- O que são realmente secundárias com a questão dos leenses polestiniantes, quer dizer, eu não estive na acampada, mas tenho de concerto nos últimos anos, e, portanto,
banderas e leenses polestiniantes, é uma trenda, digamos, assim que não que está aí não é especificamente, e, verdamente, não tem nada a ver com a habitação,
mas também não parece uma abogação pertinente. E, de facto, não só lhes voa, o que aconteceu lhes voa não é o que aconteceu no porto, como o que aconteceu no porto não é o que aconteceu em Paris, ou o que aconteceu em Tirena.
o parisense, isto é o forances, em que os dois favoritos são Le Peni, Melanchon, que essa situação traga alguma coisa do boa, do boa, nesta espécie político, não, evidentemente, não é de revindicação,
quer dizer, a revindicação da habitação, a revindicação em si é difícil a ver uma revindicação mais justa, quer ter onde viver. Não parece ser de uma... não parece ser de uma coisa absurda, criticável,
a certa altura do protesto, um manifestante pega num superém e começa a escrever na base de uma estatua, a Luísmone, e começa só a viagritos, de incentivo, não, não, a dizer, "oh, não faço isso, pá, estás a estar na sujar, propriedade pública, que é todos nós, e depois foram lá a esfregar, foram esfregar pra apagar, eu só espero que a gente...
- Exatamente, o arbito foi extremamente que a gente... - Exatamente, eu só espero que a gente coneste a inclinação, a gente coneste a inclinação, pro terrorismo, eu apelso só o comprimento da lei, eu só espero que a gente não se lembra de transgardir, porque a gente nota-se que é cimento da transgression-stálida, até notos de humorismo, como o rapaz que ficou assim, mochila, e, por exemplo, a gente já veve de casa, e por tanto agora não tem habitação.
- E eu quero dizer que se a conchinha for elevado a grande causa nacional, e que, em cada casa, de cada português, às uma conchinha todas as noites, eu acho que o mundo vai ficar mais grande.
- A gente já lhe convinta com o chinho, eu sinto... - Eu quero que não o joveja. - Não, não desentra não, agamães com chinha. - A conchinha é outra coisa.
- E o principal partido de oposição, curiosamente, em sinto nir com o governo, estão preocupadosíssimos com a deriva para a ilgalidade, que a conchinha pode motivar...
- Quer falar da viassa do chega de arregar o acordo com o PSD, na discussão de lojas rendas, ou com um acordo para a provação e a ter trovada no generalidade.
- Não. - Quer dizer, quem é que fica surpreendendo com um volto-face da parte da André Ventura, e os mais engraçados são no que toca entendimentos com o PSD.
- Eu estou ali há muito por João Miguel, só para ver, só para ver o salgo em braço. - Impegácil. - Sim, sim. - Só prova a minha tese. - A prova do PSD. - Eu já vou. - A prova de tese. - Eu não sei se é a tese, não sei se é a mesma tese do Paco Escoelho, que é reparem.
- Vamos ser rigorosos. Cada vez que eu falo, eu passo com ele, o João Miguel dá a dizer, "é, é, é, não foi, não é, é, é, vai para eu corrigir, porque às vezes eu estou a apontar para a nord-nor-oeste, e a final é norte mesmo. - Não, não.
- Você estava se fazer com ele uma conchinha. - O Paco Escoelho, pertene, é, não, um entendimento, o cligação com o chega é tentar, tentar, para saber... - Aí está correto. - É isso, está correto. - Sim, é. - Estou mais forçado. - Estáis mesmo bem, estáis imami. - Para saber se o chega está de fato disponível para isto. - Está bom, fé.
- Nós não sabíamos, nós não sabíamos, ninguém... - Que é que a devinha? - Sim. - Se o André Ventura é confiável, se está disponível para medidas impopulares, eu gosto tanto de medidas impopulares, não ninguém sabe.
- E para estar assim ficávamos a saber, eu estou com uma curiosidade também para saber. - É, é, é, tipo, assim. - Não precisa saber. - Algumas coisas que ninguém...
Mesmo as pessoas que não gostam do Pedro Paco Escoelho, uma vez o Acusorão, que é, Pedro Paco Escoelho, sempre proposa alguma coisa, quer como governante, quer que já não está no governo, nunca disse, primeiro vou melhor o pezinho, para ver se a água está frio a quente.
- E o Ventura viva assim. - O Ventura viva assim. - Eu concordo estar muito com isto. - Estou me encerrando. - Estou me encerrando. - O que é terminar, sota.
- Mas é igual, sota está empoatelado a minha objeção e a revolução, o sota agora mudou. - Não, só tomei um sota. - Então, tenho que me enlouça. - Agora, fica a dizer um dito com a inscitação.
- Eu acho que há várias perspectivas sobre isto, por exemplo, pacote medidas que o governo propõe agora, esta lei das rendas, é um pacote que coquem com bis, digamos, com a perspectiva ideológica de pessoas que se situam naquela área, que é...
- Eu acho que nós devemos ter nensialmente, porteger os senhores, por quanto mais seguros os senhores sentirem mais disponíveis estão para por casas no mercado, com as casas no mercado melhor para o problema da habitação.
- Outro lado, temos pessoas que estão mais interessadas na proteção dos inclinhos e na inoutrativa, para o mesmo objetivo que aumentaram no mercado, e elas ficarem mais baratos.
- É uma coisa da... - As coisas como sabes, tem um historial que o vêm do Estado novo. - Com certeza, mas... - Que é o historial que é complicado. - O que acontece é o seguinte.
- O ventura de facto aprovou isto na generalidade. - E agora, entre tanto, parece ter percebido que talvez não seja, talvez não seja umas medidas mais populares.
- E, portanto, as convicções muito fortes que eu tinto na altura da generalidade, ele agora... até são, eu não dir que ele não tinha convicções muito fortes agora.
- Eu acho que tem... esse é o mérito do ventura, ele tem um convicção muito forte numa coisa e no dia seguinte, tem uma convicção fortíssima no contrário. Mas sempre muito convicto, sempre muito convicto.
- A proposta do PSD quer liberalizar o valor exigido para as calções no arrendamento e eliminar a regra dos dois percentes na atualização das rendas para os novos contratos e facilitar os processos de despejo em casos de rendas em atraso.
- Estou há alguns anos a estagnação da construção e está há alguns anos a maneira complicada, com uma gira de que uma grande cidadis tem a lidar de que a questão da gente atrifica a saúde.
- É que toda a gente, acho que eu, concordará com a seguinte formulação, uma pessoa empregada que recebe um salário, deve ter dinheiro suficiente para prover as suas necessidades básicas.
- Esse é um problema objetivo, não há, eu até tenho dificuldade em por isso, como o esquerdo é direto, evidentemente que há soluções de esquerdo é direita, e que há no caso português, um historial grande, que foi o congelamento das rendas do Estado, no Estado de novo, que degradou muitoíssimo.
- O para que habita ser o óbvio, porque, evidentemente, não há incentivo nenhum, não há você que veniu, a história da lei que cristas também, também, também, a ver com isso, neste momento, evidentemente que no momento em que há problemas de acesso à habitação, e que vai ser o caso, e motivo da senhora espénea, como reú de pôes, a palavra de espéjos não é a palavra mais bem vinda neste circunstância.
- Ainda também não faça sentir nenhum de munizar os senhores, nem fazer aquela absurda, primeira página do público, em que dizia quem eram os membros da direita de parlamentar, que têm que são senhores, porque atenção.
- O público, já que a pessoa tem feito, a que estendam isso, a que estendam isso, de putados, não só das queira parlamentar, mas opinadores de esquerda e o seu parque habitacional, como é que há as suas muito angustiadas, como o Salvador Subral, que diz que é terrível ser senyorio e ser lista.
- E eu realmente tenho que paciência para essa retórica, porque a sua sempre atrial-utilidade, se é pizir a autoridade moral aos outros, estão que já tenham todas, se não temos um robo-los da queda-esquida.
- Voltando à circunstância concreta, V.S.M.J. Miguel-Tavar, nesta circunstância, e nas novas posições de André Ventura, a proposta do PSD, V.S.M.J. com aquilo que aconteceu na altura da discussão de uma lograda,
eu vanto ao dedo indicador, coloca o dedo indicador na sua candidated vocal, um deste com a língua, depois levanta o indicador e vê ponto só o provento.
- Eu até tenho medo de estar a repetir, porque eu disse que este era o discurso do adio que gera, mas nós seguimos aqui, para que tives e tives e tira a pagas.
- E a Espanha era o generalista em Franco que, prima de escutava a população do Barcelona e de Madrid, antes de decidir onde é que ele achou os polímios.
- Nossa, começa no printer do fascismo. É baixo do fascismo, total. - Mas o Soutor acho que é fascista. - É um fascista, não acho que o venitor é fascista.
- O meu oportunista, como é evidente, estamos aqui há séculos, e dizer que ela é um oportunista. - É como o argumento. - Nunca foi. - Souvento, o meu argumento era impossível chegar a entendimento como uma pessoa assim.
- Então, esse que... Eu nem se esqueço de ter interessado no debate, porque eu já sendo daqueles debate, vai dar... - O Soutor. - O debate, e o Sala-Zerismo foi um fascismo ou não?
Bom, não, porque realmente, apesar de ter algumas características, não encaixava no definição, por isso talvez seja um autoritarismo conservador, sou toque não é interessa.
- Interessa o que é que a liberdade é que havia, que a tropellas essas liberdades, que havia uma política política que perseguia a trocar, vai matar... - Com certeza, santo.
- O que você acredita que ele está tão arregado essas coisas ou piscinas, que ele obviamente não vai abdicar dela. - E atenção, que ele não tem a brilha.
- O que eu estou a dizer é que, como já se viu, as cenas ou piscinas que a negativa aventura defende, boa parte delas é para as pessoas que estão a acabar e falar dela. Isso nunca mudou.
- Portanto, eu acho que a negativa aventura se torna realmente perigoso, no dia em que realmente passará acreditar na alguma coisa. Mas ele não acredita. É só um oportunista.
- E sim, com os oportunistas, em política, pode se negociar. - Ah, tem dois sorte com isso. - Sim, o Ricardo Espera fica dentro de marcha atrás. É, vez do Pedro Messias, tornar ministro dos maios, mesmo em outubro, Pedro Messias.
- Sempre que tenha vivido, e de mar do Stumult, por causa do Europa fora? - Sim, porque, sempre que há protestos studentis, há sempre o eco, a memória do Maio de 188.
- E, neste caso, vê as milhaças entre o outubro de 26 e o Maio de 188? - Não, não, não, não. A verdade, uma das coisas pelas quais muitas pessoas, como sape-lo, pelo General de Gol, não compreenderam o Maio de 188, foi porque no Maio de 188, por tanto, ainda dentro daquela, chama, o estrangeiro interagurioso, até que elas três décadas de progresso, económica, seguirá a segunda guerra mundial, o General de Gol não percebia,
porque as pessoas que não tinham problemas materiais estavam descontendo. - E era porque havia, debaixo da calçada, a praia. - A praia, e por cima da praia às pedras.
- Mas... - Mas... - Mas, evidentemente, que é muito bonito. - É, relaxo. - Volou a pena fazer o Maio de 188 só para ter essa frase. - Não, temos de poéticos, os flores, veram de logan, os flores, tem de logan, isso é imbatível.
Mas, o Maio de 188 é uma revolução essencialmente cultural, e até para doqueçal, desde logo, porque, pois, em ação de duas esquerdas, que era a esquerda estudantil, e a esquerda...
- Se lembra-se, as teriam as esquerdas, dariaicamente, e a esquerda, sim, de cal, barra, comunista, que não tinham necessariamente os mesmos interesses, por um lado, e por outro lado, porque havia uma sobreposição de classe curiosa,
que se manifesta naquela frase do Pazo Aline, Marxista, que dizia que, quando vê, com frontes entre polícias filhos do proletariat... - E estudar a filha da prazeria, e ela está com o filho da proletariat.
- Não, ele fez muito a migra dos seus amigos de esquerda, entre os seus colegas de esquerda, mas eu acho que não terá da ver, acho que o que existe é uma tradição, neste momento já podemos falar de uma tradição, de ação direta em frecção,
- É muito afresh, que foi um espécie que não chegou a ter terrorismo nos anos de chumbo, ou quase nenhum, comparado com a Alemanha, ou com a Itália, mas é...
com candidato completamente do lado de estudantes, até ou dos jovens, até nos tumultos, e alguém, que é marrindo de pena, a prometer a hora de ser presente a França, e portanto, não acho que tenha nada a ver com mais de 68, é por um lado menos abrangente, mas é mais prego, o mais sentido, é um lado muito fascinante, e aqui acho que é um lado muito pregoço, porque neste momento, pela prazeria, ele isto...
- Ou seja, na altura estava no poder o general do gol que combateu o fascismo, e aqui está Marrindo Le Pen, que é filha de um senyora que dessa tradição, e que pode ser presente a França, portanto, acho que os perigos são muito ísios e maior.
- Em que me díde a que a situação, a França está ligada a João Miguel, está a variar o facto de haver eleições presidenciais marcadas para daqui a meio ano.
- Parece evidente que isso pode ter influência, mas a influência que também não é fácil fazer essa matemática, existe também muita estética, que a França insubmiza, pode gastar interessado nisso, e está agando no sentido, a alimentar algumas destas manifestações.
- É só um pouco ídio. - Então, assim como que ídio, isso é um facto, mas portanto, quando nós vemos aquilo, a maior parte das pessoas olham e dizem, quem isto vai facilitar a vida, é Marrindo Le Pen,
- E o quando piere melhor é porque é para ajudar a ir em um luge de marrindo Le Pen, e depois as coisas corregam-me alô, e depois regressar-me o lancheon, que acham que ele é um cheio de foda.
- Tenha ilion e... - Neste estado da França, o que está a aguardar com essa referência? - É saber se o Junais já está a falar nisso, que é saber se esta situação não pode, após com alguma asperação ilitural, os candidatos mudrados, os quais estavam todos bastante cá para baixo.
- Quem é que pode capitalizar politicamente com esta situação? - O cardelador, as sonidades parecem ser bastante claras sobre quem é que pode capitalizar.
- Muitas tem pote de terceira via, digamos, mudrada. - A terceira via mudrada, em princípio, sou... - De quem... de leitores que querem fugir aos termino mais à esquerda?
se os que estão em quarto e quinto lugar nas sonidades desistirem a favor do terceiro. É a única pote, não é certo, mas é a única hipótese disso a quando você...
- O reto afinal das eleições brasileiras, esta sexta-feira ainda haverá um debate, já vimos um na segunda-feira, a votação é no domingo, o que é que resulta o primeiro frente a frente da primeira semana?
- Quando o Bolsonaro perguntou a Lula como explica que mais de 70% dos presidiários tenham votado nela e Lula replicou que quer 100% dos votos de presidiários?
Sabe-se que é preciso, porque o Pedro Mexí é se declara presidiário, o João Miguel Tavarges diz sentir-se livre como um passarinho, como a Monele Pinho.
Posteriormente, de as anos reduzidos para oito anos e meio, embora sem ter passado placadeia, esteve cinco anos em prisão preventiva do Missile Area, feche-se justiças, vamos cá-tavar.
Eu quero passar a minha, o tempo todo que eu tenho, é porque, repare-se, primeiro foi um dez anos de prisão, confirmado em primeira instância, dez anos, confirmado em relação, dez anos, e agora se premi, diminui poito anos e meio.
E, desse 18 anos e meio, eu passe cinco anos numa quinta magnífica, onde o seu grande problema não conseguia ir à pechina, nem conseguia ver as camélias porque apetava a pulsar.
E com isto está na altura dos livros e eu trago esta semana um livro em torno de uma palavra corrente, tanto na linguagem política como na linguagem comum, o livro chama-se progresso.
E foi a desilusão com essa luta que levou a virar o olhar para a própria ideia de progresso e a perguntar-se se nessa noção não seria final, não estaria na final uma forma de propaganda, mas de que outra coisa.
Nasceu, diz-l, na Mesopotamia, há cinco mil anos e serve desde então, grande Samuel McDonald, para pedir obediência no presente em troca de salvação no futuro.
Para sustentar a afirmação, McDonald desmonta os gráficos, em que a linha sobe sempre a esperança de vida, diz-l, crece sobretudo porque morrem menos crianças e não porque os adultos vivam hoje muito mais do que um romano abastado vivia.
No seu tempo, a pobreza baixa, quando se baixa, a f�squeia do que é ser pobre e a evolução da escravatura lembra-lhe citando Malcolm X, é como tirar uma faca das costas de alguém e considerar isso uma forma de cura.
Este garantem um trabalho de amor e desespero. Progresso, uma história da pior ideia da humanidade da Samuel Miller, McDonald, de Tratoson de Miguel Martins, de publicação das edições de 70.
Não, o que alegmente é que as pessoas nesse que lheiram o título, só lheiram o metade do título. E em bóguis de séries são as suas mógues, as mógues pessoais, mógues intelectuais, mógues políticas.
Que as pessoas só falaram da história do fim da história, mas que é a ser uma ser a última em o homem. E este último homem ele estava para que se poderia aborrecer extremamente quando a história acabasse.
E que esse aborrecimento poderia derivar em coisas não muito simpáticas, porque como eles explica os chegos humanos não são apenas conduzidos pela chua, a necessidades matriais,
mas também porque eles precisam de timos, timos, que é aquele reconhecimento que existe na sociedade, quando nós olhamos pós-membros deste painel e dizem realmente são pessoas espectaculares e que usávamos se dizer como eles.
- É coisa que eu gosto de menos não livre ao título. O livro de James Merritt, que é a colunista do Times, faz uma história interessante, uma história,
uma synopsa do que foi o aparecimento primeiro da imprensa, depois da literacia, da escolaridade obrigatória, daquela chamada República das letras, do iluminismo etc., etc., e depois coisas genéricamente boas, positivas etc., e depois chalta daí e agora temos um tic-toc e o tramp.
Eu acho que há uma forma de poca-litica de poras coisas, evidentemente que houve retrocesse, a morte dos jornais, por exemplo, é um grande retrocesse, todos nos nos calcitos sobre a incapacidade ou a inspirabilidade de alunos universitários lerem textos com certo grado complexidade e ser um retrocesse,
mas houve imensas pessoas aliás algumas delas que escreveram sobre este livro, que disseram que há vados, por exemplo, sobre a leitura que contraeriam este catastrophias.
Eu acho que a primeira parte é interessante como o consumo de o que aconteceu desde o Gutemberg até o ASEC 20, a parte atual está muito acima do acontecimento e é pelo menos debatível, ao vermelho, o contestável, se o que cenário é assim tão negro, em baraja, várias novas negras, no horizonte.
Exatamente, uma vez, na colombia, uma aldeia recôndita, na colombia, a pessoa lá, a biblioteque ignorante, deixava livre, hoje voltava a trazer os livros e uma vez as pessoas da salda ediceram, a gente vai ficar com um livro aqui.
E as pessoas da biblioteque ediceram assim, tudo bem, mas expliquei no só porque, era a ilíada, e elas e ceraam porque este livro é a história também da nossa vida, nossa vida também é uma vida luta, governada por deuses caprichosas, que sometem coisas aliatórias e tal.
E o livro é, como diz o título, a ilíada e a audisseia de Almero, uma biografia, é a história da leitura destes textos muito antigos, e a explicação da razão placoal, eles continuam a agitar nos desta forma, milênios depois de terem sido escritos, não sei se já passou aquela agitação com o filme do Christopher Nolan, mas este livro é ótimo para as pessoas que querem perceber,
Falta de dizer que é um livro de Albert Manguel, e o livro é "A Diceia de Almero", e que vai passando pela mundial, que foi sendo estabelecido com este texto, por dentro, vergilio, os românticos, o cristianismo, os joais, etc.
Está concluída mais uma reunião semanal, de hoje 8 dias, a mesma hora, os mesmos de sempre também em podcast, pedro-mexias, homem galetavárez e Ricardo Rusper.