Ele é o diferenças de pedra-mosia, no modo como o Lígio Neves se apresentou na Comissão esta semana, por comparação com anteriores intervenções do ministro?
Em uma diferença de mais de atitude, de um problema de substância, porque ele, em matéria de explicações, nunca melhorou muito, que ele não liro a duas coisas primeiros,
não respondeu dizendo-se, mas eu estou aqui para combater o ventura, que foi uma atitude que ele tinha tido, que me parece desnecessário e prejudicial para ele próprio e para o governo.
Em segundo lugar, também percebeu que, talvez, em ele é da Constituição, que, dependendo do primeiro ministro, e disse, não disse, como tinha dit o antes, eu fico daqui ninguém me tira,
ele disse, eu não me vou embora, porque eu é que, eu é que tecido, é a ideia do ministro, e eu é que tecida é bastante palerma, é inconstitional, é a melhor, não tem base constitucional,
é como, há bocado, estou ainda muito inflexível, pelo livro do vento, vento, se está altura, quando eu dou a Naltrâmpio, fomos-iletos, é patabá-lo, sim, tá, vas lá, mas...
E vim, com a que a pessoa não sentou na retirar um voto à eleição do Naltrâmpio, e portanto, isto é e disso, embora essas duas, estes dois elementos, sejam elementos adjetivos, faço aos obstantivos,
Depois destes dois momentos desta semana, com Luis Neves, na Berlinda, o que é que há esperar Ricardo Rausperer, da Comissão Parlamentar de Enquered, que os cheguem assistem em levar pro dente, mesmo depois do chumbo de moção de censura,
Eu receio que às vezes o que acontece no fim de uma coisa como esta, sem que a uma moção de censura e a moção de censura não passa, ou seja, isso significa que a nossa cara aja a maioria absoluta, mas quando é assim, significa que até parte da oposição, acha que o governo não deve cair, isso normalmente é entendido como um reforço do governo que pode dizer, isto é para dar uma moção de censura, mas não conseguiram.
Nós estamos a confiança, pelo menos a censura da maioria do Parlamento, e depois, agora esta Comissão Parlamentar que não era de Enquered, parece que tanto esta começa que vão inserir mais sobre as coisas que Luis Neves fez enquanto direta da Polícia Judiciária,
possam dar a sensação de que Luis Neves é um bom ministro da administração interna, porque as perguntas não são sobre o que ele fazem enquanto a administração interna são.
Não tivesse até agora um tempo mal, mas também não tivesse até... não sei se tu reparaste qual foi o tempo que ele tinha feito, e ele já tinha gostado.
Qualquer pessoa que não seulam o qual trabalho, necessita assaltar aquela maneira, vandalizar o seu gabinete, e não passa aos meses seguintes a exigir responsabilidade.
O Marcado para o final doutor, o princípio de novembro, que termina com a atuação de Jerry Seinefeld, foi por isso que um grupo de outros com dientes portugueses cancelaram a participação no festival.
As opiniões do Seinefeld sobre a questão de pausetina eram todas sem cheção conhecidas no momento em que estes artistas aceitaram o convite e comententes todas.
A opinião do Seinefeld, bastante musculava sobre os pausetinaes e sobre o conflito e sobre a guerra entre os réelos e o amaz, são conhecidas por tanto.
O que aconteceu agora? O que aconteceu? O que nos quer dizer é que aconteceu foi uma coisa que é estas pessoas super conscientes do estado do mundo e do sufrimento do povo pausetinaiano.
Todas as razões para não participar no festival já laestavam e não parece nenhuma destas pessoas como comediantes e artistas não tenham acesso às redes sociais.
E não sei o que está destas pessoas dizem que não realmente pensaram, pois eram uma alma e pensaram que não podem ser complices dos inocírios na palestina.
Na qual o Seinefeld, evidentemente não teve nenhuma... As coisas que o Seinefeld diz não cometem no cídeo, eles nem lá de nenhum felizmente, não sabem nem ninguém.
Porque é sabido que o Seinefeld diz, são coisas bastante, e ela é um emocionista, digamos assim, não há dúvida nenhuma das opiniões, e ela tende a ter sabidas.
E o que a gente quer reira? Me sóça falar nisso, sei um, e um, e um diz-se ele. E o até meio você ir. E é isso, e as pessoas são livres de o fazer, e deve dizer não parece que o Seinefeld esteja muito preocupado.
Agora, por amor de Deus, poupa e alta, ou que poupa e exaltam a canonização de pessoas, o Leste, vemos a me catarra, a conversar que eu não sabia, deve dizer, do episódio do Salvador Subral, o Spotify que vai passear.
Ah, para aí te ver o balanço, ah não, se pode falar, lá, pronto, as pessoas fazem contas, as pessoas têm uma carreira e hoje em dia eu, uma vez, tive-me só pra acabar.
Numa conversa com editoros, editoros de grande grupo, essencialmente, e para a gente diga uma coisa. Hoje, se um dos livros que vocês publicaram, que uma das versos de editoros publicaram, tiver muita polêmica, admitem retirar o livro, e todas as pessoas aquela mesma, já não disseram que sim.
Não prestarem da corte com isso, mas porque disseram esse, eu, se tem bem que vivemos agora, não é possível causar polêmica, isso prejudica editora, os administradores, ao ver os folhas de contas, e dizem, não, não queremos mais.
Se esse livro é polêmico, corta, e por tanto, isto é evida, por tanto, é uma loja que no fundo capitalista, se quisermos dizer, ó, apelmenos do custo de vida, que todos têm, e por tanto, não me aborreço nada, nada que digam contra o Seinefeld,
Como é que vê esta controversa, e a Ricardo Raúzo Pereira, como um direito de manifestação de quem cancelou a participação, sua participação voluntariamente,
Eu acho que as pessoas têm o direito, as pessoas têm o direito de não participar nem em si teus ou não querem participar, levantasse de facto o problema que o Pedro disse,
E, por sempre, aqui em cima, porque os organizadores do FFTIval têm o compromisso firmado com as pessoas durante quatro meses, e, de repente, afinal não tem.
E há-tid tudo o que ele tem feito, é chegar a ser objecendo. Quer dizer, uma pessoa que se tira fotografias a rir, juntamente com as forças armadas de esrela, manusiar armas e não sei o que, no meio do que a gente sabia que estava a acontecer.
- E conhecido-se tanto pro iminente? - A minha questão é-se. Meu ponto é, mas é indiscutível. É ponto acente que participar no mesmo festival com outra pessoa é subscrever as suas opiniões.
- Eu não sabia que um partilhar palco. - Eu pensava que o Sinefeld de Tuave, para virar um Atlântico num dia, que os outros atuavam no outro teatro, e eu soube agora que partilhei palco com os oisis.
- Por tanto, ninguém ia fazer a primeira parte do Sine, nem ia estar nos bastidores com o Sine, nem ia estar... Nesse que é-se pode dizer que vamos o blieter apagado junto dos petacos. Não era um blieto para cada espetáculo.
- E eu só que ia dar assim um pouco confuso. - Esse caso não vale a pena sair e perdeu a sua oportunidade para termos, por exemplo, uma notícia a dizer, Sine falde o participo num festival, em que todos os outros petacos têm uma nota de solidariedade com a palestina.
- Se é verdade que ele endossa as opiniões dos outros, teria sido um cheque mate, mas isso deixou da acontecer, porque na segunda feira eu acho que vai ser a segunda passeira, se isso é um problema.
Mas na segunda feira havia a garantia, isso depois mudou, mas havia a garantia de que a resultada final díster, Sine falde vinha na mesma, porque encancelava, tendo em conta o custo financeiro.
- O festival que tu nem dica vai mesmo por diante, apesar de ter estado em risco. Participar nele, como artista, como com o diante, para se ser da algum modo, João Miguel Tavarza, numa forma de posicionamente político neste contexto.
- É indigencia intelectual, a volta desta decisão faz-me que ele o queijo. É mesmo impressionante, porque eu acho que estas pessoas não pagam segundo para pensar, espera, deixe-me estraplar a gist, mas isso significa aqui.
- Imagina que é um real dizador, vai ser um festival de cinema de cana, de barulhinho, de veneza, o teu filme é lá projetado, e significa que solvais todos os chinheastas que elas tiverem, concordar com as suas opiniões sobre Israel.
- É saber o que é que a Katy Perry e o Roth Stewart e assim de Lopper pensam, determinados assuntos. - Pelo menos segurança social, sistema nacional de saúde.
- E o que eu proponei estes senhores é nunca mais saiam a rua, porque de certeza que vão encontrar alguma coisa sujei que vai convocar os seus magníficos princípios.
- Nós vamos falar dos dados revelados pelo Pisa, que é o Programa Internacional da Valiação das Aprendedisagens Escolares, onde se conclui no último exercício que os resultados dos últimos portugueses de 15 anos,
- A partir de a duas décadas, agora mais alunos portugueses revela o relatório que não conseguem ficar a esta frase, chegar ao nível mínimo necessário e vou citar e precisar vermos para participar e ficar esmete na vida e sociedade.
- E por tanto, como se viu nas programas. Não temos falado outra coisa, mas isso e isso, pelos vistos, há que algumas coisas que a gente pode pensar por que arraia que isto está a acontecer.
- Porque é que há esta regressão, é que é 20 anos? - 20 anos. Neste sindicador, eu diria, sem ser especialista, mas eu diria que é possível que a pandemia tenha tira algum papel,
- Não ir à escola durante algum tempo, é pior do que ir à escola aciduamente, a bandalheira. Em princípio também contribui, eu não ativo e falaram uma escola e os pessoas teram uma coisa muito engraçada, que foi ao Ricardo de novo que se passeu sequindo.
- Este é um dos aspectos, não? O que se passeu sequindo? Antigamente o aluno tinha mais notas, chegava à casa, estava tramado com os pais, agora o aluno tem mais notas, e o professor está tramado com os pais.
- Depois, acho que também há o problema, o smartphone, acho que é impossível não ter um papel nisto, juntamento com as redes sociais, e também o facto de as pessoas se terem borrificado.
- Transversalmente, há vários sistemas de ansiedade, se terem borrificado, num objeto que tinha dado algumas provas de qualidade e eficacia, ao longo de vários séculos.
- O que é que é maior aqui? - O lado do lado do lado do lado, tinha uma lombada. - Tava enheira. - Exato e tem folhas com coisas escritas lá, e aparentemente...
- O ministro Paulo Rangel fez que estão a dizer que este problema é, vou citar-lo, da exclusiva responsabilidade do PS. O PS respondeu dizendo que o ministro estava a fazer uma leitura simples da situação.
- A quem é que dá mais razão nesta espécie de pedra-mexia? - Não dou a ninguém, porque eu acho que boa sorte não estenha um se conhece ping pong, ou seja, promado.
- É ter sido lugar, há uma coisa que realmente muito gráfica aconteceu, com esta sensação e uma declaração, que é a pouca diferença e é pouco contributo que a educação em Portugal dá a próxima devolvador social.
- Eu acho que muitas delas já foram aqui apontadas e podemos juntar também a questão da pandemia, que Portugal foi bastante mal tratada como nós aqui, porque testamos na altura vivamente.
- Mas já agora, eu acho que o ministro João Costa e o Thiago Brandão, o Tríks e o PS, da António Costa, no domínio da educação, foi efetivamente uma desgracia.
- Não, mas quer dizer, tem que saber o ponto ao dele porque as coisas foram feitas de uma forma muito intencional e com uma filsia totalmente enrada, que foi a substituição das metas clágas,
por aprendizagens essenciais, acabarem com os exámbios, mudágonos, exámbios de cítio. E isso, de facto um relaxamento que por que os dicosam onde isso foi muito visível na escola e eu posso distinguir isso na linha da frente porque tive meus vídeos todos a esta época.
- Enfim, a cetação das regras democráticas. No bordo do Senhor Bar delá, um grupo europeu em que a F n pretensia disso com estes tipos, não nos sentamos.
a entologia que ri-ne, a reçenções, conferências, uma entrevista e textos escritos para as reunidades americanas nos anos de 70 e 70 do século passado.
E aqui não está a Naizenia pornógrafa, na autora de literatura herótica, mas estão textos muito curiosos, como aquilo em que ela conta como se tornou editora de si própria nos anos de 40,
dois livros da Naizenino foram recusados para os editoras americanos, eram pouco comerciais, disseram-lhe, ela não aceitou o verdicto e comprou um prelo em segunda mão por 75 dólares, movido a pedá-lo, como as máquinas de costura antiga,
a dona de uma livraria de Nova Iorque, em posto de 100 dólares, uma amiga em posto de outros 100, ela comprou os tipos, as letras em chumbo, os ocaisas de laranjas como estantes e imprimiu os livros a ela própria,
Exatamente, fica bem, não é? A Cátia Oyer, eu li o primeiro livro de ela, um livro chamado sangue ferro, ela não dura, ela é uma almanha, mas a acadêmica daulas em England Terra,
e eu fiquei encantado com o livro sobre a Almanha do final século 19, e de entrada no século 20, que depois de que a Cátia é uma guerra mundial, mas é sobretudo um livro sobre a Almanha do Bismarck,
e eu achei um livro magnífico, ela depois disso publicou para lá do Mundo, que foi um livro que ganhou já vários prêmios, e um livro essencial para compreender a RDA,
felizmente todos estão a ser publicados em Portugal, ela está de repente a ganhar uma fama que eu acho que é interamente enrescida, e chama-se Vai-Mar,
mas isto não é sobre a República de Vai-Mar, é a mesma sobacidade de Vai-Mar, a cidade onde o Gata viveu, onde o Nietzsche morreu, que acabou por dar nome à República Democrática,
foi a procura de gente que escreveu diágios, e como se diz algo, vai-mear a Almanha e Miniatura, e portanto isto é acompanhar a cidade, a evolução dessa cidade entre 1919,
fim da primeira guerra, e 1919, e início da segunda guerra mundial, e perceber como é que essa Almanha caiu nos braços do total de Itagism e de uma dita d'Uga-Genocida.
foi a manovella, mais do que o romance publicado em 1903, por um escritor que era conhecido na altura, e hoje praticamente ficou conhecido só por este livro chamado William Jensen,
e Freud escreveu um ensai famoso sobre esta novela, por que? Porque esta novela é em duas frases, a história de um arquiólico que fica fascinado com um baixo relevo, com a copia de um baixo relevo,
que é o compra de uma repariga, é levantar o vestido, ponto de vestido, suponso que é em Pompeia, ele faz toda a mimitificação, vai para Pompeia, faz bem neste Pompeia, a procura da repariga, e encontra a repariga que viveu há dois mil anos.
- E então há toda uma história sobre se, se repariga aí mesmo há dois mil anos, já está maluco, o que é que se passa ali, e é uma história sobre a equilogia, mitologia, enamoramento e ilusão.
- Exatamente, eu tenho dez segundos. São memórias, sim, é a infância de Elil, ele nasceu numa família de classe trabalhadora, depois andou em Oxford, essa parte já não, ele para antes de chegar ao Oxford.
Embora, as coisas subofinam, por exemplo, subofinam a vida dos pais e tal, o que eu quero dizer é que a gente reconheça aqui o ambiente escolar, o ambiente infantil, ela é filho único, por muito que as nossas coleções, por exemplo,
eu falei muito diferentes das que ele discreve, que os nossos jogos infantil, ele tem uma coisa que os ingleses julgavam, que estava uma castanha aponta de um atacador, então, às vezes, eu não vi isto em ouvisto do isso, e depois, estroem a castanha de uma adversária, enfim.
- Sim, já escreve sobre o que ela é. - O que é que ela é sobre o jovem? - Sobre o oga. - Não sei, tem coisa. - A gente vai mandar um mais... - Acho que antes de ler, a gente vai mandar uma carta de vontade.
ou iniciativa, um Toyota la missão, que apoia instituições de solidariedade social, que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.