- Eu estive à procura de que a Maria das referências, por exemplo, nos jornais da palavra "líder" é "líder de um culto", "líder de um gangue" e "líder supremo".
E o que é uma coisa mais interessante, visso que as referências de desduzassexualidade são um pouco e, em geral, são mais no sentido de produir do que fiquem estigados.
que o humano são fundamentais na versão, digamos assim, como é que não é chamado por fana da religião, a religião não é só transcendência, alma ou infinito.
Mas, sim, a ideia do algoritmo, não, isto foi o algoritmo. Às vezes, às vezes as pessoas têm a televisão da internet de uma forma que me parecem engenho aqui.
E, portanto, talvez essa liberdade, não seja assim tão grande, eu não sei se não é precisamente aquela liberdade que nós temos sobre como regular as redes sociais.
Eu não sei se, por exemplo, a ideia da algoritmo não é um bom sitio para nós podemos fazer alguma intervenção, mas eu não tenho redes sociais, mas tenho YouTube.
Exatamente, só daqueles. O que eu faço é enganar o algoritmo, eu pône a tocar vídeos que eu, normalmente, nunca veria, por exemplo, esta tarde eu puse vídeos sobre o campeonato do mundo de passar a ferro em condições extremas.
E hoje em dia, nós já estiveamos um ponto que dizemos. Já a fiscisa, estou há cinco segundos a ver, e agora já sei que vou me amar com esta porque ele é mais cinco dias.
-Quando uma tecnologia com centra de pedra e que o homem que já vai gravar, basta confiar-nos na concorrência, ou é preciso alguém argumentar uma instância de regulação do Estado que possa controlar-la.
E o assegurar concorrência é uma função essencial do Estado. E portanto, quando estas grandes tecnológicas se tornam gigantescas, monopólios, isso é um problema.
Eu acho que o contrário disso, eu acho que a inteligência artificial vai ajudar a que o homem percebe o que significa ser humano, de uma maneira muito mais precisa.
Porque eu não me convoco, ninguém me convoco, se pelo menos neste momento, que qualquer máquina seja capaz de suplantar o humano, ou não ser claro, em capacidade de possamento e de juntar a informação e de cruzar a informação.
E sem dúvida. Mas como saber que a pessoa que não tenha lido, passado os outros pelos livros do damás e do R.D.Cart, o seg humano é uma mistura de razão com a emoção.
E eu não consigo perceber como é como uma máquina sem a questão emocional, sem a questão corporal, sem aquelas coisas que nós damos nome, mas que não sabemos o que é, chamada Intuição.
se não for em poemas, por exemplo, rimados, onde conseguem mais ou menos rimados, o tecnologia não tem aquilo que se é movido, não tem o vida, a ideia de que nós chamemos isto sou amalda.
Isto é um som desagradável, ou remete para contas das desagradáveis, os poemas que nós estamos a dizer, oficial não tem, sempre não há, não há bons poemas.
Já uma vez fiz algo bom poem, nem se fosse uma quadra. Às vezes as sonetes, por exemplo, porque são, digamos como tem uma estrutura muito canónica e fácil limitar.
O Pedro Mexíaf fica ministro de Bula, só entrares das pastas mensuriais, desta emissão especial, não é terramento mais um Portugal de Jidáles-Sâmit, nos senta de congressos de Lisboa, continuamos com o Pedro Mexíaf ainda, ele que se declara super entlegente.
Apenas a isso parece que há uma coisa que está a acontecer, geralmente, de pessoas que o Donald Trump testa, que é... mas que ela está a fazer o mesmo, que é achar que a maneira de intervir sobre o mundo é mudar as palavras.
No curso "O Portemano" Trump anunciou que os documentos dos Estados Unidos passam a usar a expressão super inteligência, em vez de inteligência artificial, para frasiar no Shakespeare, para mostrarmos que estão a um problema da autoconfluzir.
O Watson a name, o que é o nome Pedro Mexíaf? Não há várias coisas nos interessa, os palavras não são certas, o ilgio significado das palavras e a correta de utilização das palavras não é certamente terminada pelo poder político.
Isso é evidentemente uma definição clássica de uma ditadura ou até de um totalitarismo, não é? O poder político não diz que palavras é que temos de usar, o que elas quer dizer? Isso é, não há duvidinho, uma "Quacha os ínculos" políticos no pessoal que termina isso.
Quero chamar o golfe do México, o golfe da América, etc. E que temos algumas empresas que agora vamos usar o nome do Ocentr Atlântico Procente da América, mas o Google recusou-se a aceitar.
Mas eu quero que se chama super inteligência no sentido em que ela acha que ao desembes artificial estamos entre dizer a ideia do feio que é uma opção de "Elo do que é feio".
Tudo o que ele disse que é feio é verdadeiro e isso inverso, ele tem uma espécie de inversão do significado das palavras. Eu nasci, como nós todos, e nem que eu referia.
E lemme-me que os países tinham a palavra democrática, não entendeu a nossa democracia, RVA, por exemplo. RVA era república, das duas era a não democrática, porque é porque se mava democrática, não por causa disso, mas ajudava.
É a ideia de tentar condicionar o sentido das palavras. E com a razão óbvia que ele dace muito bem com o sistema de disseminação da verdade, um pouco aleatório, uma maneira que ele tentava a imprensa, quando ele esquece que o acesso da imprensa é um privilégio e não um direito.
O que é evidentemente é, ou seja, um direito. Dace muito mal com a coedade da verdade. E, portanto, a simpatia dela, enquanto o geossar oficial, é talvez o pior endorço, antes que o geossar oficial teve nos últimos anos, porque é evidentemente por péssimas razões.
É claro que isto não é inquina, eu acho, não é como... É um primeiro que disse, eu sou contra a internet, eu sou bacana, graça a Sephora, não sei muito bem o que é que isto quer dizer, onde mostrei-se que dizia, esta é particularmente boa.
Eu não tenho internet, não há nada que me entrece. E eu disse, eu me adio, se sentar no teclado e fizer enter, vai encontrar qualquer coisa, é impossível não encontrar nada, não há verdade aqui, não sei que não sei, não sei que não sei, não sei nada.
Não é o caso, felizmente não é o caso. E, para a delvas, já senti esta intermitção do Trump e a sua insuciação da superinteligência, como uma pessoa que, na verdade, tem bastante problemas com a própria definição de inteligência, quanto mais super.
Não é só ir lá muita gente que acha duas coisas primeiro, o que as palavras não é que as palavras têm poder, nós todos sabemos o poder que um discurso pode ter, ao longo das histórias.
Exato, eles acreditam que as palavras têm poder mágicos, ou seja, que as palavras podem mudar a realidade pelos simples fatos serianarticuladas, é possível que seja uma criança bastante antiga.
Mas a questão é, são duas coisas, primeira, que as palavras têm poderes mágicos, é o que está na também na origem das pessoas que acham que chamaram ao contínuo ao ciliar da ação educativa, melhor a vida do contínuo.
Eu aposto que a gente reunia aqui sem contínuo e dizia assim, o superférsio é contínuo e a gente dá-la mais de 200 euros por mês no fim, o fim do mês, ou ao ciliar da ação educativa fica tudo como está.
Ou seja, que se ele passar a dizer super-inteligência e determinar que essa é a referência que as outras pessoas, em vez de continuar a dizer, indeligência artificial, vão passar a dizer super-inteligência, é riríssimo.
No outro dia estava a falar com o linguista Marco Neves e lembra um dos poucos exemplos em que um comitete de sábios avança com uma palavra que, de facto, teve sucesso que é o senhor que se reuniram, porque estavam...
O bicho que nós hoje designamos com a palavra de pirilhante, o que foram eles que inventaram, antia era designado, ainda às vezes ainda se mantém, mas era designado exclusivamente por Cagalume.
Parece que poderemos recorrer este método de alterar a designação das instituições, ou de outros elementos para a administração pública, João Miguel Tarmarjá.
Ministegos da cultura que não fazem nada, e às vezes os próprios que cada vez hoje nem ia ter algo problema, e inventam-se um ministro das reformas, não quer dizer que se faça.
Mas ao dar su nome, parece que se está a fazer, porque não tem interesse em unisse. Não, eu estou por mim. Não quero que Cagalume, que se forma de fundo a esse nível.
Não, mas acho que a inteligência artificial pode ser incrível. Desde logo, por exemplo, a reforma da esticia, que é uma das grandes desgracias deste país, e que pode ajudar a bruta mesmo.
Estás por acessido porque o peda-mexia se sente super inteligente, o João Miguel Tarmarjá, declara-se, rei dos prontes, se está contente por ter encontrado finalmente alguém que lhe obedece.
Eu não sei se democratiza a competência, mas é um tipo de competência muito curioso, que eu acho que vai ser uma revolução, e que tem que ser, na escolas, nas universidades.
É que já não dá para avaliar muitas vezes a originalidade do trabalho, no sentido em que os mil de sorgendir atiram-se aos clodes, ou os chat, ou o que for.
E produzem o trabalho com uma qualidade que, evidentemente, está muito graus assim, mas daquilo que é uma capacidade do milho de 10, ou 10 em primeiro, ou 10 em segundo ano.
Aquilo que tem que começar cada vez mais a avaliar não é tanta qualidade, talvez do resultado final, mas é qualidade das ordens que são dadas por ter esse resultado final.
Aquelas pessoas que gostam de estar também com livros lá em casa, que a cabeça é no livro, e que vive no mundo dos livros, em geral também, porque não é do que as minhas mil das não ligavam a essa mesma minha turia.
É por isso que o mundo na verdade é do Snug, e depois vem que pós Portugal é autobugrifia, mas não, isso que é algo é também brilhido muita gente do Pão de Porto do Velo de DGT, porque eu acho que o Snug da isso é alguém, quem esmiudas não ligam a adolescência, mas que pós vinga na idade adulta.
Eu ao contrário, que nós achávamos quando houve uma espécie de hiper democratização do ensino, que é bem, então, a gente entra no inficidade, a gente vai saber escrever, vão sair daí, os exclitões muito mais volidentes.
Não se sim, mas já às vezes até pedir uma questão de probabilidade estatística, ok, se existe um nível da alfabetismo no século 19 muito superior ao que existe no século 21, então vai haver muitos melhores critões no século 21 do que aquilo que se cria no século 19, o que é falso.
Eu acho que é sempre uma minuria, e sempre será uma minuria, portanto aqueles que sabem escrever, se quedar são os mesmos que erram no século 19, apesar de haver muito mais gente a ler.
Mas são pessoas que têm maior nível de instrução, mas que não se interessam por aquele tipo de coisas que os nerds que não têm namorada se interessam lá em casa.
As controversias recentes entornam da utilização entre de gens artificial, para escrever obras literárias, o caso mais recente, é o livro que foi afastado, é o listo de finalista de estude do prêmio, com cura, em França.
Não verdade, depende de dois patamarze aí na questão da literatura, que é uma questão de um pouco diferente, por exemplo, de um teste de científico à técnico, mas na literatura eu acho que há, perfeitamente, lugar para a utilização seja do que for incluir as duas vezes artificial, mas com a menção de utilização de uma vez que a gente está a reto social.
De estes casos que estão a acontecer são pessoas que aliás, a editora, a editora canadiana desse autor, que foi acusado de utilizar entre a gente artificial, acabou de cortar, deixar de ser editora dele, bloqueando neste dinheiro sempre dito que não tinha utilizado e utilizou.
Não é uma questão de transparência, é uma questão de transparência, porque se eu disse ser, há vários casos, por exemplo, disse na poesia de pessoas que têm trabalhado sobre tecnologia e a poesia.
No dos anos senta, poesias experimental, muito métodos computacionais, estou a lembrar do meu fatemredor, que se amajá-la que as freitas, que têm um problema em que ela fez aquela experiência de utilizar uma palavra e ver qual era as palavras seguintes que o Google de sugeria, peram-te de palavras, se bem me lembra-me das mulheres, de feminismo etc.
E de facto, o Google sugeria clichês. Por exemplo, sei lá, não sei se ela utiliza esse exemplo, mas aquelas clichês que aparecem sempre, mulher, vê-se estéricas, que é o tipo de insulto, mais comum que as mulheres nos passam público, percebem.
E por exemplo, isso tinha uma função criativa, e agora outra coisa é dizer, fui eu que fiz isto e não foi, isso é uma forma de desonestirar, é como se pode ali vazentar os que se basaiam em situações do abro dos entreos.
E por tanto, o problema não é usar o que já foi feito por outros, o problema é acreditar, identificar, por as aspas, por os italics, por as nossas torres da pé.
Se isso for feito, se virem ler alguma coisa sobre qualquer peça do Shakespeare, dois estertos dos componentes daquela peça não nasceram da cabeça do Shakespeare.
A linguagem, sim, mas as histórias, as personagens, etc., deu fui buscar a alaguer, provavelmente que nós não conhecemos hoje, que é um autor da antigüidade, um autoriro de qualquer, e isso não tem problema nenhum, absolutamente nenhum.
Por enquanto, eu acho que a minha está segura por que ele não tem graça, eu acho que ele não tem graça por várias razões primeiras, porque resiste muito ao offender, e isso é impossível.