Ao chega, esta quinta-feira administra do trabalho disse na Secretaria, que o parecer profencial inicialmente era o chega para esta negociação sobre PSU.
Podermos-se, fica, então, ministro, mal morto e é vez do João Miguel Tavares se tornar ministro do fundo sobrano e há guito pra isso, João Miguel Tavares.
É um pequeno detalhe, um pequeno problema. Estamos a falar do Anúncio de Monte Negro, no ensuramento com o Greco-PST, que o governo vai construir, vai constituir um fundo sobrano de Portugal.
O que é que é o dinheiro em todo lado e isso é lá mais o que é. Porque é o dinheiro do petróleo e existe um fundo que é muito exigeciado e é considerado uma espécie do fundo exemplar que é o fundo novo a guiares.
Não sei se não lembra-se de lembras disso, mas quando foi o refrenso dos que cês, uma das coisas importantes para o resultado, foi quando Tom Mardon North é do Renonivo.
Isso parece que não deu grande alimento para o independentista de cês. Não deu. O fundo nogo é guiares, é um fundo magnitório, grande que é o dinheiro do petróleo.
Eu ainda pensei que a única coisa é Portugal que dá dinheiro neste momento, que é a caixa gélopósito. Então vamos falar, tem um dado mais de mil milhões ao ano.
Você pode dizer, "Bem, se estes continuando a mil milhões ao ano, estude a um bel fundozinho e pode dizer que não quer esquece de ir em algo, esteja a entrar, seja se esturrado, morçamente ao outro estado, e que vai agarrar no dinheiro da caixa gélopósito e diz, "Não, isto é mesmo para investir como faz o mundo."
Pera do primar, ninguém sabe onde vem o dinheiro, parece que vem do orçamento do estado, o que mais imposto. Vamos pagar com o imposto um fundo de subbrano.
E isso para quê foi dito com as guintes palavras por Luís Montenegro no Congresso Peste Dedo Passado Fin de Semana, um instrumento de intervenção do estado em setores estratégicos.
Uma vez que já estavam disponíveis para viabilizar, pela abstensão o orçamento, mas vão ter de olhar bem para aquilo que lá aparecer em relação à questão do fundo estratégico.
É sério simples. Porque isto significa, olha, aqui está mais um nirguinho para nós, como sempre é a tradição em Portugal, andámos aqui a manipular a economia que é uma coisa para qual o Estado já demonstrou e, númeras vezes, não tem qualquer espécie de defecção.
Curiosamente o anúncio da criação do fundo de soberana acontece na semana que ficamos a saber que as contas públicas tiveram um déficit no primeiro trimestre, um déficit de 0,7% de uma situação que não acontecia há 4 anos desde 2022, terá sido azar no timing e recardo hoje para a era.
Exata que estão a acê de repente, o que eu acho interessante nisto é que de repente o Primeiro Ministro está a dizer que isto é um instrumento para garantir autonomia e a intervenção do Estado em setores estratégicos.
Por exemplo, naquelas coisas mesmo grandes e sensiais à vida de toda a gente, eu, sem me tentado de concordar que sim, o melhor é o Estado ter a intervenção nestas materiais.
E mais, eu acho que há estas matérias muito grandes. Quando ficam sem intervenção do Estado, ao menos do ponto de vista de uma regulação que se veja, que seja ostado lá em pôr.
Eu acho que é preciso fazer uma opração de salvar o saudade bugalho, porque ele, de facto, com as vantagens que têm sido portadas do PQ, que são significativas.
e não nas discussões do Parlamento Europeu, portanto faz algum sentido, e, verademente, que isto dá a gas, a ideia de que o próprio nomega que tem ambições mais altas do que essa.
Parece que ao escolher para ver se presidente do Partido Bugalho, Muegas e Pedro de Barb, Montenegro está a imitar Costa, quando Costa colocou em palco, no Congresso, os seus possíveis sucessores.
Não, eu acho que, evidentemente, quero apresentar quebradas eles boacaram, quero apresentar quebradas do Porto agora, Pedro de Barb, são pelas pelas seus estúrriais, e pelas carcos que ocupam, são escolhas óbvias, e deve dizer que qualquer uma delas, provavelmente.
Agora não sei se o Bolgado está a conta de suçoura, ou simplesmente, alguém que as pessoas, álbums e pessoas gostam de ouvir, e que outras de testam de ouvir, também é muito importante.
Na política, como João Miguel Sabe, e portanto, mas é interessante, todo caso é uma escolha curiosa de recolucação, no caso de bagalho, que eu acho que não faz muito sentido, continuando em bruxelas neste cenário.
Luis Nevers tem uma publicidade enorme, e a mim multrapassa totalmente. Tudo aquilo tem sido o seu, porque se eu já não gosto que eu sou achando da PJ para a administração interna, mas de saltar da PJ para a administração interna.
Quer dizer, que passou de 4,4% da população nacional mais de 1 milhão de estrangeiros, alguns de mais de 800 mil estrangeiros não intervalam de 3 ou 4 anos.
O número dos estrangeiros, em Portugal, começou a diminuir, a entrada da número de estrangeiros, em Portugal, começou a diminuir ainda antes de acabar com a manifestação de interesse, com aquela coisa da manifestação de interesse.
E depois a outra questão é, eu percebo que as atas que a gente percebe, que é a entrada de 800 mil pessoas num país, num espaço de tempo relativamente curto, provoca tem efeitos.
A minha questão é qual era alternativa, tenho enquanto que não há desemprego, quem é que ia servir as mesas, limpar os hotéis, conduzir carros da huber, entregar comida.
Eu estou disponível, pô, aventura me vira entregar o sushi a casa, eu abro de la porta, muita gente diz que eu sou mal para ele, eu estou disponível para a lhe abrir da porta.
Um dado que saltava vista, neste dados do INE, é que o saldo natural da população em 2025, apesar de haver um crescimento da população, foi negativo, portanto, ouve mais mortes do que nascimentos.
Deixamos acabar. Estou a ver duas pessoas neste programa, que não que atribuiram para a média de compensação, nos cantam três mil tiram os seus gentes.
As pessoas dão muita atenção a traficante droga, e dou atenção a maior. É o melhor da sua área, e eu valorizo o forço e o trabalho, como sempre, tendito.
Em que mando ali um parecer, que diz isso, que são das provas que condonaram, o que foram decisivas para condonar os juchas, foram obtidas pela polícia ilícitamente.
500 mil euros que estou só acreditando o parecer, os juchas, 50 mil por 50 mil, eu não vou especular sobre se os juchas acrescentou outros bens, porque não posso nem, nem se conhece, também não foi.
Ou seja, não acho que aquele manhã, ou seja, apagar apenas um parecer, aquele manhã milhão, eu acho que sefe apagar muito outro trabalho, que palco os juchas lá,
Pronto, já sabemos porque o Ricardo Raúxperer quer homenagiar chuchas, vamos agora tentar perceber rapidamente porque o pedra mexia se declara avalado uma vez mais com trocadilho,
O Abalus, o Colo, o Astet, etc., seja, de repente o Pedro Sanchas está rodeado de pessoas que foram julgadas e condenadas, e algumas de não foram condenadas, mas estão julgados, ou vão ser julgadas.
E muitas delas eram pessoas que, algumas delas eram pessoas que partilharam o carro com que elandou o plas, pelo país, a fazer a sua campanha das primárias.
Mas é muito difícil, eu lhe dizer, não tenho nada a ver com isto, não sei nada, nunca vi falar desses assuntos, e ele estava a fazer uma interpretação muito compongida da situação, que satisse esta pessoa que eu tenho me admançado a estrucar os seus títios, que satisse esta pessoa que eu tinha confiado à absoluta. É um bocadinho demais.
Acho que ainda vamos voltar a este tema e saltamos para os livros. Eu trago esta semana um livro apropriado a este período em que o Futebol está no ordem no dia, é um ensaio breve chamado "Promessas" do Futebol.
O autor, Rui Pazos Rocha, demostra numa pesquisa detalhada como vencer no Futebol, é um sonho de muitos, embora esteja a alcança de muito poucos, para se ter uma ideia com um exemplo simples, há atualmente 180 mil de jogadores de Futebol, portugueses do sexo masculino, quase 140 mil dentre esses 180 mil tem 18 anos ou menos.
E só os três grandes colubros, porto de porto em que a IBA em Fica tem 69 escolas de Futebol para as camadas jovens, ou seja, há uns forças industrial de captação de talentos e de tentativa de alcançar um lugar de destaque no mundo do Futebol, nem do usted e do Futebol.
E, evidentemente, muitos jovens a sonhar poderem vir a ser o próximo Cristiano Ronaldo. Aliás, outro dado curioso revelado neste livro, já há no Futebol portugues 71 jogadores chamados Ronaldo e entre eles 39 são normos de edade.
Muitos sonham, umas poucos alcançam, o que este livro nos mostra, com casos concretos, que há um funil extremamente seletivo, a separar o sonho da glória e mesmo no caso de aqueles que conseguem tornar-se profissionais, um dos escalões inferiores do Futebol Nacional, a profissão apesar de estar longe de ser um "el dourado", uma teleta do terceiro escalão do Futebol portugueses, pode aspirar a um ordenado bruto mensal de 1.200 euros.
Sim, muito rechonchuda com a habitual nas obras do Craig Thompson. O Craig Thompson é um autógrafo americano que há cerca de 20 anos lançou um livro absolutamente fundamental, mas das grandes obras primas das últimas décadas chamados Blankets.
Ele também está felizmente editado em Portugal e, antes de que os segundos este "Gincent Roots", que é esta sua última obra que tem como te dizem muito bem uma dimensão autobiográfica,
porque Craig Thompson nasceu no Insconson e o Insconson é um único lugar do planeta, pegando a coragem à China, uma coisa nasciberga, mas não até tudo nasia, onde se planta a "Gincent",
E é só por tudo isso que ele descreve, ou seja, é uma infância muito improvável e é uma história muito estranha, porque nós então em Portugal, porque sabemos o que é o "Gincent" e o que é que faz,
isto mistura um relato autobiográfico, e depois há um lado de investigação jornalística, e também de relato científico sobre aquilo que são as propriedades do "Gincent".
E tudo isto, contado de uma forma muito opressiva e também sempre muito inventive, em termos gráficos, isto que é da página, tem um desenho próprio, tem uma clia de vida própria, e com um nível de detalhe gigantesque, é realmente um autor extraordinário.
É uma rei edição, de O que peço da Orelha. E é muito importante ser uma rei edição, porque o livro foi publicado em 1997, e como se diz no "prefácil", as coisas mudaram muito em 1997, que foi aquela meio de uns eventos, em que fomos todos felizes.
O que mudou a importância da tolerância da democracia? Mas mudou a questão da polarização, mudou a questão da liberdade de pressão, que hoje é vista com uma sospeta maior, e o livro traça os paradoxos e os limites da liberdade de pressão, de pressão, de tolerância, sobretudo no momento atual, há alguns históricos e outros também no momento atual, a questão de que se a tolerância não...
Não implica de certa forma a medicar da verdade, para a questão do relativismo, e sobretudo também não perder a tolerância só faz sentido, se nós também demarcarmos o domínio do intolerável.
Se não houver intolerável, a tolerância vala um pouco, porque isto são questões que parecem muito filosóficas e isso são, mas tem a maior importância para as nossas sociedades.
Exatamente, é isso mesmo, Carlos, e este livro chama-se o passeio, é um livro de antigna, e é isso, é o que vai dar um passeio com muita atenção aos promunores.
Por exemplo, vai ao banco, é interessante, vai ao alfeiato, onde perde uma discussão, também também impressiona, fala com um cão, não é todos os dias, ao nosso encasado de uma senhora, para ter acontecido em coisas.
É o caso, é o caso, também é acontecer um coisa de um passeio. É como fazer um coisa de um passeio. É isso, mas... e então, isso, é essa idadeia de ambulação e da atenção ao que é pequeno. Eu sou a procedor disso.
É com o passeio de Roberto Falcere, que concluímos mais uma reunião semana, hoje é o dia, os dias, a mesma hora, os mesmos de sempre também em podcast, pedram-se chia, des�em Miguel Tavarres e Ricardo Doro Esperer.