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  • Os livros da semana: Anaïs, Weimar, Gradiva e Dyer

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação a la manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou iniciativa um Toyota Lamissão, que apoia instituições de solidariedade social,
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    São turdos livros, e eu trago esta semana uma autora que ficou conhecida assim,
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    como pornógrafa. A Nike Zenin foi escritora de litratura erótica,
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    companhia de Henry Miller, autora de contos eróticos, que escrevia para um colecionador anónimo
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    com os pagos a um dólar por página, e foi isso em certa medida que transportou a fama dela até hoje.
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    O que raramente se diz é que a Nike Zenin passou a vida a escrever um diário,
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    escreveu desde os 11 anos até a morte, e segundo ela foi com um prúste que aprendeu que as coisas
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    não devem ser contadas pela ordem, em que aconteceram, mas pela ordem, em que nos são devolvidas pela memória.
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    A Nike Zenin saia agora este volume de textos de perços sobre o título "Viver a vida universal".
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    É uma entologia que ri-me recenções, conferências, uma entrevista e textos escritos para as reunidades americanas
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    nos anos 70 e 70 do século passado. E aqui não está nem a pornógrafa, nem a autora de litratura erótica,
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    mas estão textos muito curiosos, como aquilo em que ela conta como se tornou a editora de si própria.
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    Nos anos 40, dois livros de anais de Nino foram recusados por editoras americanos.
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    Era um pouco comerciais, disse a herói, ela não aceitou o verdicto e comprou um prelo em segunda mão por 75 dólares,
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    movido a pedaul, como as máquinas de costura antiga, dona de uma libraria de nova e orquem,
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    posto-lhe 100 dólares, uma amiga, em posto-lhe 800, ela comprou os tipos, as letras em chumbo,
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    os locais de laranjas como estantes e imprimiu os livros, ela própria, hoje qualquer pessoa se publicasse
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    mesmo com dois cliques, anais Nino teve de fazer com os pés, teve de pedalar, para ser uma autora publicada,
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    viver a vida universal de anais Nino com seleção, tradução de Anna Marta Caio, edição senhor-test.
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    O João Milhault Avardos traz um livro sobre a almanha.
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    Exatamente, fica bem, não é? A Katja Oyer, eu li o primeiro livro de ela, um livro chamado sangue ferro, ela não dura,
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    ela é uma almanha, mas a acadêmica daulas em England, e eu fiquei encantado com o livro "Sobalmanha do Final Céculo 19",
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    e de entrada no século 20, depois de esticando na primeira guerra mundial, mas é sobretudo um livro sobre a almanha do Bismarck,
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    e eu achei um livro magnífico, ela depois disso publicou para lá do Mundo, que foi um livro que ganhou já vários prêmios,
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    e um livro essencial para compreender a RDA, e de certa maneira, também importante para compreender estas votações hoje em DNAFD,
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    e este é o seu terceiro livro, felizmente todos estão a ser publicados em Portugal, ela está de repente a ganhar uma fama que eu acho que é inteiramente conhecida,
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    e chama-se Vai-Mar, mas isto não é sobre a República de Vai-Mar, é mesmo sobre a cidade de Vai-Mar, a cidade onde o Gata viveu, onde o Nietzsche morreu,
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    que acabou por dar nome à República Democrática, mas também a cidade que foi altamente premiável ao nazismo desde Montesedo,
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    e o que ela faz é acompanhar algumas das personagens dessa cidade, foi a procura de gente que escreveu diários,
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    como se diz algo, vai margar a Alemanha e Miniatura, e portanto isto é acompanhar a cidade, a evolução dessa cidade entre 1919,
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    fim da primeira guerra, e 1909, início da II Guerra Mundial, e perceber como é que essa Alemanha caiu nos braços do total de Itagism e de uma dita d'Ugajá no Cidade.
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    - E, Pedro Mxia, traz um romance que deu nome a uma editora portuguesa e que o professor Freud apreciava.
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    - Sim, é agrediva, de agrediva, edições de medição de agrediva, já tinha sido, ele era outro tempo,
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    este agredivo é um romance, uma novela mais, o que romance publicar em 1903 por um escritor que era conhecido na altura,
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    e hoje praticamente ficou conhecido só por este livro chamado William Jansson, e Freud escreveu um ensai famoso sobre esta novela,
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    porque esta novela é a história de um arquiólico que fica fascinado com um baixo relevo, com a Copia de um baixo relevo,
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    que é o compra de uma repariga, é levantar o vestido, a ponto de vestido, se põe-se quem pão um peio,
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    ele faz toda a minha mitificação, vai para pão um peio, faz menos de pão peia, a procura da repariga, e encontrar a repariga que viveu há dois mil anos.
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    E então há toda uma história sobre se, se repariga aí mesmo há dois mil anos, já está maluco, o que é que se passa ali, e é uma história sobre a arquilogia, mitologia, enamoramento e ilusão.
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    Fantasias. Não sei por que eu, Freud leu aquilo e disse, olha isto interessa, isto que veio o magnífico este sobre agrediva de Jansson.
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    Uma novela muito fradiana, no caso do Ricardo é mesmo um romance do inglês de Aftaion.
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    Exatamente, eu tenho dez segundos. São memórias, sim, é a infância de ele, ele nasceu numa família de classe trabalhadora, depois andou em Oxford.
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    Essa parte já não é o para antes de chegar ao Oxford. Embora, as coisas sobre o final da vida dos pais e tal, o que eu quero dizer é que a gente reconheça aqui o ambiente escolar, o ambiente infantil, ela é filho único.
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    Por muito que as nossas coleções, por exemplo, fossem muito diferentes das que ele discreve, que os nossos jogos infantil e fossem de ver, ele teve uma coisa que os ingleses julgavam, que estava uma castanha aponta de um atacador.
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    Talvez é uma vez que eu visto isso e depois te estranha a castanha de uma adversária, enfim.
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    Se você é do seminário, isso... Não, não, não, era coisa de classe popular. E é isso. Ah, e a traduzir por Bruno Vieira Amaral e Susan Almeira.
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    E o daí era uma espeste prototocomodiente, além de ser um grande dia. Exatamente, ele é muito engraçado.
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    Sim, já escreve sobre o tênis. O que é que ela acha sobre o jovem?
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    - Sobre o ógano. - Não sei, tem que ser...
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    - Ata, eu vou mandar um... - Acho que antes de ler, eu queria saber.
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    - É uma carta para uma carta. - Forma, está bem antes de ler.
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    - E quero uma declaração assim, nada. - Certo.
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    A sensação conclui mais uma reunião semanal de dois ou oitias, a mesma hora, casteremos os mesmos de sempre, também em podcast, permeixias a João Miguel Tavard e Ricardo Raúsperer.
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    [Música]
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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação a la manhã. Porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel que já plantou mais de 200 mil árvores afelorestas portuguesas, ou iniciativa um Toyota na missão
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    que apoia instituições de solidariedade social que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos. Mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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