ano supergramáticos, que significa o impredor no mandanagramática.
[64:08:30 - 64:31:50]
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A água lusa não é um dos tempos, também não supergramáticos, e portanto, a questão é a seguinte, não existem donos da língua, e diz o água lusa, e, por isso,
[64:31:50 - 64:45:10]
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é que nenhum de nós, nenhum de nós, tem poder, pode dizer, eu acho que é para ter agora devia ser assim, essa é uma das razões, é porque é realmente um processo misterioso,
[64:45:10 - 64:55:10]
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em que os falantes, como um conjunto, vão decidindo, de facto, para onde é que a língua vai.
[64:58:30 - 65:16:50]
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Exatamente, a minha questão é, isso que, tem esta ideia de que o português namorou a palavra do água lusa, namorou com outros idiomas e foi se enriquecendo e ser...
[65:21:26 - 65:31:22]
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Ou seja, o inglês também não é exatamente igual ao inglês, né, a Austrália, nos Estados Unidos.
[66:07:18 - 66:20:38]
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Mas a ideia é, será que eu dizia no início, o que é "apolávora portuguesa", "langua portuguesa".
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Mas se eu andar na rua com o pastor alman, as pessoas não vêm dizer assim, "ah, esse caume é propriedade a República Folar da Almanha".
[66:52:18 - 67:00:38]
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E esta inclinação para a literalidade, para estar lá portuguesa, é porque é por ser lá da russa,
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O que parece para a gente ter ideia de chamar portuguesa ao dingo que falamos, a ideia que já não traduz,
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e para você estará a agolusa, por menos na primeira intervenção que ele teve sobre isto.
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Mas eu percebo o que eu quero dizer até certo ponto, mas não vejo que isso seja uma função de uma língua.
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Nós somos uma das línguas nós, isto é os falantes de português, em qualquer desses países.
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Fazemos parte de uma das línguas que nasceu do latí, que se chama português, como se chama o Castellano,
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é o nosso paniola, como quisermos. Isso não tem nada a ver com portuguá, enquanto nem está de colonialista,
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nem está de moderno, é assim que se chama língua, porque é porque língua tem estruturas, regras, origens vocabularios.
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E ainda mais, teve dizer, sem evidentemente porém em casa, em uma das crimes e de outros abusos do periodo colonial,
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nós temos até uma capacidade, tivemos uma capacidade, não do ponto vista dos direitos humanos, não é isso que eu estou a dizer,
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mas de justamente absorver as línguas misturaram-se sempre, as línguas misturaram-se sempre.
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E portanto, só fazia sentido, chamar ao português, outra coisa que não português,
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se isso podia acontecer e pode acontecer, ou ver uma forma de falar português que é tão radicalmente diferente,
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que o outro, falando português não consiga perceber, e então é porque já é outra língua, como, evidentemente, nós conseguimos perceber mais ou menos o que diz um catalão,
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mas não, porque nós conseguimos perceber o que é um bacho, não conseguimos perceber um bacho, porque é outra língua, de facto, é uma líneira prima, mas a menos misteriosa nasou origem.
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Eu acho que o Ricardo é o essencial, português não designa uma coisa de Portugal, designa uma família histórica de línguas.
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O que está em causa da nossa polêmica, nomeadamente em certos artisticos, intelectuais, da luz of unias, é a ideia de que não há donos da língua.
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Por isso não se pode chamar, ou a língua português é língua geral. E esta ideia do colonialismo e de colonização, é históricamente absurda porquesta questão só se coloca, porquê foi colonização.
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E nessa espécie foi a colonização, que levou esta enorme diversidade da língua portuguesa.
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Já sabemos o que é porque que o Ricardo era os preeses de Clara Geral, vamos tentar agora perceber e rapidamente.
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Estamos a falar da eleição de Portugal para ser nos próximos dois anos, um dos membros não proponamentos,
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É que não fisteis, mas aquilo que nós estamos ou não a fistejar na Alemanha está sempre o polêmico que o polêmico ficou excluída dessa portanto.
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Isto quer dizer o seguinte, isto foi a quarta vez que aconteceu com Portugal, a portugueira não é um permanente,
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este processo durou 13 anos, passou por diferentes governos, pelo imprenhimento e problemático, e isto só prova duas coisas.
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Portugueira, igual a Portugal, igual a Portugal, talvez por ser um pouco relevante na maioria das coisas.
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Mas de facto, nós não temos inimigos desse ponto de vista, ninguém diz Portugal nem pensar.
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E que não se diplomacia trabalha bem, isto tem importante, isto tem importante, isto tem o nome de Bargoso,
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Não passamos a ser a partida de um segundo de repente, mas pronto é bom, é positivo.
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Como tu acabaste se está a agonome dos que foram eleitos, significam que são que os pequeninhos que não se atem,
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A ter uma... E esta eleição prova, como disse o programa ministro de que é possível batermos com os mais fortes e sair ganhadores?
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Sem dúvida, sobretudo quando o facto de não sermos os mais fortes, é uma razão de ser mais do que a isso.
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Está na altura dos livros, e outra água esta semana depois de ter me destado a falar de diplomacia,
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um livro sobre protocolo, o serviço que raramente se vê, "oi, salta uma linha, minha cabula e tem que procurar a cabula, porque não sei dizer isto de cor".
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A abundância é o seguinte, isto é um livro da Ezra Klein e de Derek Thompson, e são dois jornalistas, o Ezra Khan, um jornalista muito conhecido do New York Times,
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e eles partem de uma posição de esquerda, mas de uma esquerda lucida que olha para o século 21, e que diz, "é para, mas isto é só uma história de esquecer".
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É que nós não temos casas, não temos trabalhadores, não temos população ativa atarca de cair, a energia limpa também não é suficiente,
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os chips não se arranjam, e, portanto, a conclusão deles é nós não estamos a construir o suficiente.
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E esta abundância, que tem sido um livro bastante falado nos Estados Unidos da América, e até com um impacto importante ao nível das políticas públicas,
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coloca um problema que me parece fundamental, que esta ideia de que as democracias liberais não têm sido capaz de entregar o suficiente.
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E é isto que está a fazer porque elas é para não ligue a entregar o suficiente para se culpar.
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E é essa é a melhor maneira de proteger o liberalismo, e é dar mais esperança, fazer mais promessas, e não vivemos tão obcecados pelos perigos.
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E é sobre protocolo. Uma vez que ele estava falado de diplomacia, que é um serviço caralhamento, se vemos que está sempre lá nos encontros diplomáticos,
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ou no tipo de circunstâncias que envolvam altas, ou não tão altas, individualidades, o autor,
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Manuel do Vaz Cabral já passou por diversos cargos, foi chefe de cabeta de ministro, director municipal da Câmara do Porto,
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da presidencia da Câmara do Porto, presidente do Instituto do Vinho do Porto, agora está à frente da Fundação do Museu Nacional Ferroviário,
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é também a membrodaca de minha internacional de ser imunial e protocolo que eu não sabia que existia,
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e é nossa qualidade que reúne neste livro 29 episódios de estar preferência, uma preferência especial pelos números ímpares,
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de situações em que teve a seu cargo a responsabilidade na organização de dados públicos e privados.
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O livro chama-se "Sala Malex", porque diz o autor, os agentes do protocolo são muitas vezes associados a uma formalidade,
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que estas histórias pretendem, de certa forma, desmentir, por em causa, são histórias coloquiais, digamos assim, breves, exemplos,
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para vos dar só uma ideia do jantar do Euro 2004, em que o então primeiro ministro de Rôme Barroso não compareceu,
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tendo de ver se mais tarde que for a alve de uma ameaça atentada, ou aquela outra em que o próprio autor, em desespero de causa,
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é pedir uma gravada em prestada a um empregado do hotel para uma recessão, no presente, republicá-lo ainda,
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a situação frequente tem que es individualidades da primeira fila não comparecem horas, as cadeiras têm de ser ocupadas por outros convidados,
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para não ficar em vazias, e chegando aos titulados originais mais tarde, há um pequeno serido protocolo a resolver, em som,
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a petitissuar dos Salama Lex, titul deste livro de memórias de Manuel Novasca-Bral, edição afrontamento, o Pedro Mexíatras, o Namuno.
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Portanto, um homem que escreveu nos vários gêneros literários, é uma das figuras intelectuais da Espanha moderna,
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este livro era 1912, e é um dos mais famosos, chama-se o sentimento trágico que teve nos homens e nos povos,
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e até-se há uma poluição, há duas polições, ou paralias de duas polições na vida dos povos e dos homens,
[82:25:38 - 82:43:58]
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que é, por um lado, o racionalismo, por outro lado, não é no meio do cristianismo, mas, afim, a religião e a meta-fície de quem geral,
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por um lado, o desejo da imortalidade e por outro lado, o racionalismo. E estas coisas, quem está num destes lados,
[82:57:18 - 83:12:18]
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e isso é uma definição da tragédia, quem está de um destes lados, tem sempre uma legiara suspeita que está a perder qualquer coisa.
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Ou seja, por exemplo, os crentes acham que será que isto é verdade, e os não crentes dizem-se, e se haverá alguma coisa.
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E, por exemplo, são visões do mundo que não podem coexistir, não é? Deus não pode existir e não existir, e imortalidade e imortalidade.
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E então ele fala dessa tensão que não é, não tem nada a ver com o pecemismo, a tragédia não tem nada a ver com o pecemismo, e é um livro fascinante e ainda hoje,
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enfim, o estilo é, claramente, há seguianos, mas as ideias são ainda hoje fascinantes.
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É um livro que chama "Cantar uma História", não é por pravo, é um livro que chama "Cantar uma História", "John Burgar", "Essos Anson", "Tacção", todos juntos agora, dois grandes intelectuais do tempo.
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Tem mais do que uma conversa entre os dois, mas também também cartas entre os dois, que são dois dos grandes intelectuais do nosso tempo.
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E logo primeiro, o texto é uma conversa chamada "Cantar uma História" sobre a natureza da narrativa e tal.
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Já lástam. Não temos muito mais tempo, mas eu gostava de sinalar que o livro é editado por um senhor francês que o Jornal...
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Pedro Messias, João Miguel Tavarres e Ricardo Raúz Pereira, que o "Ruapidora" afichar o programa.