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  • Livros da semana: Szymborska, o liberalismo, o mal e um monumento

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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação à manhã, porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel, que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou a iniciativa, um Toyota Moemissão, que apoia instituições de solidariedade social,
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos, mais além.
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    Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    São atourados livros e com a evocação de uma efeméria, em passão,
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    neste sábado de 30 anos, que é a academia sueca atribuiu, o Nobel de Eleutrautura,
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    a Poeta Polaca, Viselava, Zimborsca, a Poesia dela está publicada em Portugal.
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    Mas há, agora, desde há pouco tempo, também um livro de Zimborsca publicado este ano já,
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    que não é de Poesia, chama-se Correio Literário e o subtítulos explica do que se trata,
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    diz isto, é como se tornar ou não tornar escritor. É assim o subtítulos.
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    Viselava Zimborsca, começou a trabalhar na redação de um semanário de Caracovia,
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    a vida literária em 1953, um uns anos mais tarde foi encaragada de passar,
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    responder numa secção do jornal aos aspirantes das criaturas que mandavam para lá com os
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    e poemas eram respostas anónimas, uma tarefa que partilhava com um colega,
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    escrevendo ela sempre na primeira pessoa do plural, como era a única mulher da redação da equipe,
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    se escreveço no feminino seria imediatamente identificada. No ano 2000,
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    4 anos depois da atribuição do Nobel, uma amiga da poeta reuniu em livro uma seleção
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    dessas respostas, o resultado é uma espécie de manual descrita às avesseis,
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    exigente, por vezes empiadosos, quase sempre muito divertido, por exemplo,
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    uma leitura escreveu num lamento o seguinte, o noivo,
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    dizia-lhe que ela era bonita demais para escrever boa poesia e pergunta o que acham dos
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    poemas que envia nessa carta que fez chegar ao final. Resposta da redação,
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    ou seja, no vizelava Zimborsca, sabe se agora acreditamos que seja de facto uma mulher muito bonita.
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    Para quem não mostra talento Zimborsca tem, no entanto uma promessa,
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    uma vida de leitor e a crescenta é das melhores que há. A própria autora diria,
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    anos mais tarde, que naquela coluna havia mais sentido do amor do que o próprio valor didático.
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    Corre elitário é muito curioso, este livro da vizelava Zimborsca,
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    a tradução do Polaco da Teresa Fernandes, Ziyatki Eves, que inição flanar.
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    O João Miguel Tavares sugera um livro que tem um profácio.
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    Tem um profácio, sim, aliás já foi debatido abundantemente.
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    Mas eu quero assinar lá que este é um livro de um homem que é comenta d'Organa Sique,
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    que está na casa de 50 anos, que é carrega de barbas, tem óculos de massa,
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    é pai de quatro filhos, liberal, que gosta de peda de pátis colho, e não sou eu.
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    É mesmo que nada havia outro. É verdade, o único anteçou o Instituto,
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    porque já disse que o meu Instituto é o foracismo indiceuva.
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    Já foi comparado a Diana e somos os mais parecidos, mas faltar alguém que substitui o Ricardo, como sabe não há.
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    É aquele senhor serviu. É o senhor serviu.
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    Então.
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    Então este livro, o seu autor é Pedro, como sante, chama-se Portugal na paz dos blocais,
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    como nos habituamos a viver abaixo das nossas capacidades.
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    E, em da por cima, tudo isto é também um livro no qual qual eu concordo abundantemente no seu diagnóstico,
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    que é o diagnóstico de um país que, como ele descreve, vive numa espécie de temperatura morna da história,
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    em que nada explote e tudo se arrasta. E é exatamente isso.
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    Pedro, mexia atrás o mal.
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    Sim, é um livro da Susana Niman, acho que é assim que se pronunciou não dá.
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    O mal no pensamento moderno é um livro que os dos pontos de partir de chegar são, essencialmente, o tramótilismo e o alocausto,
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    porque foram dois momentos em que estão do mal, e até do sentido das coisas foram muito escutidas.
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    E só para subnher duas ideias, ela centra essencialmente na discussão sobre entroes filósofos,
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    na sequência do tramótilismo boa, sobre a origem do mal e sobre natureza da humana,
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    se é boa, uma a discussão entre o Volterio e o Rousseau.
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    E depois, no século 20, a maneira como perdida a referência religiosa, os filósofos substituiram de Deus pela história.
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    E então, a iedis que foi sobre o mal na história e não o mal meta-físico.
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    Obrigado a Deus para ele, atrás um monumento da língua portuguesa.
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    É isso, exatamente. Nós quisermos fazer uma biblioteca básica de grandes livros da língua portuguesa,
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    em princípio, o grande sartão de veredas do Gameras Rosa está lá.
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    Não é, digamos, muito fácil, no sentido de que trata-se de um homem que está a falar com o outro
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    línguagem que pode parecer um pouco estranho ao princípio, mas como a professora Clara Rolland...
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    E você, a senão, mesmo?
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    Não, porque eu acho que eu lusa todo o que é o homem que está em direto.
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    Deixe-me uma uma desabandonada de pedaço do português, real e imaginar.
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    Não há dúvida, mas como diz a professora Clara Rolland no início, citando o que lera isso lhes espectar?
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    Ao outro salto, por exemplo, o ferregular, ficou também brasileiro disso.
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    Eu não percebo bem isto, mas, claro que lhes espectar diz, e eu concordo, a línguaagem de ele é diretamente entendida
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    pela línguagem íntima da gente. Ou seja, a gente está a ler e há qualquer coisa que sucede no teu interior.
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    Não tem o interior?
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    Exatamente no meu interior, que é para que está quase deshabitado e, portanto, é que coisa até é com o ladeno.
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    Com o interior português.
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    Estim-se concluindo mais uma ririnha no Sumanal com grandes sortão veredas, dois ou oito dias, a mesma hora, os mesmos sempre também em podcast.
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    Pedro Machia, João Miguel Tavares e Ricardo Verão.
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    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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