Livros da semana: filosofar, mijar, alertar e um momento de poesia
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E nos livros desta vez eu trago um livro de um físico que escreve como um filósofo
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O subtítulo, lições americanas, é uma homenagem deliberada ao outro grande autor italiano,
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Aliás, Rovelli, escreveu mesmo a família de Calvino, pedir autorização para usar este subtítulo.
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E não pedir autorização ao que sabe o livro, esse clássico chineso, onde se conta a história
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do sábio que se uniu ser uma burboleta e que ao acordar já não sabia se conhecido ela sonhar
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É daqui que, Carlos Rovelli parte para explicar as implicações filosóficas da física quântica,
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E letrões e mente escreve Carlos Rovelli, pedras e leis, juizos e galáxias, não são de
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A perspectiva pode ser angostiente, mas Carlos Rovelli garante que é o contrário a bricar
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das certezas absolutas, é uma libertação aceitarem a certeza com o espanto e vertigem
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Eu souber a igualdade de todas as coisas de Carlos Rovelli, tradução de Igor Lubão e
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Eu adoro livros de bizarros e emclasificáveis e este é um dos milhões de exemplos que
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E chama-se, só os cães são livros de mijar e é a história dos cães sanitários públicos.
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Do Lisboa e este título é literal no sentido em que os cães não pagam, se fiz a gana
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E esse livro é de um coletivo chamado Infraestogatuga Pública, que é um coletivo que luta pelo
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de gai e tal espaço público e que, portanto, que está preocupado com estas instalações que
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E este livro é um pequeno, de tudo isso, é um retrato histórico, é um retrato sociológico,
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Deixem casas bem-o, sobretudo em Lisboa, embora também tenha algumas histórias internacionais,
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e depois é um livro realmente difícil de clasificar, mas com um ótimo design brutalmente
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inventivo e eu, que não fazia ideia do estado em que se encontravam os cãeitários públicos.
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E também de importância que eles têm, fica mesmo impressionado, aprende-se mesmo muita
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coisa à liga este livro, mesmo questões relacionados, até que o desigualdade gêno,
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e os problemas também dos cem em perigos, o facto que cada vez esses estigamendo assim na
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tágras públicos, sânitais públicos, está muito bem desenhado, a edição é de exemplo
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de buco, se consegue se encontrar na internet, não sai de de exemplo de buco, se não alguns
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outros sites, e a tensão, esta já é a segunda edição e a segunda edição tem 75 exemplares.
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Não, é um livro escrito em inglês, mas publicado em Portugal e de uma autoportuguês, que
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assim na Alfredo Isias e que tem o livro Blurbs de Ramayortigão e Bernardo Suára, de
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É um livro chamado de Disantement of Lisbon, é um livro basicamente, é um pamphleto
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contra o Estado da Cidade, não propriamente pelo Estado, digamos assim, pelo desleixo,
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pela incúrbio, mas pelo lado, pelos caos que os do costume, privatização, utilização,
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Ou seja, é a ideia de que Lisboa deixou de ser uma cidade, não é, exclusivo de Lisboa,
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para os seus habitantes, mas é uma espécie de espetáculo para imagens do Instagram, para
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ter algumas sustoções de tichertos bastante boas, a menino favorita, é Papo Seco,
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Ele tem um registro mais ou menos entre o Anarco, a situação acilista, mas é muito
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A coisa que são um bocadinho que talvez exageradas, outras que são talvez inevitáveis, mas
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é a ideia de que, por exemplo, deixou de ver as partes público, deixou de ver uma cidade
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para os seus habitantes e deixou de ver, e que tudo se torna uma montra de luxo, fotografias
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Pós imigrantes, por os turistas que chegam ler a Ísca, não se calávamos a Espanha.
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Quer dizer, começou-se com uma mojinha e poesia de Jostos Abraga Jadas, incorpora a minha
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Talvez, mas este é poesia reunida do Jostos Abraga, ele vai escrevendo mais e vai, então
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Agora isto começa no primeiro livro, que se chama de manhã, vamos todos acordar com uma
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E o último, agora, que é a flor cadáver e outros poemas, também já aqui está, portanto,
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Jove novos leitores que vão conhecer Jostos Abraga, a sua influência de gama dos orientálogos,
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é um praticante de Icus, é um ser maicus e tal, não está cá com brincadeiras da Icai.
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E também, sim, e também os temas às exigiositados, ele é médico, obstetra e ginecologistas.
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Como Carlos disse, a merda tem aliás um poemo muito conhecido, chamado Ipisto, sobre a merda