Emissão especial no “Vê Portugal: Fórum de Turismo Interno”
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Esta é uma emissão especial do programa que é para muita gente governos sombra, mas
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São projetos como um Toyota Marvel que já plantou mais de 200 mil árvores a floresta
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esportuguesas, ou a iniciativa um Toyota na missão que apoie instituições de solidariedade
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Esta vez estamos fora do estúdio e estamos muito satisfeitos por ter vindo a viseu a convite
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No encerramento do fórum de turismo interno, vê Portugal, uma iniciativa carriona normalmente
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Por isso, quando a vantiga de turismo se manifesta em si e recardo a inspiração quando se aventura
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O meu país real não é aqui, não é viseu, é mais anorte, mas um dos meus de outros
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Posso contar só uma história, e até depois dá almoço, porque ele estou mais descontraído
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E o que acontece é que, como é entra pela janela, um feixe de luz bastante intenso.
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Por com o carro, na curva, que lá para casa deles, ficou assim do lado na estrada, acente
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E então, a minha tia foi ver, eu não sei que a série alto, ele foi também, apesar
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E o meu tio inventou uma solução que era, ele foi para a parte das rodas enquanto as outras
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pessoas estavam na parte do tia dílio e ele disse, "Empo, ai, dai, que eu amava para daqui!"
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Mas é isso, ele queria, de facto, se estando de se esteram um carro com as suas mãos.
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O nível pedromessia para aceitar o modo imprativo com que esta iniciativa já vai no
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Nós temos uma coisa muito estranha que somos um país com séculos de história e estamos
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sempre a falar do futuro de Portugal, repensar Portugal, a identidade portuguesa, que são
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Nós temos uma identidade, temos uma língua, temos fronteiras estabelecidas e tanto.
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Esse Portugal, como hoje, que o Alunca me traça muito, já me traz de quando convidam
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E por isso é que a outra partida nós temos, aliás, aqui no programa, temos já desde
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onde nunca fomos, ou não veníamos há muito tempo, e são sempre os programas, ou quase
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sempre os programas melhores, nós só portemos público, coisa que não temos em Lisboa, como
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porque temos sempre a fazer aquela coisa típica Lisboeta, que é, olha que vamos gostar
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Olha que não sei que é mais, que é um crinco paternalista, mas ao mesmo tempo é, há
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bocadinho, não posso contar, há bocadinho ou almoço, estamos a pensar em algo, nós estamos
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a pensar em viver e em viver por vizêo, portanto, só não vou dizer nomos, mas eu vou
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A região centro, se chama por nós, tem algumas explicações, onde ela está mais profaco,
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Portugal, aparentemente, estar na moda, continuar a estar na moda, a nível internacional,
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não perigo, em que parece estar tudo incrível, mas os números dizem que os tranjeiros continuam
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E claro, então, quanto mais crise existe internacionalmente, mais pessoal tem vontade de
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ficar portugal, e se isso não é dúvida, a explosão do turismo em Portugal coincidiu, com o
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posto primavergas águas, o pessoal deixa de dipóigite e patonize, parece que as coisas estavam
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lá confusas, mas se não, com os decolichites não deixaram de estar ato, certo, são muito calos,
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Não, são, mas isso são duas coisas diferentes, mas isso, para quem vem de fora, não quer
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ser assim, imagina, se nós vamos visitar a Cecilia, não temos que estar alfato com os problemas
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que ela tem, parece que há uns senhores que fazem lá umas coisas, não tem sentido.
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É muito mal a verdade, porque nós achamos que a guerra é uma coisa enorme nos países,
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quando na maioria dos países, se sim felizmente, é normal, guerra violentos, ou separatismo,
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Isso, mas ela está, não é Portugal, enquanto não estigam revelado em ir que nos quer mandar com
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missas, aoco-odronos, ou um oçama que decida viver, fazer atentados em Portugal, porque
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Ah, eu não quero dar mais notícias, mas quer dizer, qualquer um de nós, eu não sei para
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uma pessoa, não há muita diferença entre o pessoal do Magarebe e nós próprios, não é?
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Eu próprio, acho que passava muito bem por turismo, e a única pessoa podia ser despachada,
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Bem, desta vez vamos deixar a arreposo a agenda política emediata, embora falar turismo
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Vamos falar de purificação de louco-ostes, de aeroportos e de mais de proporcionar nesta
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Em que, para a inicio de conversa, temos o Pedro Mexia, vamos manter o formato habitual
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Um conceito relativamente recente, veio com meramente descritivo enquanto anel Pedro
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Mas é que são da turistificação, isto é da cidades ou não cidades das localidades
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Por um lado, é compreensível do ponto vista de ficar muito dependente das tais vagas turísticas
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que vêm ou não vêm da cor de constituição internacional, com as que eles internacionais,
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Mas também é que estão de tornar, vou dizer as cidades, vou passar mais passivos ficar,
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a tornar as cidades para turistas e portanto, por exemplo, como a Elis Boa, como a entro
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do lado, aquelas mil de uma lojinhas onde um desboito entra, porque são lojas para turistas
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e portanto, e, obviamente, a questão do expresso, do agendamento e do preço imobiliado.
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Ao mesmo tempo, toda a gente percebe que Portugal não pode passar a centurismo, porque
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Agora, eu não sou insensível a ideia de que, embora seja um país aberto, turismo faz
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parte dessa abertura, as pessoas não podem sentir-se como algumas de se caixão, digamos
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Pessoas que, se lá, cada exemplo típica, desanodótico, menos ao inglês, não gostar
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Por exemplo, esse tipo de coisas que as pessoas que viveram toda a vida em certos barcos
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e que, dezemo, eu não posso continuar a viver aqui, porque, entre tantos, os preços
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Eu acho que só, na verdade as pessoas que rejiram mais viralentemente ao turismo, foi em
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E dá para falar disso, a seguir neste turismo, quando mais melhores, só me é altavar.
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O melhor é começar a pensar, já, em forma de limitar um sucesso turístico e a massificação
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Eu acho que há uma especiada, vez de classe média alta, que, na verdade, aquilo que
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Ou seja, o que se passa é que, de repente, viajar da via, ficou acessível, não é?
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E é uma experiência totalmente diferente, porque é uma experiência para a classe alta.
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Sim, mas é isso que, por mim, de repente, andar viajar para muitos citos por 40, por
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Mas é possível, ao lado deva, acontecer uma limitação por meio os políticos de um excesso
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A descaricatização da própria cidade, nomeadamente, nós sentimos que chegamos a uma cidade e vivemos
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numa espécie de Disney-Landia para adultos, em que, entre minadas zonas, são coisas para
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Em todo lado, viejamos daqui, vamos para Budapest, assim, para a Gessi, para a Gessi, para
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ver as mesmas lojas nos centros, porque são as lojas que têm maior poder de compra e
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A, depois transforma-se num impubrecimento da experiência, em que nós deixamos de poder usufruir
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daquilo que é local, porque centramos que as cidades se começam a aparecer todos os
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Já há casos de desagrado popular, manifesto em Espanha de últimos anos, sumaram-se as
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situações de revoltas locais que foram via notícia, voltas em zonas de grande densidade
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A situação mais colorida é capaz de ser dos manifestantes que saíram para a Embarcelona,
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Tem ideia de como reagiria-se e acontecer-se uma coisa assim, alvoros, recardar-nos para
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E, por exemplo, não acontece, porque não parece su turista em Barcelona, parece suimigrante
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Ou seja, não se pode manifestar, hoje lira aí, acho que não se deve, não me manifestar,
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No outro dia fui orcheado lá em Lisboa e aconteceu uma coisa estapa furdea que foi.
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Mas tu hoje deia que com sexo andar no cheio, se as pessoas tendarem a Portugal tal.
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A vontade toda a gente é da transnacionalidade, incluindo os funcionários dos custarantes.
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Entregamos ao pedra de cheia, a parte da Ministro da Touristificação, os homigaltavares
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O dia já começou frilo, mas para falar, de um caso muito concreto, a decisão de reenerde,
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Justifica essa aplicação com o futurismo, a Soriano recebeu, a esta notícia, João Miguel
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Isso mostra, eu acho que é um caixetade, por qual convínio a que o governo, que os portugueses
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olhassem em contensão, que, de repente, tem uma companhia de low coste viajar para um
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cítio clia, oportunidades extraordinárias, e de repente, fecha e a companhia low coste,
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Comestou mais capitalista do que tu e mais liberal, eu não diria que ela, que pela
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zona está nas mãos de uma low coste, quer dizer que a low coste vai para lá, é uma oportunidade
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Mas, por exemplo, a reenerter a caixetade, mas por outro lado, a reenerter a caixetade, a caixetade,
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ou seja, diz que as taxas é igual portugues, subiram 35% e que isso torna a opressão incomportável
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E, a verdade, de repente, passamos até viajar as posações, que se pegará na hora de
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ir, eu ourojei que passaram outra vez por dos anticital ou de o anticineteiro, porque a reenerter
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É que os números de abril da este tiano são impressionantes, porque eles dizem que deixaram
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E, de repente, os assores perdem 25 mil pessoas, eu lendo uma notícia onde é um responsável
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Dizia que a queda é a hora da 40%, mas 40% dos homens de oologamento tinha ficado por ser
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E quando nós falamos em 25 mil pessoas, no mês estamos a falar de mil pessoas por dia.
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Acho que há algo de nossa inução de que isso nos assouis é um número significativo.
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E para quem conheceu os assores no passado, conheceu os assores, é um qual com muitas
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Até em termos de vontade turística, que não era muito nos assores, tinham uma certa ideia
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As pessoas que escargam lá, investem a uma empreendementes simpáticos, cheitas agravem
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E, de repente, nós temos que ter um momento de ter um momento de ter um momento de ter um
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provavelmente vão abrir espaço ao turismo interno. Estamos justamente na zona centro e, portanto, modo é que se pode ser um fator aproveitado ao contrário para promover o turismo interno, ao invés de irmos viajar pra praga por 50 euros.
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-Agato para ele ter repostado, mas que a gente pode fazer um turismo interno nas donas de portadas por um bote de tempestados.
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-Isso. Mas isso realmente se calhar aquilo que nos impede, de ir por 50 euros a praga, também impede os tranjeiros devirem pra cá.
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-E os tranjeiros em regratem mais dinheiro do que nós pagastaram, e portanto viseu gosto muito que o cabanho, mas calharam-o as tamais que os ingleses e os alemeis e os holandeses também cabanham pra fazerem algumas compras.
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-Saturas conseguirmos de local dos literólogos e dos cidades maiores. -Isse, exatamente, para o interior do país.
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-Isse, exatamente, e os sensibilizamos para a oferta aqui, mas eu não sei... É claro que é tudo um inclinhico, como o João Miguel tava a dizer, porque realmente a gente quer o turismo é bom, em chece, calhar não é tão bom, e a gente gosta de respirar ara por, mas pós turistas virem se calhar tem que ser com aviões.
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-Isso, a polêmia das loucosta é que se calhar o cos, vai deixar de ser louco, em breve, porque por causa disso, parece calhar uns problemas quais quer no irão, ó, que é.
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-Eu tenho falado com alguns, eu conheço 2 ou 3 fãs de Donald Trump, e tenho ficado com muito impressionado, porque eles seguem as lignalmentas, por causa dos impostos, eles dizem porque foi vergónimo, que é possível, que já disse.
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-Se aumenta, por causa do maguerre que o Trump disse que ganhou em março, mas que ainda dura em junho, ele tá achando bem.
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-E, portanto, é uma questão dito que o caro gosto, pros aumentos da gasolina, há uns que são bons a descalmão.
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-E parece que aliás, no setor da aviação, até há o problema do Jettfo, do como estilado para os aviões poder...
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-Se se poder de como bói, eu fico de como bói, porque é uma grande transporte melhor que a aia.
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-A gente não dá muito jett, mas não há nada de avião hoje em dia, é uma coisa terrível, claro que, do ponto de vista prático,
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se for um país, se for noto continuente, para o Maria de Casão, mas eu ve esse avendo isso, e quando lá e se há com boisa, é um gorme de transporte.
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-Agora de facto, não estamos rindo na Maria dos países europeus, não falar de outros, numa situação em que possamos precindir de avião.
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-Clar que seria bom para, não ser evidentemente, para atravessar o mundo, mas se tivermos dentro do mesmo continente, o que eu tenho a ser a forma de transporte hoje em dia,
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nada avião, é uma coisa mesmo quando perguntam se eu goste viajar, eu respondo sempre, eu gosto de estar lá, viajar de texto, de texto...
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-E há uma coisa que nós foi prometida a nós todos, quando eram os pequeninos, que é o teletransporte, eu digo que sempre isto, eu gosto de lembrar isto, para se ouvir a cientistas a trabalhar, que é se entram-me em um sítio, e se é da lateral, não, o filme, de forma muito escala.
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-Sentro uma música, mas que é uma música normal, mas viajar hoje uma, hoje uma, uma das questões ecológicas que tu mencionaste, hoje uma incondidade enorme,
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e eu penso que é todas as questões da segurança, e tudo mais, e que, como eu sou, eu sou BMI EPS, com a ti.
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-Já vi com tudo aquilo que já só que eu tinha experimentido realmente, faz um desimensafalto, como é o porto, a sempre de valdeil,
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e eu fiz muito mal em talhinhas de racô, mas é muito injusto, por favor, pelo pai, eu tô a perceber isso.
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-O Jomem Galta Vars, mas que tem os fantasistas de low cost, agora o Ricardo Ronspreira vai tornar sem mistro de zero portos,
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mas parece que o foco aqui é, sobretudo, no que tem que estar lá acontecer, no aeroporto de Lisbo, em particular,
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serão as longas filas que temos de desnotir, é forma nacional de combate, sortilo, aturistificação, Ricardo Ronspreira.
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-Que é, não resulta muito, né, para que o limite se retardar em 3 ou 4 horas, é entrada das turistas.
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-Sim, mas a prazer, provavelmente, é prazer, tão mal, tão mal propaganda, pode desencorrojado.
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-Pode dizer que agora recentemente aliás, na semana passada, o jornalista da Céria, que morou uma eternidade para conseguir entrar,
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andou a filmar, postando o Instagram, e é capaz de ter dado cabo uma boa parte das campanhas de promoção do turismo,
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-Se bem que, cada vez que eu estou no aeroporto, e veja aquela fila enorme de turistas para entrar,
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aquilo tem dois, como é que eu ia dizer, há duas maneras de olhar para aquilo, uma é, cê é, pague chatice,
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não vou para Portugal, porque é muito chato entrar lá, fica só, as aspelas no aeroporto.
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-Por outro lado, parece que Portugal é uma daquelas discotecas em que toda a gente quer ir.
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-Exatamente. -Mas com muita gente, as aspelas, nós percebemos que se calhar vala a péssima.
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-E as duas pessoas que querem entrar para a câncer de guardidas, por exemplo, mas aí, isso se pecas.
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E, portanto, eu propone o que se calhar, o método do critério, não é o aeroporto, seja o mesmo das discotecas.
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-A regra de duas senhores, por causa da senhora, ou se está na geste list, se tiver na geste list, entra.
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-Para fazer muita gente feliz. -Gaste list, sim, é geste list, pode gostar de dinheiro.
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-Mas, pelo menos, as filas rápidas. -Sim. -Oso, por exemplo, quem respeito ao adresse caldo.
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-A gente pode ser assim, né? É que os vestibais de cosplay, todas as que vinha assim, que acabava de vestir, pode entrar.
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Os dados biométricos é uma coisa que, tudo bem, para esse que agora é preciso passar,
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para com vários que é os casinhos, para ficarmos todos biométricosados e para ficarmos todos
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os minutos sistema, e isso mora e o que é que se passa no aeroporto que eles boas é que
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não há muitos passos e essa limitação de espaço significa que há uma limitação daquelas
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casotas onde as pessoas agora têm que pensar e isso faz com que as afelas gigantescas em
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alguns biotos de maior afelência, não é rocket science, toda a gente sabe o que é que
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se está a passar, mas desde o uso ou não ter que as versidades biométricos ou então leva
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pere, se isto é por razões de segurança, vamos suspender quando mais pessoas estão
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a entrar e não é que faça muito sentido, mas também não sei qual é que é a solução
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Agora já na ministra, a ministra da Administração Interna explicou no parlemento, uma
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comissão parlamentar recentemente quando lá foi para entre os portados de uma forma bastante
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E pois ainda é isso, que é a sensação que está a experimentar uma nova tecnologia e as
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Sente-se mais tranquilo por razões de segurança, pelo facto de haver este pedido de vigilância,
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de dar os dados biométricos, etc., ou sentisse invadido por estar em a exigir esporço
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Eu ou o quadrado de Amiga Tavares, faço partes das pessoas que, e percensível, há que estão
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Mas acho que ter uma pessoa dentro de um avião tendem conta várias coisas que aconteceram
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nas últimas décadas, é um cresco muito grande e para não ver a outra outra nativa.
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Se for no dia a dia, eu tendo que ter ensamento sobre o contra dos dados biométricos.
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Agora, uma pessoa está apaixonada por ti, pode que os trotados de biometricos restavam
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No V Portugal, o Foro de Aturismo Interno, organizado pela região de turismo do centro,
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mas que é ponto de encontro para o debate acerca de turismo português a cento de lado,
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E a altura para saber-me agora porque é que, por seguindo, aliás, com o que é a distribuição
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da tarefa da habitual neste programa, porque é que o João Miguel Tavares se declara disperso
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Se estivesse em minha casa, tu sabries que o turismo da dispersão é uma grande fonte de conflito
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Um chicadinho para um águro, para ter que ver se estivesse em sua casa também era fonte
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Mas eu gosto de sempre dizer, e eu sou um profissional a fazer filhos, portanto, e significa
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Do modo geral, não queres me realizar acessivamente, portanto, estou a falar da minha casa.
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Olha, eu também consigo ver aqui no meu telho é móvel, até consigo ver mais de perto.
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E esses discussões, como ainda eu percebi, é uma família que gosta muito viajago.
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Isso acontece com muita frequência, que a gente sempre vê do país ou vamos a uma terra
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E portanto, estou tentando também aproveitar isso com um jeito de despreção para defender
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Se tiver uma fila para mim, acabar com essas feias, eu vi por sempre eles boas, até se
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Mas a fila penetra e eu sempre preste o interior, é um pefeiro, na manta rota, não quer
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saber, não quer saber, não quer, não pode ser coisa mais linda do mundo, nada é justo
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E com as minhas filas nas filas, e eu não sei, eu fico bem uma cerveja no futeixo que
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Mas isso significa que eu preciso imenso desse turismo, talvez que é um turismo naturalismo,
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Ou seja, devemos ser nós enquanto turistas a dispersar ou a oferta turística também a
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Não peixe como Portugal, eu acho que evidentemente as duas devem ver uns forças no índio para
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ter as pessoas listo boa e do porto e dispersal do país até porque a barris é super variado
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Agora, eu acho que já existe turistas de desesperados, tipo eu, que são turistas, não se
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E portanto eu acho que esse desespero existe, é tentar ajudar a canalizar isso para
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Tem até menos de 20 minutos para entrar a qualquer sitio e nesse desespero algo como turismo
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É uma espécie de que quando se fosse o que fosse o que fosse o que fosse o que fosse
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Eu acho que asquelas ofertas turísticas que têm trácido a identitário especulares como
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Ricardo Núespreida, com tudo para a fície de mercado, tudo organizado, ou com espaço para
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Eu tenho duas filhas e uma vez que nós somos quatro lá em casa, e uma vez elas disseram
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Cadamos que revia em dois papolinhos, o nome de uma cidade, uma grande cidade europeia,
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"Bragança, eu tive uma sorte, os meus dois papéis, após bragança nos dois, saíram uns
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"Pá, nunca tive sorte, não sei o nada, mas naquele dia estava foi mesmo excelente."
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Fomos a burlinha, foi o terceiro papela, se ir a burlinha, viemos ter de duas vezes a burgança
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Está-se porque a jovem e a altavar-se declara desperso, o pedra-mexia, distente-se, culturista,
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Isso tem a ver agora com a minha experiência nos últimos dez anos de ter estado como
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E de ter percebido que nós, de facto, somos muito esquemáticos e às vezes muito séculos
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cidades ou as as nossas cidades que se tornam fenômenos nacionais e internacionais apostando
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Há pessoas que vêm em Portugal, ver os conceitos pop que é mais fácil, mas também
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Infelizmente, no cinema não é tão evidente como se íamos filmes, há pessoas que vêm,
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Portanto, é essa, mas sobretudo fora de Lisboa e Porto, a quantidade de nós chegamos a um
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citi presumirmos que não há nada, ou que há um mundo de orgulho, calma, mais ou menos
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trivial, e na verdade, descobri ao longo do destes dez anos muitos instituius e às vezes
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pessoas não têm a própria sensibilidade de um calco a perceber e que dizem coisas
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O roteiro cultural que nós temos na cabeça é um roteiro cultural, porque tem sido feito em
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Mas hoje em dia iniciativas que nasceram do raíze, e os protivais de música, pode não ser
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Não vou dar a exemplo para não estar para lhe gerarmosmos, mas vou só dar um exemplo
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Além dos portugueses que vão, as seja muitas pessoas, não tinham bem noção do que era
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E aí pode ser, não estou a falar, nós estão a valorizar o patrimonho de caso, estão
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que as pessoas, quando não estão com a ser, estão lá, além de baixar lá, de baixar
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Exatamente, mas também, provavelmente, dizem-se, que era que estava devir aqui, na outra altura,
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E eu senti muito isso e tenho noção que não tinha se retratado, que estão presentos
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em países como fiquei, mas é uma questão da sensibilidade dos autarcas, a gente sabe muito
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bem que nos autarcas, nas autoquias, ou há um presente à câmera com a sensibilidade cultural
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Ou vou mover a tarca que há uns anos que reformulou a nova vez igual, mas reformulou e
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repusou a programação cultural excelente que estava anunciada, dizendo que era demasiado
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Portanto, a partir daí, a gente pensa a toda de ninhas próprias pessoas que eram arriscarem
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O Falo de Pareitos de Coro, Ricardo é muito vestivais de música e Jeaninha Pareitos de
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É muito bem mesmo o festival de música, mas há alguma terra onde vale para posse-te, porque
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Bom, o restauramento é cultura, então se eu sou muito culta e deslocou muitas vezes.
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Por exemplo, eu vali um conjunto de dias seguidos em que eu me lembro, isto aconteceu há
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Eu fui ao Porto porque fui ver no teatro nacional de São João uma que peste traduzido pelo
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Daniel Jonas e verifiquei que o Porto estava muito vibrante de turismo e depois de não
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dia se quente-che, porque eu ia para em Coimbra porque ia falar na Universidade Coimbra,
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já não lembro a propósito que é inisto, verifique, que eu nunca tinha ido à Universidade Coimbra
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A Universidade Coimbra estava também vibrante de turismo e eu fiz uma visita guiada e
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disse que eles vendem milhões de bilhetes por ano de turistas que venham a visitar à Universidade
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E depois, continuo a tecer, já no regresso a casa e parei em fatima por causa da uma coisa
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E há uma coisa que é difícil de para mim de conceber, não sei quem foi o empresário,
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A não era o porto, mas o loja enorme e assim toda a cheia de "Serra d'inheim lata".
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Ouvo um empresário e diz assim, eu sei o que é que os estrangeiros querem, em latados.
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Eu sei que a minha avô ressuscitaça agora, ele disse "é, só que tem muito ézido".
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Mas tu conhecesse muita cidade, o Péian, você propósito tomar a equidade cultural?
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Estou em Paris e tal, estou a dizer o Charles Elizabeth e a subir venho com o grande poeta português
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E a só deixa-me só em decompeto, para dizer que eu deixo os campes e elisios, estudantes
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"Ah, como está a pessoa, vento aqui, vim aqui não sei quem, e é uma coisa cultural muito."
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Eu conheci Bocarest, que, para mim, digamos que eles serem, será sempre a brandua dos
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Eu acho que, em partávamos de "Raserfão", eu jogo muito triste e disse em história nenhuma.
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A porta do estádio nacional de Bocarest, um rumeno passou por mim e disse assim, "Tueis
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E o jogo que ele estava a dar, porque ele que ele leva a fazer umas centenas de quilômetros,
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Não, mas "Notes" que eu sou for nas filas, mas as viagens até lá nós viajamos imenso de
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Eu acho que quando tira assim nos últimos momentos da minha vida, e se eu tivesse assim
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um privilégio de morrer com os meus fichos assim, à volta, eu acho que é isso que leva
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O que eu vou levar para a cova, aquilo que eu gostava de dizer nos meus últimos momentos
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e aquilo que eu vou ter nas minhas morres, é as viagens no carro, dentro do carro com os meus
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Não quer dizer, não, sei se é injusto ou não, mas é por causa do mundo de sido expresso
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Bem, eu não te se diria que os imigrantes que estavam com caro começam a ir sem bora.
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quem chamam Uber, eu não tenho essas aplicações, isso para mim, eu brocharia, mas as notas
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Já se nota que é mais difícil, que rejaram Uber e tal, ou seja, são imigrantes que estavam
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com caro, estão a seguir e a notícia dos prece dizia que havia três fatores custo de vida,
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o prece da abetação e a xenofobia, são as coisas que estão afogentadas as pessoas que
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E, portanto, este gera começa a ajudar a falta de mão dobra, um dos setores afetados é precisamente
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E por isso, o que eu quero é que o serviço que antigamente me era prestado pelos imigrantes,
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E, às muitos empresários, de facto, a que acharem essa falta de mão dobra, como é
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E há um aspecto importante, quando se fala uma integração, nós precisamos, evidentemente,
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de imigrantes, tendo a conta a nossa pígama demográfica, mas precisamos também de uma outra
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Ou seja, ao facto de ver mais, muito mais gente a vivem em Portugal, faz aumentar o pígama,
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Portugal só atrodar são países mais atraentes para turistas, para imigrantes, e para a museia.
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Bom, isso com certeza, porque o incremento que as imigrantes, não são os imigrantes toda a gente.
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Por exemplo, o racismo em Portugal nunca foi praticamente sentido pelo ex-aepalto
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Bom, se ele perguntar hoje em dia, acho que é hoje em dia assim, mas hoje em dia eu não
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Portanto, essa questão aplica sempre, mas eu fico contente que há haver imigrantes que estavam
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O problema é que daqui a uns anos, espera por muitos e muitos que já tenhamos de mover
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entre tantos, eles começam a ter que sair por a imposição do governo português, por causa
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Já que o tronfo aqui é turismo e, sobretudo, a região centro, vou pedir a cada um que partilhe
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conosco e que surgira para terminar uma maravilha que os pareças especialmente atraente
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O primeiro maravilha, de preferência aqui da região centro, o Pedro Messia não pode escolher
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a fogueira da voz, onde passa a péril de todos os anos, que escolha a fogueira da homensia.
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Não é a fogueira da voz, mas que é a voz, onde eu tenho ligação a chamadas de asi e...
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A gente tem uma inução da Cé cada lousã, tem uma inução de um custoorante que é a Liperte,
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é o parte de uma administração local, há muitas décadas, quando esse projeto avançou.
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Mas sim, acho que todos nós que conhecemos um sítio e quanto menos divulgado fortos,
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nós somos capazes de contar os outros e contamos, mas tu já te veas no sítio e tal.
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E portanto há uma espécie de roteira alternativo que é feito as nossas espressas individuais
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e que não está necessariamente nos guias ou nos destinos turísticos do topo, digamos assim.
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Eu sou de portaleiro, mas a minha excelente esposa ela cresceu numa pequena aldeia de a Zona de Péria XIX,
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E esse percurso das paraias fluviais é uma ótima proposta para aquilo que eu sujeia
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A quantidade de senhores que os julho dentes diz que foram apanhados na companhia de novices,