• lista de episodios - livros - sobre
  • Livros da semana: filosofar, mijar, alertar e um momento de poesia

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    Quando o silêncio ocupa a cidade.
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    Algo fantástica acontece.
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    Surge o novo mundo para descobrir.
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    Chegou novo Toyota ZHR Plus,
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    um souvo 100% elétrico,
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    com até 677 quilômetros de autonomia.
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    Descubra a confiança elétrica do novo Toyota ZHR Plus.
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    Então é o TAPO-DEPT.
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    Então vamos aos livros.
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    E nos livros desta vez eu trago um livro de um físico que escreve como um filósofo
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    será que é o contrário.
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    Caso para perguntar se será, de facto, mais físico, mais filósofo neste livro,
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    que, claro que ela é físico,
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    Carlos Rovelli é o autor famoso, conhecido de 7 breve lições de física,
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    um ex-it mundial traduzido a mais de 40 países,
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    passou uma temporada como professor no final de 2024,
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    em Princeton, a convite reparte, não do departamento física,
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    mas do departamento filosofia.
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    Foi convidado a dar 7 lições sobre física quântica.
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    E é delas que nasce este livro intitulado sobre a igualdade de todas as coisas.
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    O subtítulo, lições americanas, é uma homenagem deliberada ao outro grande autor italiano,
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    escritor e tal, o Calvino.
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    Aliás, Rovelli, escreveu mesmo a família de Calvino, pedir autorização para usar este subtítulo.
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    Quanto ao título sobre a igualdade de todas as coisas, vem de mais longe.
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    Rovelli foi buscar-lo a um dos grandes livros de antigua edade chinesa.
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    E não pedir autorização ao que sabe o livro, esse clássico chineso, onde se conta a história
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    do sábio que se uniu ser uma burboleta e que ao acordar já não sabia se conhecido ela sonhar
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    a burboleta ou a burboleta a sonhá-lo a ele.
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    É daqui que, Carlos Rovelli parte para explicar as implicações filosóficas da física quântica,
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    até as é parentemente simples de enunciar umas implicações vertiginosas.
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    A realidade não é feita de coisas, é feita de relações.
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    Não há um fundamento último, não há um chão.
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    E letrões e mente escreve Carlos Rovelli, pedras e leis, juizos e galáxias, não são de
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    natureza essencialmente diferente e luminam-se umas às outras.
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    A perspectiva pode ser angostiente, mas Carlos Rovelli garante que é o contrário a bricar
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    das certezas absolutas, é uma libertação aceitarem a certeza com o espanto e vertigem
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    a melhor maneira de nos sentirmos em casa no mundo.
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    Eu souber a igualdade de todas as coisas de Carlos Rovelli, tradução de Igor Lubão e
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    de São Penguin.
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    O jovem que ela está avar propõe uma amiginha.
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    É exatamente isso, Carlos, precisamente isso.
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    Por um ponho...
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    No sino de programas.
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    É, por um ponho...
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    Me dá água com o gênero.
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    Por um ponho uma amiginha, mas no cítio certo.
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    E o problema é que cada vez mais difícil, sobretudo pequeno, no espaço público.
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    Eu adoro livros de bizarros e emclasificáveis e este é um dos milhões de exemplos que
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    nos chegou a esta.
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    Não até pelo amor do meu filho.
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    Obrigado que ele tinha me passado ao lado.
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    E chama-se, só os cães são livros de mijar e é a história dos cães sanitários públicos.
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    Do Lisboa e este título é literal no sentido em que os cães não pagam, se fiz a gana
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    rua, mas nós realmente pagamos uma multa.
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    E esse livro é de um coletivo chamado Infraestogatuga Pública, que é um coletivo que luta pelo
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    de gai e tal espaço público e que, portanto, que está preocupado com estas instalações que
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    fazem a cidade e que estão em acelar à dacadência.
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    E este livro é um pequeno, de tudo isso, é um retrato histórico, é um retrato sociológico,
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    é um retrato antopológico, é um retrato fotográfico, é um retrato jornalístico.
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    Deixem casas bem-o, sobretudo em Lisboa, embora também tenha algumas histórias internacionais,
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    e depois é um livro realmente difícil de clasificar, mas com um ótimo design brutalmente
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    inventivo e eu, que não fazia ideia do estado em que se encontravam os cãeitários públicos.
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    E também de importância que eles têm, fica mesmo impressionado, aprende-se mesmo muita
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    coisa à liga este livro, mesmo questões relacionados, até que o desigualdade gêno,
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    e os problemas também dos cem em perigos, o facto que cada vez esses estigamendo assim na
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    tágras públicos, sânitais públicos, está muito bem desenhado, a edição é de exemplo
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    de buco, se consegue se encontrar na internet, não sai de de exemplo de buco, se não alguns
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    outros sites, e a tensão, esta já é a segunda edição e a segunda edição tem 75 exemplares.
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    Portanto isto é um objetivo.
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    Um objetivo é uma precisidade que eu aconselho com todo o entusiasmo.
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    O Pedro Mexia também traz um livro exótico, digamos, sobre o Lisboa.
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    Não, é um livro escrito em inglês, mas publicado em Portugal e de uma autoportuguês, que
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    assim na Alfredo Isias e que tem o livro Blurbs de Ramayortigão e Bernardo Suára, de
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    Eleugério Livro.
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    É um livro chamado de Disantement of Lisbon, é um livro basicamente, é um pamphleto
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    contra o Estado da Cidade, não propriamente pelo Estado, digamos assim, pelo desleixo,
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    pela incúrbio, mas pelo lado, pelos caos que os do costume, privatização, utilização,
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    turístificação, gentrificação e até gourmetização.
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    Ou seja, é a ideia de que Lisboa deixou de ser uma cidade, não é, exclusivo de Lisboa,
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    para os seus habitantes, mas é uma espécie de espetáculo para imagens do Instagram, para
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    ter algumas sustoções de tichertos bastante boas, a menino favorita, é Papo Seco,
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    é o Never Be a Baguette, acho que é ganhadora.
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    Ele tem um registro mais ou menos entre o Anarco, a situação acilista, mas é muito
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    interessante.
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    A coisa que são um bocadinho que talvez exageradas, outras que são talvez inevitáveis, mas
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    é a ideia de que, por exemplo, deixou de ver as partes público, deixou de ver uma cidade
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    para os seus habitantes e deixou de ver, e que tudo se torna uma montra de luxo, fotografias
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    e experiências, digamos assim, em que não há nada de característico.
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    Tudo isso é inglês, para...
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    É inglês, até para...
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    Para não se ir.
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    Pós imigrantes, por os turistas que chegam ler a Ísca, não se calávamos a Espanha.
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    Quando vão encontrar mais ou mais a mesma coisa, aliás.
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    O Ricardo Aros para trás poesia.
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    Quer dizer, começou-se com uma mojinha e poesia de Jostos Abraga Jadas, incorpora a minha
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    mojinha.
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    E tem, já tem, já tem, já tem.
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    Exatamente incorpora a Lidia Jostos Abraga, este é...
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    Se chama "Supoeta-nu", "Ah, tu já recomendaste, e sou parecido".
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    Talvez, mas este é poesia reunida do Jostos Abraga, ele vai escrevendo mais e vai, então
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    vai calombada a maior.
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    Agora isto começa no primeiro livro, que se chama de manhã, vamos todos acordar com uma
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    perla no cu.
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    E o último, agora, que é a flor cadáver e outros poemas, também já aqui está, portanto,
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    é importante.
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    Jove novos leitores que vão conhecer Jostos Abraga, a sua influência de gama dos orientálogos,
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    é um praticante de Icus, é um ser maicus e tal, não está cá com brincadeiras da Icai.
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    E também, sim, e também os temas às exigiositados, ele é médico, obstetra e ginecologistas.
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    Muitos poemas sobre a vagina.
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    Mas não ponte, viste, não é muito fascinando.
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    A mais 6 e in, mas é oflato.
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    Quanto tá vagina?
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    Quanto tá vagina?
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    Quanto tá vagina.
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    Quanto tá vagina.
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    A minha estrogação, tudo, tudo.
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    Que bonito.
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    E também, não se está descombindo, tudo muito bem, não é?
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    Como Carlos disse, a merda tem aliás um poemo muito conhecido, chamado Ipisto, sobre a merda
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    que acaba com os versos, aliás, figurante, mais gorduras.
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    A merda é a única coisa que não se pode com os porcar.
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    E sim, com o poesia, com os jostos à braga, terminemos mais uma reunião humana.
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    Tô, hoje, de dias, à mesma hora, os mesmos de sempre também em podcast.
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    Pedro Mexia, João Miguel Tavarze e Ricardo Vroz Pereira.
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    Bebem-o, água.
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    Quando o silêncio ocupa a cidade.
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    O que fantástico acontece.
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    Suro é um novo mundo para descobrir.
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    Chegou o novo Toyota C-HR+ um sub-100% elétrico com até 677 km de autonomia.
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    Descubra a confiança elétrica do novo Toyota C-HR+ e Toyota POT.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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