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  • Novo podcast SIC Notícias: Porto, cidade dos Bispos

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    O que nós estamos na...
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    O que eu quero ver é isto.
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    No essencial temos esta parte aqui mais da...
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    É a catadral inicial romanógótica.
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    O que eu estou construído, acertamente, a partir do século II,
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    a enviante, com os sucessivos acrescentos
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    de outras épocas e de outros estilos.
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    O senhor Lola, a velho e o abril.
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    Eu sou presidente do que eu vi de Portugal.
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    O primeiro bicho do Porto certamente não é do Ungo.
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    Do Ungo foi o primeiro bicho pro depois da restauração da 2016,
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    pronto ali em cima dos inícios do Rente Portugal um pouco antes
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    e sem essa questão da entrega da cidade,
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    por dona Teresa, do Ungo em 1120.
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    Isso sim, agora antes ou bicho pro Porto,
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    já mais atrás, digamos.
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    Não sei, agora é do outro lado, não estou do outro lado, não.
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    Não sou muito pado, sei se é isso.
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    Veste tudo.
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    Estamos parando aquilo que foi o início do Porto da cidade do Porto.
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    Estamos parando um edifício de camadas diferenciadas
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    desde da idade média até o seu convinto
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    que tem muito daquilo que foi o início do tal senhoríico,
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    preocupado do porto, tem muito dessa fase do início
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    e tem camadas de outras fases da mano.
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    E daqui a cidade se sprayou.
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    O comor interreginal corte-se no ar.
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    Corte-se um vento, cada entrada.
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    Não é número dois.
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    Meu tempo, nem vou assistir a rua, estava se visual.
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    Muita canalha, não faltava canalha.
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    Estou me deixando um capso, se não há nem aquela coisa antes de ter visto.
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    Simores e simores, bem vindos a sala do dia da casa da música.
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    A Católica Porto Business School é parte da história do Porto
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    e uma escola onde se criam histórias.
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    A da iner, nova aluna de gestão.
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    A do Paulo que lançou seu negócio.
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    A da Sofia que viu a sua investigação premiada.
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    Ao longo de quase 40 anos, a Católica Porto Business School
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    criou histórias com visão global de humanista,
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    attitude positiva, espírito-empreendador, conhecimento de excelência
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    e ligação às organizações.
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    Começamos no Campos da Católica no Porto bem perto da Foz do Doro.
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    E já chegamos a todo mundo levando sempre o Porto Conorço.
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    Hoje estamos entre as melhores colegas de negócios internacionais
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    e somos a única no norte de Portugal com o Instituto Triple Crown.
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    Vamos escrever a próxima página,
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    Católica Porto Business School, Empower Your Future.
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    Durante 286 anos, a cidade do Porto foi administrada pela igreja Católica.
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    Em 1.020, antes ainda de Portugal existir como nação,
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    a mãe de Dom a Fão Círiques, dona Teresa de Lillão,
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    do Uburgo e o Cotto Porto Calenso a Dom Hugo,
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    um bicho de origem francesa que foi determinante no desenvolvimento da cidade.
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    Ele se deve o início da construção da séia e da moralha,
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    do morro da pernaventosa, bem como a atribuição do foral
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    que define as instituições municipais,
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    responsava a explodemensitração da cidade.
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    Ao longo destes três séculos, as relações da croix e da burguesia
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    com os bístitos do Porto foram quase sempre terças.
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    Os impostos cobrados pela igreja e uma concessão de cidade,
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    excessivamente horroral, travavam o desenvolvimento económico do burgo,
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    até que em 1416, no reinado de Dom João I,
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    ou de boa memória, o Porto entrou afinalmente na esfera da croix.
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    Hoje, com o professor Luís Amaral,
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    da Faculdade de Letras do Porto, que tem no povemento
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    e na organização do território do Noroeste da Península,
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    uma das suas principais áreas de investigação.
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    É também especialista em instituições ecolosiascicas medievals.
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    Bem vindo, para começo de conversa,
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    peço do que me diga, professor Luís,
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    qual o encodramento histórico que determinou esta decisão
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    de Dom a Teresa de Doar a Dom Hugo,
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    um francês, diga-se, com fortíssimas ligações,
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    é com o postela, aquilo que na altura era a cidade do Porto.
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    Muito bem, a primeira coisa que devemos dizer,
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    relativamente a esta matéria,
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    é que não estamos pranto um ápido, digamos assim,
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    que tenha sido planificado, que tenha sido pensado previamente
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    e executado naquele momento.
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    A verdade é que a concessão do senhorido da cidade
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    e do culto, que então se estabeleça Dom Hugo, por lá na Teresa,
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    é um dos múltiplos eventos que testemunha o processo complexo
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    de natureza política e militar e clasesástica,
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    que então se vivia nas terras em geral,
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    no norte da cristal da Península,
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    mas muito particularmente no Noroeste.
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    Desde a segunda-metácia de Céculon,
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    que se assistam o conjunto de ajustes consideráveis
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    e, sobretudo, mudanças e as situações
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    que se revelam as mais das vezes extraordinariamente volatas.
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    E, portanto, é nessa viragem do 11 Pro12,
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    que muita coisa está a acontecer no interior da monarquia,
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    ali em Castela, que nós devemos inscrever a concessão da cidade
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    e do culto do Porto, por Dom Teresa.
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    Do ponto de vista mais, digamos, local, mais regional,
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    temos que perceber que é o momento em que Dom a Teresa,
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    está já, digamos, tentar por imprática,
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    um plano de consolidação do seu poder,
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    que é, também, uma forma de transformar a autoridade
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    e o ligado que recebeu anteriormente,
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    com a criação do condado protocolense,
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    no tempo ainda em que o senhor marido, naturalmente,
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    era vivo e, no momento em que se casou com o condo em rique.
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    Hora esse período que se inicia a partir de 17.000 até o final do condado protocolense,
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    é marcado, portanto, por um posicionamento novo de Dom a Teresa.
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    Esta luz mais local e regional e, chronologicamente, mais limitada,
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    devemos entender a dita concessão.
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    O ego não é uma pessoa qualquer,
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    e ele veio pro opor, tu diretamente, Santiago Compostela,
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    é uma personagem, especialmente ligada
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    ao então bicho, parlado de Santiago, Diego Jalmira.
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    Jalmira, que era uma figura notável à época,
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    um grande jogador do ponto de vista político.
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    Sim, é uma personagem extraordinariamente fascinante,
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    se doutora e decisiva para compreendermos o que está a passar.
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    Vamos falar, temos mais adiante.
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    Exatamente, mas para já poderemos dizer que a sua relação com a terra protocolense,
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    a sua relação no interior do conjunto da monarquia,
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    visava claramente reservar para o tentar trazer para a galiza,
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    um papel de maior destaque.
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    A ambição é essa que se acadará por esfumar no tempo,
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    e, em grande parte, também devido à criação,
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    um daquilo que veio ser o reino de Portugal.
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    Mas, a verdade é que, no momento da concessão,
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    são conjunturas muito passageiras que ditam esta atitude.
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    Sendo ele ligado a Santiago, tendo em conta as relações
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    que a dona Teresa tem com a sua irmã, e, neste momento,
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    reina de linha castela dona Orraca,
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    é muito provável para não dizer que tem quase a convicção,
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    que esta enorme concessão é dão um lugo.
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    É uma espécie de continuação do favorcimento da sua pessoa,
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    que já se tinha notado no momento em que ele vem,
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    ou já se tinha verificado no momento em que ele vem para o porto
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    e é designado como o bismo.
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    Portanto, provávelmente dona Teresa,
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    ou que, a próxima recem mais de ir mais,
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    e se ates fazer a irmã com alguém que era próximo de Santiago,
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    logo também de dona Orraca,
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    ou, então, não foi capaz de resistir as personagens que vingam de fora.
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    Seja como for, o lugo tinha, pela frente, um longo caminho,
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    de um caminho, vigámos assim, grandemente reforçado com esta concessão.
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    Mas há uma razão particular para este poder todo o ser dado
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    a um bismo de franceses.
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    A verdade é que ele é de origem franca,
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    mas há muito que estava instalado na Pimis Lebriga,
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    e, nessa altura, não fazíamos, digamos, não se estabeleciam estas distinções,
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    menos ainda com o caráter nacional.
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    Ele é um fiel servidor da diocésia de Compostela,
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    é um dos braços direitos do Diego Gell Mirzá, que já alovimos,
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    e, portanto, a sua presença em porto-cal é,
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    e, desde que a diocésia foi definitivamente restaurada,
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    não pode deixar de ser interpretada como uma clara intervenção
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    dos interesses ecolosiaísticos de Compostela nas terras azul,
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    do mim.
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    Diz "aristo mesmo", é dizer, que é, digamos, uma mais valia para Compostela,
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    nos seus enfrentamentos com Braga, no plano, estritamento dos poderes ecolosiaísticos.
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    Agora, a verdade é que conforme a situação evolui,
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    e a segunda década do sacoldo-oze é, particularmente,
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    densa, mas, uma vez, refiro da condcimento,
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    e com uma dinâmica e com uma multabilidade absolutamente notável.
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    Nós ficamos com a sensação que, aqui lá, às vezes,
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    o acordado, durante também há, a tarde, já foi completamente dissolvido.
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    -Parece os dias 12 com o trão. -Um cabinho.
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    -Um cabinho. -Há uma dose considerável de impervisibilidade.
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    Pessoas que eu sou de fazer esse parentes, mas nós devemos sempre lembrar
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    que a sociedade ibérica, precisamente na viragem do saculonzo, Procéculo 12,
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    é uma sociedade que há muito vinha convivendo,
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    com, digamos, um cenário alergado de uma guerra mais ou menos indénica,
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    mas a partir de meados seculons de tudo, se altera,
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    no sentido de acelerar o Procésio.
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    Na grande expansão para o sul está, de facto, a arrancar.
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    Se ainda hoje tem sentido falarmos em reconquista,
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    ela começará a, digamos, a sério, entre arpes,
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    pra, de repente, a partir daí.
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    Ora, isso vai ter sempre consequências no norte.
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    O lado norte mesmo afastado, digamos, da linha de fronteira
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    e do enfrentamento maior com as forças musulmanas,
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    a verdade é que vai estar constantemente influenciado por essa circunstancia.
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    E, portanto, muita da agitação que nós sentimos no norte,
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    aparentemente, afastado do teatro da guerra,
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    é consequência direta do que está a passar mais a sul.
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    E, que nós temos, digamos, encodrar estas personagens
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    e perceber que muitas das vezes eles estão, naturalmente,
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    como se eles humanos anciosos por informação,
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    mas têm em ser, em processo, uma informação muito limitada
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    e muito espassada, portanto, muito daquilo que nos parecem atitudes,
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    absolutamente eccentricas, ou antagónicas, ou contraditórias,
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    resultam muito de uma incapacidade de ler o que está a passar
    [19:45:00 - 19:50:00] |
    a ir neste tabuleiro mais alargado.
    [19:50:00 - 19:58:20] |
    Estamos no período da monarquia de Donald Raqqa,
    [19:58:20 - 20:03:20] |
    a linha de Castóla, uma monarquia fortemente contestada,
    [20:03:20 - 20:11:40] |
    desde que ela tomou pós em 1809 até a sua morte em 1808.
    [20:11:40 - 20:18:20] |
    Podemos dizer que há uma espécie de uma guerra civil-artente,
    [20:18:20 - 20:26:40] |
    com focos, a acendiarem-se em vários pontos da vasta monarquia.
    [20:26:40 - 20:35:00] |
    E, portanto, isso ajuda a explicar que muitos senhores ensaiam,
    [20:35:00 - 20:40:00] |
    digamos, o alargamento dos seus poliores,
    [20:40:00 - 20:45:00] |
    beneficiando de uma situação que está muito longe,
    [20:45:00 - 20:50:00] |
    definida muito longe de estar cristalizado.
    [20:50:00 - 20:55:00] |
    O processo de uma função sem ricos começa precisamente assim.
    [20:55:00 - 20:58:20] |
    E as diocesse as entram de facto ners sem dúvida.
    [20:58:20 - 21:01:40] |
    Já há jogo não há?
    [21:01:40 - 21:05:00] |
    Sim, dúvida. Estamos no século 12.
    [21:05:00 - 21:08:20] |
    Já há muito que estava experimentado,
    [21:08:20 - 21:11:40] |
    este modelo do colaboração,
    [21:11:40 - 21:16:40] |
    que verdadeiramente vem desde os inícios do processo
    [21:16:40 - 21:23:20] |
    reconquistador e entraspa, desde o século NONO,
    [21:23:20 - 21:28:20] |
    desde o século 8, para serem os rigorosos,
    [21:28:20 - 21:31:40] |
    mas, sobretudo, a partir do século NONO,
    [21:31:40 - 21:38:20] |
    que nós percebemos, é se estreitar essa interação permanente
    [21:38:20 - 21:43:20] |
    entre estruturas e clasiascicas e estruturas políticas,
    [21:43:20 - 21:46:40] |
    confundindo-se os agentes e os interesses.
    [21:46:40 - 21:50:00] |
    Há por vezes agendas distintas,
    [21:50:00 - 21:53:20] |
    sortudo do lado e clasiascico,
    [21:53:20 - 21:58:20] |
    mas, às vezes, as mais interlaçam-se com as agendas políticas.
    [21:58:20 - 22:01:40] |
    O antelago já há muito experimentado,
    [22:01:40 - 22:03:20] |
    quando chegamos aos inícios segulos,
    [22:03:20 - 22:08:20] |
    não era novidade nenhuma, que um bicho é excedia,
    [22:08:20 - 22:13:20] |
    às mais das vezes, largamento das suas funções
    [22:13:20 - 22:15:00] |
    estritamente pasturas,
    [22:15:00 - 22:18:20] |
    sendo convocado para ser a senhora de uma cidade,
    [22:18:20 - 22:23:20] |
    ou de um espaço, não era nada de novo.
    [22:23:20 - 22:26:40] |
    Neste caso específico,
    [22:26:40 - 22:33:20] |
    só se pode explicar olhando com detalhe,
    [22:33:20 - 22:36:40] |
    o que era nesse momento,
    [22:36:40 - 22:40:00] |
    nos inícios do século 2,
    [22:40:00 - 22:43:20] |
    oposicionamente estas várias personagens
    [22:43:20 - 22:51:40] |
    e tentar encontrar uma explicação verusímel para isso.
    [22:51:40 - 22:58:20] |
    Sim, porém, o avocado usou a expressão restaurar a Deus-sezzes.
    [22:58:20 - 23:01:40] |
    Restaurar por quê?
    [23:01:40 - 23:08:20] |
    Na realidade eu deveria ter dito restauração definitiva,
    [23:08:20 - 23:15:00] |
    porque, com a chegada do Islamim 711,
    [23:15:00 - 23:20:00] |
    houve uma profunda deserticulação
    [23:20:00 - 23:23:20] |
    das estruturas e eclusiásticas que vinham atrás,
    [23:23:20 - 23:26:40] |
    desde o período tardo ao antigo,
    [23:26:40 - 23:30:00] |
    o período suev ao godo,
    [23:30:00 - 23:33:20] |
    e, depois, finalmente, sobretudo, do período o godo.
    [23:33:20 - 23:36:40] |
    Curiosamente ou não,
    [23:36:40 - 23:40:00] |
    as estruturas eclusiásticas que melhor existiram,
    [23:40:00 - 23:43:20] |
    que melhor existiram para não,
    [23:43:20 - 23:46:40] |
    nem foram tantas que foram ocupadas por o Islam,
    [23:46:40 - 23:50:00] |
    o centro e sua resistiu muito melhor,
    [23:50:00 - 23:53:20] |
    que o norte ficam entregas e próprias.
    [23:53:20 - 23:58:20] |
    Há uma espécie de linha mais ou menos virtual,
    [23:58:20 - 24:03:20] |
    ao longo do val de dois grandes rios,
    [24:03:20 - 24:06:40] |
    de duas grandes vacias hidrograficas,
    [24:06:40 - 24:13:20] |
    do duro, no lado ocidental e do lado leste do hebro,
    [24:13:20 - 24:16:40] |
    acima da qual o Islam foi,
    [24:16:40 - 24:20:00] |
    absolutamente episodico,
    [24:20:00 - 24:23:20] |
    não há ocupação de territórios,
    [24:23:20 - 24:26:40] |
    há cavalogadas e razias,
    [24:26:40 - 24:30:00] |
    mas pouco mais de que isso.
    [24:30:00 - 24:33:20] |
    O Antoporto não tem propriamente...
    [24:33:20 - 24:36:40] |
    Não, não, se se teve foi...
    [24:36:40 - 24:40:00] |
    Estou em fémaro que não deixou memória.
    [24:40:00 - 24:43:20] |
    E, por tanto, esses territórios,
    [24:43:20 - 24:46:40] |
    a norte vão ficar entregues assim próprios,
    [24:46:40 - 24:53:20] |
    vão demorar muito tempo a ter encontrar em soluções políticas agregadoras,
    [24:53:20 - 25:00:00] |
    para a zona mais ocidental e também foi pioneira na princípio,
    [25:00:00 - 25:03:20] |
    e aquela que mais não te interessa,
    [25:03:20 - 25:06:40] |
    será o aparecimento do reino das estúrrias,
    [25:06:40 - 25:11:40] |
    realidade que se começa a configurar a partir de milhares e a coitada.
    [25:11:40 - 25:18:20] |
    Mas até chegar em ao valor, vai demorar muito, muito, muito tempo.
    [25:18:20 - 25:25:00] |
    Ora, nesses processos de sucessivos avanços
    [25:25:00 - 25:31:40] |
    e de tentativa de recomposição dos quadros que previamente existiram,
    [25:31:40 - 25:36:40] |
    que se vão irguendo várias estruturas,
    [25:36:40 - 25:40:00] |
    as mais das vezes estruturas antigas,
    [25:40:00 - 25:43:20] |
    e em terminado momentos estruturas novas.
    [25:43:20 - 25:50:00] |
    E isso percebe em períodos como este de tantas casias
    [25:50:00 - 25:53:20] |
    da recurso de manos e matriais,
    [25:53:20 - 26:01:40] |
    que os poderes e as élites têm que conjugar naturalmente esforços,
    [26:01:40 - 26:08:20] |
    e um dos mais testados era precisamente a relação entre as estruturas e clusias,
    [26:08:20 - 26:13:20] |
    as estruturas políticas, algo que, como digo,
    [26:13:20 - 26:18:20] |
    já vinha do período de Godos, já havia muito atrás,
    [26:18:20 - 26:21:40] |
    mas que agora é renárcido no norte da princela e bem.
    [26:21:40 - 26:30:00] |
    Se chamabam os diocéssis ainda antes deste processo de restauração, já eram diocéssis?
    [26:30:00 - 26:31:40] |
    E então, existiam?
    [26:31:40 - 26:36:40] |
    Bom, na faixada ocidental,
    [26:36:40 - 26:45:00] |
    temos, enfim, no que é hoje, para nos limitarmos ao território português,
    [26:45:00 - 26:51:40] |
    temos a norte do Dooro diocéssia de Braga,
    [26:51:40 - 26:55:00] |
    em Minça diocéssia de Braga,
    [26:55:00 - 27:01:40] |
    e numa pequena faixa de território entre o A e o Dooro,
    [27:01:40 - 27:05:00] |
    desde Zila do Condatec,
    [27:05:00 - 27:13:20] |
    que a minúscula diocéssia de Porto Cala, que foi criada já no século 16.
    [27:13:20 - 27:18:20] |
    A grande transformação, ainda bem que fez essa,
    [27:18:20 - 27:25:00] |
    porque é grande transformação que está ocorrer ao longo dos séculos 11,
    [27:25:00 - 27:28:20] |
    e que se consumará no século 12,
    [27:28:20 - 27:36:40] |
    é que as diocéssis, por vezes, isto causa alguma confusão,
    [27:36:40 - 27:43:20] |
    atendendo-a que nós usamos sistematicamente a mesma terminologia,
    [27:43:20 - 27:50:00] |
    desde a idade, desde o período de antigüidade tardia,
    [27:50:00 - 27:58:20] |
    que se usam sistematicamente estas palavras, bispos de eocéssis para ocens,
    [27:58:20 - 28:03:20] |
    mas, a verdade, é que, a partir, sobretudo, dos séculos 11,
    [28:03:20 - 28:06:40] |
    na viragem do 10 para 11 e mais 11,
    [28:06:40 - 28:11:40] |
    vão assumir uma dimensão muito distinta.
    [28:11:40 - 28:15:00] |
    E, talvez, o elemento mais diferenciador,
    [28:15:00 - 28:25:00] |
    é que vão definitivamente encontrar um efetivo encodramento territorial,
    [28:25:00 - 28:30:00] |
    aquilo que, enfim, no Jérgão de Tecnica,
    [28:30:00 - 28:35:00] |
    nós chamamos a territorialização dos poderes,
    [28:35:00 - 28:43:20] |
    conforme se vai definindo com maior clareza as atribuições de um bispo,
    [28:43:20 - 28:50:00] |
    que é o elemento por excelência de ordenação de toda a hierarquia e clusiascica,
    [28:50:00 - 28:55:00] |
    também se vai definindo com o rigor no espaço,
    [28:55:00 - 29:00:00] |
    o território dentro do qual e alizer-se uma juizição.
    [29:00:00 - 29:03:20] |
    Eu costumo lembrar sempre aos meus estudantes,
    [29:03:20 - 29:08:20] |
    que, até meados séculos 11, não há notícias nenhuma,
    [29:08:20 - 29:13:20] |
    de conflitos entre bispos, que é o da límite dos 10 e 60,
    [29:13:20 - 29:15:00] |
    a partir de meados séculos 11,
    [29:15:00 - 29:20:00] |
    parece que todos se pegam contoso a saber onde é que vai,
    [29:20:00 - 29:25:00] |
    onde é que terminam o meu espaço, onde é que começa o seguinte.
    [29:25:00 - 29:28:20] |
    Está uma guerra de fronteiros também, a três grandes.
    [29:28:20 - 29:30:00] |
    Sim, ouvida.
    [29:30:00 - 29:33:20] |
    Porque são problemas de juízo de ição, de exercício de juição,
    [29:33:20 - 29:38:20] |
    são problemas de rendimentos das impusições e equipes.
    [29:38:20 - 29:40:00] |
    Se é todo violental, não é?
    [29:40:00 - 29:41:40] |
    Sempre, sempre.
    [29:41:40 - 29:45:00] |
    Estamos muito para... Deus se ponte,
    [29:45:00 - 29:46:40] |
    estamos muito próximos,
    [29:46:40 - 29:50:00] |
    e, portanto, tem que se definir com o rigor,
    [29:50:00 - 29:55:00] |
    onde é que cada um exerce, efetivamente, a sua autoridade.
    [29:55:00 - 29:58:20] |
    Portanto, esses bispos do século 11,
    [29:58:20 - 30:05:00] |
    são gente muito treinada no exercício de funções governativas,
    [30:05:00 - 30:10:00] |
    muito para lá, da Mera, que já não é pouca gestão,
    [30:10:00 - 30:13:20] |
    como nós conhecemos, da cura das álmas,
    [30:13:20 - 30:16:40] |
    de pasturiar as álmas,
    [30:16:40 - 30:20:00] |
    e eles também são senhores de homem.
    [30:20:00 - 30:25:00] |
    E a gente preparada para a guerra, para a guerra física também,
    [30:25:00 - 30:30:00] |
    é a exercito, como é que a igreja faz valer o seu poder?
    [30:30:00 - 30:36:40] |
    Porque neste tempo, era pela força,
    [30:36:40 - 30:38:20] |
    que o poder se exerce.
    [30:38:20 - 30:41:40] |
    Sim, por isso. Qual era a força da igreja?
    [30:41:40 - 30:45:00] |
    Isso é um assunto que nos daria uma longa conversa,
    [30:45:00 - 30:48:20] |
    mas, de forma muito abreviada,
    [30:48:20 - 30:55:00] |
    a verdade é que a partir não que a guerra fosse estranha,
    [30:55:00 - 31:01:40] |
    a sociedade, para ensuar, mas, naturalmente, a partir do século,
    [31:01:40 - 31:08:20] |
    oitava com a instalação do islão, ela vai ganhar uma nova escala.
    [31:08:20 - 31:13:20] |
    Se num primeiro momento, por parte das comunidades,
    [31:13:20 - 31:20:00] |
    não ortenhas, é uma guerra que nós podemos ir em inenemente defensiva,
    [31:20:00 - 31:26:40] |
    justificada dentro do conceito de guerra justa, cristã,
    [31:26:40 - 31:31:40] |
    que remonta antes, mas, sobretudo, a Santa Gostinho,
    [31:31:40 - 31:36:40] |
    ou seja, a guerra justa é aquela que resulta
    [31:36:40 - 31:41:40] |
    e ou responder a uma agressão, fui agredido,
    [31:41:40 - 31:43:20] |
    tento me dar direito a responder,
    [31:43:20 - 31:48:20] |
    mas a verdade é que conforme a guerra se inicia,
    [31:48:20 - 31:56:40] |
    já em meados do século oitava, conforme o poder se vai consolido
    [31:56:40 - 32:03:20] |
    no norte, nas terras as turianas, e, sobretudo, vai avançando para o sul,
    [32:03:20 - 32:08:20] |
    vai se confrontando com terras, que, verdadeiramente,
    [32:08:20 - 32:11:40] |
    não estava, quando começasse a expansão de regra,
    [32:11:40 - 32:16:40] |
    não estava ocupada pelo islão. Até a vacia do douro,
    [32:16:40 - 32:20:00] |
    a propriamente, podemos sumar.
    [32:20:00 - 32:26:40] |
    Portanto, é uma guerra que começa a desenvolver,
    [32:26:40 - 32:33:20] |
    desde as questões extremamente técnicas, estratégicas, táticas, etc.,
    [32:33:20 - 32:40:00] |
    até as questões fundamentais de natureza ideológica.
    [32:40:00 - 32:46:40] |
    Uma guerra dessas tem que estar sustentada em um bom estofiudido ideológico,
    [32:46:40 - 32:51:40] |
    em um conjunto de ideias que não precisam de ser verdadeiras,
    [32:51:40 - 32:58:20] |
    mas em história que usamos, que, de uma ideologia, não tem que se provar verdadeira,
    [32:58:20 - 33:03:20] |
    tem que se provar mobilizador. Isso é o que nós interessamos.
    [33:03:20 - 33:10:00] |
    É capaz de mobilizar, de seduzir, funciona.
    [33:10:00 - 33:16:40] |
    É melhor nunca precurtar muitas das matérias.
    [33:16:40 - 33:21:40] |
    E é essa guerra que, quando chega aqui a esta retória,
    [33:21:40 - 33:28:20] |
    Porto Cala é um marco decisivo, no ano de 868,
    [33:28:20 - 33:35:00] |
    para que chegasse, os cristãos chegam, os poderes não estão em chegam finalmente ao douro,
    [33:35:00 - 33:41:40] |
    aqui se vai criar uma fronteira puderosíssima,
    [33:41:40 - 33:45:00] |
    porque fala...
    [33:45:00 - 33:48:20] |
    É a física desde o logo físico.
    [33:48:20 - 33:53:20] |
    Assim como o Rio já dividia no tempo ao humano,
    [33:53:20 - 33:58:20] |
    a província da Luzitania, a sul da província da Galécia,
    [33:58:20 - 34:06:40] |
    a morte da Porto Cala era o primeiro ponto de entrada na terra da Galécia,
    [34:06:40 - 34:15:00] |
    divida agora, enfim, simplificando os termos a cristidade do Islão.
    [34:15:00 - 34:21:40] |
    Ora, esta guerra, que avança até aqui, que se vai mudando,
    [34:21:40 - 34:26:40] |
    mudando nas suas características técnicas,
    [34:26:40 - 34:31:40] |
    mas mudando também no suporte ideológico e sustente.
    [34:31:40 - 34:36:40] |
    A partir do douro, a situação torna sendo mais complexa,
    [34:36:40 - 34:41:40] |
    porque agora assim, tratando-se combater ir efetivamente o Islão,
    [34:41:40 - 34:45:00] |
    é uma guerra claramente expansiva.
    [34:45:00 - 34:50:00] |
    E, portanto, a não será distranhar, que se começem a agregar,
    [34:50:00 - 34:58:20] |
    fundamentos de natureza religiosa, sempre embricados nas questões políticas,
    [34:58:20 - 35:00:00] |
    para sustentar esta guerra.
    [35:00:00 - 35:06:40] |
    Não era tanto o comum das pessoas que, por necessitava de ser ilustrado,
    [35:06:40 - 35:13:20] |
    mas as élites que virigen aos campacidade, demobilizar os recursos,
    [35:13:20 - 35:18:20] |
    de conduzir a sua, e a sua, que é um que está convencido,
    [35:18:20 - 35:20:00] |
    daquilo que estávão a fazer.
    [35:20:00 - 35:26:40] |
    Portanto, é uma guerra que vai crescendo, a partir do século 11,
    [35:26:40 - 35:33:20] |
    cresce exponencialmente com a criação da monarquia do lião e castela,
    [35:33:20 - 35:45:00] |
    e vai sudutar de uma super estrutura ideológica absolutamente notável.
    [35:45:00 - 35:53:20] |
    Eu vi uma criatividade considerável e absolutamente notável,
    [35:53:20 - 35:58:20] |
    e transforma-se numa verdadeira conquista, a essa ideia,
    [35:58:20 - 36:05:00] |
    que vem de trás, mas que agora se defina por completo,
    [36:05:00 - 36:11:40] |
    de que os cristãos do século 11, destes poderos na hora,
    [36:11:40 - 36:18:20] |
    têm nos herous sauceros dos veils cristãos, godos que têm uma habitada a penis.
    [36:18:20 - 36:23:20] |
    Portanto, o que estava a fazer era recuperar a terra,
    [36:23:20 - 36:28:20] |
    daí a execução reconquista, apesar de palavra reconquista,
    [36:28:20 - 36:31:40] |
    ser conhecida apenas no século 17,
    [36:31:40 - 36:36:40] |
    portanto, é muito tardia, mas a verdade é que o Espírito está apresenta.
    [36:36:40 - 36:41:40] |
    Essa ideia é de que está, que é absolutamente lhesítimo,
    [36:41:40 - 36:50:00] |
    avançar sobre o islão, porque estamos a recuperar aquilo que pretensiam,
    [36:50:00 - 36:56:40] |
    assim, hoje, no século, que nos julgariam, mas que são muito lãs.
    [36:56:40 - 37:03:20] |
    O que seria até 1120, a data da chegada de Domulo,
    [37:03:20 - 37:08:20] |
    do portanto, essa atribuição, do burgo ao bicho,
    [37:08:20 - 37:13:20] |
    qual era, efectivamente, o poder da igreja equi?
    [37:13:20 - 37:16:40] |
    É um grande poder.
    [37:16:40 - 37:23:20] |
    Já é um grande poder. Ouvos está aqui desde 1112, 1112,
    [37:23:20 - 37:26:40] |
    que não, mas não ainda, no condado.
    [37:26:40 - 37:28:20] |
    Sim, sim, já no condado.
    [37:28:20 - 37:31:40] |
    Quando foi restaurada, eu disse, certo,
    [37:31:40 - 37:35:00] |
    e nós começamos a falar das seiras ações definitivas.
    [37:35:00 - 37:43:20] |
    É verdade que o porto só voltava no caninha atrás desde a chegada,
    [37:43:20 - 37:50:00] |
    digamos, a Zerticola, o fim do Reino dos Gosos, a Zerticolação provocada pelo islão,
    [37:50:00 - 37:55:00] |
    conheceu intermitentemente vários bichos,
    [37:55:00 - 38:00:00] |
    ou pelo menos nós só conseguimos documentar assim,
    [38:00:00 - 38:06:40] |
    um deles aliás muito relevanto no tempo do primeiro monarca de linha e Castela,
    [38:06:40 - 38:15:00] |
    Dom Sejnendo, terá governado provávelmente até 1775,
    [38:15:00 - 38:20:00] |
    portanto, em 1775, em 12.000 centicatos,
    [38:20:00 - 38:26:40] |
    não há assim uma grande distância, mas a verdade é que em 12.000 centicator
    [38:26:40 - 38:31:40] |
    o estalas na cidade do Porto,
    [38:31:40 - 38:40:00] |
    e essa restauração faz-se de acordo com vários preceitos
    [38:40:00 - 38:46:40] |
    e um deles muito relevantes, que têm a ver com a normativa,
    [38:46:40 - 38:51:40] |
    que então se comece em Reisana, a Península, o Rion da Do Roma.
    [38:51:40 - 39:03:20] |
    É o momento da articulação da Sede Romana com as igrejas distribuídas pelo mundo ocidental.
    [39:03:20 - 39:10:00] |
    Falava a salés no início do mundo do Romano, né?
    [39:10:00 - 39:13:20] |
    Exatamente, é uma das manifestações,
    [39:13:20 - 39:16:40] |
    que o que genéricamente hoje é a espissão é muito imprólpreo,
    [39:16:40 - 39:23:20] |
    vamos para o entraspe, aquilo que se chama a reforma griguriana ou a reforma roubada,
    [39:23:20 - 39:28:20] |
    que no fundo significa várias coisas,
    [39:28:20 - 39:33:20] |
    mas uma muito importante que nos interessa agora é que, por suposto,
    [39:33:20 - 39:38:20] |
    a articulação definitiva entre a Sede Romana,
    [39:38:20 - 39:43:20] |
    há qual praticamente até o século X e Minho Espacio,
    [39:43:20 - 39:50:00] |
    com uma Península, se reconhecia uma supermacia de prestígio,
    [39:50:00 - 39:56:40] |
    mas sem resultar mais milhões na prática, a partir de século X e Minho Espada,
    [39:56:40 - 40:03:20] |
    há canais de contato, o Hugo, será um dos primeiros especialistas,
    [40:03:20 - 40:10:00] |
    neste território em isso mesmo, há contatos regulares como a Curial humana
    [40:10:00 - 40:16:40] |
    e a Curial humana começa a impor um conjunto de regras,
    [40:16:40 - 40:23:20] |
    mais das vezes equilibradas com as tradições locais,
    [40:23:20 - 40:28:20] |
    muitas vezes impostas, enfim, com mais força, digamos assim.
    [40:28:20 - 40:36:40] |
    Ora, nisso conteste que se considera que este tipo de restauração feita,
    [40:36:40 - 40:43:20] |
    digamos assim, de acordo com os canos e com a aprovação humana,
    [40:43:20 - 40:51:40] |
    é a verdadeira restauração, não que o porto de Braga é diferente,
    [40:51:40 - 40:58:20] |
    não que o porto de vez ficado durante séculos sem bicho, não é verdade,
    [40:58:20 - 41:06:40] |
    mas agora sim, digamos, é como se tivesse a contar uma nova história,
    [41:06:40 - 41:16:40] |
    e portanto, o Hugo é claramente o restaurador definitivo de o Césu Portanto.
    [41:16:40 - 41:25:00] |
    Ele já anda aqui desde de 2002-2014, e qual é a importância de restaurar as de vocês?
    [41:25:00 - 41:38:20] |
    É criar estruturas institucionais que permitem ordenar os territórios.
    [41:38:20 - 41:41:40] |
    - E essas sim não existiam por ti? - Não existiam.
    [41:41:40 - 41:48:20] |
    - Nesse vírgio, nem militário, nem religiosas. - Claro, o que houvesse
    [41:48:20 - 41:56:40] |
    era extraordinariamente frágil. Certamente que havia os vestidos documentais,
    [41:56:40 - 42:03:20] |
    são minimalistas, certamente que havia as populações continuaram a que viver,
    [42:03:20 - 42:10:00] |
    mas agora temos um encodramento. - Uma viora de organização processamente.
    [42:10:00 - 42:18:20] |
    Temos agora um encodramento superior, e, desde um encodramento superior,
    [42:18:20 - 42:23:20] |
    fazem parte de cada assim camada as várias e ator as várias.
    [42:23:20 - 42:28:20] |
    Um deles fundamental é central a igreja.
    [42:28:20 - 42:35:00] |
    A íntima relação com o poder civil e o poder político é tal ordem,
    [42:35:00 - 42:43:20] |
    que por esta altura, é verdade que Roma tenta em pôr o princípio
    [42:43:20 - 42:48:20] |
    que escolha a piscupal, deve ser sancionada por si,
    [42:48:20 - 42:53:20] |
    mas o que nós comprovamos é que, com a develha tradição ibérica,
    [42:53:20 - 43:00:00] |
    um bicho que nós teixa no agrado, o rei não é bicho.
    [43:00:00 - 43:06:40] |
    E isto do ponto de vista de um monarque é vérico, é a natureza da escolha.
    [43:06:40 - 43:13:20] |
    E, no caso, concreto de portar alguém que vai desempenhar,
    [43:13:20 - 43:16:40] |
    e, na protínio, um conjunto de funções naturais,
    [43:16:40 - 43:23:20] |
    assim, viu, militar, econômica, fiscal, etc.,
    [43:23:20 - 43:30:00] |
    tem que ser, naturalmente, a alegenda, confiança dos poder políticos do território.
    [43:30:00 - 43:36:40] |
    Portanto, quando chegamos a 1.020, eu diria que, independentemente,
    [43:36:40 - 43:41:40] |
    aquilo que eu referi antes de uma conjuntura muito particular e muito preciso,
    [43:41:40 - 43:48:20] |
    rapidamente, se dissolve, que explica que, naquele momento,
    [43:48:20 - 43:55:00] |
    tenha sido possível dar uma treza a tomar esta atitude,
    [43:55:00 - 44:01:40] |
    é verdade que eu dão um ouro já tinha feito o seu percurso.
    [44:01:40 - 44:10:00] |
    Aliás, há pouco que tenha referido isso, o principal diplomata que, no goceio em Roma,
    [44:10:00 - 44:15:00] |
    o título de "Arcebispo para Diago Gélimeres", é o "gogo".
    [44:15:00 - 44:20:00] |
    Portanto, poderá haver, porque dá até similar,
    [44:20:00 - 44:31:40] |
    poderá haver, na entrega da cidade do burgo, uma espécie de, digamos, de...
    [44:31:40 - 44:41:40] |
    de contrapartida ou de reconhecimento, pelo enorme papel que ele teve na sede humana,
    [44:41:40 - 44:45:00] |
    em favor de Santiago Compostada.
    [44:45:00 - 44:53:20] |
    E pode ter sido uma forma dão na treza a placar o "Arcebispo",
    [44:53:20 - 44:58:20] |
    e até porque, nessa altura, lá está, temos cruzávares atores,
    [44:58:20 - 45:08:20] |
    por essa altura, os primeiros galegos, nobres galegos que venham circundado na treza,
    [45:08:20 - 45:13:20] |
    já se começavam a instalar no condado portocadense.
    [45:13:20 - 45:20:00] |
    E é, então, a altura de introduzirmos aqui a setal figura do "Dong" de "Ago Gélimeres",
    [45:20:00 - 45:26:40] |
    porque isto é sobre o porto, mas está ainda tudo ligado.
    [45:26:40 - 45:35:00] |
    E do "Go" mantinha, já vimos esta fortiligação com o "Bispo de Compostela",
    [45:35:00 - 45:41:40] |
    que, por sua vez, mantinha com a sede braga uma contenda,
    [45:41:40 - 45:45:00] |
    uma luta de poder.
    [45:45:00 - 45:51:40] |
    Portanto, o porto aparece também aqui, com o "Rigir a miá se eu estiver errado",
    [45:51:40 - 46:01:40] |
    também, com alguma forma de equilibrar poder entre a praga e...
    [46:01:40 - 46:11:40] |
    Sem dúvida, como se está a "Co" portanto, nós temos este confronto violento,
    [46:11:40 - 46:16:40] |
    que começa a porto ser um confronto de natureza extremamente eclesiástica
    [46:16:40 - 46:23:20] |
    do mínimo dos territórios daquilo que chamam as províncias e eclesiásticas,
    [46:23:20 - 46:30:00] |
    mas que, rapidamente, se interlaça com as questões políticas de reitoria.
    [46:30:00 - 46:40:00] |
    Aliás, sem que a para-oca a referentes de hoje, será decisivo para a formação de Portugal,
    [46:40:00 - 46:46:40] |
    que, em queligando assim, a agenda eclesiástica de braga, conhecido,
    [46:46:40 - 46:55:00] |
    praticamente, com a agenda das elites políticas do território azul do mim,
    [46:55:00 - 46:58:20] |
    das elites do entro do mim.
    [46:58:20 - 47:08:20] |
    Quando houver essa conhecidência à foda, quando lámos perceberam que favorecendo-se uma ou outra,
    [47:08:20 - 47:15:00] |
    se potenciam uma ou outra, claro que o orcebismo de braga vai confusar,
    [47:15:00 - 47:21:40] |
    da percebida, que vale a pena apoiar os poderes locais,
    [47:21:40 - 47:26:40] |
    que isso também favorece os seus interesses eclesiásticos.
    [47:26:40 - 47:33:20] |
    Mas para nós compreendermos a grandeza de a melhor complexidade disto,
    [47:33:20 - 47:36:40] |
    temos que alegar-se um pouco a empodação.
    [47:36:40 - 47:41:40] |
    Isso não é um problema mesmo que o use de entrebraga e compostela.
    [47:41:40 - 47:48:20] |
    Esses são, digamos assim, os polos mais visíveis, mas o que está em jogo,
    [47:48:20 - 47:58:20] |
    é a reorganização total do ponto de vista eclesiástico e político de todo o Noroeste,
    [47:58:20 - 48:01:40] |
    em um, vem simplificado...
    [48:01:40 - 48:06:40] |
    Galiza da Galiza da Galiza da Galiza da Galiza.
    [48:06:40 - 48:08:20] |
    Até Coimbra.
    [48:08:20 - 48:11:40] |
    Até Coimbra, portanto, é toda esta façada.
    [48:11:40 - 48:16:40] |
    O que vai ser posto em cima da mesa muito claramente,
    [48:16:40 - 48:25:00] |
    a partir precisamente de 1920, 1921 com Dona 13,
    [48:25:00 - 48:33:20] |
    essa ver se é possível construir neste território uma nova entidade política.
    [48:33:20 - 48:40:00] |
    O que as elites, segundo nós conseguimos fundamentar,
    [48:40:00 - 48:45:00] |
    teriam na cabeça por esta altura, como sabe,
    [48:45:00 - 48:51:40] |
    por Dona 13, era a reconstituição do velho reino da Galiza,
    [48:51:40 - 48:56:40] |
    tal como que tinha existido num efembro tempo,
    [48:56:40 - 49:03:20] |
    no tempo muito limitado para a desculpa na segunda metade séculonza.
    [49:03:20 - 49:11:40] |
    Portanto, e todo este jogo de interesses e de personagens várias,
    [49:11:40 - 49:15:00] |
    tem a ver com isso.
    [49:15:00 - 49:23:20] |
    A e Pots ou não a, de reconstituir uma unidade política antiga que existiu,
    [49:23:20 - 49:31:40] |
    que necessariamente faria frente ao reino da lião e castela.
    [49:31:40 - 49:41:40] |
    Essa parece ser opção de Dona 13 e Domú, que está envolvido nisto.
    [49:41:40 - 49:48:20] |
    Naturalmente, depois há questões 7 turíais e é questão e cliciaste que é evidentemente,
    [49:48:20 - 49:53:20] |
    porque ao mesmo tempo que o Donú faz estas coisas,
    [49:53:20 - 50:00:00] |
    estes favores, assim se pode ser a Diego Gellemiras,
    [50:00:00 - 50:05:00] |
    não deixa de lutar por seus interesses, tanto ele vai entrar em volta de colisão,
    [50:05:00 - 50:15:00] |
    com o serviço de Costa Víspebraga, primeiro porque, evidentemente, favorece o seu patrimônio,
    [50:15:00 - 50:20:00] |
    com postulano, mas também, por causa dos limites de esses anos.
    [50:20:00 - 50:28:20] |
    Não vai conseguir nada, a norte, vai tentar expandir para lá do ave.
    [50:28:20 - 50:36:40] |
    É muito curioso que ele reivindica o que são as áreas hoje nos nossos dias
    [50:36:40 - 50:43:20] |
    dos conceitos de Lousada e Felgueiras, que hoje potenciam a Diego Séssico Porto,
    [50:43:20 - 50:48:20] |
    mas só vão integrar um a Diego Séssico Porto desde o século XIX.
    [50:48:20 - 50:53:20] |
    Só nos finales de século XIX, há uma grande reforma e cliciástica
    [50:53:20 - 50:58:20] |
    e o porto, em fim do interesse, agora as circunstâncias,
    [50:58:20 - 51:03:20] |
    vai finalmenteitar a mão isto, que aspirava desde o século XII,
    [51:03:20 - 51:10:00] |
    portanto, ele trata bem disso, faz inúmeras viagens à rona,
    [51:10:00 - 51:18:20] |
    então homem com uma mão de evidência muito considerável, é um interlocutor,
    [51:18:20 - 51:25:00] |
    digamos assim, conhecido e provavelmente estimado na Curia Romana,
    [51:25:00 - 51:33:20] |
    e ele é um dos primeiros testemunhas visíveis, um dos primeiros testemunhas V,
    [51:33:20 - 51:41:40] |
    que, como neste território, isso começa a estabelecer lar laços
    [51:41:40 - 51:50:00] |
    de relações permanentes e regular com a Curia Romana.
    [51:50:00 - 51:56:40] |
    Três anos depois de entrega da cidade, perdona a 3ª,
    [51:56:40 - 52:05:00] |
    o bicho do porto do Hugo atribui fural ao Borazo-Mil, 123.
    [52:05:00 - 52:06:40] |
    Exatamente.
    [52:06:40 - 52:15:00] |
    Definindo as instituições municipais e as regras, depois quais no fundo este território ainda pequenino.
    [52:15:00 - 52:16:40] |
    Muito pequenino.
    [52:16:40 - 52:20:00] |
    Se vai rejeir.
    [52:20:00 - 52:28:20] |
    O que é que efetivamente muda ou começa a mudar na dinâmica da cidade?
    [52:28:20 - 52:36:40] |
    Ora bom, a concessão do Colto, a concessão do fural pesculpa,
    [52:36:40 - 52:40:00] |
    eu diria que é quase invitável.
    [52:40:00 - 52:43:20] |
    Já agora o documento existe, não é?
    [52:43:20 - 52:55:00] |
    O original não se guata em nós, o que nós temos são várias a quatro copias mais antigas,
    [52:55:00 - 53:01:40] |
    que são muito relevantes, em princípio serão fieis ao documento original.
    [53:01:40 - 53:06:40] |
    Claro, gostaríamos de este documento original, mas são muito interessantes por que?
    [53:06:40 - 53:16:40] |
    Porque contem as confirmações dos bichos imediatamente sucederam a dão Hugo.
    [53:16:40 - 53:25:00] |
    Portanto, quer dizer que os bichos estão muito interessados em o fúrto alessar a sua autoridade.
    [53:25:00 - 53:41:40] |
    É um fural muito interessante, não é um fural regio, tanto os forais não é invulgar,
    [53:41:40 - 53:48:20] |
    mas não é muito vulgar e, sobretudo no território português,
    [53:48:20 - 53:55:00] |
    a partir do condado do período dão na 13 dão em rique,
    [53:55:00 - 54:00:00] |
    a maior parte os forais são claramente considerados por poder central,
    [54:00:00 - 54:06:40] |
    e a partir dão a fão sem rique, praticamente desaparecem os forais privados,
    [54:06:40 - 54:10:00] |
    chamemos assim, mas existem, portanto.
    [54:10:00 - 54:16:40] |
    A gran novidade está em quê? É o modelo que vai ser usado.
    [54:16:40 - 54:23:20] |
    E o Hugo vai buscar mais uma vez alguém que tem vistas albergadas,
    [54:23:20 - 54:33:20] |
    vai buscar um modelo, um modelo que tinha sido concedido por o avada do famoso Mesteira Saigon,
    [54:33:20 - 54:40:00] |
    que é um Mesteiro Reggio de Leon, tanto a sul de Leon,
    [54:40:00 - 54:50:00] |
    e o Mesteiro de Saigon, o avado tinha também jures de edição,
    [54:50:00 - 55:00:00] |
    um vasto território e tinha concedido no século 11, um importante fural ao seu espaço,
    [55:00:00 - 55:03:20] |
    enfim, aos habitantes dos territórios em que estavam.
    [55:03:20 - 55:06:40] |
    Qual é a principal característica, isso é muito importante,
    [55:06:40 - 55:15:00] |
    é que Saigon é também um centro-revital de comunicações e de trocas comerciais,
    [55:15:00 - 55:20:00] |
    e, portanto, a perceção pro parte dão um Hugo que o fural,
    [55:20:00 - 55:26:40] |
    que vai ser aqui, que é concedido, tem que contemplar a dimensão econômica.
    [55:26:40 - 55:33:20] |
    Essa é uma das novidades, e ele vai a ser ainda mais full,
    [55:33:20 - 55:40:00] |
    porque ele vai alergar algumas das consonhas, que também é um fural de Saigon,
    [55:40:00 - 55:46:40] |
    digamos assim, melhorado em favor dos habitantes do volamento.
    [55:46:40 - 55:50:00] |
    - Em favor dos habitantes? - É, fim favor dos habitantes.
    [55:50:00 - 56:00:00] |
    - De que forma? - Criando condições que propiciam o desenvolvimento econômico do território.
    [56:00:00 - 56:10:00] |
    Claro, que pensam, nem se naturalmente, porque os partos dos rendimentos viriam ter consigo.
    [56:10:00 - 56:20:00] |
    Por exemplo, o ter salado a cidade aos poderes das elites, da nobreza,
    [56:20:00 - 56:28:20] |
    o porto nunca foi verdadevelmente blindado a isso, como depois uma certa mitologia local,
    [56:28:20 - 56:35:00] |
    tentou defender. Mas, a verdade é que criou condições
    [56:35:00 - 56:41:40] |
    para que no interior do minúsculo búrgulo se desenvolvesse um grupo de gente,
    [56:41:40 - 56:50:00] |
    particularmente ligada aos negócios, ao comerciar com o rio, naturalmente,
    [56:50:00 - 56:53:20] |
    o porto de Saigon está por causa do rio.
    [56:53:20 - 57:00:00] |
    Tivessem condições favoráveis, não terem concorrência, por exemplo,
    [57:00:00 - 57:08:20] |
    com elites dentro da cidade, muito favoreceu a perversão dentro da cidade.
    [57:08:20 - 57:15:00] |
    Claro que o bicho estava a pensar nelo, a despesão e nos seus interesses,
    [57:15:00 - 57:18:20] |
    mas a verdade é que criou essas condições favoráveis.
    [57:18:20 - 57:25:00] |
    Mas, sublinho, convencem de termos presente que o porto está,
    [57:25:00 - 57:30:00] |
    nós estamos no extremo ocidental da Europa.
    [57:30:00 - 57:36:40] |
    Na altura já não era o fim de esteja arrumando, mas não antes do fim da Terra,
    [57:36:40 - 57:40:00] |
    mas não ainda era muito longe disso.
    [57:40:00 - 57:50:00] |
    E nós através de personagens como oubo das iniciativas tomadas com oubo,
    [57:50:00 - 57:55:00] |
    do estelecimento de relações regulares com a 177, 177,
    [57:55:00 - 58:01:40] |
    percebemos quanto este espaço se começa a integrar,
    [58:01:40 - 58:08:20] |
    antes de mais, no interior da mulher que ele ia ir castela,
    [58:08:20 - 58:13:20] |
    no interior da Espanha, no conjunto de Europa ocidental.
    [58:13:20 - 58:21:40] |
    Nós vemos aqui o porto a começar lentamente a ganhar um espaço de manobra.
    [58:21:40 - 58:28:20] |
    E como digo, o furoreau revela não apenas um atitude, digamos,
    [58:28:20 - 58:36:40] |
    esclarecida por parte do bicho, evidentemente defendendo os seus interesses,
    [58:36:40 - 58:48:20] |
    que com o tempo criou condições muito favoráveis aos desenvolvimentos de uma elite comercial e econômica,
    [58:48:20 - 58:53:20] |
    que é uma das características fundamentais do porto.
    [58:53:20 - 58:58:20] |
    Até aquilo que nós definimos como burbesia do porto,
    [58:58:20 - 59:06:40] |
    tantas vezes invocamos, tem esse ponto de partida.
    [59:06:40 - 59:08:20] |
    Tem esse ponto de partida.
    [59:08:20 - 59:13:20] |
    O bicho, como digo, criou uma espécie de blindagem,
    [59:13:20 - 59:18:20] |
    muito porosa, a que dizia, mas uma blindagem,
    [59:18:20 - 59:28:20] |
    que, sem dúvida nenhuma, criou as tais condições favoráveis ao burco.
    [59:28:20 - 59:38:20] |
    Agora, a fidelia da altura que não vivia no porto e a nobreza,
    [59:38:20 - 59:51:40] |
    imagino que não olhasse para estes poderes de uma forma muito...
    [59:51:40 - 60:03:20] |
    Se no século 12, até Miyado, o 12, o porto não,
    [60:03:20 - 60:11:40] |
    de um causaria moçar ninguém, a partida, segundo a metade século 12,
    [60:11:40 - 60:13:20] |
    as coisas mudam de figura.
    [60:13:20 - 60:16:40] |
    E, sobretudo, a partida dos finais séculos,
    [60:16:40 - 60:23:20] |
    não é por acaso que o primeiro grande contensioso entre um monarca e um bicho,
    [60:23:20 - 60:26:40] |
    é precisamente logo a morte da uma fonte enrique,
    [60:26:40 - 60:31:40] |
    colegada da um sens primeiro, e com o bicho,
    [60:31:40 - 60:36:40] |
    o Dom Martinho Rodríguez, vamos ter o primeiro confrante de poderes,
    [60:36:40 - 60:41:40] |
    e esse confrante pode resulta muito do poder,
    [60:41:40 - 60:48:20] |
    ou melhor do desenvolvimento que o porto começa a denotar,
    [60:48:20 - 60:53:20] |
    e descape passidades de crescimento.
    [60:53:20 - 60:58:20] |
    O posicionamento do porto, quando a guerra se afasta,
    [60:58:20 - 61:03:20] |
    e, portanto, deixa de valorizar, sobretudo,
    [61:03:20 - 61:13:20] |
    a sua dimensão militar de bastião da fronteira e de controlo de centro de comunicações,
    [61:13:20 - 61:21:40] |
    reorienta essa posicionamento estratégico, sobretudo para a área econômica,
    [61:21:40 - 61:31:40] |
    num roteiforme a dizer, estesionalmente bem situado junto da fosche do Rio,
    [61:31:40 - 61:40:00] |
    com uma aquatlântica, e portanto, a possibilidade de sair para o Atlântico,
    [61:40:00 - 61:45:00] |
    e também através do douro penetrar para o interior,
    [61:45:00 - 61:48:20] |
    daquilo que nós chamamos hoje o alto douro,
    [61:48:20 - 61:53:20] |
    que se vai revelar num verdadeiro dreno para a cidade do porto.
    [61:53:20 - 62:03:20] |
    Os consideráveis recursos agrícolas sobre o dovinho e os sariais que vêm
    [62:03:20 - 62:08:20] |
    desses retórios de Lanego e Mermbralem, acima de Lamego,
    [62:08:20 - 62:15:00] |
    vão começar a ser, digamos, em um direito controlado,
    [62:15:00 - 62:21:40] |
    mas supervisionados, compara a certa altura, é verdadeiro control,
    [62:21:40 - 62:25:00] |
    em um control muito douro, a acadisiada.
    [62:25:00 - 62:33:20] |
    E, para o porto, revela também, é como se assumisse uma nova roupagem
    [62:33:20 - 62:40:00] |
    e o seu posicionamento, que serviu antes de mais como posicionamento político
    [62:40:00 - 62:45:00] |
    e militar, do qual se saiu muito bem?
    [62:45:00 - 62:53:20] |
    Estas vezes esquecem-se um bocadinho, nós chamamos de Portugal por causa do porto,
    [62:53:20 - 63:01:40] |
    o ordenamento do território aqui, a partir de 868, funcionou tão bem,
    [63:01:40 - 63:11:40] |
    que o pequenina, a pequenina cívida, sem grande relevância no período humano,
    [63:11:40 - 63:18:20] |
    acaba a partir dessa altura pelas funções que se empenha por impestar o seu nome,
    [63:18:20 - 63:21:40] |
    ao território controlado a partir daqui.
    [63:21:40 - 63:26:40] |
    E mesmo quando a centralidade política se muda para Guimarães,
    [63:26:40 - 63:30:00] |
    não sei qual o 10, o nome já não muda.
    [63:30:00 - 63:35:00] |
    Antes já estava enreizado que esta era a terra portocalência,
    [63:35:00 - 63:40:00] |
    négalecia, mas era o território portocalêncio,
    [63:40:00 - 63:46:40] |
    é o final mais óbvio que o início da reorganização desses territórios
    [63:46:40 - 63:51:40] |
    se fez a partir daqui com o sucesso.
    [63:51:40 - 63:56:40] |
    Ora, conforme, digamos, a guerra está cada vez mais longe,
    [63:56:40 - 64:08:20] |
    os seus consequências e as suas influências continuam a saber a imposto,
    [64:08:20 - 64:11:40] |
    que se pagam a pagada, enfim, há uma certa coisa,
    [64:11:40 - 64:18:20] |
    mas a verdade é que o rui de desarma estava muito longe,
    [64:18:20 - 64:23:20] |
    o porto, digamos, reveste de uma nova roupa.
    [64:23:20 - 64:35:00] |
    Não obstante a guerra andar longe e não obstante também a posição física da cidade do Porto,
    [64:35:00 - 64:41:40] |
    que estamos a falar na altura, era o tal morro da Pena Vintosa,
    [64:41:40 - 64:46:40] |
    e o Academelo ia a volta, para quem não é do Porto,
    [64:46:40 - 64:50:00] |
    mas já que aveio, para nos situarmos,
    [64:50:00 - 64:56:40] |
    é o lado direito do Tamo Lair e do Superior da Ponto do Undo Isto.
    [64:56:40 - 65:00:00] |
    Hoje é o morro onde está a ser.
    [65:00:00 - 65:01:40] |
    É, não é, também.
    [65:01:40 - 65:05:00] |
    E do que começa a construir a Moralha?
    [65:05:00 - 65:06:40] |
    Esses constantes.
    [65:06:40 - 65:15:00] |
    Esta construção da Moralha é mesmo necessária do ponto de vista militar,
    [65:15:00 - 65:18:20] |
    atendendo a estes circunstâncias,
    [65:18:20 - 65:26:40] |
    ou tem mais essa razão também de dar uma forma a ser um filtro,
    [65:26:40 - 65:38:20] |
    uma forma de filtrar esses estes produtos que podiam vim entrar
    [65:38:20 - 65:43:20] |
    e sair e fazer a circunstância económica de estes produtos.
    [65:43:20 - 65:50:00] |
    As Moralhas têm antes de mais uma função militar óbvia,
    [65:50:00 - 65:53:20] |
    sendo que não no caso do Porto,
    [65:53:20 - 65:56:40] |
    não é esta, mas a segunda Moralha é a Moralha é gótica,
    [65:56:40 - 66:05:00] |
    aquela que nós hoje conhecemos ainda uns troços respeitáveis,
    [66:05:00 - 66:08:20] |
    de Tamo Lair e Fernandina,
    [66:08:20 - 66:13:20] |
    digamos, não foram Moralhas muito postas à prova.
    [66:13:20 - 66:20:00] |
    A do Porto foi, mas episodica funcionou bem, mas episodicamente.
    [66:20:00 - 66:23:20] |
    Agora, na construção da Moralha,
    [66:23:20 - 66:28:20] |
    há sempre também uma manifestação da autoridade de poder.
    [66:28:20 - 66:30:00] |
    Aquela é o centro do poder,
    [66:30:00 - 66:35:00] |
    cantar questões defensivas óbvias,
    [66:35:00 - 66:41:40] |
    não apenas dos prigos que podem estigar e agora já não é tanto do Isto,
    [66:41:40 - 66:46:40] |
    vindo por terra, mas é do Isto, vindo por mar,
    [66:46:40 - 66:55:00] |
    tem um águia até o domínio da linha do Teijo e mesmo,
    [66:55:00 - 66:58:20] |
    para, verdamente, só chegar à Alcácer,
    [66:58:20 - 67:05:00] |
    é que a pirataria Massumana começa a calmar,
    [67:05:00 - 67:10:00] |
    ainda havia a memória das velhas incursões Vikings,
    [67:10:00 - 67:15:00] |
    o Porto tinha sido assulado numa dessas incursões,
    [67:15:00 - 67:20:00] |
    portanto havia que manter a defesa desse território.
    [67:20:00 - 67:25:00] |
    Mas é defender também o centro do poder e o centro da autoridade,
    [67:25:00 - 67:28:20] |
    e é também para quem se aproximava,
    [67:28:20 - 67:36:40] |
    tinha uma exibição do que era autoridade através de uma grande fortaleza,
    [67:36:40 - 67:41:40] |
    mas é uma Moralha Minúsquia, hoje se não errou,
    [67:41:40 - 67:46:40] |
    o perímetro da Moralha não teria mais de 750 metros,
    [67:46:40 - 67:51:40] |
    não chegava a um quilômetro, então é uma coisa minúsquia
    [67:51:40 - 67:55:00] |
    em torno dos centros de poder, onde está a catadral,
    [67:55:00 - 68:00:00] |
    o passo do Isto e pouco mais de que isso.
    [68:00:00 - 68:01:40] |
    E pouco mais de que isso.
    [68:01:40 - 68:05:00] |
    Agora, a Quila que se amamos por-todernamente,
    [68:05:00 - 68:11:40] |
    vai pressupor que a zona daqueles que estavam junto ao Rio,
    [68:11:40 - 68:15:00] |
    a Riveira, por como lidar, vamos chamar assim,
    [68:15:00 - 68:20:00] |
    começar a se movimentar,
    [68:20:00 - 68:25:00] |
    e, claro, a partir de, digamos, quando a guerra começa a estar longe,
    [68:25:00 - 68:28:20] |
    é favorável estar-me a si espaço,
    [68:28:20 - 68:35:00] |
    e aí a si espaço que começa realmente a potenciar,
    [68:35:00 - 68:40:00] |
    digamos, oposicionamente estratégico de opor,
    [68:40:00 - 68:45:00] |
    também do ponto de vista econômico.
    [68:45:00 - 68:50:00] |
    Agora, quando nós olhámos para o urbanismo do Porto,
    [68:50:00 - 68:55:00] |
    e ele tanto se derrama, digamos assim,
    [68:55:00 - 69:00:00] |
    a urbanização à partir da pena ventosa para vais,
    [69:00:00 - 69:01:40] |
    como vem de vais para cima.
    [69:01:40 - 69:06:40] |
    E a na conjugação destes dois movimentos
    [69:06:40 - 69:13:20] |
    que transmitem do ponto de vista material,
    [69:13:20 - 69:16:40] |
    aquilo que são os grandes políares
    [69:16:40 - 69:20:00] |
    e as grandes influências na cidade,
    [69:20:00 - 69:23:20] |
    que se constituiu o Porto, tal como nós hoje,
    [69:23:20 - 69:28:20] |
    o conhecemos, e que virá-se abraçar, digamos,
    [69:28:20 - 69:31:40] |
    a Moralha Gótica do século XIV,
    [69:31:40 - 69:35:00] |
    é uma espécie de síntese,
    [69:35:00 - 69:43:20] |
    juntando, finalmente, estes grandes atores,
    [69:43:20 - 69:48:20] |
    que estavam a desenvolver esta pequena cidade.
    [69:48:20 - 69:51:40] |
    Sempre, muito pequena, fisicamente,
    [69:51:40 - 69:55:00] |
    para as ambições que têm de fazer.
    [69:55:00 - 70:00:00] |
    Desmedidas em relação ao pequeno espaço que o cup.
    [70:00:00 - 70:03:20] |
    E como é que era o cotidiano do Porto,
    [70:03:20 - 70:06:40] |
    nessa altura, nomeadamente,
    [70:06:40 - 70:10:00] |
    como é que se fazia ainda a ligação
    [70:10:00 - 70:15:00] |
    com, imagino eu, as instituições ligadas a igreja,
    [70:15:00 - 70:20:00] |
    porque o facto de termos aqui o bicho para mandar,
    [70:20:00 - 70:23:20] |
    imagino que trocesse para cá, as ordens.
    [70:23:20 - 70:26:40] |
    Muitas delas...
    [70:26:40 - 70:28:20] |
    Não, não.
    [70:28:20 - 70:30:00] |
    Ao contrário, há pouco,
    [70:30:00 - 70:33:20] |
    quando sabem vamos avalar essa blindagem
    [70:33:20 - 70:38:20] |
    em que o FURAL faz, não é apenas aos fidelos.
    [70:38:20 - 70:41:40] |
    Não esquecem, é que não entra aqui em uma ordem religiosa.
    [70:41:40 - 70:46:40] |
    Então, tu quis mudar um quer concorrente,
    [70:46:40 - 70:50:00] |
    também, do ponto que isto é e que, muitas vezes,
    [70:50:00 - 70:55:00] |
    esteja, enfim, não era liberado,
    [70:55:00 - 70:58:20] |
    mas as pessoas esquecem, se desta componente,
    [70:58:20 - 71:00:00] |
    também as ordens religiosas estavam.
    [71:00:00 - 71:06:40] |
    Então, tu quis, por não quer, poder concorrente de entes cidadas.
    [71:06:40 - 71:08:20] |
    Mas estão a porta, não é?
    [71:08:20 - 71:10:00] |
    Estão a porta.
    [71:10:00 - 71:13:20] |
    Mas aí, o bicho pode controlar melhor.
    [71:13:20 - 71:18:20] |
    Nós temos sempre que pensar que estamos numa fase
    [71:18:20 - 71:21:40] |
    da grande construção, estamos de assim.
    [71:21:40 - 71:26:40] |
    E que estes poderes coisistem no território?
    [71:26:40 - 71:31:40] |
    E, portanto, a primeira relação resulta
    [71:31:40 - 71:35:00] |
    da simples coisistência, que estamos no menos,
    [71:35:00 - 71:36:40] |
    faz somos vizinhos.
    [71:36:40 - 71:41:40] |
    A segunda fase que esta, que estamos...
    [71:41:40 - 71:45:00] |
    Agora, a falar, por supõe a articulação.
    [71:45:00 - 71:50:00] |
    É verdade, muito do contenso e o ozo nasce,
    [71:50:00 - 71:55:00] |
    não tanto porque esta gente fosse mais dado a disputas,
    [71:55:00 - 71:58:20] |
    mas simplesmente porque estes poderes, muitas vezes,
    [71:58:20 - 72:03:20] |
    não sabem quais são os seus próprios limites.
    [72:03:20 - 72:06:40] |
    Não sabem a sua própria definição.
    [72:06:40 - 72:11:40] |
    A parte da definição, percepõe o confronto.
    [72:11:40 - 72:15:00] |
    É uma medição e equilíbrio.
    [72:15:00 - 72:21:40] |
    E, portanto, o bicho é o pastor das almas sem dúvida,
    [72:21:40 - 72:25:00] |
    nenhuma, mas é o senhor da cidadã.
    [72:25:00 - 72:28:20] |
    E, portanto, age como qualquer outro senhor.
    [72:28:20 - 72:33:20] |
    E, portanto, é relação aos poderes que estão à volta,
    [72:33:20 - 72:38:20] |
    sejam senhores leicos, sejam senhores eclesiais,
    [72:38:20 - 72:43:20] |
    seja, a partir do século do ozo, o poder de um rei,
    [72:43:20 - 72:45:00] |
    não é?
    [72:45:00 - 72:48:20] |
    No rei, o primeiro afão, é rico, existe,
    [72:48:20 - 72:50:00] |
    muito distante, mas a partir de sãs,
    [72:50:00 - 72:56:40] |
    o primeiro já não é, e aliás, daí, o primeiro grande contensioso
    [72:56:40 - 73:01:40] |
    com mertinho roderífico, são poderes que, como digo,
    [73:01:40 - 73:03:20] |
    vão interagir.
    [73:03:20 - 73:08:20] |
    E, quando se começa a afirmar a autoridade rega,
    [73:08:20 - 73:13:20] |
    é isso, a formação de Portugal, é um poder que, naturalmente,
    [73:13:20 - 73:18:20] |
    se vai colocar no topo, mas isto dizemos nós,
    [73:18:20 - 73:21:40] |
    porque já conhecemos o filme todo.
    [73:21:40 - 73:25:00] |
    A autoridade não sabia o filme todo,
    [73:25:00 - 73:28:20] |
    e todos se estão a ajustar.
    [73:28:20 - 73:33:20] |
    Então, já sabemos que isto vai terminar com uma hierarchização
    [73:33:20 - 73:35:00] |
    e no topo está o rei.
    [73:35:00 - 73:40:00] |
    Não se se eu diria, é toda a idade médvia, e provavelmente não chega,
    [73:40:00 - 73:45:00] |
    para que não haja dúvidas em relação a isto.
    [73:45:00 - 73:50:00] |
    Os poderes, e, inclusive, evidentemente, não arrangaram o seu espaço,
    [73:50:00 - 73:51:40] |
    não é novo?
    [73:51:40 - 73:55:00] |
    Volta então a pergunta inicial, que era o quater de ano desta seda,
    [73:55:00 - 73:58:20] |
    como é que vivia esta gente dentro do burgo
    [73:58:20 - 74:03:20] |
    e a volta já da moralha, portanto, fora da moralha,
    [74:03:20 - 74:08:20] |
    mas no fundo, em ação.
    [74:08:20 - 74:10:00] |
    Em ação?
    [74:10:00 - 74:11:40] |
    Sem dúvida.
    [74:11:40 - 74:18:20] |
    Ora, nós hoje já temos um conhecimento considerável,
    [74:18:20 - 74:21:40] |
    que aliás, foi sintetizado pela primeira vez,
    [74:21:40 - 74:25:00] |
    e eu colagou em muito marginalmente,
    [74:25:00 - 74:28:20] |
    há umas décadas na construção da primeira maquete
    [74:28:20 - 74:35:00] |
    do porto medieval, já do portugótico com a moralha gótica.
    [74:35:00 - 74:41:40] |
    E percebemos que é um espaço extraordinariamente apinhado,
    [74:41:40 - 74:51:40] |
    nós tentamos colocar na interior da Úrbia, da pequena cidade,
    [74:51:40 - 74:56:40] |
    o conjunto de instituições que sabemos existirem,
    [74:56:40 - 75:01:40] |
    percebemos que eles deviam acutovalar um pouco
    [75:01:40 - 75:05:00] |
    aos outros, para além de, naturalmente,
    [75:05:00 - 75:08:20] |
    os espaços de simples resistência.
    [75:08:20 - 75:11:40] |
    Deu residência, perdão.
    [75:11:40 - 75:15:00] |
    - Um suporto enceno, altura, sabe?
    [75:15:00 - 75:18:20] |
    - Não sabemos.
    [75:18:20 - 75:21:40] |
    Para a moralha gótica,
    [75:21:40 - 75:25:00] |
    a moralha gótica, como é,
    [75:25:00 - 75:30:00] |
    há uma instruída em um fomso-4, termina com o Fernand,
    [75:30:00 - 75:33:20] |
    que dá uma ocupa quase todo o século 14,
    [75:33:20 - 75:38:20] |
    para os inícios do século XV,
    [75:38:20 - 75:43:20] |
    há alguns computurnos que nos apontam para uma população
    [75:43:20 - 75:50:00] |
    que deveria rondar entre 4.5 mil pessoas,
    [75:50:00 - 75:53:20] |
    dentro dos muros.
    [75:53:20 - 75:56:40] |
    Comvencia que a moralha gótica,
    [75:56:40 - 76:01:40] |
    enfim, faz crescer a cidade,
    [76:01:40 - 76:03:20] |
    é exponencialmente,
    [76:03:20 - 76:05:00] |
    exponencialmente,
    [76:05:00 - 76:08:20] |
    tendo a ver as moralhas,
    [76:08:20 - 76:10:00] |
    tinha perdido todo e qualquer função,
    [76:10:00 - 76:13:20] |
    e todo e qualquer sentíli.
    [76:13:20 - 76:18:20] |
    E, portanto, era um burgo relativamente pequeno,
    [76:18:20 - 76:23:20] |
    a visuala tem 3 ou 4 vezes mais,
    [76:23:20 - 76:28:20] |
    mas era um burgo extraordinariamente dinâmico,
    [76:28:20 - 76:35:00] |
    porque continuava a ser um lugar de trânsito fundamental,
    [76:35:00 - 76:38:20] |
    ligando as duas margens do rio,
    [76:38:20 - 76:45:00] |
    e estava, digamos, a reivindicar para a sica,
    [76:45:00 - 76:50:00] |
    da vez mais, o papel de mediadora do tráfego,
    [76:50:00 - 76:56:40] |
    no doro e dos produtos que circulam ao longo do doro.
    [76:56:40 - 77:03:20] |
    Quer, para distribuição, digamos, na sua região,
    [77:03:20 - 77:08:20] |
    quer, não tardará a mundo, já nos finais é o século 12,
    [77:08:20 - 77:13:20] |
    para circulação através do mar, através do Atlântimo,
    [77:13:20 - 77:16:40] |
    para o comercio externo.
    [77:16:40 - 77:20:00] |
    Quer, é uma forte condonente com o sessão novel,
    [77:20:00 - 77:21:40] |
    não é, já?
    [77:21:40 - 77:23:20] |
    Sim, do vídeo, mais ou?
    [77:23:20 - 77:25:00] |
    É determinante numa cidade como esta,
    [77:25:00 - 77:28:20] |
    por isso não será descenhar, por exemplo,
    [77:28:20 - 77:33:20] |
    que o porto não descança, já a partir do século 12,
    [77:33:20 - 77:40:00] |
    começar lentamente a avançar ao longo do rio, na direção à forse,
    [77:40:00 - 77:43:20] |
    e o primeiro assalto, se assim se fosse,
    [77:43:20 - 77:50:00] |
    era a zona de Mirage, que era uma pequenina comunidade,
    [77:50:00 - 77:55:00] |
    muito semelhante ao que deveria ser a comunidade arriveira,
    [77:55:00 - 78:01:40] |
    mas que estava fora de o controle de bolos, longe, não é?
    [78:01:40 - 78:03:20] |
    É muito longe.
    [78:03:20 - 78:06:40] |
    E portanto, o porto não descanza,
    [78:06:40 - 78:11:40] |
    enquanto não vai avançar até abraçar completamente
    [78:11:40 - 78:15:00] |
    e integrado a Mirage.
    [78:15:00 - 78:18:20] |
    O estaríamos, nosso tempo vai caminhando por fim,
    [78:18:20 - 78:21:40] |
    vamos avançar um mecânico no tempo,
    [78:21:40 - 78:30:00] |
    mas quer ele falar daquela que é considerada a primeira rua estruturada,
    [78:30:00 - 78:33:20] |
    - Exato, porque é o hoje, o do Infan,
    [78:33:20 - 78:40:00] |
    - Exato, é o do Infan, é o do Infan, é o do Infan, é o novo, é o novo.
    [78:40:00 - 78:50:00] |
    É o novo, é de facto já uma tentativa de expansão e ordenamento de...
    [78:50:00 - 78:51:40] |
    - Da menta, da cidade, não é?
    [78:51:40 - 78:53:20] |
    - Sem dúvida ninho.
    [78:53:20 - 79:00:00] |
    Não é verdadeiramente a primeira, podemos dizer que as ditas moralhas,
    [79:00:00 - 79:05:00] |
    a moralha Fernandina,
    [79:05:00 - 79:13:20] |
    é já uma tentativa de, digamos, de reposicionar a cidade,
    [79:13:20 - 79:21:40] |
    adecuar urbanisticamente a cidade às necessidades efetivas,
    [79:21:40 - 79:25:00] |
    sobretudo, quando fiz-te a comercial e militar,
    [79:25:00 - 79:28:20] |
    nós estamos no século 14,
    [79:28:20 - 79:31:40] |
    mas quando nós olhamos para a moralha gótica,
    [79:31:40 - 79:36:40] |
    percebemos que ela se transforma numa espécie de respaldo
    [79:36:40 - 79:40:00] |
    de um amphitiatre sobre o dobro.
    [79:40:00 - 79:45:00] |
    Digamos, ordenado no meio,
    [79:45:00 - 79:51:40] |
    pelo rio da vila que passa mais ao meio entre o que é hoje a freguesia da C,
    [79:51:40 - 79:55:00] |
    e o que era agora há outras freguesias,
    [79:55:00 - 79:58:20] |
    mas quando só será criada no século 16,
    [79:58:20 - 80:03:20] |
    a outra colina que nós hoje chamamos da vitória.
    [80:03:20 - 80:08:20] |
    - 1393, era nada que é procurada.
    [80:08:20 - 80:11:40] |
    - É, é que planeava a abertura da rua.
    [80:11:40 - 80:16:40] |
    - Exatamente, é a primeira referência que temos à abertura da rua nova.
    [80:16:40 - 80:23:20] |
    E a rua nova se dúvidas havia do caminho que as coisas estavam atumadas,
    [80:23:20 - 80:26:40] |
    já tinha sido construídos para ruas dos mercadores,
    [80:26:40 - 80:33:20] |
    que é, digamos, o último eixo central que liga a parte alta a parte vais,
    [80:33:20 - 80:36:40] |
    vai concluir essa ligação,
    [80:36:40 - 80:43:20] |
    e que os tenta ainda bem que não houve a voleidade nos nossos dias
    [80:43:20 - 80:46:40] |
    de mudar para um outro não qualquer,
    [80:46:40 - 80:51:40] |
    porque essa rua expressa bem o que era o equilíbrio dos poderes dentro da cidade.
    [80:51:40 - 80:58:20] |
    São os mercadores que estão a marcar no terreno,
    [80:58:20 - 81:03:20] |
    digamos, a sua influência, os seus interesses,
    [81:03:20 - 81:10:00] |
    dentro da cidade e da funcionalidades da cidade.
    [81:10:00 - 81:16:40] |
    E são eles em conjugação com o monarca de um João I,
    [81:16:40 - 81:21:40] |
    que é um grande protetor do porto,
    [81:21:40 - 81:25:00] |
    um grande binamérito do porto,
    [81:25:00 - 81:28:20] |
    o porto também arriscou tudo, se pode dizer,
    [81:28:20 - 81:35:00] |
    ao apoiar durante o período da crise e da sua...
    [81:35:00 - 81:38:20] |
    - crise de enastica, de mil e trisenta e de trinta e trinta e trinta e trinta e trinta e trinta e trinta e trinta.
    [81:38:20 - 81:41:40] |
    - O porto desde, da primeira hora,
    [81:41:40 - 81:46:40] |
    que, como então, se ele levanta o voz pelo mestre da viz,
    [81:46:40 - 81:56:40] |
    é aliás o único centro importante anorte do douro que está infetivelmente desde o primeiro momento do lado mestre da viz.
    [81:56:40 - 82:01:40] |
    E, sendo certo que já o porto já tinha começado a ser
    [82:01:40 - 82:11:40] |
    a grande, momento beneficiado no tempo do Fernando, mas será com o João I,
    [82:11:40 - 82:16:40] |
    que se completa o pequenininho em período do porto.
    [82:16:40 - 82:23:20] |
    O Fernando tinha conseguido uma série de terras integrarem o termo do porto,
    [82:23:20 - 82:31:40] |
    hoje, diríamos, o Conselho do Porto, o que vai criar confusões consideráveis no futuro,
    [82:31:40 - 82:36:40] |
    e, mas não dini, peço desculpa, então, João I,
    [82:36:40 - 82:46:40] |
    por há uma espécie de cereja no topo do voo, que foi dar ao porto que o controlo sobre vilanova e gaya.
    [82:46:40 - 82:56:40] |
    Ou seja, o porto começava até a jurição sobre as duas margens do douro, que era aquilo que aspirava muito.
    [82:56:40 - 83:03:20] |
    Cargaya, que era vilanova, são criações regias,
    [83:03:20 - 83:08:20] |
    e que foram criadas precisamente para disputar a autoridade do porto,
    [83:08:20 - 83:11:40] |
    do leia, a autoridade do bicho do porto,
    [83:11:40 - 83:18:20] |
    e, para obonar que, finalmente, se conseguiram instalar a partir de milhares,
    [83:18:20 - 83:25:00] |
    se conseguiram instalar também com o poder do outro lado do rio.
    [83:25:00 - 83:30:00] |
    - Eu vou dizer que o rei, no tempo do bem que os bichos mandavam,
    [83:30:00 - 83:35:00] |
    nem se quer poderia, poderia, pernoitar no porto.
    [83:35:00 - 83:40:00] |
    - Podia entrar no porto. - Podia entrar, mas não podia permanecer.
    [83:40:00 - 83:43:20] |
    - Nem tinha o ano. - Nem tinha o ano.
    [83:43:20 - 83:46:40] |
    - Per exemplo, rirgrosos nem tinha o ano.
    [83:46:40 - 83:56:40] |
    O primeiro edifício rej, portanto, a primeira, digamos, instituição da autoridade à coroa da cidadã,
    [83:56:40 - 84:03:20] |
    é a alfândiga que dão a fomso quarto, manda construir em 1325.
    [84:03:20 - 84:10:00] |
    Sobramos, relativamente, pouco tempo, mas um centenário redondo,
    [84:10:00 - 84:16:40] |
    os 700 anos da alfândiga.
    [84:16:40 - 84:21:40] |
    - Alfândiga, que é hoje, a casa do infantil? - Exatamente.
    [84:21:40 - 84:26:40] |
    - Na seu... - Infotéticamente, tendo a ser refrante.
    [84:26:40 - 84:30:00] |
    - Infotéticamente, tendo a ir refrante. - É um jom primeiro.
    [84:30:00 - 84:36:40] |
    - E, portanto, o rei vai manifestar a cidadã por seu apoio,
    [84:36:40 - 84:41:40] |
    a mais de dizer, "Ei, portanto, esta é a primeira instituição".
    [84:41:40 - 84:46:40] |
    Não há passo real, não há castelo, portanto,
    [84:46:40 - 84:50:00] |
    aqueles edifícios, típicamente, ligados à autoridade,
    [84:50:00 - 84:53:20] |
    a rega não existe, nem nunca existir.
    [84:53:20 - 84:56:40] |
    É, enfim, temos que esperar, por um segundo, a nove,
    [84:56:40 - 85:03:20] |
    para haver um passo real, e mesmo assim, uma adaptação.
    [85:03:20 - 85:08:20] |
    E, portanto, não há sinais visíveis à autoridade.
    [85:08:20 - 85:13:20] |
    É o máximo que nós temos aqui, são alguns oficiais do rei que entram na cidadã.
    [85:13:20 - 85:16:40] |
    O primeiro imprimenso é o que está na alfândiga,
    [85:16:40 - 85:21:40] |
    ou ao mocharito do rei que estará na alfândiga.
    [85:21:40 - 85:31:40] |
    E, portanto, digamos, os estes confrontos dos vários poderes,
    [85:31:40 - 85:38:20] |
    foram salvando, e eu não direi favorávelmente aos bispos,
    [85:38:20 - 85:46:40] |
    mas mantive-se um grande equilíbrio na forma como estes poderes vão conjugar.
    [85:46:40 - 85:50:00] |
    Da verdade é que, quando o porto começa a crescer,
    [85:50:00 - 85:53:20] |
    a crescer, a crescer, a transformar, claramente,
    [85:53:20 - 85:58:20] |
    a segunda cidadã do reino, superando, cuimbra, centarei em évora,
    [85:58:20 - 86:03:20] |
    enfim, as outras cidades do reino, está claramente, digamos,
    [86:03:20 - 86:11:40] |
    logo, a seguir a Lisboa, é demasiado poderoso para que os reis não indém atenção,
    [86:11:40 - 86:21:40] |
    e que, digamos, as capacidades do bispos resistir são cada vez menor.
    [86:21:40 - 86:28:20] |
    A crise de 1385, ao catapultar dão-jão primeiro,
    [86:28:20 - 86:35:00] |
    todo o porto lhe dá, claro que vai haver contra partidas.
    [86:35:00 - 86:43:20] |
    A larga alterma, com este alargamento estratégico, absolutamente notável,
    [86:43:20 - 86:50:00] |
    que é dar ao porto o controle da volta mais, em aquela que tentava competir com o porto,
    [86:50:00 - 86:56:40] |
    passa agora a estar, devais se dar juridição do porto,
    [86:56:40 - 87:03:20] |
    o monarca casar-se a anarciar do porto, um dos seus filhos,
    [87:03:20 - 87:08:20] |
    o volando a fila e o palencar, grácia na sexta.
    [87:08:20 - 87:15:00] |
    Na sexta, na sexta, a teraal, aliás, ainda hoje são fascinantes
    [87:15:00 - 87:18:20] |
    as páginas que foram alopos de dico acasamente,
    [87:18:20 - 87:26:40] |
    e a forma como a cidade de si organiza e simboleza para as grandes festividades
    [87:26:40 - 87:33:20] |
    a receber o rei, foram o raíso, nos reis que fizeram os peixes no porto.
    [87:33:20 - 87:38:20] |
    Portanto, o favor do rei para com o porto é notável,
    [87:38:20 - 87:48:20] |
    e o porto sempre retribuiu, desde não apenas quando lhe deu apoio,
    [87:48:20 - 87:53:20] |
    mal e nomeado defensor do rei,
    [87:53:20 - 87:58:20] |
    mas também como quando contribuiu com uma armada cheia de recursos,
    [87:58:20 - 88:05:00] |
    que vai levantar o cerco castellano ou vai contribuir para levantar o cerco,
    [88:05:00 - 88:08:20] |
    castellano, lhes vou.
    [88:08:20 - 88:13:20] |
    Portanto, as provas que o porto tinha dado de fidelidade ao rei,
    [88:13:20 - 88:20:00] |
    eram consideradas, não é por acaso, que depois de o ter feito aliado,
    [88:20:00 - 88:25:00] |
    é praticamente simultâneo, a cidade lhes vou alheter concedido,
    [88:25:00 - 88:30:00] |
    a famosa legenda, muito hobre, e ali à cidade,
    [88:30:00 - 88:33:20] |
    a segunda cidade ao rei na recebida,
    [88:33:20 - 88:36:40] |
    que vai ser o porto e não há muitas mais,
    [88:36:40 - 88:41:40] |
    eu credo, nem há mais nenhuma, que tenha recebido esse pito.
    [88:41:40 - 88:46:40] |
    E portanto, isto, tem que haver preparado o caminho,
    [88:46:40 - 88:50:00] |
    agora, os grandes apoios do rei aqui, quem são,
    [88:50:00 - 88:53:20] |
    são todos aqueles que são contraires óbios, naturalmente.
    [88:53:20 - 88:58:20] |
    Significa isto que os homens vão ajudar,
    [88:58:20 - 89:03:20] |
    querendo ter uma tutela, sustituir uma tutela por outra? Não.
    [89:03:20 - 89:08:20] |
    Querem a uma tutela doutra natureza, até porque o resto é alunes.
    [89:08:20 - 89:15:00] |
    E portanto, isso, favorece-las a vida.
    [89:15:00 - 89:21:40] |
    Ao longo dos séculos, apesar do conselho, dióricamente,
    [89:21:40 - 89:25:00] |
    ilegalmente, estar na dependência do bicho,
    [89:25:00 - 89:28:20] |
    por na verdade, é que ganha uma imença autonomia,
    [89:28:20 - 89:35:00] |
    uma autonomia ganha pela expressão económica,
    [89:35:00 - 89:41:40] |
    que os seus atores foram adquirindo ao longo dos séculos,
    [89:41:40 - 89:45:00] |
    em sucividas gerações.
    [89:45:00 - 89:51:40] |
    E, como tantas vezes acontece, um poder econômico acumulado,
    [89:51:40 - 89:58:20] |
    rapidamente reivindica, dimensão política e intervenção política.
    [89:58:20 - 90:03:20] |
    Os monarques já se tinham confrontado diversas vezes,
    [90:03:20 - 90:06:40] |
    com os bichos e os bichos com os monarques,
    [90:06:40 - 90:11:40] |
    é famoso que eu referi a um senso primeiro,
    [90:11:40 - 90:16:40] |
    é famoso, será no século 15, com o bicho,
    [90:16:40 - 90:21:40] |
    com o Dom Luís Pires, que vem para a cidade, para tentar recuperar o senhorio.
    [90:21:40 - 90:31:40] |
    A coisa foi mesmo muito dura, a pancadaria considerável,
    [90:31:40 - 90:35:00] |
    ali há mortos e fritos, por tanto, foi duro,
    [90:35:00 - 90:36:40] |
    mas não vai conseguir...
    [90:36:40 - 90:40:00] |
    - Se você for de quê? - Se é com 15.
    [90:40:00 - 90:43:20] |
    Mesmo depois do rei ser senhorido à cidade,
    [90:43:20 - 90:46:40] |
    os bichos, sobretudo a um deles,
    [90:46:40 - 90:50:00] |
    e as turluíspires, que veio para o porto,
    [90:50:00 - 90:55:00] |
    não existiu, aliás, teve que sair do porto muito mal,
    [90:55:00 - 90:58:20] |
    teve que fugir do porto, por ser diferente,
    [90:58:20 - 91:05:00] |
    mas para dizer que a igreja nunca digeriu completamente
    [91:05:00 - 91:10:00] |
    esta perda do senhorio.
    [91:10:00 - 91:13:20] |
    - Que você dá em 1466? - Seis.
    [91:13:20 - 91:18:20] |
    - É um processo... - O ordo entre Dom João I e o bicho.
    [91:18:20 - 91:20:00] |
    - E o bicho? - O ordo do senhorio.
    [91:20:00 - 91:21:40] |
    - O ordo do senhorio. - É um coro lázinho.
    [91:21:40 - 91:26:40] |
    - Por lázinho. - Tem, agora vamos termos mesmo que ser breve,
    [91:26:40 - 91:28:20] |
    o que é que estabelece?
    [91:28:20 - 91:35:00] |
    Ou seja, como é que a igreja fica a partir daqui,
    [91:35:00 - 91:40:00] |
    no porto e como é que o porto fica a partir daqui?
    [91:40:00 - 91:45:00] |
    - É, a igreja não perdeu, patrimônio nenhum,
    [91:45:00 - 91:48:20] |
    nem rendimento nenhum. A igreja perdeu, foi jureis de sãs.
    [91:48:20 - 91:53:20] |
    - Por tanto. - Porque a coroa continua a pagar uma renda.
    [91:53:20 - 92:00:00] |
    - O contrapartido era uma parte renda da sua alfânica,
    [92:00:00 - 92:05:00] |
    as tevamos aos as três milíveras, que creio que nunca foram verdadeiramente.
    [92:05:00 - 92:08:20] |
    Al o bicho.
    [92:08:20 - 92:13:20] |
    E, portanto, o bicho perdi naturalmente jureis de sã.
    [92:13:20 - 92:20:00] |
    Havia uma autoridade alargada que ela tinha do ponto vista civil,
    [92:20:00 - 92:25:00] |
    do ponto vista econômico, do ponto vista judicial,
    [92:25:00 - 92:30:00] |
    fiscal e até militar que perdeu completamente.
    [92:30:00 - 92:33:20] |
    E isso passou para a coroa.
    [92:33:20 - 92:41:40] |
    Agora, isso não de modo nenhum significa o que não deixassem de ter,
    [92:41:40 - 92:45:00] |
    de deixar-sem de ter influência na cidade,
    [92:45:00 - 92:50:00] |
    que era os bispos, que era as demais estruturas e clasias.
    [92:50:00 - 92:56:40] |
    Estavam omnipresentos, quanto mais não fosse, no patrimônio urbano.
    [92:56:40 - 93:01:40] |
    Entretanto, já se tinham instalado algumas comunidades religiosas,
    [93:01:40 - 93:11:40] |
    os medicantes também já castavam, para além das comunidades de outras comunidades.
    [93:11:40 - 93:18:20] |
    E, portanto, a malha e clasiascica continuam a estar omnipresente,
    [93:18:20 - 93:21:40] |
    a figura do bicho continuasse a central.
    [93:21:40 - 93:25:00] |
    Deixou, foi de ser o senhor da cidade, evidentemente,
    [93:25:00 - 93:33:20] |
    não afetou apenas o prestígio, afetou o poder e feitivo de controle dentro da cidade.
    [93:33:20 - 93:41:40] |
    Lidar com o rei para os homens bons da cidade,
    [93:41:40 - 93:46:40] |
    assim se chamava, é como lembrar que bom aqui não significa bomzinho,
    [93:46:40 - 93:55:00] |
    bom aqui significa bravo e forte, era muito mais simples
    [93:55:00 - 94:00:00] |
    e como ligaram-me a um poloeir que estava suficientemente distante
    [94:00:00 - 94:08:20] |
    para não incomodar excessivamente a cidade e os seus habitantes.
    [94:08:20 - 94:16:40] |
    O iso Amaral, muito obrigado. Esquece-me assim, a fim de mais uma episódio
    [94:16:40 - 94:21:40] |
    das histórias do Porto, um programa da autoria de Carlos Rico,
    [94:21:40 - 94:30:00] |
    com só na plastia de Sela uma errita e genérica original das vozes da Rádio.
    [94:30:00 - 94:36:40] |
    A coordenação é da Joana Bilesa e a direção do Bernardo Ferral,
    [94:36:40 - 94:46:40] |
    siganos nas plataformas de podcast e nas redes sociais da Ciclantes.
    [94:58:20 - 95:18:20] |
    A Católica Porto Business School é parte da história do Porto
    [95:18:20 - 95:26:40] |
    e uma escola onde se criam histórias, a da iner, nova aluna de gestão.
    [95:26:40 - 95:35:00] |
    A do Paulo glançou seu negócio, a da Sofia que viu a sua investigação premiada.
    [95:35:00 - 95:41:40] |
    Ao longo de quase 40 anos, a Católica Porto Business School criou histórias
    [95:41:40 - 95:50:00] |
    com a visão global de humanista, attitude positiva, espiritempreendador,
    [95:50:00 - 95:55:00] |
    conhecimento de excelência e ligação às organizações.
    [95:55:00 - 96:01:40] |
    Começamos no Campos da Católica no Porto bem perto da Fosso do Doro
    [96:01:40 - 96:08:20] |
    e já chegamos a todo mundo levando sempre o Porto conosco.
    [96:08:20 - 96:13:20] |
    Hoje estamos entre as melhores colegas de negócios internacionais
    [96:13:20 - 96:21:40] |
    e somos a única no norte de Portugal com o Estatuto Triple Crown.
    [96:21:40 - 96:28:20] |
    Vamos escrever a próxima página, o Católica Porto Business School
    [96:28:20 - 96:31:40] |
    em poder sua futuro.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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