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  • Livros da semana: Racismo, Betão, escrever à mão & etc.

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou iniciativa um Toyota na missão que apoia instituições de solidariedade social
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    Chegamos com esta altura dos livros. O livro que eu trago esta semana tem em lugar de destaque
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    um caminho, não mais conhecido, não é alberro caminho, é Renault caminho,
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    o escritor francês que deu nome que popularizou a chamada "Tioria da Grande Substituição",
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    uma "Tioria II" que as populações brancas estarão sendo substituídas por imigrantes,
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    uma grande substituição com uma algada complicidade das elites,
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    quando perguntaram a Renault Camille se tinha dados concretos a sustentar até-se o tra-respondido,
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    números não sei e não me interessa para nada. É esta "Tioria da Conspiração que o autor deste livro,
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    Ibrahim Candy, analisa a um longo de mais 500 páginas em as origens da era autoritária.
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    O autor não conta apenas a história de uma ideia, reconstrói uma cadeia de perceposto que se apoiam uns nos outros,
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    o racismo acabou e os perceposto são estes. O racismo acabou, o verdadeiro racismo é agora contra os brancos,
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    os imigrantes são invasores, as elites protegem-nos e só um poder forte pode salvar a nação.
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    É este o refio da argumentação de Candy que segue a esta cadeia de raciocínios ao longo de vários secos
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    e de muitos países demonstrando que a "Tioria de Renault Camille" tem antecedentes históricos no antísimitismo nazi
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    e tem seguidores de uma forma d'outra em gente como Donald Trump ou Victor Orban, Marino Le Pen, Nigel Faradze,
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    nada muda especialmente o que muda em balagem mas o produto é no essencial o mesmo.
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    As origens da era autoritária de Ibrahim Candy, tradução de Miguel Marcos e edição ideias de ler.
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    O João Miguel Tavares traz a memória de um grande editor.
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    Sim, um grande editor chamado Victor Silva Tavares. Este livro chama-se Victor Silva Tavaresia e etc.
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    É a grande editora que o Victor Silva Tavares fundou ainda na segunda-metá de anos.
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    A gente disse que foi uma revista absolutamente extraordinária e também absolutamente extraordinária de suplemento dentro do jornal do fundão.
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    E o Victor Silva Tavares tem um precurso realmente especial, também foi editor da Ulyseia,
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    também responsável de um suplemento fundamental no diário de Lisboa.
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    E é uma grande figura, uma das aquelas personagens do meio cultural português que fazem muita falta e que merecem ser celebrados.
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    E este livro é assinado pelo Emmanuel Camarro.
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    E ele é o editor da Barque Bebado, que é editora que é de este livro.
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    Isto é uma das aquelas microidições 300 exemplares para quem se interessa por isto vale muito a pena.
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    É a sua tese de doutoramento, a única crítica que eu faço aqui é que o Emmanuel Camarro podia ter cortado umocado mais no bordo.
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    Ou seja, há uma longa às vezes, estivamente longa cadeia de situações acadêmicas que não fazem falta ao livro.
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    E o paciço de pessoas não se assustarem só se pegarem no livro, a primeira tem internet, a página é um pouquinho pesada por causa disso.
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    Mas fora essas situações de um acadêmico que excrementam realmente muito o livro, peça tese de doutoramento,
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    este há que uma quantidade enorme de informação, há também imagens da equivo.
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    E torne este livro sobrevita a ser vata à voz muito precioso e que vale em mença apenas ler porque é a interessa por esta cultura portuguesa, em boa parte também uma cultura Lisboaeta das condamitadas do século 20.
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    O Pedro Machia traz um livro que pode levar ao enganho alguns empresários de construção civil.
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    Que, assim, não é um livro, não é não é prese público.
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    Se chama "Sobotão", é um pensador ao nosso chamado.
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    Anocial Miapek já tem vários livros publicados traduzidos na antigo, que é também quem publique este livro,
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    que é, de um momento, um momento de ser um livro, que é um livro de crítica do capitalismo, muito particular, parte de um exemplo alíaz concreto que é queda de um viado de tango em jenova em 2018.
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    E faz uma história do botão, do botão, de botão, de botão esforçado, de botão armada, etc., como a série de incursões, de luurbanismo e de pilar arquitetura contemporânea.
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    Depois faz aquilo daquela chama uma crítica da matéria, ou seja, criticando o botão, crítico ao capitalismo, ele diz que o botão, ou concreto, como vocês no Brasil, é uma aobestração do capitalismo.
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    Isso pode parecer uma forma bastante hermética, mas a demonstração é interessante, em cima, como a história do botão parece de calcar a lógica do capitalismo.
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    E de facto, o capitalismo, uma das verdades de capitalismo, é que produziu maravilhosa teoreante capitalista, e de facto é um livro em todos os índice.
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    O Ricardo Raúse Pereira, o Levo, para o seu periplo, um livro sobre um ábito, está a perder.
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    Se não por mim em casa, não por mim é um livro que chama escrever a mão de Alexandre Castro Caldas. Eu tenho um amigo que é jovem e que no outro dia me disse, escrever a mão é podre, que é jardão, jovem, para não presta.
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    Eu contraponho esse, mostra que a linha não é muito calda, mudou, mudou. Alexandre Castro Caldas é, por sorda de neurologia e não concorda com esse meu amigo.
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    Aliás, este é um livro sobre que escrever a mão, é importante dizer isso, escrever por um professor de não.
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    E, portanto, muito embora, ele fala de outros aspectos da escrita a mão, que estáis como a história da escrita em geral e da escrita a mão em particular, etc.
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    E ele foca-se bastante evidentemente, e nunca escrever a mão faz ao nosso desenvolvimento cerebral, mas também a nossa imaginação, que as zonas do cérebro é que são desportadas com isso, a relação entre a mão e a cabeça e as zonas do cérebro que são ativadas quando isso acontece.
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    E ele fala também sobre, lá está, modernas formas de escrever e o que se perde com essas modernas formas de escrever, a nossa história das tecolas, mas também as vezes quando nós temos a escrever o telé móvel e ele sugera que palavra é que nós estamos a tentar escrever, que é uma coisa que também em condiciona a prótoria e imaginação, apesar disso, apesar de ser de ficar muito nas condições, digamos, no processo neurológico.
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    Da escrita a mão, é também uma espécie de carta apaixonada à escrita a mão e o terminal de age sugerindo a todos os pessoas que retomem a escrita de gostais de umas as outras e dizem.
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    Vamos ver que não esquecem, essa ocasião é que escreverem um postal ou uma pessoa.
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    Estamos à espera de um postal, Ricardo, está a concluída a ser uma reunião humana, dois ou oito dias, a mesma hora os mesmos de sempre, também pode caste peda-mecia João Miguel Tavarres e Ricardo Oro Espera.
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    A espera de postal.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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