• lista de episodios - livros - sobre
  • Da acampada à aconchada

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    Esta semana a Pedramxia confessa-se presidiário.
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    João Miguel Tavarche, encontra a partida Centro Celebr,
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    e Ricardo Raúl Espreira declara-se em Marxatras.
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    Está reunido o programa que o Juno Amos estamos legalmente impedidos de dizer.
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    [Música]
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    Na Toyota, declaramos otimistas em relação a la manhã.
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    Porque sabemos que já os estamos a construir.
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    São projetos como um Toyota Marvel,
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    que já plantou mais de 200 mil árvores afelores das portuguesas,
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    ou iniciativa, um Toyota na missão,
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    que apoia instituições de solidariedade social,
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    que nos mantenha em movimento para chegarmos onde queremos.
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    Mais além.
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    Conheçam os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em Toyota.pt.
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    [Música]
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    - Araviva, vocês vão bem-vindos no final de uma semana
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    em contagem de crescendo para as eleições no Brasil
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    e marcada por tumultos em várias cidades europeias.
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    Vamos falar disso mais adiante,
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    mas começamos com o João Miguel Tavares como ministro da Acampada.
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    Não seria mais adequado ser antes de ministro da Aconchada.
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    É que eu escolhi o tema antes da ver com a Xinha.
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    E atenção, partidamente, o que passou a ver com a Xinha,
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    todas as minhas opiniões mudaram.
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    - Os manifestaentes em defesa de direito à habitação desistiram das tendas,
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    a polícia me assava removelas, passaram a dormir uma noite
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    no recio ao relento em conxinhas chamaram-lhe a conchada.
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    Agora dizem que fazemos um minuto pro dia de conxinha.
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    Como é que vê a esta adaptação do protesto, Miguel Tavares?
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    - É, doro.
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    - É doro.
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    Eu acho que eu já aqui partilhei,
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    eu partim muitas vezes a minha intimidade.
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    E eu adoro conxinha.
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    Adoro conxinha já defendi que é um dos grandes prazer desta vida.
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    É conxinha, das coisas melhor inventadas, uma das prazeres.
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    E é o primeiro movimento a causar por uns de radical,
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    porque por um conxinha...
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    - Oro a esta.
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    - Por um conxinha.
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    - Oro a esta.
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    - Por um conxinha.
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    E isto é uma ruisa muito portuguesa.
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    Eu não sei porque todas as estovizões internacionais deviam estar cá,
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    deviam imporcio mostrar a CX por esta, é em conxinha.
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    E eu adoro a ir adoro a conxinha.
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    - Eu não me gata a estar aqui, tá?
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    - O que é fazer para que está assim bleia por plac?
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    - Eu quero, eu quero.
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    - Estem queiram-me aqui para a televisão contigo para acompanhar o teatro recessão.
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    - Sim.
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    - Ocean, já.
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    Por um lado, as ideias daquelas pessoas não são espectaculares.
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    - É um problema.
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    - O demonismo continua muito na moda ali pela zona do recio e eu tenho ideia que o
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    demonismo já mostrou o covalhia há metas décadas, ou seja, não vale nada.
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    E as ideias são péssimas, mas, de facto, quando se mostra que não só não existe violência
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    da parte daquelas pessoas para além de alguns discursos realmente um que quer descablar
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    dos meus vambos da Autoconto, como, ao fim deste tempo, aquilo que eles propõem, vamos
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    nos deixar de detendas e vamos fazer a Conchinha, a Chisse lindo e ver tenho muito orgulho no meu
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    país e acho que a Conchinha devia ser integrada no InNational.
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    - Os manifestaentes mudaram, mas antes da polícia também já tinha mudado, em certo sentido,
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    de que moda que aquela carga policial no porto na semana passada, implacável nas palavras
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    do presidente da Câmara, obrigou o próprio governo a mudar de tudo, que faça aos protestos
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    e as preocupações levantadas pelos manifestantes.
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    - Acho que até há gaúas ninguém precisa ver muito bem aquela carga, né?
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    É verdade que no início houve uma retórica até governamental, mas se um bocadinho é
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    possível.
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    É um governo fraco, de repente que ele mostrou que manda um bocadinho, isso nunca é muito bom.
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    - Faça forta fraca gente.
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    - É um bocadinho, é um bocadinho, porque não parece a necessidade de tudo aí, claro que as
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    pessoas não podem estar ali acampadas, mas entre te gatendas e não deixar montar tendas
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    a desatar a castada, eu acho que é preciso alguma, sem certeza, em algum equilíbrio.
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    E depois dessa noite, dessa madrugada infeliz, a polícia também se tem comportado, parece
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    muito bem, de elugante, os próprios manifestantes também têm andado contra a menos de um certo
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    civismo, mas sobre tudo, a partir do momento que a campada se transforma em a conruchada está
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    tudo resolvido, e é verdade que continua a falta a casas, mas eu não sei qual é que
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    é o polícia, um bonito castete que vai bater em pessoas em conchinhas, isso não acontece.
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    Eu acho que nunca nenhuma pessoa em conchinha até hoje foi aglidida por um polícia.
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    - Gostou de ver o ministrado de Ministrado, só interna, Ricardo Arospreira, Luis Neves,
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    afirmar, aparentóriamente que elei é para ser cumprida?
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    - Ah, ó Carlos, eu não queria nada ser o reacionário que diz estas joventudes, mas realmente
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    estas joventudes, meu Deus.
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    - O que estás contra a conchinha?
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    - Ó, hoje é o Miguel.
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    Não se vê, então não há uma destruição, não se pega fogo ou um caixote, não há um
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    saqueamento, uma pilhagem, uma coisa...
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    Eu obvio que...
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    - Porque isto fica muito engraçado?
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    Por causa dos constantes apelos à lei, para a lei, então a atenção, respeito a
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    lei, palunúncio no Parlamento, os arroasseiros do russinho, alguns dos quais a cantar.
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    - É grande la Vila Moreira, e se ele...
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    - Não, a cantar é grande...
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    Para já, a transgressão que é cantar a grande la, né?
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    Mas sendo do grande la Vila Moreira é realmente um passo em frente, porque em Brasil
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    ele piu a grupo, a grande la, com a Moreira de Cônigo, que faz a junção entre o Nord e o
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    Sul e convoca pessoas do país.
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    Mas é muito direto esta história do...
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    Os arroasseiros, por exemplo, Pedro Frazon do Chega.
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    Vejam bem os snowflakes que nós temos a dirigir o país, os partidos do...
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    O principal partido do oposição.
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    Estes arroasseiros, segundo Pedro Frazon, estão a ter...
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    estão a fazer proclamações que configuram o discurso do adio e que levam a violência.
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    E ele mostrou o momento, era o apalavra do Ordem.
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    Já ninguém atura o face do ventura.
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    - Descuro-se dodo e o que que motiva a violência.
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    E, portanto, o contraste entre o que se passa em França e o que se passa em Portugal.
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    O contraste entre a gritaria sobre...
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    Eu só espere que estes arroasseiros, tantos veis, compro a lei, corta para.
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    Faz aí com o chinha que está a ferir.
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    Mas, vale a administração interna ser muito claro na defesa da lei.
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    - É isso, vamos, vamos, vamos.
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    Eu espero que continuem a aplar ao comprimento da lei porque...
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    porque um protesto que começa com o conchinha já nunca sabam daquela acaba.
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    - Mas o ministro e os infreços do que estão aqui, são muito feitos.
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    - É, temção.
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    - Seja o que for, comece com o conchinha, não sabe como é que acaba.
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    - Não sabe como é que acaba.
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    - Embora há uma indicação.
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    - É muito pregoso.
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    - É muito pregoso.
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    - É muito pregoso.
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    E o percebo as preocupações com o comprimento da lei, porque esta gente que faz com o chinha.
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    - A lei vou tentar o pidor.
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    - Não.
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    - Mas vocês não comentam os diferentes tons dentro do governo, porque há diferentes tons dentro do governo.
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    - Aliás?
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    - Aliás, cremos terá que não perdeu a sua autoridade.
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    Mas, por exemplo, pintelos, ta em módifo fines com o princípio.
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    - Pintelos tem uma cobrica de área agora que é bem, não é exatamente como o governo está a dizer.
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    - Eu diria da outra manoeira.
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    - Não sei se está louco para a lega.
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    - Não sei se está louco para a lega.
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    - Porque não diria que ele presenta aquela instituto.
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    - É muito engraçada.
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    - É que pintelos depois de estar em pista própria, agranda.
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    - Exatamente.
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    Pintelos depois de vender a tapa já está atesco a agra.
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    - E está.
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    - E está.
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    - Está.
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    - Está.
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    - Isso é muito visível.
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    - O facto dos manifestantes terá em conseguir trazer para a primeira página da discussão pública,
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    o debate sobre os problemas da habitação,
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    poderia vir a estimular, pedram-se de outros tipos de protestos para tornar visíveis descontentamente sociais
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    que se encontram fora da agenda mediática e que, por os vistos, como protestos, acabam por saltar para as primeiras páginas.
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    - É verdade.
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    Se viremos, por exemplo, há muitos textos na imprensa europeia, mas também americana e dos outros sitios sobre os protestos dos jovens,
    [15:00:24 - 15:08:44] |
    na Europa e vemos que as causas não são exatamente as mesmas em baragem, há algumas reinciherentes,
    [15:08:44 - 15:22:04] |
    ou seja, saúde e educação, mas há outras e o grau de intensidade, pois é uma variação que dizem assim,
    [15:22:04 - 15:35:24] |
    as queixas dos jovens francês de seconto, relação à educação, estão a encaixar-se de uma situação que é muito melhor
    [15:35:24 - 15:48:44] |
    da discussão do que das escolas portugueses, esse tipo de coisas comparadas e, portanto, eu acho que virem-se que a manifestação
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    faz parte de uma mocracia, o comprimento da letra faz parte de uma mocracia e há uma tensão, às vezes, entre isso.
    [16:00:24 - 16:13:44] |
    Em Portugal, a questão não se põe, as pessoas têm estado criticar as acampadas e agora as...
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    - Miguê?
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    - A conchada, a conchada.
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    - A conchada?
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    - A conchada.
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    - O que são realmente secundárias com a questão dos leenses polestiniantes, quer dizer, eu não estive na acampada, mas tenho de concerto nos últimos anos, e, portanto,
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    banderas e leenses polestiniantes, é uma trenda, digamos, assim que não que está aí não é especificamente, e, verdamente, não tem nada a ver com a habitação,
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    mas também não parece uma abogação pertinente. E, de facto, não só lhes voa, o que aconteceu lhes voa não é o que aconteceu no porto, como o que aconteceu no porto não é o que aconteceu em Paris, ou o que aconteceu em Tirena.
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    E, de facto, o problema disso, vamos falar daqui a pouco, é que não tenho certeza que o clima político e eleitoral, no merdamento,
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    o parisense, isto é o forances, em que os dois favoritos são Le Peni, Melanchon, que essa situação traga alguma coisa do boa, do boa, nesta espécie político, não, evidentemente, não é de revindicação,
    [18:13:44 - 18:37:04] |
    quer dizer, a revindicação da habitação, a revindicação em si é difícil a ver uma revindicação mais justa, quer ter onde viver. Não parece ser de uma... não parece ser de uma coisa absurda, criticável,
    [18:37:04 - 19:12:04] |
    a certa altura do protesto, um manifestante pega num superém e começa a escrever na base de uma estatua, a Luísmone, e começa só a viagritos, de incentivo, não, não, a dizer, "oh, não faço isso, pá, estás a estar na sujar, propriedade pública, que é todos nós, e depois foram lá a esfregar, foram esfregar pra apagar, eu só espero que a gente...
    [19:12:04 - 19:53:44] |
    - Exatamente, o arbito foi extremamente que a gente... - Exatamente, eu só espero que a gente coneste a inclinação, a gente coneste a inclinação, pro terrorismo, eu apelso só o comprimento da lei, eu só espero que a gente não se lembra de transgardir, porque a gente nota-se que é cimento da transgression-stálida, até notos de humorismo, como o rapaz que ficou assim, mochila, e, por exemplo, a gente já veve de casa, e por tanto agora não tem habitação.
    [19:53:44 - 20:15:24] |
    - E eu quero dizer que se a conchinha for elevado a grande causa nacional, e que, em cada casa, de cada português, às uma conchinha todas as noites, eu acho que o mundo vai ficar mais grande.
    [20:15:24 - 20:28:44] |
    - A gente já lhe convinta com o chinho, eu sinto... - Eu quero que não o joveja. - Não, não desentra não, agamães com chinha. - A conchinha é outra coisa.
    [20:28:44 - 20:37:04] |
    - O que é que as badas de chinha? - A gente já está-se adalçado para... - Já que estamos em conchinha?
    [20:37:04 - 20:48:44] |
    - É muito preguoso que você está se fazer, porque tu queres uma mil, dez mil conchinhas. - Sim, de florestros.
    [20:48:44 - 20:52:04] |
    - Deixem um conchinho, de florestros. - Deixem um conchinho, de florestros.
    [20:52:04 - 21:08:44] |
    - E o principal partido de oposição, curiosamente, em sinto nir com o governo, estão preocupadosíssimos com a deriva para a ilgalidade, que a conchinha pode motivar...
    [21:08:44 - 21:17:04] |
    - Não incentivos práticas, que são claramente... - Será João Miguel Palácio? - Ser egoístico?
    [21:17:04 - 21:30:24] |
    - É muito provável. - Não. - É incentivar o germ, que depois redunda... - Estou em arruá, seito rir. - Estou apenas a espelhar o amor.
    [21:30:24 - 21:42:04] |
    - Redunda ou se estou espalhar o amor? - Entrega-se a uma. - O Roberto Avarza, pasta de ministro de campada e de conchinha.
    [21:42:04 - 21:58:44] |
    - O Ricardo Arospreira quer ser desta vez ministro de marcha atrás, e o condutor é no vato, é já experiente da manobra.
    [21:58:44 - 22:12:04] |
    - É ó, Carlos, é o quase só andar e marchar atrás. - É, quase só. - É, quer dizer, são as duas coisas no mesmo dia. - É, para para trás.
    [22:12:04 - 22:28:44] |
    - Quer falar da viassa do chega de arregar o acordo com o PSD, na discussão de lojas rendas, ou com um acordo para a provação e a ter trovada no generalidade.
    [22:28:44 - 22:37:04] |
    - Sim. - É a proposta do PSD, surpreendendo o volto-face. - Não. - Recada de arospreira.
    [22:37:04 - 22:53:44] |
    - Não. - Quer dizer, quem é que fica surpreendendo com um volto-face da parte da André Ventura, e os mais engraçados são no que toca entendimentos com o PSD.
    [22:53:44 - 23:18:44] |
    - Eu estou ali há muito por João Miguel, só para ver, só para ver o salgo em braço. - Impegácil. - Sim, sim. - Só prova a minha tese. - A prova do PSD. - Eu já vou. - A prova de tese. - Eu não sei se é a tese, não sei se é a mesma tese do Paco Escoelho, que é reparem.
    [23:18:44 - 23:42:04] |
    - Vamos ser rigorosos. Cada vez que eu falo, eu passo com ele, o João Miguel dá a dizer, "é, é, é, não foi, não é, é, é, vai para eu corrigir, porque às vezes eu estou a apontar para a nord-nor-oeste, e a final é norte mesmo. - Não, não.
    [23:42:04 - 23:53:44] |
    - Nossa, nota-se que existe um grande sinto, não tem o corrigação em relação a o Paco Escoelho. - Eu vou tentar visitar com todo o rigor.
    [23:53:44 - 24:33:44] |
    - Você estava se fazer com ele uma conchinha. - O Paco Escoelho, pertene, é, não, um entendimento, o cligação com o chega é tentar, tentar, para saber... - Aí está correto. - É isso, está correto. - Sim, é. - Estou mais forçado. - Estáis mesmo bem, estáis imami. - Para saber se o chega está de fato disponível para isto. - Está bom, fé.
    [24:33:44 - 25:00:24] |
    - Nós não sabíamos, nós não sabíamos, ninguém... - Que é que a devinha? - Sim. - Se o André Ventura é confiável, se está disponível para medidas impopulares, eu gosto tanto de medidas impopulares, não ninguém sabe.
    [25:00:24 - 25:17:04] |
    - E para estar assim ficávamos a saber, eu estou com uma curiosidade também para saber. - É, é, é, tipo, assim. - Não precisa saber. - Algumas coisas que ninguém...
    [25:17:04 - 25:43:44] |
    Mesmo as pessoas que não gostam do Pedro Paco Escoelho, uma vez o Acusorão, que é, Pedro Paco Escoelho, sempre proposa alguma coisa, quer como governante, quer que já não está no governo, nunca disse, primeiro vou melhor o pezinho, para ver se a água está frio a quente.
    [25:43:44 - 25:58:44] |
    - E o Ventura viva assim. - O Ventura viva assim. - Eu concordo estar muito com isto. - Estou me encerrando. - Estou me encerrando. - O que é terminar, sota.
    [25:58:44 - 26:08:44] |
    - Está o orador procedente no uso da palavra. - Aquela domina, é que eu vou dizer que queria terminar. - Por mim, avança.
    [26:08:44 - 26:20:24] |
    - Eu só queria dizer que eu tenho minho laço. - Para lá ver, há várias perspectivas em relação a isto da habitação.
    [26:20:24 - 26:37:04] |
    - Em princípio, toda a gente concorda que há uma crise e depois o que acontece são várias perspectivas. - Esta lei de... - Ó, o seu torno.
    [26:37:04 - 26:55:24] |
    - Mas é igual, sota está empoatelado a minha objeção e a revolução, o sota agora mudou. - Não, só tomei um sota. - Então, tenho que me enlouça. - Agora, fica a dizer um dito com a inscitação.
    [26:55:24 - 27:23:44] |
    - Eu acho que há várias perspectivas sobre isto, por exemplo, pacote medidas que o governo propõe agora, esta lei das rendas, é um pacote que coquem com bis, digamos, com a perspectiva ideológica de pessoas que se situam naquela área, que é...
    [27:23:44 - 27:47:04] |
    - Eu acho que nós devemos ter nensialmente, porteger os senhores, por quanto mais seguros os senhores sentirem mais disponíveis estão para por casas no mercado, com as casas no mercado melhor para o problema da habitação.
    [27:47:04 - 28:10:24] |
    - Outro lado, temos pessoas que estão mais interessadas na proteção dos inclinhos e na inoutrativa, para o mesmo objetivo que aumentaram no mercado, e elas ficarem mais baratos.
    [28:10:24 - 28:22:04] |
    - É uma coisa da... - As coisas como sabes, tem um historial que o vêm do Estado novo. - Com certeza, mas... - Que é o historial que é complicado. - O que acontece é o seguinte.
    [28:22:04 - 28:42:04] |
    - O ventura de facto aprovou isto na generalidade. - E agora, entre tanto, parece ter percebido que talvez não seja, talvez não seja umas medidas mais populares.
    [28:42:04 - 28:57:04] |
    - E, portanto, as convicções muito fortes que eu tinto na altura da generalidade, ele agora... até são, eu não dir que ele não tinha convicções muito fortes agora.
    [28:57:04 - 29:15:24] |
    - Eu acho que tem... esse é o mérito do ventura, ele tem um convicção muito forte numa coisa e no dia seguinte, tem uma convicção fortíssima no contrário. Mas sempre muito convicto, sempre muito convicto.
    [29:15:24 - 29:42:04] |
    - A proposta do PSD quer liberalizar o valor exigido para as calções no arrendamento e eliminar a regra dos dois percentes na atualização das rendas para os novos contratos e facilitar os processos de despejo em casos de rendas em atraso.
    [29:42:04 - 29:52:04] |
    - Enquanto díra aqui isto, Pedro, me cita a ter servido de combustível para os protestos que estamos a ver nas ruas.
    [29:52:04 - 30:07:04] |
    - Que dizer, pode ser sido combustível, mas, de facto, a situação existia e está alguns anos.
    [30:07:04 - 30:25:24] |
    - Estou há alguns anos a estagnação da construção e está há alguns anos a maneira complicada, com uma gira de que uma grande cidadis tem a lidar de que a questão da gente atrifica a saúde.
    [30:25:24 - 30:32:04] |
    - Tudo uma tua tampa, digamos. - Sire, repente só a tua tampa.
    [30:32:04 - 30:50:24] |
    - E reparei, a questão é que não é só a questão da habitação ser um direito constitucional.
    [30:50:24 - 31:13:44] |
    - É que toda a gente, acho que eu, concordará com a seguinte formulação, uma pessoa empregada que recebe um salário, deve ter dinheiro suficiente para prover as suas necessidades básicas.
    [31:13:44 - 31:22:04] |
    - Deve poder alimentar, se vestir, se ter um teto e uma quema.
    [31:22:04 - 31:37:04] |
    - E porém, se isso não funciona, é como que a gente não brusava uns tempos que diziam que a educação não está a contribuir para o elevador social.
    [31:37:04 - 31:47:04] |
    - Se a educação não está a contribuir para o elevador social, a educação tem um problema gigantesco.
    [31:47:04 - 31:55:24] |
    - Porque a educação serve também, não serve só para isso, mas é um fator importantíssimo.
    [31:55:24 - 32:13:44] |
    - E porém, se uma pessoa empregada não consegue ter uma vida digna, e a vida digna já estou reduzindo as mínimas funções vitais, digamos assim,
    [32:13:44 - 32:47:04] |
    - Esse é um problema objetivo, não há, eu até tenho dificuldade em por isso, como o esquerdo é direto, evidentemente que há soluções de esquerdo é direita, e que há no caso português, um historial grande, que foi o congelamento das rendas do Estado, no Estado de novo, que degradou muitoíssimo.
    [32:47:04 - 32:52:04] |
    - Tivemos o... - Chamado para a cabetação.
    [32:52:04 - 32:57:04] |
    - O para que habita o Sinal, eu estava a tentar evitar essa mesma esperança.
    [32:57:04 - 33:42:04] |
    - O para que habita ser o óbvio, porque, evidentemente, não há incentivo nenhum, não há você que veniu, a história da lei que cristas também, também, também, a ver com isso, neste momento, evidentemente que no momento em que há problemas de acesso à habitação, e que vai ser o caso, e motivo da senhora espénea, como reú de pôes, a palavra de espéjos não é a palavra mais bem vinda neste circunstância.
    [33:42:04 - 34:13:44] |
    - Ainda também não faça sentir nenhum de munizar os senhores, nem fazer aquela absurda, primeira página do público, em que dizia quem eram os membros da direita de parlamentar, que têm que são senhores, porque atenção.
    [34:13:44 - 34:50:24] |
    - O público, já que a pessoa tem feito, a que estendam isso, a que estendam isso, de putados, não só das queira parlamentar, mas opinadores de esquerda e o seu parque habitacional, como é que há as suas muito angustiadas, como o Salvador Subral, que diz que é terrível ser senyorio e ser lista.
    [34:50:24 - 35:10:24] |
    - E eu realmente tenho que paciência para essa retórica, porque a sua sempre atrial-utilidade, se é pizir a autoridade moral aos outros, estão que já tenham todas, se não temos um robo-los da queda-esquida.
    [35:10:24 - 35:38:44] |
    - Voltando à circunstância concreta, V.S.M.J. Miguel-Tavar, nesta circunstância, e nas novas posições de André Ventura, a proposta do PSD, V.S.M.J. com aquilo que aconteceu na altura da discussão de uma lograda,
    [35:38:44 - 35:50:24] |
    projeto da alteração do código laboral, ou seja, na adaptação do chega ao espírito dos protestos da rua.
    [35:50:24 - 36:00:24] |
    - Com certeza, ainda bem que eu faço essa pergunta, Carlos, porque assim eu posso voltar a trocar, que é, obviamente, com o sotor.
    [36:00:24 - 36:13:44] |
    - A manega, a manega, como André Ventura faz política, eu até posso exemplificar aqui, para as câmeras, consiste de seguinte forma,
    [36:13:44 - 36:32:04] |
    eu vanto ao dedo indicador, coloca o dedo indicador na sua candidated vocal, um deste com a língua, depois levanta o indicador e vê ponto só o provento.
    [36:32:04 - 36:37:04] |
    - Exato, é isso, né? - É, para ser que se acaba pie-lo.
    [36:37:04 - 36:52:04] |
    - É, este é a forma, este é a forma, como André Ventura faz política? - Estou a se chegar a entendimentos como a pessoa, então é.
    [36:52:04 - 36:57:04] |
    - Agora a minha pergunta, a maioria reformista. - A maioria reformista.
    [36:57:04 - 37:07:04] |
    - Na verdade, eu até acho que é. - Ah. - Por que que eu acho que este é contraditório com o sotor?
    [37:07:04 - 37:17:04] |
    - O sotor que é agora, eu tenho que ver as recordar qual é que é a frase de pedra que foi a frase, que ainda se citou agora, que era?
    [37:17:04 - 37:22:04] |
    - Já ninguém atura o faixo do Ventura. - Sério, que é já ninguém...
    [37:22:04 - 37:35:24] |
    - Eu até tenho medo de estar a repetir, porque eu disse que este era o discurso do adio que gera, mas nós seguimos aqui, para que tives e tives e tira a pagas.
    [37:35:24 - 37:38:44] |
    - É uma situação. - É uma situação.
    [37:38:44 - 37:48:44] |
    - É uma palavra d'or de reparar, não é? - Tem mata, tem doce aqui. - Mas é igual a hora de ter a hora de ter a hora. - Já estou a farta aturar.
    [37:48:44 - 37:55:24] |
    - É um desafio. - Reparei, as pessoas fazem em casa, não é?
    [37:55:24 - 38:03:44] |
    - Reparei, quando nós andávamos a aprender sobre fascismo, na escola e sobre nazismo?
    [38:03:44 - 38:17:04] |
    - É igual o povo que conduzia o doce. É a população, o manque dizia a Dolphite Lago que fazia.
    [38:17:04 - 38:25:24] |
    No tempo do Estado, não vejam os portugueses de cor de navo ou a salazar, o caminho de quando ele devia ir.
    [38:25:24 - 38:38:44] |
    - E a Espanha era o generalista em Franco que, prima de escutava a população do Barcelona e de Madrid, antes de decidir onde é que ele achou os polímios.
    [38:38:44 - 38:48:44] |
    - O teu ponto é que o vetor não é fascista isso. - O meu ponto é que ele é um fascista, é um fascista mole.
    [38:48:44 - 38:58:44] |
    - O que é uma nova categoria que é de polívio para todos? - É que polívio, mas o fascista mole é nada.
    [38:58:44 - 39:05:24] |
    - Quando é que o indesejável na política começou a ser o fascismo.
    [39:05:24 - 39:18:44] |
    - Nossa, começa no printer do fascismo. É baixo do fascismo, total. - Mas o Soutor acho que é fascista. - É um fascista, não acho que o venitor é fascista.
    [39:18:44 - 39:28:44] |
    - Isso aqui até se queria ali o Soutor, também acho que o venitor não é fascista. - É um fascista, o Soutor acho que o venitor é fascista.
    [39:28:44 - 39:43:44] |
    - O Soutor? - O Soutor, deixa eu te dizer, o que é o venitor. - O venitor é como essa tua imagem do linho mostre, é um oportunista.
    [39:43:44 - 40:00:24] |
    - O meu oportunista, como é evidente, estamos aqui há séculos, e dizer que ela é um oportunista. - É como o argumento. - Nunca foi. - Souvento, o meu argumento era impossível chegar a entendimento como uma pessoa assim.
    [40:00:24 - 40:10:24] |
    - Com uma pessoa que se comporta desta maneira, com uma pessoa que faz da vida política e... - De pinho. - O teu argumento é...
    [40:10:24 - 40:23:44] |
    - Ah, pois, mas é feio, então nesse caso, se ele é um daqueles que conduzem o povo a partir do trás, então não é fascista. - Soutor, argumento.
    [40:23:44 - 40:38:44] |
    - Então, esse que... Eu nem se esqueço de ter interessado no debate, porque eu já sendo daqueles debate, vai dar... - O Soutor. - O debate, e o Sala-Zerismo foi um fascismo ou não?
    [40:38:44 - 40:55:24] |
    Bom, não, porque realmente, apesar de ter algumas características, não encaixava no definição, por isso talvez seja um autoritarismo conservador, sou toque não é interessa.
    [40:55:24 - 41:08:44] |
    - Interessa o que é que a liberdade é que havia, que a tropellas essas liberdades, que havia uma política política que perseguia a trocar, vai matar... - Com certeza, santo.
    [41:08:44 - 41:22:04] |
    - Mas o tal adentro não é exáduamente fascista, por não? - Soutor, o meu ponto não é isso. O meu ponto é outro soutor. O meu ponto é...
    [41:22:04 - 41:40:24] |
    - A razão pela qual existem cerca de sanitagem e as linhas de vermelhas é porco, a negativa aventura defende coisas ou piscinas.
    [41:40:24 - 41:47:04] |
    - E a razão pela qual não se pode negociar com eu. - É porco.
    [41:47:04 - 42:02:04] |
    - O que você acredita que ele está tão arregado essas coisas ou piscinas, que ele obviamente não vai abdicar dela. - E atenção, que ele não tem a brilha.
    [42:02:04 - 42:10:24] |
    - Que ele não tem a brilha, mas que ele não tem a brilha. - Soutor das mesas.
    [42:10:24 - 42:23:44] |
    - Olha, essas é que são os soutor, mas não dá pra ter. - Serca sanitárias, só me lembro de uma. - A chereca sanitária é exádua.
    [42:23:44 - 42:47:04] |
    - O que eu estou a dizer é que, como já se viu, as cenas ou piscinas que a negativa aventura defende, boa parte delas é para as pessoas que estão a acabar e falar dela. Isso nunca mudou.
    [42:47:04 - 43:07:04] |
    - Portanto, eu acho que a negativa aventura se torna realmente perigoso, no dia em que realmente passará acreditar na alguma coisa. Mas ele não acredita. É só um oportunista.
    [43:07:04 - 43:32:04] |
    - E sim, com os oportunistas, em política, pode se negociar. - Ah, tem dois sorte com isso. - Sim, o Ricardo Espera fica dentro de marcha atrás. É, vez do Pedro Messias, tornar ministro dos maios, mesmo em outubro, Pedro Messias.
    [43:32:04 - 44:00:24] |
    - Sempre que tenha vivido, e de mar do Stumult, por causa do Europa fora? - Sim, porque, sempre que há protestos studentis, há sempre o eco, a memória do Maio de 188.
    [44:00:24 - 44:48:44] |
    - E, neste caso, vê as milhaças entre o outubro de 26 e o Maio de 188? - Não, não, não, não. A verdade, uma das coisas pelas quais muitas pessoas, como sape-lo, pelo General de Gol, não compreenderam o Maio de 188, foi porque no Maio de 188, por tanto, ainda dentro daquela, chama, o estrangeiro interagurioso, até que elas três décadas de progresso, económica, seguirá a segunda guerra mundial, o General de Gol não percebia,
    [44:48:44 - 45:08:44] |
    porque as pessoas que não tinham problemas materiais estavam descontendo. - E era porque havia, debaixo da calçada, a praia. - A praia, e por cima da praia às pedras.
    [45:08:44 - 45:30:24] |
    - Mas... - Mas... - Mas, evidentemente, que é muito bonito. - É, relaxo. - Volou a pena fazer o Maio de 188 só para ter essa frase. - Não, temos de poéticos, os flores, veram de logan, os flores, tem de logan, isso é imbatível.
    [45:30:24 - 45:53:44] |
    Mas, o Maio de 188 é uma revolução essencialmente cultural, e até para doqueçal, desde logo, porque, pois, em ação de duas esquerdas, que era a esquerda estudantil, e a esquerda...
    [45:53:44 - 46:17:04] |
    - Se lembra-se, as teriam as esquerdas, dariaicamente, e a esquerda, sim, de cal, barra, comunista, que não tinham necessariamente os mesmos interesses, por um lado, e por outro lado, porque havia uma sobreposição de classe curiosa,
    [46:17:04 - 46:43:44] |
    que se manifesta naquela frase do Pazo Aline, Marxista, que dizia que, quando vê, com frontes entre polícias filhos do proletariat... - E estudar a filha da prazeria, e ela está com o filho da proletariat.
    [46:43:44 - 47:07:04] |
    - Não, ele fez muito a migra dos seus amigos de esquerda, entre os seus colegas de esquerda, mas eu acho que não terá da ver, acho que o que existe é uma tradição, neste momento já podemos falar de uma tradição, de ação direta em frecção,
    [47:07:04 - 47:20:24] |
    - É muito afresh, que foi um espécie que não chegou a ter terrorismo nos anos de chumbo, ou quase nenhum, comparado com a Alemanha, ou com a Itália, mas é...
    [47:20:24 - 47:30:24] |
    - Independente isto, sim, mas é aquela coisa tipo, o Badr Manhoff, obrigado a os vermelhos, etc.
    [47:30:24 - 47:53:44] |
    - É... a frecção da ação direta. - Tem uma transição muito facil da ação direta, e, neste caso, isso acontece no momento em que temos, genericamente,
    [47:53:44 - 48:40:24] |
    com candidato completamente do lado de estudantes, até ou dos jovens, até nos tumultos, e alguém, que é marrindo de pena, a prometer a hora de ser presente a França, e portanto, não acho que tenha nada a ver com mais de 68, é por um lado menos abrangente, mas é mais prego, o mais sentido, é um lado muito fascinante, e aqui acho que é um lado muito pregoço, porque neste momento, pela prazeria, ele isto...
    [48:40:24 - 49:10:24] |
    - Ou seja, na altura estava no poder o general do gol que combateu o fascismo, e aqui está Marrindo Le Pen, que é filha de um senyora que dessa tradição, e que pode ser presente a França, portanto, acho que os perigos são muito ísios e maior.
    [49:10:24 - 49:23:44] |
    - Em que me díde a que a situação, a França está ligada a João Miguel, está a variar o facto de haver eleições presidenciais marcadas para daqui a meio ano.
    [49:23:44 - 49:50:24] |
    - Parece evidente que isso pode ter influência, mas a influência que também não é fácil fazer essa matemática, existe também muita estética, que a França insubmiza, pode gastar interessado nisso, e está agando no sentido, a alimentar algumas destas manifestações.
    [49:50:24 - 50:08:44] |
    - É só um pouco ídio. - Então, assim como que ídio, isso é um facto, mas portanto, quando nós vemos aquilo, a maior parte das pessoas olham e dizem, quem isto vai facilitar a vida, é Marrindo Le Pen,
    [50:08:44 - 50:17:04] |
    então porque a França insubmiza, está facilitar a vida a Marrindo Le Pen. - É lógico quando piere melhor.
    [50:17:04 - 50:32:04] |
    - E o quando piere melhor é porque é para ajudar a ir em um luge de marrindo Le Pen, e depois as coisas corregam-me alô, e depois regressar-me o lancheon, que acham que ele é um cheio de foda.
    [50:32:04 - 50:40:24] |
    - Que acha que ele é um cheio de foda, acho que pode ter uma hipótese. - Que aptolizados. - E ainda há segunda volta, e portanto...
    [50:40:24 - 50:50:24] |
    - E está isto depois de confronto direto. - Mas depois de pagar-se a ardente, tem uma grande vantagem, não confronto direto com Marrindo Le Pen.
    [50:50:24 - 51:20:24] |
    - Tenha ilion e... - Neste estado da França, o que está a aguardar com essa referência? - É saber se o Junais já está a falar nisso, que é saber se esta situação não pode, após com alguma asperação ilitural, os candidatos mudrados, os quais estavam todos bastante cá para baixo.
    [51:20:24 - 51:33:44] |
    - É do Arfilipo, Dragluque, S. Manet, certo. - E esta seguia a grande notícia. - Enquanto fora entre-es, em princípio.
    [51:33:44 - 51:50:24] |
    - Quem é que pode capitalizar politicamente com esta situação? - O cardelador, as sonidades parecem ser bastante claras sobre quem é que pode capitalizar.
    [51:50:24 - 52:07:04] |
    - Muitas tem pote de terceira via, digamos, mudrada. - A terceira via mudrada, em princípio, sou... - De quem... de leitores que querem fugir aos termino mais à esquerda?
    [52:07:04 - 52:18:44] |
    - Sim, a terceira... - É a terceira, mais radical à esquerda, e que querem rejeitar Marrindo Le Pen?
    [52:18:44 - 52:28:44] |
    - Exato, a terceira via mudrada. - A terceira via mudrada. - Seria no fundo, a reprodução da situação portuguesa.
    [52:28:44 - 52:37:04] |
    - Exato, a terceira via mudrada. - Então em Portugal nunca tivesse uma elanshona.
    [52:37:04 - 52:57:04] |
    - Sim. - Mas a terceira via mudrada só existirá se aqueles três candidatos que estão abaixo do Le Pen e melanchon,
    [52:57:04 - 53:13:44] |
    se os que estão em quarto e quinto lugar nas sonidades desistirem a favor do terceiro. É a única pote, não é certo, mas é a única hipótese disso a quando você...
    [53:13:44 - 53:22:04] |
    - É que não é claro que não seja do terceiro, talvez seja do ar-filipe. - Exato, é o mais probable, mas é...
    [53:22:04 - 53:35:24] |
    Para isso esses mudrados tinham de tomar a posição mudrada, mudradamente ir em pra casa e às vezes...
    [53:35:24 - 53:42:04] |
    - É difícil, custou-me cá, é difícil. - O Pedro Messia fica então ministro dos maios,
    [53:42:04 - 53:50:24] |
    também entregue das pastas ministrias por esta semana, altura para saber-me porque o Pedro Messia, outra vez ele,
    [53:50:24 - 54:07:04] |
    se declara presidiário que pena efetiva com o pé na efetiva ou passível de revisão, apesar de tudo ter messia.
    [54:07:04 - 54:17:04] |
    - Pelo menos lá, presidiário ou empixado... - Porto-liso para coinhar o novo verbo...
    [54:17:04 - 54:28:44] |
    - Foram praticamente todos os presidentes, não todos os... - Isso vem por causa de que o Pedro Messia...
    [54:28:44 - 54:52:04] |
    - O reto afinal das eleições brasileiras, esta sexta-feira ainda haverá um debate, já vimos um na segunda-feira, a votação é no domingo, o que é que resulta o primeiro frente a frente da primeira semana?
    [54:52:04 - 55:02:04] |
    - Bem, por isso... - O primeiro, o segundo debate interessante, suma aquele modelo que eu testo, choreográfico,
    [55:02:04 - 55:20:24] |
    não de pessoas entrar no plano e de avançar e de estar em play, uma vez naquele departamento, eu trouxe...
    [55:20:24 - 55:28:44] |
    - Percebem-o a Clinta, naquilo que eu trouxe, se punhar atrás da Clinta, como se eu fosse chefaquiar.
    [55:28:44 - 55:40:24] |
    Tanto não gostei disso, gostei da... a resposta do Lula ou as presidiários...
    [55:40:24 - 55:43:44] |
    - O momento para a ediada... - Tem muito boa, é.
    [55:43:44 - 56:00:24] |
    - Quando o Bolsonaro perguntou a Lula como explica que mais de 70% dos presidiários tenham votado nela e Lula replicou que quer 100% dos votos de presidiários?
    [56:00:24 - 56:07:04] |
    - Inclusive é seu pai. - E depois é crescendo, porque ele conhece-se.
    [56:07:04 - 56:17:04] |
    - Isso não é porque são melhores. - É um bom... - Os 81 anos mostram-me com o talento político.
    [56:17:04 - 56:30:24] |
    - Ele continuou até talento político. - Mas o que acontece é que a Chondágio dizemos uma coisa que ele, gas, não, é novidade para quem,
    [56:30:24 - 56:42:04] |
    é a Félix, que virou o filme "O Sonho Acabador", que é um filme maravilhoso do que o "Cuebarmendo Nossa Filho", que é as classes,
    [56:42:04 - 56:53:44] |
    assim, muito esquematicamente, que vão votar no Lula, que já votaram no Lula e que vão votar no Lula, são as classes A e D,
    [56:53:44 - 57:05:24] |
    portanto os ricos e os pobres, a classe B e esmagadoramente a classe C vão votar Bolsonaro.
    [57:05:24 - 57:13:44] |
    Isso significa, quando se quer acontecer uma coisa, que o Lulismo não proviu,
    [57:13:44 - 57:27:04] |
    muitas pessoas que se caberam livros muito do outro sobre isso, e que o filme "O Sonho Acabador" exemplifica que
    [57:27:04 - 57:37:04] |
    o vulgo mobilidade social, bastante mobilidade social, mas a mobilidade social, por exemplo, de D para C,
    [57:37:04 - 57:52:04] |
    ou para B, faz com que as pessoas também tenham mudado de interesse de classe, faz com que as pessoas, no fundo,
    [57:52:04 - 57:58:44] |
    já tenham uma mentalidade completamente diferente, e vemos que algumas pessoas que nós diríamos,
    [57:58:44 - 58:10:24] |
    essas pessoas não vão votar na direita, por exemplo, as pessoas que têm empregos das plataformas,
    [58:10:24 - 58:18:44] |
    não é o centregador este comida, mas depois eles dizem álgones de dizer assim, sim, mas nós lhe damos conhecê-lo,
    [58:18:44 - 58:22:04] |
    a gente lhe damos com isto, etc.
    [58:22:04 - 58:30:24] |
    E portanto, a situação brasileira não é extraordinária para o analis marxista,
    [58:30:24 - 58:42:04] |
    no sentido que há uma série de pequenos desajustes, e portanto é possível que o Bolsonaro o Junio,
    [58:42:04 - 58:52:04] |
    que, enfim, não é tão mal como o pai porque não existe, isso não existe, mas, enfim,
    [58:52:04 - 59:07:04] |
    do substancialmente não é muito diferente, pode ser eleito com o voto de pessoas que, naquela velha expressão
    [59:07:04 - 59:15:24] |
    do interesse de classe, não tinham interesse em votar neles, o grãozinho nem é como uma alíaz,
    [59:15:24 - 59:22:04] |
    como alíaz acontece nos Estados Unidos com um boa parte do movimento maga.
    [59:22:04 - 59:32:04] |
    Eu gostou do dispositivo do debate, o Amigal Tavarco, aquela curografia entre os dois candidatos,
    [59:32:04 - 59:42:04] |
    para se ter um timing bastante oportuno ao mesmo tempo, surpreendente.
    [59:42:04 - 59:47:04] |
    É o país do Samba, né? É o país do Samba?
    [59:47:04 - 59:48:44] |
    Sim, é um jinga.
    [59:48:44 - 60:03:44] |
    Sim, o Brasil está numa situação com que os dois candidatos, que é uma tristeza, nenhum deles devia estar,
    [60:03:44 - 60:08:44] |
    não devia ser aquela escolha que os brasileiros deviam ter um bultinho de voto,
    [60:08:44 - 60:13:44] |
    agora, se após petar com aquilo nunca melhor.
    [60:13:44 - 60:18:44] |
    No Brasil ainda é pior do que a França, porque não há três saíros.
    [60:18:44 - 60:20:24] |
    Não há, não há.
    [60:20:24 - 60:22:04] |
    Estou esterendo em um treinado e tudo esterendo.
    [60:22:04 - 60:25:24] |
    Esterendo em um treinado e tudo esterendo.
    [60:25:24 - 60:27:04] |
    E tudo está desgüessado.
    [60:27:04 - 60:38:44] |
    Aquilo sistema é uma coisa muito trama, a maneira que o sistema de partida e como os partidos se partem todos,
    [60:38:44 - 60:43:44] |
    é que é enviável, qual é que é algum problema?
    [60:43:44 - 60:50:24] |
    É um problema que, obviamente, eles não se vieram ter tornado independentes, não saem que não são ovos.
    [60:50:24 - 60:52:04] |
    Exatamente.
    [60:52:04 - 60:53:44] |
    Exatamente.
    [60:53:44 - 60:58:44] |
    É um problema que pode ter portilhado as vossas retas.
    [60:58:44 - 61:00:24] |
    Deem ser muito gerenes.
    [61:00:24 - 61:07:04] |
    É um problema que está no estado em caúrgica.
    [61:07:04 - 61:08:44] |
    É um problema que está no estado em caúrgica.
    [61:08:44 - 61:15:24] |
    Para dizer, para dizer, é verdade, esta frase, uma garota, mas pode ser que uma cidade é apenas um...
    [61:15:24 - 61:23:44] |
    Não existe uma defesa, porque o Lula é um problema de problemas do Brasil,
    [61:23:44 - 61:27:04] |
    eles são 500 anos de este.
    [61:27:04 - 61:30:24] |
    É um problema de culpa ainda em nossa situação.
    [61:30:24 - 61:42:04] |
    É uma possibilidade ainda de Lula, de se ele conseguir inverter o resultado também na volta,
    [61:42:04 - 61:43:44] |
    o Ricardo Rújo Pereira.
    [61:43:44 - 61:52:04] |
    O Carlos eu olho para as eleições brasileiras e é muito fácil uma pessoa ficar desconsolada,
    [61:52:04 - 62:03:44] |
    só com isso, com quase 8 potas de reversão ser aparentemente longe inco,
    [62:03:44 - 62:07:04] |
    mas com o fato, por exemplo, vai haver um debate.
    [62:07:04 - 62:10:24] |
    Não sei se é hoje mesmo, na Globo.
    [62:10:24 - 62:12:04] |
    É esta sexta-feira.
    [62:12:04 - 62:13:44] |
    É esta sexta-feira.
    [62:13:44 - 62:25:24] |
    E a Globo, não sei se viram isso, a Globo introduziu uma regra antidbocha.
    [62:25:24 - 62:30:24] |
    E se pegam antidbocha.
    [62:30:24 - 62:33:44] |
    Tu contensas, estamos ficando com isso mesmo.
    [62:33:44 - 62:35:24] |
    Firmado, sim.
    [62:35:24 - 62:37:04] |
    Achemos mal, sim.
    [62:37:04 - 62:40:24] |
    Aos ouvidos, portugueses, é mais engraçadinda, né?
    [62:40:24 - 62:45:24] |
    Porque a gente, para nós, de voz, é outra coisa.
    [62:45:24 - 62:47:04] |
    Exatamente.
    [62:47:04 - 62:48:44] |
    Ah, depois no Brasil é diferente?
    [62:48:44 - 62:52:04] |
    No Brasil é...
    [62:52:04 - 62:53:44] |
    É... é gusar...
    [62:53:44 - 62:55:24] |
    Ah, ok, sério.
    [62:55:24 - 63:08:44] |
    É a circun... acho que é a melhor definição talvez seja a circunstância de ser gusão,
    [63:08:44 - 63:10:24] |
    para além do limite da seitava.
    [63:10:24 - 63:12:04] |
    Mas não tem uma connotação sexual.
    [63:12:04 - 63:13:44] |
    É isso.
    [63:13:44 - 63:15:24] |
    É minha exatamente.
    [63:15:24 - 63:20:24] |
    Mas não tem connotação sexual, não tem connotação sexual.
    [63:20:24 - 63:22:04] |
    Ah, então é lamentável.
    [63:22:04 - 63:25:24] |
    E portanto, embora é usar, tem a...
    [63:25:24 - 63:27:04] |
    Exatamente.
    [63:27:04 - 63:28:44] |
    Exatamente.
    [63:28:44 - 63:30:24] |
    Exatamente.
    [63:30:24 - 63:32:04] |
    É exatamente o que tu disse.
    [63:32:04 - 63:38:44] |
    É a minha... é a descrição da minha profissão.
    [63:38:44 - 63:53:44] |
    E é por isso que a gente não espera que isso esteja presente no debate entre dois candidatos à presidência de um dos maiores países do mundo.
    [63:53:44 - 63:55:24] |
    Desculpe.
    [63:55:24 - 64:02:04] |
    Seja preciso dizer, estes senhores são candidatos à presidência de um maior país do mundo.
    [64:02:04 - 64:07:04] |
    São os dois finalistas, de um dos maiores países do mundo.
    [64:07:04 - 64:13:44] |
    Os dois finalistas, a gente vai entregar eles essa responsabilidade.
    [64:13:44 - 64:18:44] |
    Agora, no debate, dois dias antes de serem leitos.
    [64:18:44 - 64:23:44] |
    Vamos introduzir aqui uma regravesse, não há aqui uma balba, o burdi, a regra.
    [64:23:44 - 64:28:44] |
    Isso que acontece, sou verde, bosta. Qual é a penalização?
    [64:28:44 - 64:33:44] |
    Não sei qual é a penalização, mas acho que é uma...
    [64:33:44 - 64:42:04] |
    Já no Estado Unidas, isso aconteceu com a proposta de tirar o som do microfone de um deles.
    [64:42:04 - 64:52:04] |
    Aqui eu acho que senta-se quietos, que é para não andar nas traseiras do outro, fazer municis, paquamas...
    [64:52:04 - 64:57:04] |
    Isso não é simples, é esta regra.
    [64:57:04 - 65:00:24] |
    Eles não são capazes de o fazer.
    [65:00:24 - 65:07:04] |
    É para o precar, mas essa tu insistência em que o moga-politicação coisas diferentes...
    [65:07:04 - 65:08:44] |
    Acabou!
    [65:08:44 - 65:25:24] |
    O que é que é que o Mugista é hoje em dia, ou a Mugista é a prova do poder da popularidade, não é do poder do humor.
    [65:25:24 - 65:40:24] |
    Sabe-se que é preciso, porque o Pedro Mexí é se declara presidiário, o João Miguel Tavarges diz sentir-se livre como um passarinho, como a Monele Pinho.
    [65:40:24 - 65:48:44] |
    Como a Monele Pinho Pinho, e é bonito, mas também tem ver com o tema de que é o homem.
    [65:48:44 - 65:55:24] |
    O antigo ministro de 16 Sócrates foi libertado esta semana depois de ter sido condo nada das anos de prisão.
    [65:55:24 - 66:17:04] |
    Posteriormente, de as anos reduzidos para oito anos e meio, embora sem ter passado placadeia, esteve cinco anos em prisão preventiva do Missile Area, feche-se justiças, vamos cá-tavar.
    [66:17:04 - 66:30:24] |
    É para que a dizer, no sentido, pode ser feito de justiças, mas todos nós queremos a justiça de que o Monele Pinho foi alvo.
    [66:30:24 - 66:43:44] |
    E eu acho que as pessoas que estão entires e avaldos de Deus, olha o Paquile, ele diz, eu também quero.
    [66:43:44 - 67:12:04] |
    Eu quero passar a minha, o tempo todo que eu tenho, é porque, repare-se, primeiro foi um dez anos de prisão, confirmado em primeira instância, dez anos, confirmado em relação, dez anos, e agora se premi, diminui poito anos e meio.
    [67:12:04 - 67:30:24] |
    E, desse 18 anos e meio, eu passe cinco anos numa quinta magnífica, onde o seu grande problema não conseguia ir à pechina, nem conseguia ver as camélias porque apetava a pulsar.
    [67:30:24 - 67:38:44] |
    Mas eu pedi depois para o raio da pulsar, também ser aumentado.
    [67:38:44 - 67:42:04] |
    Eu estou me adiço a o raio da pulsar.
    [67:42:04 - 67:57:04] |
    É o raio da pulsar, eu acredito que seja chato, mas para uns vistos, uma pessoa pode cumprir uma pena pesadíssima, por alguém que foi dado contendo,
    [67:57:04 - 68:08:44] |
    se de corrompido como primeiro ministro, durante anos a fio, passa na sua quinta dominion.
    [68:08:44 - 68:23:44] |
    Repare? Eu... eu... eu... eu... eu... apouque as coisas mais dívoras que também as agruras de não chegar a garrafaera.
    [68:23:44 - 68:37:04] |
    Sim, eu não sei porque aquilo impediram o acesso a garrafaera, eu não sei se não há convenções internacionais sobre isto,
    [68:37:04 - 68:42:04] |
    e também a maior uma aquinas com que eles jogavam flipar.
    [68:42:04 - 68:55:24] |
    Um homem que está presa em prisão domiciliar e aí não pode abrir de vez em quando um barcavelha de 2011, eu não sei se...
    [68:55:24 - 69:05:24] |
    Isso foi um ano particularmente bom? Parece que sim, eu fui... foi por... por um ano eu também não percebi nada do assunto.
    [69:05:24 - 69:15:24] |
    Mas algo parece foi. E... realmente, em prisão domiciliar e vivo eu pá.
    [69:15:24 - 69:20:24] |
    Eu praticamente é isto, minha vida é o pá. Eu venho a se casar estas e hoje...
    [69:20:24 - 69:23:44] |
    E contem a que é outro. E contem a que é outro.
    [69:23:44 - 69:25:24] |
    E contem a que é outro.
    [69:25:24 - 69:27:04] |
    E contem a que é outro.
    [69:27:04 - 69:30:24] |
    Alguma notação sobre este caso?
    [69:30:24 - 69:48:44] |
    É assim, eu acho que há duas coisas diferentes como em todos os casos que é promhável, podemos discutir cada uma das questões processuais.
    [69:48:44 - 70:00:24] |
    E depois há uma frase que é de 18 anos, 5 anos, nenhum.
    [70:00:24 - 70:17:04] |
    Isto facto cria uma desconfeição de estes cento entretemente da questão de haver algumas justificações, não diga no caso, mas ao fim.
    [70:17:04 - 70:20:24] |
    Todos os anos, outros casos, temos alguns.
    [70:20:24 - 70:30:24] |
    É incrível, mas esta decisão tem fundamento. Esta medida foi justificada, etc.
    [70:30:24 - 70:37:04] |
    Mas a imagem numa linha é uma imagem apastíssima.
    [70:37:04 - 70:58:44] |
    E com isto está na altura dos livros e eu trago esta semana um livro em torno de uma palavra corrente, tanto na linguagem política como na linguagem comum, o livro chama-se progresso.
    [70:58:44 - 71:10:24] |
    E é no subtítelo que surge a chave para o aspecto contra o verso da obra. Uma história de pior ideia da humanidade.
    [71:10:24 - 71:25:24] |
    Ao contrário do que este subtítelo pode dar a entender, não se trata de um livro, de um reacionário, de um conservador, mas de um sético.
    [71:25:24 - 71:35:24] |
    O autor Samuel Miller de McDonald é um geógrafo norte-americano que cresceu numa familiaridade e vistas políticos.
    [71:35:24 - 71:43:44] |
    Conta ele que aprendeu com os pais que o mundo melhora a salutarmos por isso.
    [71:43:44 - 71:55:24] |
    Passou anos de decado o próprio álcool ativismo ambiental, a ver destruir lugares pelos quais lutava.
    [71:55:24 - 72:18:44] |
    E foi a desilusão com essa luta que levou a virar o olhar para a própria ideia de progresso e a perguntar-se se nessa noção não seria final, não estaria na final uma forma de propaganda, mas de que outra coisa.
    [72:18:44 - 72:32:04] |
    A resposta a essa entrogação é este livro para o autor o progresso não é um facto, é uma narrativa.
    [72:32:04 - 72:50:24] |
    Nasceu, diz-l, na Mesopotamia, há cinco mil anos e serve desde então, grande Samuel McDonald, para pedir obediência no presente em troca de salvação no futuro.
    [72:50:24 - 73:03:44] |
    Até as do autores estar resumidas numa frase. Quem define o progresso controla o rumo da política, da economia e das nações.
    [73:03:44 - 73:28:44] |
    Para sustentar a afirmação, McDonald desmonta os gráficos, em que a linha sobe sempre a esperança de vida, diz-l, crece sobretudo porque morrem menos crianças e não porque os adultos vivam hoje muito mais do que um romano abastado vivia.
    [73:28:44 - 73:50:24] |
    No seu tempo, a pobreza baixa, quando se baixa, a f�squeia do que é ser pobre e a evolução da escravatura lembra-lhe citando Malcolm X, é como tirar uma faca das costas de alguém e considerar isso uma forma de cura.
    [73:50:24 - 74:07:04] |
    Para ilustrar a afirmação, cita números, segundo os quais, a hoje, diz-l, mais pessoas escravizadas no mundo do que no auge do tráfico Atlântico.
    [74:07:04 - 74:25:24] |
    O diagnóstico é assumidamente pesado e pessimista. Eu não vos posso dar esperanças, escrevo autor, isso pudesse. Não vos iludiria com ela.
    [74:25:24 - 74:43:44] |
    Este garantem um trabalho de amor e desespero. Progresso, uma história da pior ideia da humanidade da Samuel Miller, McDonald, de Tratoson de Miguel Martins, de publicação das edições de 70.
    [74:43:44 - 74:57:04] |
    O João Miguel Tavares traz as mortes de um pensador político que provei e promal desde há muito um pop star.
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    Sim, ele ficou uma pop star em 1992, quando lançou ainda muito sede na sua carreira o livro, o fim da história e o último homem. E desde então...
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    O livro teve um sucesso gigantesco, o fim da história foi imediatamente cagimbado.
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    Ou que as pessoas que lheiram o título?
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    Não, o que alegmente é que as pessoas nesse que lheiram o título, só lheiram o metade do título. E em bóguis de séries são as suas mógues, as mógues pessoais, mógues intelectuais, mógues políticas.
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    Mas da ideia que a Francisco Fucoyama e por isso o livro chama-se no reino do último homem a tentar explicar o que significava o último homem.
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    Que as pessoas só falaram da história do fim da história, mas que é a ser uma ser a última em o homem. E este último homem ele estava para que se poderia aborrecer extremamente quando a história acabasse.
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    E que esse aborrecimento poderia derivar em coisas não muito simpáticas, porque como eles explica os chegos humanos não são apenas conduzidos pela chua, a necessidades matriais,
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    mas também porque eles precisam de timos, timos, que é aquele reconhecimento que existe na sociedade, quando nós olhamos pós-membros deste painel e dizem realmente são pessoas espectaculares e que usávamos se dizer como eles.
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    - Dizem muito bem. - Nós estamos seis timos e toda a gente quer timos.
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    O Pedro Mexia não se estraja timos, mas traja a nova idade das trevas.
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    - É coisa que eu gosto de menos não livre ao título. O livro de James Merritt, que é a colunista do Times, faz uma história interessante, uma história,
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    uma synopsa do que foi o aparecimento primeiro da imprensa, depois da literacia, da escolaridade obrigatória, daquela chamada República das letras, do iluminismo etc., etc., e depois coisas genéricamente boas, positivas etc., e depois chalta daí e agora temos um tic-toc e o tramp.
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    Eu acho que há uma forma de poca-litica de poras coisas, evidentemente que houve retrocesse, a morte dos jornais, por exemplo, é um grande retrocesse, todos nos nos calcitos sobre a incapacidade ou a inspirabilidade de alunos universitários lerem textos com certo grado complexidade e ser um retrocesse,
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    mas houve imensas pessoas aliás algumas delas que escreveram sobre este livro, que disseram que há vados, por exemplo, sobre a leitura que contraeriam este catastrophias.
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    Eu acho que a primeira parte é interessante como o consumo de o que aconteceu desde o Gutemberg até o ASEC 20, a parte atual está muito acima do acontecimento e é pelo menos debatível, ao vermelho, o contestável, se o que cenário é assim tão negro, em baraja, várias novas negras, no horizonte.
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    O Ricardo D'Arospreira propõe um regressau de clássicos por interpos de leitura.
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    Exatamente, uma vez, na colombia, uma aldeia recôndita, na colombia, a pessoa lá, a biblioteque ignorante, deixava livre, hoje voltava a trazer os livros e uma vez as pessoas da salda ediceram, a gente vai ficar com um livro aqui.
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    E as pessoas da biblioteque ediceram assim, tudo bem, mas expliquei no só porque, era a ilíada, e elas e ceraam porque este livro é a história também da nossa vida, nossa vida também é uma vida luta, governada por deuses caprichosas, que sometem coisas aliatórias e tal.
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    E o livro é, como diz o título, a ilíada e a audisseia de Almero, uma biografia, é a história da leitura destes textos muito antigos, e a explicação da razão placoal, eles continuam a agitar nos desta forma, milênios depois de terem sido escritos, não sei se já passou aquela agitação com o filme do Christopher Nolan, mas este livro é ótimo para as pessoas que querem perceber,
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    porque essa agitação existiu dois ou três mil anos depois dos textos terem sido escritos.
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    Falta de dizer que é um livro de Albert Manguel, e o livro é "A Diceia de Almero", e que vai passando pela mundial, que foi sendo estabelecido com este texto, por dentro, vergilio, os românticos, o cristianismo, os joais, etc.
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    O cinema é um capital sobre cinema, embora o Nolan ainda não entra.
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    Está concluída mais uma reunião semanal, de hoje 8 dias, a mesma hora, os mesmos de sempre também em podcast, pedro-mexias, homem galetavárez e Ricardo Rusper.
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    [Música]

     

     

    Transcrições dos episódios do podcast Governo Sombra

    Feitos com uma mistura de Rust, whisper.cpp, e amor.

    Uma estupidez por Duarte O.Carmo

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